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Itapema leva você para o Geek Weekend Florianópolis

28 de June de 2016 0

O Geek Weekend desembarca em Florianópolis nos dias 30 e 31 de julho, no Shopping Iguatemi, e claro que a Itapema não ia perder a oportunidade de estar lá e de trazer algumas surpresas para seus ouvintes amantes da cultura pop!

Vamos presentear 2 ouvintes com passaportes + kit Geek Weekend  para curtirem muito os dois dias de evento, que acontecem no piso G3, do Shopping Iguatemi. O evento promete ser um espetáculo repleto de atrações, indo de youtubers a quadrinistas famosos…

Geek Weekend 02

Agora se você quer ganhar e descobrir o que tem dentro destas sacolas, levar um destes quadros e ainda ir aos dois dias do Geek Weekend, responda a seguinte pergunta: “Qual personagem do universo geek você gostaria de conhecer e por quê?”.
Os dois ouvintes com as respostas mais criativas levam para casa 1 passaporte + Kit Geek Weekend. ;)

Ah, e uma dica, quando falamos em cultura pop, estamos falando sobre diversos universos como; quadrinhos, cinema, livros, música e etc… Então, solte sua imaginação e deixe a criatividade fluir.

As respostas serão aceitas até o dia 12 de julho. Resultado no dia 15.

Preencha o formulário e boa sorte!

REGULAMENTO COMPLETO

Sidney Gusman: "Os personagens do Mauricio de Sousa são ícones da cultura pop: podem ser adaptados sem perder a essência"

30 de June de 2016 0

A Itapema conversou com um dos maiores especialistas em quadrinhos do Brasil

Que Florianópolis é uma das cidades mais geek do Brasil, isso não é novidade: pesquisas recentes apontam que a cidade do turismo também é considerada um grande pólo tecnológico – além de ter uma população consumidora de cultura pop, como filmes, jogos, livros, séries e quadrinhos. Em meio a essa febre, nos dias 30 e 31 de julho, o shopping Iguatemi será palco de um grande evento: o Geek Weekend Florianópolis, do qual a Itapema é parceira. O evento multitemático será uma reunião de apaixonados pela cultura pop: youtubers, cosplayers, gamers, dubladores, ilustradores, quadrinistas, músicos, fã-clubes e admiradores da cultura pop estarão reunidos em um mesmo local, para que geeks dos 8 aos 80 anos possam interagir.

sidney

Quem já confirmou presença no Geek Weekend é Sidney Gusman, um dos maiores especialistas brasileiros em quadrinhos. Sidney escreve sobre o assunto desde os anos 1990, é editor-chefe do site Universo HQ, maior portal sobre quadrinhos no país, e, desde 2006, é também responsável pela área de Planejamento Editorial da Mauricio de Sousa Produções. Antes de vir a Florianópolis para palestrar no evento, Sidney conversou com a Itapema sobre sua carreira e os projetos e personagens da MSP – e deu algumas dicas de quadrinhos especialmente para os nossos ouvintes. Confira:

Itapema: Como começou seu envolvimento com os quadrinhos? Sempre foi fã? Como você usou sua formação jornalística para se tornar um dos maiores especialistas em quadrinhos no país?
Sidney: Como quase toda criança, eu adorava quadrinhos: lia tudo o que caía na minha mão. Eu gostava muito, me envolvia de verdade com aqueles universos ficcionais. Eu acho que, em sua maioria, fãs de quadrinhos são colecionadores, e comigo não foi diferente. Eu comecei lendo e colecionando Disney e Turma da Mônica, passei por heróis, Asterix e Obelix, mangás. Acho que isso define se alguém vai ser leitor de quadrinhos a vida toda: passar por diferentes gêneros, conhecer de tudo um pouco dentro desse universo. Nos anos 1990 eu comecei minha carreira como jornalista especializado na área, escrevendo para jornais, revistas. Eu não sei desenhar, não estava escrevendo roteiros… Por que não trabalhar, mesmo assim, com aquilo de que gosto? [risos] Em 2000 surgiu o Universo HQ, que hoje é o maior portal brasileiro sobre o assunto, e eu entrei para o time ainda no primeiro ano de existência. A ideia sempre foi fazer um site sério sobre o assunto, jornalístico, com muita pesquisa e sem achismo. Hoje temos uma equipe de editores e colaboradores no Brasil inteiro. No ano passado lançamos um livro comemorativo de 15 anos, com as principais entrevistas publicadas. Temos um podcast, também… Como se eu já não tivesse bastante coisa para fazer. [risos] A gente não vive do site, mas adora fazer. Damos muito espaço para os quadrinhos nacionais, também, o que é bem importante.

Itapema: Como você começou a trabalhar com a Mauricio de Sousa Produções?
Sidney: Eu fui trabalhar como redator na editora Globo logo que comecei a escrever sobre quadrinhos, e trabalhei na época da inauguração do Parque da Mônica, em 1993. Nesse período eu comecei a ter contatos ocasionais com o Mauricio, fazer entrevistas com ele… Em 2005 eu fiz um projeto de um livro sobre o Mauricio, que a editora acabou transformando em uma proposta mais biográfica. O livro foi lançado em 2006, e, nesse tempo, eu fiz entrevistas com o Mauricio – foi um ano entrevistando ele. No final, quando lançamos o livro, ele me disse: “Acho que ainda vamos fazer muitas coisas juntos.” O Mauricio me disse que me achava muito criativo e queria fazer um espaço na empresa para que eu criasse coisas relacionadas aos personagens dele – e eu pensei “Deus existe”. [risos] Então vim parar aqui, e agora já são dez anos de história.

mauricio de sousa

Itapema: Como é o seu trabalho?
Sidney: Todos os livros – não as HQs, os livros especiais – que são publicados aqui passam por mim: eu edito tudo. Como é uma média de 100 livros por ano, é bastante coisa para fazer… [risos] São desde livros em plástico, para bebê olhar no banho, até livros sobre educação financeira. Também sou responsável por cair projetos especiais, como o Mauricio de Sousa por 50 Artistas e as Graphic MSP, que são releituras de personagens do Mauricio por outros artistas. É uma pegada diferente, mais voltada para um público jovem e adulto. O Mauricio tem a maior marca dos quadrinhos no Brasil, mas eu sentia que ele tinha parado de conversar com o público de uma certa faixa etária – a pessoa lia Turma da Mônica quando era criança, depois abandonava e não voltava mais. Os personagens do Mauricio já são ícones da cultura pop: eles podem ser adaptados sem perder a essência. O Mauricio é um visionário: ouviu a ideia e falou “beleza, vamos fazer”. Mas é claro que os autores têm que jogar o mesmo jogo que a gente joga – você não vai fazer uma história da Mônica com sangue espirrando, ou uma cena de sexo com a Tina. Nós indicamos o caminho para os autores fazerem uma HQ adulta. Recentemente saiu uma história de terror adulta com o Papa-Capim – e é terror mesmo, mas não precisa mostrar cérebro voando pra isso. Esses projetos fizeram muita gente voltar a ler Turma da Mônica, às vezes até mesmo voltar a ler quadrinhos de forma geral.

Itapema: As histórias da Turma da Mônica são uma espécie de equivalente brasileiro da Disney: fizeram parte da infância de gerações, e ainda fazem parte do imaginário de muita gente. Lidar com esse universo deve dar um sentido de responsabilidade muito grande.
Sidney: Sem sombra de dúvida. É uma responsabilidade gigantesca, porque esses personagens são muito queridos. O Mauricio construiu uma história de três, quatro gerações com esses personagens, um verdadeiro legado. Acho uma honra que ele confie em mim e permita esses projetos. Ele é 100% envolvido com tudo, e vibra muito com os projetos e a execução deles. Quando a gente começou o Mauricio de Sousa por 50 Artistas ele me perguntou: “Você vai cuidar bem dos meus filhos?” E eu disse: “Como se fossem meus.” E é o que eu tenho feito. Não sou o pai dessas crianças, mas sou um tio muito zeloso. [risos]

Itapema: Como acontece a seleção e a participação desses artistas nos especiais?
Sidney: Eu que seleciono. Acho que talvez não haja no Brasil ninguém que leia tanto quadrinho quanto eu. Eu recebo muito quadrinho, e também pesquiso, divulgo isso há anos. E eu também conheço bastante dos personagens do Mauricio, então sei qual autor vai combinar com qual história, qual personagem. Os autores convidados sempre aceitam! [risos] E aí tem essa aproximação; tem muita conversa até a história entrar no eixo certo, até caber no universo de personagens do Maurício. Raramente um roteiro passa de primeira.

graphic msp

Itapema: Quais são os outros projetos da Mauricio de Sousa Produções nos quais você ainda vai trabalhar neste ano?
Sidney: Está saindo uma coleção pela Companhia das Letras que é diferente das graphic novels: eu pego histórias clássicas do Mauricio, escritas e desenhadas por ele nos anos 1970, transformo o roteiro em prosa, e convivo um ilustrador para desenhar. É uma reinterpretação em formato de livro infantil, uma forma de preservar a obra do Mauricio em outro traço. Na Bienal, ainda neste ano, vai sair um livro chamado Memórias do Mauricio, com 25 autores retratando momentos reais da vida dele, sem os personagens dos quadrinhos. E estamos organizando o primeiro filme live action relacionado à Mônica, inspirado nas graphic novels, que deve sair daqui a uns dois anos, ou no fim do ano que vem.

Itapema: Quais as diferenças entre agora e a época em que você começou a se envolver com quadrinhos? Como você vê o cenário atual nessa área?
Sidney: A principal diferença é que, na época em que eu comecei, quando você dizia “eu leio quadrinhos”, as pessoas reagiam meio “ahn? quadrinhos? quadrinho não é coisa de criança?”. E eu sempre digo que quadrinho também é para criança: existe quadrinho infantil, adulto, de ficção, de terror, de romance, erótico… É como cinema. Hoje em dia esse preconceito está bem menor, embora ainda exista. Nunca existiu um momento tão bom para ser nerd! [risos] A gente tem adaptações de quadrinhos em cartaz no cinema o tempo todo, eventos consolidados voltados para esse universo… Chega a ser assustador como cresceu. Assustador de um jeito bom.

Itapema: Que conselho você pode dar para quem quer trabalhar com isso, quem quer entrar para esse mercado?
Sidney: A primeira coisa é gostar do que você faz. Muita gente me fala “você tem sorte, trabalha com a sua paixão” – e quando falam “sorte” parece que caiu no meu colo. Não foi assim: eu corri muito atrás, ouvi muito ‘não’. Mas me preparei. Desde que comecei a me envolver com isso, não passei um mês da vida sem escrever sobre quadrinhos. Eu digo para as pessoas lerem, e não só quadrinhos: os melhores autores de quadrinhos leram história da humanidade, livros de ficção científica, de fantasia. Seja diferente: de iguais, o mundo está repleto. E corra trás, sempre. Eu digo: o ‘não’ você já tem. Até chegar no ‘sim’, você pode receber um ‘talvez’ – e precisa estar preparado para agarrar o ‘talvez’ também.

 

Sidney vive lendo quadrinhos: diz que sua média de páginas por semana é de sete a nove mil, e que tem uma meta pessoal de ler mil volumes de quadrinhos por ano. Em seu blog, ele mostra fotos de tudo o que leu – e selecionou, entre esses, alguns para indicar especialmente aos ouvintes da Itapema:
- Quadrinhos Insones, de Diego Sanchez. Editora Mino. – “Traz pequenos contos sobre a humanidade. Fala sobre o dia-a-dia das pessoas, sobre coisas que acontecem na vida real, problemas pelos quais todo mundo pode passar.”

quadrinhos insones
- Encruzilhada, de Marcelo D’Salete. Editora LeYa. – “É a mesma pegada, mas de um jeito um pouco mais duro: são histórias literalmente do gueto. O autor é negro e trabalha muito esse tema nas histórias, de coisas e preconceitos que acontecem na vida real. E são histórias entrelaçadas, daí o nome.”
- Vagabond, de Takehiko Inoue. Editora Panini. – “Esse mangá sai mensalmente pela Panini, inspirado no livro Musashi, de Eiji Yoshikawa, que conta a história do Miyamoto Musashi, o maior samurai da história do Japão. O cara mostra como era a vida naquela época, e o desenho é super realista, de chorar de bonito.”

vagabond
- O Árabe do Futuro, de Riad Sattouf. Editora Intrínseca. – “O traço não parece adulto, porque é mais fofinho, digamos assim – mas é uma história absolutamente chocante, baseada na infância do autor. Ele é filho de mãe francesa e pai árabe, e quando criança foi morar na terra do pai. Mostra a realidade de uma outra sociedade.”
- Uma Vida Chinesa, de P. Otié e Li Kunwu. Editora WMF Martins Fontes – “É uma raridade: incrível um quadrinho chinês ter sido publicado no Brasil. É autobiográfico e mostra o absurdo processo de lavagem cerebral que os chineses vivem.”
- Coisas de Adornar Paredes, de José Aguiar. Quadrinhofilia – “É uma história incrível sobre coisas que estão penduradas nas nossas paredes: azulejos, quadros… É simples e genial. Mais um exemplo de como tem gente produzindo quadrinhos de qualidade no Brasil.”

 

Saiba mais sobre o Geek Weekend e a venda e as categorias de ingressos aqui. Logo abaixo você confere a programação do Geek Weekend Place, loja no Shopping Iguatemi que estará aberta até a data do evento:

Neste final de semana o shopping Iguatemi será palco de mais atrações na loja do Geek Weekend Place. No sábado, a partir das 16h, a professora de desenho Manuela Cunha Soares, da Udesc, dará uma oficina gratuita de figura humana (rosto e expressão). No domingo, no mesmo horário, com duração de três horas, a oficina será com desenhos do corpo humano e movimento. Nos dois dias, durante a abertura da loja, estará disponível a Kretzer In Arms, uma exposição de katanas, lanças, medieval swords, escudos, facas e bokken produzidas em madeiras nobres e alusivas a diversos filmes, séries, desenhos e animes. O acesso ao Geek Weekend Place é gratuito e aberto ao público. Vale lembrar que haverá mudança de lote dos ingressos para o Geek Weekend na próxima segunda-feira, dia 4.

Nova edição do (IN)Consciente Coletivo acontece em Joinville nos dias 9 e 10 de julho

29 de June de 2016 0

A vitrine criativa reúne moda, design, arte e música

Vem aí mais uma edição do (IN)Consciente Coletivo: uma vitrine criativa e coletiva que reúne moda, design, arte e música. Realizado desde 2012 em mostras itinerantes em Joinville, o evento tem como objetivo valorizar o trabalho autoral de artistas catarinenses. Nas oito edições, já reuniu mais de trinta mil pessoas – e teve de tudo: apresentações musicais, teatro, sarau literário, maracatu, pintura ao vivo, concursos, lançamento de produtos, palestras, oficinas e workshops.

Estúdio Reversa (385)

O próximo encontro está marcado para os dias 9 e 10 de julho, e, pela segunda vez, ocorre no Garten Shopping, com novidades e atrações inéditas – na programação, música autoral de artistas regionais. Vejo abaixo a lista de artistas que vão se apresentar no palco do evento:

Dinho & a Tempestade: com formato voz e violão, o músico Dinho Barcelar abre a programação do (IN)C no sábado, dia 9, às 14 horas. O artista apresenta as músicas do disco Os Estereótipos de Vanguarda, de 2015, com uma mistura de blues, rock, samba e soul.

Old School Jazz: Logo após a apresentação de Dinho & a Tempestade é a vez do show Old School Jazz, às 16 horas, trazer grandes clássicos do estilo, revisitados em formato duo. George de Farias (trompete) e João Amado (guitarra e voz) apresentam temas instrumentais e canções consagradas do gênero. Além de muito improviso, o repertório apresenta letras em francês e inglês que se eternizaram nas vozes de Nat King Cole, Yves Montand e Georges Brassens. Quem perder ou quiser rever o show ainda vai ter mais uma chance, no domingo, dia 10, também às 16 horas.

Sonora Parceria: Para encerrar a programação musical do (IN)C no sábado, às 18 horas, a Sonora Parceria, dos músicos Tatiana Cobbettt e Marcoliva, apresenta as músicas de Sawabona Shikoba, álbum que comemora seus 15 anos de trajetória. O quinto trabalho autoral do duo traz 12 músicas que brindam o amor. “Sawabona Shikoba” é um tradicional cumprimento originário do Sul da África: “Sawabona” quer dizer “Eu te respeito, eu te valorizo, você é importante para mim” e “Shikoba” significa “Então, eu existo para você”.

John Mueller: O músico abre a programação do (IN)C no domingo, dia 10, às 14 horas, com o show do disco Por Um Fio, gravado no Rio de Janeiro, com produção de Jorge Helder, baixista e produtor de Chico Buarque e Maria Bethânia. Neste show, John Mueller mostra a qualidade da música popular brasileira e o resultado do trabalho que desenvolveu com uma equipe altamente qualificada, como Kiko Freitas (bateria), Ricardo Silveira (guitarra), Cristóvão Bastos (piano) e Armando Marçal (percussão).

François Muleka: Para encerrar as apresentações musicais do evento, François Muleka sobe ao palco, às 18 horas, em um pocket show com canções do CD O Limbo da Cor, gravado com o versátil Jean Boca em um formato super intimista, com uma atmosfera singela e inquietante. O álbum, o segundo do artista, contempla composições com temáticas diversas e inclui parcerias com poetas como Thierry Motta, Renatta Calippo e Bruno Kohl, que assina duas parcerias, uma delas a faixa-título. O disco conta ainda com a participação especial de Samuca Chiodini, que também foi o engenheiro de gravação; mixagem de Alegre Correa; masterização de Alécio Costa; e acabamento artístico de Alice Assal (direção de arte) e Tina Merz (design gráfico).

Estúdio Reversa (393)

Artista recria o céu de grandes cidades e mostra como seriam se não houvesse poluição e luzes

29 de June de 2016 0

Infelizmente, não enxergar as estrelas é algo cotidiano para aqueles que moram em cidades grandes. Sabemos que o excesso de iluminação, combinado com a poluição desenfreada, fazem com que de noite não dê para se enxergar muito mais do que lua, que quase todas as noites de céu limpo aparece para que possamos contemplá-la.

Mas, já que não há muito que se fazer para mudar o cenário atual, o artista Thierry Cohen resolveu recriar os céus das grandes cidades, mostrando para nós como elas seriam caso não houvesse poluição e luzes demais.

Ele fotografou as metrópoles, anotando a hora e a latitude e longitude exatas. E usando como referência, o artista migrou para outras regiões onde era possível enxergar o céu com mais clareza, e calculando o movimento de rotação da Terra, conseguiu captar aquele mesmo céu, só que muito mais lindo, com estrelas e constelações visíveis.

Confira as fotos:

Hong Kong

Hong Kong 22° 17’ 22’’ N 2012-03-23 lst 16:16

Los Angeles

Los Angeles 34° 03’ 20’’ N 2010-10-09 lst 21:50

Nova York 2

Nova York 40° 44’ 39’’ N 2010-10-13 lst 0:04

Nova York

Nova York 40° 42’ 16’’ N 2010-10-09 lst 3:40

Paris

Paris 48° 51’ 52’’ N 2021-07-14 utc 22:18

Rio de Janeiro

Rio de Janeiro 22° 56’ 42’’ S 2011-06-04 lst 12:34

Sao Paulo

São Paulo 23° 33’ 22’ S 2011-06-05 lst 11:44

Shanghai

Shanghai 31° 14’ 39’’ N 2012-03-19 lst 14:42

Tóquio

Tóquio 35° 41’ 36’’ N 2011-11-16 lst 23:16

Elza Soares cria financiamento coletivo para gravar DVD em comunidade de Santo André, em São Paulo

29 de June de 2016 0

Se a meta da campanha for alcançada, a artista deixará melhorias na região, como tratamento de esgoto e iluminação

Elza Soares é a mulher do fim do mundo, a mulher do fim dos tempos, a mulher que coroou a sua trajetória com um primeiro disco de inéditas aos 60 anos de carreira: lançado em outubro de 2015, o álbum A Mulher do Fim do Mundo possibilitou que a cantora expurgasse tudo o que viu e viveu – o seu passado, presente e futuro – por meio de músicas, letras e arranjos pensados para ela. Recentemente, Elza ganhou o Prêmio da Música Brasileira de Melhor Disco de 2015 – e, agora, se prepara para dar mais um passo: a gravação de um DVD em um campo do Centreville, comunidade localizada em Santo André, no ABC paulista.

elza soares

Para isso, a cantora lançou um financiamento coletivo no Kickante. O local escolhido vai totalmente de acordo com o repertório engajado, ousado e libertário de A Mulher do Fim do Mundo, onde a intérprete se empodera como mulher negra e denuncia de maneira visceral preconceitos raciais, violência doméstica e social, além de abordar morte, sexo e negritude. “O registro do DVD é uma maneira de perpetuar o melhor momento da carreira da Elza em um local que dialoga com o discurso dela”, diz Jorge Chamon, empresário da cantora. “Mas a proposta também é deixar benefícios para a comunidade.”

A produção está em contato direto com a Prefeitura de Santo André e a Secretaria de Cultura da cidade. A ideia é fornecer melhorias no dia a dia das pessoas que moram na região, como iluminação, segurança, encanamento, entre outras ações. O principal desafio da gravação é dar um salto ainda maior em relação ao disco. “A Mulher do Fim do Mundo foi uma unanimidade, não podemos ficar estacionados. Vamos potencializar o trabalho respeitando a estética musical e a identidade visual dos shows”, afirma Chamon. No dia do show, que será gratuito, 10 mil pessoas da comunidade formarão a plateia. Além disso, estima-se que 300 moradores da região serão envolvidos no projeto.

Assim como no disco, o DVD terá a direção musical de Guilherme Kastrup. A presença da luxuosa banda que acompanha Elza também está confirmada: trata-se de representantes da cena que ficou conhecida como nova vanguarda paulista, entre eles Kiko Dinucci, Marcelo Cabral, Rodrigo Campos e DaLua. O encontro da cantora com esse núcleo criativo foi um choque possibilitado pela coragem de Elza, que lançou A Mulher do Fim do Mundo cheia de vitalidade. Foi a sua superação e o seu renascimento. E agora, com o DVD, será também a sua perpetuação. “A mulher do mundo é a que vai ficar”, afirma a cantora. “O fim do mundo é a eternidade.”

Quer contribuir? Acesse a campanha aqui, no site do Kickante.

Mais de 200 músicos enviam carta aberta ao Congresso norte-americano

29 de June de 2016 0

Os artistas protestam contra leis brandas a respeito do porte de armas nos Estados Unidos

Mais de 200 músicos e outras figuras influentes assinaram uma carta aberta ao Congresso norte-americano, pedindo por mudanças nas leis relativas ao porte de armas. A carta, apoiada e reproduzida pela revista Billboard, expressa choque e indignação a respeito dos massacres já acontecidos nos Estados Unidos em anos recentes, incluindo o tiroteio em uma boate de Orlando que matou 49 pessoas há duas semanas. Com o título “Pare a Violência de Armas Agora”, o texto aponta como uma das principais causas dos massacres a facilidade que qualquer cidadão norte-americano tem para comprar armas. Entre os artistas que assinaram o manifesto estão Paul McCartney, Cher, Sia, Beck, Alanis Morrissette, Andrew Bird, Billy Joel, Carole King, Courtney Love, Cyndi Lauper, Iggy Pop, Jason Mraz, Joan Jett, Mark Ronson, Michael Bublé, Nate Ruess, Ringo Starr, Rufus Wainwright, Sting, Tony Bennett, Yoko Ono e os integrantes da banda Pearl Jam [clique na imagem para ampliar].

carta aberta

“A música sempre foi celebrada em comunhão, em pistas de dança ou arenas de shows”, diz a carta. “E agora esse ritual de celebração da vida, assim como muitas outras experiências diárias – como ir à escola ou à igreja ou ao trabalho – está ameaçado, por causa da violência neste país.” O manifesto pede que o Congresso previna futuras tragédias checando o histórico de qualquer pessoa que deseje adquirir uma arma, e bloqueando a compra por parte de suspeitos de qualquer envolvimento com terrorismo. “A Billboard e os que assinam abaixo imploram a vocês – às pessoas que foram eleitas para nos representar – que preencham as lacunas legais mortais que botam em risco a vida de tantos fãs de música, e também de todos nós.”

O protesto levantou outra polêmica: a quase ausência de artistas da música country, tradicionalmente reconhecidos por apoiar as bancadas mais conservadoras do Congresso – uma exceção é o trio Dixie Chicks, que há anos posicionou-se de forma diferente, protestando contra a guerra do Iraque.

Música da semana: "Capsized", by Andrew Bird

29 de June de 2016 0

O cantor, compositor e multi-instrumentista Andrew Bird está na estrada desde o lançamento de Music Of The Hair, de 1996. Em suas performances, o artista inclui instrumentos diversos como violino, guitarra e bandolim. Are You Serious?, seu álbum mais recente, saiu em abril. Com participações de Fiona Apple Blake Mills, o disco foi, segundo o próprio Bird, muito influenciado por seu casamento: “Saber que você vai passar tanto tempo com alguém definitivamente muda seu jeito de escrever”, falou. “Muitas vezes, você está sentado no mesmo cômodo que a outra pessoa enquanto escreve.”

andrew bird

Na Itapema, o destaque é a faixa Capsized. Confira:

Neil Young canta ao lado de Jimmy Fallon no "The Tonight Show"

28 de June de 2016 0

O apresentador já fez diversas imitações do músico

Jimmy Fallon, apresentador do The Tonight Show, é famoso por suas imitações e sua veia humorística. Ele já interpretou Neil Young diversas vezes em seu programa, ao lado de Bruce Springsteen e Crosby Stills & Nash – mas, nesta semana, imitou Neil Young ao lado do próprio Neil Young! A apresentação dos dois foi praticamente um clipe para a faixa Two Neil Youngs On a Tree Stump, que o músico e o apresentador escolheram cantar – sentados de costas um para o outro, sobre um toco de árvore.

neil young

Confira:

A participação de Young no The Tonight Show faz parte das ações promocionais do álbum Earth, mais recente do artista.

Coldplay toca ao lado de Barry Gibb, do Bee Gees, no encerramento do Glastonbury

28 de June de 2016 0

A banda foi headliner do último dia do festival, no domingo

O Coldplay impressionou no encerramento do festival britânico de Glastonbury, no último final de semana: o show da turnê A Head Full Of Dreams levou uma profusão de cores e luzes ao palco do evento – e apresentou como convidado especial Barry Gibb, último integrante vivo do Bee Gees, para cantar Stayin’ Alive e To Love Somebody. A performance foi introduzida com uma mensagem de Michael Eavis, fundador do Glastonbury, via Instagram: Eavis contou que, quando é perguntado sobre quais artistas gostaria de ver no palco do festival, frequentemente não sabe o que dizer, porque “muitos deles estão mortos agora” – mas que uma das bandas que sempre quis ver no evento foi o Bee Gees, porque “eles têm canções adoráveis.”

coldplay

Veja:

Em certo ponto da apresentação, o Coldplay homenageou o Viola Beach, jovem banda que terminou tragicamente em fevereiro deste ano, quando todos os integrantes morreram em um acidente de carro. O grupo tocou a música Boys That Sing, com um vídeo do Viola Beach acompanhando os vocais de Chris Martin. “Agora eles são headliners do Glastonbury”, disse o vocalista, pedindo à plateia que compre a música da banda e a coloque no topo das paradas.

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