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Posts na categoria "Livros"

Quer conseguir, manter ou trocar de emprego?

09 de fevereiro de 2017 0

É. Não tá fácil pra ninguém. O mercado de trabalho é um assunto que afeta os que estão fora dele e também quem está empregado. O índice de desemprego no Brasil já afeta cerca de 13 milhões de pessoas. O estresse daqueles que não foram (pelo menos até agora) atingidos pela crise, só cresce, e também há, acredite, aqueles que querem trocar de emprego.

Pensando nessa realidade, em seu mais recente livro — “Vencendo a crise – 100 Dicas para Conseguir, Manter ou Trocar de Emprego”–, o consultor Sady Bordin, comandante na Azul Linhas Aéreas, listou uma série de sugestões para quem quer garantir seu lugar na lista dos empregados, manter seu posto ou mudar seu rumo. O trabalho é dividido em três partes: conseguindo um emprego, mantendo um emprego e trocando de emprego. Bordin, que  é formado em Administração, com especializações em Marketing e Administração e MBA em Gestão e Estratégia Empresarial, já escreveu quatro livros, entre os quais, ‘Marketing Pessoal: 100 dicas para valorizar sua imagem’.

Confira algumas dicas do autor:

Divulgação

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CONSEGUINDO um emprego

- Fazer uma autoanálise

É preciso avaliar o grau de urgência para conseguir um emprego, considerando sua situação financeira. Também é necessário analisar qual a finalidade do candidato estar em busca de um trabalho, se por necessidade ou por paixão, por exemplo.

- Investir em seu currículo

É pelo currículo que o mercado irá avaliar o valor do candidato para a empresa. A dica é colocar todas as experiências que possam chamar atenção do empregador. Mas lembre-se que o será determinante para a conquista da vaga é o conteúdo apresentado pelo concorrente.

- Usar “trampolins” para conseguir um emprego

Há outras formas de conseguir um trabalho além das tradicionais. Iniciar com um contrato de estágio e aproveitar ao máximo um trabalho temporário para permanecer na empresa, são alguns exemplos. As indicações também são uma boa forma para conseguir oportunidades.

- Usar sua rede de contatos

Faça contato com sua rede de amigos, parentes, colegas. Informe a eles que você está em busca de uma oportunidade no mercado de trabalho. Eles poderão ajudar com dicas e até mesmo indicações.

- Arrumar algo para fazer enquanto está desempregado

Ficar parado não é uma boa opção. É importante usar o período que está sem emprego para ocupar seu tempo com coisas úteis. Utilize suas habilidades tentar ganhar dinheiro extra, por exemplo.

- Preparar uma lista das empresas alvo

A internet é uma boa aliada nessa hora: além dos sites de pesquisa, verificar portais de sindicatos, federações e associações. Após a lista elaborada, verificar o procedimento de envio de currículos de cada empresa.

- Ser flexível quanto à propostas

Nem sempre você irá conseguir a vaga desejada na primeira oportunidade. Porém, há vários caminhos que podem levá-lo ao seu objetivo. Muitas vezes vale a pena aproveitar a chance de entrar na empresa, pois com o tempo, acontecem mudanças de cargo e a oportunidade de ingressar na vaga desejada pode acontecer.

- Ter paciência e perseverança

Quando se está em busca de um emprego, a pressa só costuma atrapalhar. Conseguir uma oportunidade no mercado de trabalho, na maioria das vezes é um processo demorado. É preciso estar preparado financeira e psicologicamente. E mesmo depois de empregado, é preciso ter paciência ter o reconhecimento desejado.

MANTENDO um emprego

- Fazer mais

O empregado deve procurar ir além do que é solicitado e estar atento ao que a empresa necessita. Dessa forma, poderá ser lembrado por sua proatividade por seus superiores na hora de uma promoção, por exemplo.

- Pensar como se fosse o dono da empresa

Os funcionários devem ter a mesma vontade de ver a empresa crescer que o próprio dono e, consequentemente, produzir buscando este objetivo. Não é incomum que funcionários virem sócios das empresas.

- Ficar longe das “atitudes suicidas”

Há exemplos de profissionais talentosos e experientes que acabaram perdendo o emprego não pelo seu desempenho, mas sim por atitudes comportamentais. Os profissionais devem tomar cuidado com condutas que possam ser prejudiciais à sua imagem no ambiente de trabalho.

- Evitar faltar ao trabalho

Às vezes faltar ao trabalho é inevitável – principalmente em casos que envolvem problemas de saúde. Mas a partir do momento que se torna uma atitude recorrente, a imagem do funcionário pode ficar prejudicada.

- Proponha soluções aos problemas apontados

Identificar o que não está andando tão bem na empresa pode ser significativo, mas o diferencial está em apontar soluções para os problemas encontrados. E mais importante que isso, é preciso verificar se a saída encontrada é viável (às vezes questões legais ou operacionais podem impedir que ela seja executada).

- Mantenha-se atualizado

Estar empregado não pode ser sinônimo de estar acomodado, principalmente no que diz respeito ao conhecimento. É imprescindível que o profissional esteja atualizado com as novidades de sua área. São diversas as opções para auxiliar nessa empreitada: cursos, congressos, livros e publicações especializadas.

TROCANDO de emprego

- Sair com profissionalismo e elegância

Conforme relata o autor, há diversos motivos que podem resultar em uma saída do emprego. Entretanto, é importante preocupar-se em deixar uma boa impressão e manter as portas da empresa abertas, para quem sabe no futuro, poder voltar a trabalhar lá.

O significado de estar entre os mais vendidos

05 de outubro de 2015 0

A lista de mais vendidos da Folha de São Paulo publicada no último final de semana traz, entre os cinco primeiros colocados na categoria Teoria e Análise, o livro “Gestão e Cultura de Resultados – O modelo para gerir pessoas realizadas e empresas vencedoras”, de autoria de João de Lima, colaborador deste blog. Tive a honra de ser colaboradora neste trabalho, o que me permitiu entrevistar, junto com o Lima, grandes empresários e executivos brasileiros, como Fersen Lambranho, CEO do JPInvestments, Ronaldo Iabrudi, CEO do Grupo Pão de Açúcar e Jorge e André Gerdau Johannpeter e Otto Levy, vice-presidente da Magnesita.

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Observando a relação completa dos livros mais vendidos, me veio uma questão: qual o significado de estar entre os mais vendidos?

Acredito que a resposta, no nosso caso específico, seja a relevância do assunto. Em tempos difíceis como este para as organizações, é preciso buscar mais que nunca a cultura de resultados. Muitas consultorias têm prometido receitas infalíveis, mas a verdade é que a maioria foca no Sistema de Gestão e, muitas vezes, esquece as pessoas, ou acredita que basta contemplá-las via meritocracia. Lima foi mais longe. Para ele, a Meritocracia ganha as mentes e os braços das pessoas e a Gestão de Pessoas busca seu coração para que elas se comprometam. Ou seja, se o Sistema de Gestão leva à meritocracia, a Gestão de Pessoas leva ao comprometimento. Tudo alinhado à estratégia pela liderança transformadora.

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O modelo criado por Lima, ajuda a responder aos anseios atuais por novas formas de chegar aos resultados desejados. No artigo abaixo, ele nos explica porque virar o jogo é a palavra de ordem!

Virar o Jogo é a Palavra de Ordem!

A solução da crise brasileira passa pela reforma política, ajuste fiscal, reforma econômica e tantas outras mudanças estruturais que dependem da vontade e da negociação políticas e vai levar muito tempo. Coisa de longo prazo. Pelos atores em cena, não há condições de um pacto de concertação nacional, a exemplo de Moncloa.

A solução não vai passar pelo macro. Deverá começar pela microeconomia. Vejo como o caminho necessário para os novos tempos, a busca da competitividade, através de maior qualidade, custo e produtividade somada a maior criatividade dos empresários. Para mudar o horizonte há que se descobrir nova direção. Este tem sido meu mantra.

Devem ser trazidos à cena os empresários, os empregados e suas associações, como atores principais. É momento de se repensar o jeito fazer negócio, de se reinventar o modelo de gestão já obsoleto para os novos tempos, de se repactuar as relações entre as partes. Tudo deve ser revisado e repactuado, desde a relação e os papéis dos lideres e colaboradores, incluindo-os mais nas soluções, a interação negócio com negócio, negócio com o cliente, a cadeia produtiva, de suprimentos e logística, como um todo. Tem que se repensar e recriar a Cultura do Negócio.

O mundo empresarial tem que ser reconstruído rapidamente, antes que se liquidifique. É hora de inovar e de se reinventar e de se transformar, de fazer um turnaround nos negócios, mas antes nas cabeças e nas relações dos atores principais. Momento de se renegociar e recomeçar, sem medo de errar! Virar o jogo, esta é a palavra de ordem! Criar a bandeira da Cultura de Resultados.

João de Lima, autor do livro “Gestão e Cultura de Resultados”, da Editora Gente e palestrante de “Virando o Jogo – Como Construir a Cultura de Resultados”.

O livro será lançado nesta terça-feira, 06 de outubro, em Belo Horizonte após uma palestra de Lima sobre o modelo proposto por ele.

Veja abaixo, como foram os lançamentos em Porto Alegre e São Paulo:

Lançamento de "Gestão e Cultura de Resultados" no Instituto Ling - 14/09/2015

Lançamento de “Gestão e Cultura de Resultados” no Instituto Ling – 14/09/2015

Lançamento Porto Alegre. Jorge Gerdau cumprimenta o autor

Lançamento Porto Alegre. Jorge Gerdau cumprimenta o autor

Lançamento em São Paulo, Livraria Cultura, dia 23/09/2015  Da esquerda para a direita: João de Lima, Ronaldo Iabrudi, Suzana Naiditch e Otto Levy

Lançamento em São Paulo, Livraria Cultura, dia 23/09/2015
Da esquerda para a direita: João de Lima, Ronaldo Iabrudi, Suzana Naiditch e Otto Levy

 

O que diferencia as nações vencedoras?

30 de maio de 2015 0

 

Lançado este final de semana em Porto Alegre, o décimo livro do escritor gaúcho Felipe Daiello, ‘As Rodas da Fortuna‘, mostra as atitudes adotadas pelas nações vencedoras.  Por meio de pesquisas, ele mostra porque um povo cresce, progride e é feliz e outro não. A obra traz uma análise muito atual e contextualizada das razões dos problemas brasileiros, abrangendo desde aspectos sociais, passando pela política e, especialmente, econômia. O escritor investiga o DNA das crises, apontando o processo que leva um povo a sucumbir e conta como decisões erradas ao longo da história contaminam o futuro.

O autor questiona: “o que é preciso fazer para acompanhar a trajetória da fortuna e não ser esmagado por suas rodas?”

Capa do livro/Divulgação

Capa do livro/Divulgação

Daiello incrementa As Rodas da Fortuna com textos que exploram a pesquisa até 1622 com relatos ao longo dos séculos, mostrando indivíduos, sociedades e nações que se desenvolveram mesmo enfrentando dificuldades, superando obstáculos, guerras e catástrofes.

Para o escritor, a chama da liberdade, do conhecimento necessário, o desenvolvimento de novas técnicas e de ideias possibilitam alcançar o sucesso, os prazeres e as riquezas almejadas. A leitura sugere ainda uma meditação sobre como vencer a inércia e os contratempos.

Sempre amparado em fatos históricos, Daiello mostra as lições deixadas por pessoas que construíram o sucesso da sua família, da sua tribo e da sua pátria. “Que lições elas deixaram, pois a humanidade desenvolve uma cadeia de eventos capaz de criar sucesso e fortuna”, diz ele.

O autor lembra que, no interesse dos filhos e netos, é preciso mudar conceitos, vencer clichês ideológicos e sair do marasmo.

“As Rodas da Fortuna” terá um segundo volume que abordará temas a partir de 1622.

Editado pela AGE, o livro tem prefácio de Armindo Trevisan que revela que a obra “entrelaça textos ficcionais com detalhes turísticos, receitas culinárias com noções estéticas, dados locais. Tudo acompanhado por molhos e condimentos emotivos”.

 

Reforçando a cultura de resultado

18 de maio de 2015 0

*Por João de Lima

Quando se fala de uma empresa que pratica a meritocracia, de imediato, vem à mente a ideia da seleção natural dos melhores, através de um ambiente interno de extrema competição, de uma quase hostilidade entre colegas.

Quando meritocracia é usada dentro de uma empresa, incluída entre outros valores e associada a regras claramente definidas e praticadas, onde a contribuição de cada um é parte essencial do todo e o resultado do todo define a parte de cada um, cria-se outro espírito: um por todos, todos por um. É o velho espírito de união dos três mosqueteiros.

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Claro que, até pelo desejo de alguns de serem incluídos no elenco dos melhores, há um aumento de competição e a melhoria da eficiência individual e coletiva. Vão ganhar mais e ter os melhores postos, os que se desempenharem melhor.

De outro lado, quando na avaliação do mérito, além do cumprimento das metas, entram fatores como prática do Sistema de Gestão e adesão aos Valores — entre os quais, “Espírito de Equipe”- , o equilíbrio naturalmente se impõe.

Quando se dá uma ênfase declarada à sua pratica, todos se sentem, de um lado, desafiados pelas metas ambiciosas negociadas, e extremamente adrenalizados; de outro, num estado de continuo alerta para os riscos e oportunidades, com muito foco e cuidando de cada detalhe, no seu trabalho e em seu processo, mas sempre de olho no trabalho e no processo do colega do lado, cuidando para que ele não pereça em sua missão e oferecendo ajuda, quando necessário.

Além do espirito de corpo, também se pode perceber um sentimento de pertencer a uma tropa de elite, onde a seleção natural faz permanecer os melhores, um declarado espirito de luta em busca das metas e um desejo impetuoso da vitória.

Para mim, meritocracia é uma pratica essencial no modelo de gestão, não somente pela justiça e pela maneira com que se propõe premiar os que melhor desempenham, mas por este espírito de corpo que pode criar. É um reforço extremamente forte á cultura de resultados!

 *João Aparecido de Lima é sócio-fundador da Fractal – Resultados, Consultoria especializada em Gestão, Pessoas e Liderança. Tem mais de 40 anos de experiência em Gestão de Pessoas e Desenvolvimento Organizacional , em empresas como Gerdau e GP Investments. fractalresultados@gmail.com

 

Conheça as lições dos criadores do Google, Facebook, Apple e Amazon

08 de abril de 2015 0

O novo livro do consultor e professor gaúcho Felipe Ost Scherer,  “O time dos sonhos da inovação – Lições dos maiores inovadores da atualidade”, mostra as formas de pensar e de trabalhar e as principais características de Steve Jobs (Apple), Mark Zuckerberg (Facebook), Jeff Bezos (Amazon), Sergey Brin e Larry Page (Google).

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Foto: Divulgação

Lançada pela Alta Books, a obra analisa cada um, identificando pontos-chave que fazem deles grandes inovadores.

“As histórias desses inovadores são inspiradoras para novos empreendedores, executivos ou qualquer pessoa que acredite que a inovação é algo que não acontece por acaso, mas sim fruto de uma abordagem estruturada que demanda visão e comportamentos específicos”, diz Felipe Ost Scherer.

Clique aqui para baixar o primeiro capítulo do livro gratuitamente.

O autor apresenta lições que são divididas em três dimensões: ideias e insights; liderança e execução:

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Infográfico do livro

Clique na imagem para ver maior.

 

Malu Gaspar: "a história de Eike Batista e do Império X tem paralelismo com a história do Brasil"

02 de abril de 2015 0

Malu Gaspar, autora de Tudo ou Nada: Eike Batista e a Verdadeira História do Grupo X, fala ao Mundo dos Negócios sobre o livro que antecipou e explicou a fragilidade do império que estava por ruir.

Foto: divulgação Livro "Tudo ou Nada"

Foto: divulgação
Livro “Tudo ou Nada”

“Terminei de escrever o livro pouco antes da primeira sessão do julgamento em que Eike Batista foi acusado de insider trading e manipulação de mercado. Desde então, já vivemos reviravoltas nessa história, com o triste episódio do juiz que tomou para si alguns bens de Eike e produziu uma situação em que o empresário passou de acusado a vítima. É ao mesmo surpreendente e preocupante que o caso tenha chegado a esse ponto. Tudo o que os brasileiros querem é que as instituições funcionem – e tanto o caso de Eike como o do juiz mostram o quanto isso é difícil no Brasil.”

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“A principal razão porque me interessei em escrever a história de Eike Batista e do Império X é seu paralelismo com a história do Brasil. É uma parábola das qualidades e problemas do capitalismo brasileiro. Mesmo agora, depois de já ter publicado Tudo ou Nada, essa semelhança continua. Não à toa Eike e Dilma fizeram uma admissão envergonhada de seus erros recentemente. Ambos estão sob forte crise e precisam reabilitar sua imagem.”

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