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Posts na categoria "Música"

Zaz encerra sua turnê pelo Brasil neste fim de semana

27 de March de 2015 0

A cantora francesa Zaz retorna ao Brasil neste mês para realizar cinco shows. As apresentações da artista fazem parte da turnê de divulgação do álbum Paris. 

Conhecida primeiramente graças a música Je Veux, Zaz tem uma sonoridade peculiar. Ela apresenta uma mistura de jazz, pop e música francesa.

As apresentações de Zaz no Brasil ocorrem em Porto Alegre, no dia 18 de março, no Auditório Araújo Vianna; Rio de Janeiro, no dia 20 de março, no Circo Voador; em São Paulo, nos dias 22, 24 e 25, no Auditório do Ibirapuera; em Curitiba, em 27 de março, na Ópera de Arame; e em Belo Horizonte, no dia 28, no Music Hall.

O álbum Paris, de Zaz, é uma homenagem a capital da França. O CD traz duos com Charles Aznavbour, Thomas Dutronc e Nikki Yanofsky. Além da colaboração de Quincy Johns.

 

Cantora MØ retorna ao Brasil para três apresentações

27 de March de 2015 0

A cantora dinamarquesa MØ desembarca no Brasil em maio, para realizar três pequenas apresentações.  Essa é a segunda vez que a cantora vem ao Brasil.

Conhecida pelo seu estilo electro-pop, as músicas de MØ trazem uma mistura de eletrônica com fortes batidas de hip hop americano.

Apesar de sua carreira ser recente, desde 2012 a artista divulga suas composições e faz algumas participações especiais. Foi no ano passado, que MØ lançou oficialmente seu primeiro álbum, o No Mythologies to Follow, assinado pela Sony Music Dinamarca.

O retorno de MØ ao Brasil terá três apresentações:

São Paulo, no Áudio Club, no dia 29 de maio.

Rio de Janeiro, na Sacadura 154, no dia 30 de maio.

E, Curitiba, no Music Hall, no dia 31 de maio.

Os ingressos podem ser adquiridos no site Queremos!

A última aparição de MØ foi no clipe Lean On, de Major Lazer.

Antes do Lollapalooza, Jack White faz show enérgico e apaixonado em Porto Alegre

26 de March de 2015 0

Quando se escreve a resenha de um show, é comum que o autor use diversos substantivos para representar o artista em questão e não ficar repetindo seu nome o tempo todo: “o vocalista”, “o guitarrista”, “o compositor”, “o artista”, “o músico”. Mas ver um show de Jack White nos faz repensar, inevitavelmente, o verdadeiro significado dessa última palavra – e concluir que muitas vezes a usamos, erroneamente, para quem nem merece o título. Jack White é um músico – com letra maiúscula, em itálico, em negrito, como o autor preferir. E, como um bom músico, é também todas as outras coisas citadas acima: vocalista, guitarrista, compositor.

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Ele sobe ao palco do Pepsi On Stage, em Porto Alegre, na noite de terça-feira, dia 24 de março, elegante como costuma andar desde o fim do White Stripes e o início de sua bem-sucedida carreira solo: sapatos claros, calça social e camisa pretas, suspensórios e os cabelos cuidadosamente arrumados em um topete. Na metade da primeira música – Dead Leaves and The Dirty Ground, lançada pelo White Stripes em 2001, no álbum White Blood Cells -, já está completamente descabelado e pingando suor, tamanha é a energia que emprega no show. Considerado por muitos o melhor de sua geração, Jack é realmente um guitarrista excepcional, de deixar de boca aberta mesmo quem está acostumado a assistir a apresentações dos grandes do gênero. Se a maneira de dedilhar as cordas do instrumento normalmente leva críticos e jornalistas a comparar guitarristas e suas guitarras com dois amantes, Jack está mais para um mestre sadomasoquista, fazendo de sua parceira o que bem entende – e ela de fato obedece. Tocando, cantando, circulando pelo palco e comandando o público a aplaudir ou gritar com gestos enérgicos das mãos, Jack simplesmente não pára: emenda uma música na outra, sem fazer pausas para agradecimentos ou sequer para ouvir a ovação da plateia. O único momento em que ele parece parar para respirar é aquele em que tira um pente do bolso e ajeita os cabelos bagunçados, reconstruindo o topete com jeitão anos 50 com uma eficiência de quem já está acostumado a fazê-lo.

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Poucas músicas são muito facilmente reconhecíveis desde a primeira nota, já que Jack, além de praticamente juntar todas as canções em uma mesma faixa, inova nos arranjos e nos instrumentos, trazendo surpresas sem, porém, descaracterizar seus sucessos – que passam por músicas do White Stripes (como a empolgante Hotel Yorba ou a apoteótica Seven Nation Army, que encerrou o show), do Raconteurs (Steady As She Goes, Top Yourself, Broken Boy Soldier) e de seus dois CDs solo, Blunderbuss (Love Interruption, Sixteen Saltines) e Lazaretto (That Black Bat Licorice, Temporary Ground, Would You Fight For My Love? – belíssima na versão ao vivo -, além da faixa-título). A banda é tão competente quanto seu frontman, e traz, além dos obrigatórios baixo (Dominic Davis), guitarras (Fat Kaplin) e bateria (Daru Jones, que, sem desgrudar os olhos de Jack, parecia intuir seus movimentos e acompanhar com rapidez e habilidade); teclados (Dean Fertita, do Queens Of The Stone Age, parceiro de Jack no projeto The Dead Weather) e violinos – Lillie Mae Rischie, que, aliás, rouba a cena em diversos momentos, dividindo os vocais com Jack e distribuindo sorrisos para a plateia de 4,5 mil pessoas. O músico também é simpático, mas de um jeito discreto: não faz pausas para conversar com o público, mas troca algumas palavras com os fãs entre uma canção e outra (“isso é bom, não é?”, perguntou, logo depois de Love Interruption, diante da reação empolgada da plateia; e chegou a soltar um “eu também te amo, baby”, para uma espectadora que gritou “eu te amo, jack!” bem no começo do show); carregou uma bandeira do Brasil – customizada pelos fãs, com o símbolo do artista no centro – depois do intervalo para o bis; e sorriu bastante durante a apresentação, parecendo feliz com a aclamação.

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E Jack ainda faz mais um favor aos seus fãs: antes do show, pede, através de um porta-voz, que ninguém fique filmando ou fotografando a apresentação inteira com seus celulares – “queremos que vocês estejam com a gente, ao vivo, de corpo e alma; e não assistindo ao show através de uma tela de celular”, explicou o representante; garantindo, ainda, que logo depois do show as imagens oficiais estariam disponíveis para download no site de Jack, gratuitamente. A maioria, para alívio de quem normalmente se irrita ao ter que ficar desviando de dezenas de telas de smartphones para poder enxergar o espetáculo ao vivo, atendeu ao pedido – e a promessa da equipe do músico, como atestam as imagens que ilustram essa matéria, foi cumprida (clique nas imagens para ampliá-las).

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Neste sábado, dia 28, Jack White ainda se apresenta em São Paulo, como headliner do festival Lollapalooza. O repertório deve ser uma surpresa, assim como foi o do show em Porto Alegre – tirando uma ou outra faixa obrigatória, o norte-americano raramente repete seus setlists. É uma pena que o clima mais intimista do show no Pepsi On Stage vá ceertamente se perder no Autódromo de Interlagos; mas isso não deve ser problema para o músico, conhecido por se virar muito bem em qualquer palco. Só vamos esperar que os fãs, de Jack ou das outras bandas que vão estar no festival, atendam o pedido – e mantenham seus celulares no bolso. Quem prefere assistir ao show sem smartphones alheios atrapalhando a visão agradece.

por Marina Martini Lopes
Editora Itapema SC

Apresentando: Hailey Tuck

24 de March de 2015 0

Nasce uma estrela! Hailey Tuck vive em Paris mas é natural do Texas, é linda e sua voz parece que passou direto pelo túnel do tempo do jazz, um passeio pela década de 20. A França de Piaf, dos vestidos vintage e filmes em preto e branco.

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Nomes como Ella Fitzgerald e Billie Holiday eram frequentes na trilha sonora em sua casa desde menina, assim como os grandes artistas do jazz, até a fascinação pelas estrelas de cinema, como Judy Garland.

Hailey Tuck está lançando seu primeiro trabalho, um EP de quatro faixas que chegou aos nossos ouvidos hoje no início da tarde. A reação foi imediata – estará estreando na programação da itapema em muito breve! Hailey convida o ouvinte a uma atmosfera atemporal, com o frescor de sua juventude e sua voz encantadora, evocando seu próprio século 21 no melhor estilo ‘Belle Époque’.

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Conheça um dos destaques, a releitura de “Sunday Morning” do Marroon 5.

 

Por Leo Almeida

Big Time Orchestra em Joinville!

23 de March de 2015 0

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*Por Rodrigo D´Acampora

 

Nesta quarta às 19h30, a Big Time Orchestra faz show em Joinville. A banda conta com um repertório rico, fazendo releituras de clássicos do Rock, Pop, Swing. O show é um verdadeiro espetáculo. Os músicos dançam em performances individuais e em grupo. A banda apresenta em seus shows um repertório diversificado que reúne versões criativas de grandes sucessos musicais de artistas, como Beach Boys, Elvis Presley, Ray Charles, Creedence Clearwater Revival, Rolling Stones, Ultraje a Rigor, dentre outros.

O espetáculo está marcado para as 19h30, na Praça e Eventos do Garten Shopping e a entrada é gratuita.

 

*Rodrigo D´Acampora faz parte da equipe Itapema FM Joinville, 95.3.

Björk se inspira em artes de capa de álbum para criar seus videoclipes

23 de March de 2015 0

Family e Lionsong são faixas do recente Vulnicura, lançado em janeiro

Quando lançou o clipe de Lionsong, Björk se inspirou na capa da versão digital de seu disco Vulnicura, que chegou ao mercado em janeiro – e, agora, seguiu a mesma ideia para o vídeo de Family, que dá vida à arte de capa da edição física do álbum. A novidade foi dirigida pela própria cantora em parceria com Andrew Thomas Huang, que já trabalhou com ela em Mutual Core e Black Lake.

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Arte de capa de ‘Vulnicura’

Veja abaixo os clipes de Family e Lionsong:

Björk já afirmou em entrevistas que Vulnicura é o seu “álbum do desgosto”, já que a maioria das músicas trata de sua separação do artista plástico Matthew Barney, com quem a islandesa estava há mais de dez anos. A artista definiu sua separação como “a coisa mais dolorosa” pela qual ela já passou.

por Marina Martini Lopes
Editora Itapema SC

Alabama Shakes divulga mais uma inédita: ouça "Future People"

23 de March de 2015 0

O novo disco da banda será lançado no final de abril

No dia 21 de abril, chega às lojas Sound & Color, novo álbum de inéditas do Alabama Shakes. E, na última semana, a banda divulgou mais uma música inédita, intitulada Future People – ouça, no player abaixo:

Confira a tracklist completa:

Sound and Color
Don’t Wanna Fight
Dunes
Future People
Gimme All Your Love
This Feeling
Guess Who
The Greatest
Shoegaze
Miss You
Gemini
Over My Head

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por Marina Martini Lopes
Editora Itapema SC

Van Morrison lança disco de duetos nesta terça-feira, dia 24

20 de March de 2015 0

Duets: Re-Working The Catalogue recria sucessos da carreira do cantor e compositor

Nesta terça-feira, dia 24 de março, chega às lojas Duets: Re-Working The Catalogue, do cantor e compositor de soul Van Morrison. O álbum é formado – como o título indica – por novas versões de seus sucessos, recriados em forma de dueto. Entre os artistas convidados, estão Joss Stone, Mark Knopfler, Natalie Cole, George Benson, Michael Bublé, Steve Winwood, Mick Hucknall, do Simply Red, e Bobby Womack, que morreu em junho do ano passado.

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Duas faixas já foram divulgadas na internet: Some Peace Of Mind, gravada ao lado de Womack, e Real Gone, em parceria com Michael Bublé. Ouça:

por Marina Martini Lopes
Editora Itapema SC

Cassandra Wilson homenageia Billie Holiday no álbum "Forth By Day"

19 de March de 2015 0

A novidade tem lançamento marcado para o dia 7 de abril

Em abril, a jazzista Cassandra Wilson, duas vezes vencedora do Grammy, lança um álbum dedicado à obra da diva Billie Holiday: intitulado Forth By Day, o disco chega às lojas no próximo dia 7, quando Billie, se estivesse viva, completaria cem anos de idade. Na internet, já foi divulgada Strange Fruit, a primeira faixa desse trabalho, regravação da original, de 1939. Ouça:

A banda que acompanha Wilson é formada pelo guitarrista Nick Zinner, do Yeah Yeah Yeahs; pelo baixista Martyn P. Casey e pelo baterista Thomas Wydler, da Bad Seeds – o grupo que acompanha Nick Cave. Confira abaixo a tracklist do trabalho, que foi finalizado através de financiamento coletivo:

Don’t Explain
Billie’s Blues
Crazy He Calls Me
You Go To My Head
All Of Me
The Way You Look Tonight
Good Morning Heartache
What A Little Moonlight Can Do
These Foolish Things
Strange Fruit
I ll Be Seeing You
Last Song (For Lester)

Foi divulgado também um vídeo com um pouco do making of de Forth By Day:

Cassandra

 

por Marina Martini Lopes
Editora Itapema SC

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