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Problemas de arroto e não de bafo

25 de setembro de 2007 0

Ok, o título é nojento, mas o internauta vai entender. O caso é que o norte-americano Frederick Cronin, encheu a cara de pinga e resolveu passear de carro em New Hampshire, nos EUA. Não demorou muito e a polícia já estava na cola do sujeito. Cronin ainda foi levado ao distrito policial e convidado a fazer o teste do bafômetro. Claro que o resultado deu positivo e ele não se livrou da prisão.

– Bueno, pelo menos o sujeito pegou a cana dura – dirá o incauto leitor.

Calma, ainda não terminou. E sabem por quê? Porque Cronin quer recuperar a carteira de motorista na Justiça alegando que arrotou antes do teste do bafômetro. Calma, você não entendeu e eu já estou me enrolando, mas vou tentar esmiuçar:

O rabo é que, segundo as regras administrativas de New Hampshire, a polícia só deve efetuar o teste do bafômetro depois de uma observação de 20 minutos. Nesse período, se o ébrio vomitar, regurgitar ou arrotar, o teste não pode ser feito, senão no intervalo de tempo estabelecido. Está na regra. E este post está parecendo O Processo, de Franz, o Kafka.

Em sua argumentação, que irá aos tribunais, Cronin conta que arrotou umas três vezes (pelo menos é o que ele se lembra). Amostras diferentes do bom bafão foram coletadas e ficou valendo a primeira, que continha 0,12 mililítros de álcool, quando o limite é 0,8%. Frederick Cronin defende que o intervalo de 20 minutos entre as coletas não foi obedecido. 


 

Postado por Anderson Passos

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