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Posts na categoria "Música"

Selah Sue lança novo single: ouça "Alone"

31 de January de 2015 0

No dia 30 de março, sai Alone, novo EP da cantora Selah Sue – e a faixa-título foi divulgada nesta semana, com um clipe dirigido por Alexander Brown, que já trabalhou com artistas como La Roux e Owl City. Ouça a música – que tem uma pegada bem dançante – no player abaixo:

A belga ganhou o mundo em 2012, quando tinha apenas 22 anos de idade – e foi eleita por diversas publicações especializadas a revelação musical do ano. No ano seguinte, se apresentou em Florianópolis, em um show promovido pela Itapema; e também foi uma das atrações do palco Sunset, no Rock In Rio. O maior sucesso de seu primeiro disco, intitulado simplesmente Selah Sue, foi Raggamuffin’, seguida por Crazy Vibes e This World.

por Marina Martini Lopes
Editora Itapema SC

Beatles e o show de 30 de Janeiro de 1969

30 de January de 2015 0

Sexta-feira chuvosa em todo o estado de Santa Catarina…e foi numa tarde chuvosa, num dia como hoje - 30 de Janeiro de 1969 –  que os Beatles se apresentariam juntos, pela última vez :-(

Paul McCartney, John Lennon, George Harrison, Ringo Starr e o tecladista Billy Preston fizeram uma apresentação surpresa no telhado da sede da gravadora Apple, no centro comercial de Londres.

Reprodução internet

Imagine, quando os Beatles começaram a tocar,  uma multidão se formou nas ruas e nos telhados dos prédios próximos, e a polícia avaliou que o show estava causando problemas de barulho e trânsito. A apresentação durou apenas 42 minutos, daí um policial obrigou que a banda parasse de tocar, porque os vizinhos estavam reclamando… Pode isso?!

Naquele dia, o grupo gravou para o documentário Let It Be, inclusive uma versão para o hino britânico.

Amo essa música…

 

O disco Let It Be saiu em maio de 1970, juntamente com o documentário do mesmo nome.

Reprodução: internet

Beatles, sempre Beatles :-) Eu se fosse você daria uma geral nos discos de vinil da banda, aproveitaria a chuvinha e confortavelmente ouviria todos…!!!  Abração da Naia Coral e até a próxima ;-)

Finalmente James Brown ganha uma cinebiografia!

29 de January de 2015 0

 *Por Rodrigo D´Acampora

JB“Get on Up”, é um filme sobre a vida do padrinho do soul e rei do funk, James Brown, prevista para ser lançada no Brasil no dia 5 de fevereiro. Como as de Johnny Cash e Ray Charles, esta só não é melhor porque alivia muita coisa errada – quem não erra? – da vida do artista funk (principalmente a fase final, com as drogas pesadas e a loucura com armas, mesmo que isso seja um pouco mostrado no filme e de sexo), por ter censura PG-13*, o que restringe certas temáticas.

Com boa narrativa e um excelente ator principal, o filme tem uma levada não-linear. Começa com Brown entrando em um túnel que o levará ao palco de mais um show. E, no trajeto, ele começa a relembrar fatos de sua (dura e sofrida) vida, que tem muito em comum com a de Ray Charles: negro pobre, nascido no sul dos EUA, filho de pais separados e que enveredou, por necessidade, para a vida do crime.

E como se não bastasse tudo de bom que o filme nos traz, Mick Jagger é o principal produtor do filme. Não deixe de ver!

 

*Entenda o PG-13:

Nos Estados Unidos, há uma classificação para filmes chamada PG-13 que significa “Parents Strongly Cautioned” ou “Pais fortemente advertidos”. Essa classificação (ou selo) indica que o filme não é aconselhável para crianças menores de 13 anos, mas você já parou para pensar o que definitivamente não pode haver nesses filmes?

1) Violência - A violência tem que ser caricatural, por isso você não vê sangue em todas as cenas que deveriam e vários personagens que morrem dramatizam ou saem voando quando recebem um tiro. Há uma cena em “O espetacular Homem-Aranha 2″ em que um personagem bate a cabeça no chão e claramente deveria haver um pouco de sangue, mas não pôde.

2) Palavrões – os personagens podem falar “foda” contanto que não seja em contexto sexual, ou seja, “foi foda”, “você é foda” e “foda-se” estão tudo bem, mas falar “a foda foi gostosa” é proibido nesses filmes. E só pode ser usada uma vez só. Por isso, você pode ouvir o Xavier jovem falando “Vai se foder” em “X-men: Dias de um futuro esquecido”. Só filmes para adultos podem utilizar a palavra “motherfucker”.

3) Drogas –  A referência de qualquer forma de droga já garante a classificação PG-13 ao filme e se for constante, recebe uma classificação mais pesada, porém há como driblar essa. No filme Scooby-Doo (2002), há uma cena em que Salsicha e Scooby estão dentro da Máquina do Mistério cozinhando enquanto a fumaça sai pelas janelas. Essa é com certeza uma piada de drogado que o sistema de classificação ou deixa passar, ou não entende.

4) Nudez – O filme pode mostrar nudez não frontal contanto que não exceda poucos segundos. Porém piadas de excitação em que uma mulher bonita aparece e qualquer coisa fica ereta são permitidas.

 

*Rodrigo D´Acampora faz parte da equipe Itapema FM Joinville, 95.3.

Bob Dylan divulga mais uma música de "Shadows In The Night": ouça "Stay With Me"

28 de January de 2015 0

Está marcado para o dia 3 de fevereiro o lançamento de Shadows In The Night, álbum em que Bob Dylan faz uma homenagem a Frank Sinatra, recriando dez clássicos do cantor. E na última semana foi divulgada mais uma música do disco: Stay With Me, gravada originalmente em 1964. Anteriormente, já havia sido lançada a faixa Full Moon and Empty Arms.

Ouça as duas abaixo:

Veja a tracklist completa:

I’m a Fool to Want You
The Night We Called It a Day
Stay With Me
Autumn Leaves
Why Try to Change Me Now
Some Enchanted Evening
Full Moon and Empty Arms
Where Are You?
What’ll I Do
That Lucky Old Sun

por Marina Martini Lopes
Editora Itapema SC

Filme "Eden", que conta a história do Daft Punk, ganha trailer oficial

27 de January de 2015 0

Saiu nesta segunda-feira, dia 26 de janeiro, o trailer oficial do filme Eden, que já estreou nos cinemas franceses – e vem sendo chamado de “o filme do Daft Punk”. Apesar do apelido, a história da dupla de música eletrônica é apenas um dos roteiros da trama do longa, que tem como fio condutor a trajetória do DJ Sven Løve, irmão da diretora Mia-Hansen Løve. Ambientado nos anos 90, o filme acaba retratando bem a moda do french house na década – e também vem sendo considerado um bom relato de como é entrar na vida adulta.

Assista ao trailer:

por Marina Martini Lopes
Editora Itapema FM

Pete Doherty, do Libertines, lança música em homenagem a Amy Winehouse

27 de January de 2015 0

“Flags Of The Old Regime” sai em vinil e formato digital no dia 9 de março

Pete Doherty, líder e vocalista da banda The Libertines, lançou oficialmente na internet uma música que compôs ainda em 2011 em homenagem a Amy Winehouse, de quem era bastante próximo. Flags Of The Old Regime já havia sido apresentada pelo músico em alguns shows de sua banda, e, no dia 9 de março, vai ganhar uma versão em vinil de sete polegadas, além de ser disponibilizada em sites de venda de música digital. Ouça abaixo:

Todo o dinheiro arrecadado com a venda da faixa será revertido para a Amy Winehouse Foundation, organização criada pela família da cantora para combater o uso de drogas e álcool entre jovens – a artista morreu de overdose em julho de 2011.

O The Libertines, aliás, pretende lançar um novo disco ainda em 2015, depois de mais de uma década longe dos estúdios.

por Marina Martini Lopes
Editora Itapema SC

Arte, Otto & Música em Joinville!

26 de January de 2015 0

cartaz otto

 

Na próxima quarta-feira, a Itapema promove em Joinville mais um evento com muito Jazz!

Foo Fighters abre a turnê brasileira em Porto Alegre

23 de January de 2015 0

Depois de entrar no palco pontualmente, sem suspense ou firulas, e emendar quatro músicas direto – entre elas, a novidade In The Clear e os clássicos The Pretender e Learn To Fly -, o Foo Fighters fez uma pausa para que o vocalista Dave Grohl trocasse algumas palavras com o público. “Tudo bem por vocês se às vezes eu passar algum tempo sem falar nada?”, perguntou o músico, em um inglês claro e com um riso divertido estampado no rosto – simpatia e carisma que se mantiveram ao longo de toda a noite. “Porque às vezes nós vamos tocar dez músicas sem parar aqui. Vamos fazer um show muito, muito longo. Sabem, nós temos vinte anos de história para resumir em apenas três horas de show.”

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Três horas de apresentação definitivamente não podem ser chamadas de “apenas” – mas podem ter parecido, diante da empolgação da banda e de seu público. Conforme prometido, o Foo Fighters fez uma seleção musical que passou por todos os álbuns da carreira, com faixas que foram de Monkey Wrench e My Hero – que fez muita gente chorar – a Rope e Walk, passando por sucessos como Times Like These, All My Life, These Days e Best Of You – essa uma das últimas do show, encerrando com chave de ouro, logo antes da também clássica Everlong. Um setlist versátil, que agradou aos fãs de todas as épocas e idades que estavam por lá – adolescentes que descobriram o grupo há poucos anos, trintões que são fãs da banda desde o começo, e até mesmo órfãos do Nirvana, que acompanharam o então baterista Dave Grohl em sua transformação em vocalista e frontman de sua nova empreitada musical. Eram 30 mil pessoas, distribuídas em três setores diferentes da estrutura montada no estacionamento da Fiergs, em Porto Alegre, que recebeu o primeiro show da passagem pelo Brasil da turnê Sonic Highways – que segue, agora, para São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte.

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Se Dave Grohl canta, grita, bate cabelo, conversa, ri e corre de um lado para o outro do palco e da passarela que cruzava as pistas premium para alcançar o público que assistia da mais distante pista comum, o resto da banda é mais contido – o único que tem seus momentos de brilho é o carismático baterista Taylor Hawkins, que chega a trocar de lugar com Grohl e assumir os vocais em uma ou duas canções. Mas isso não é problema: o que falta em extroversão, sobra em qualidade técnica; e o grupo tocou sem errar uma nota as 26 faixas do extenso setlist, que incluiu três covers – de Rolling Stones, Kiss e Queen. “Bandas que amávamos quando começamos a tocar música, e que nos motivam a tocar até hoje”, na definição de Grohl. O show contou com um momento mais intimista – e muito bonito – quando Grohl, sozinho e munido apenas de um violão, atravessou a passarela para cantar Skins and Bones diante dos fãs que estavam na pista comum, dando a eles uma oportunidade de ver o ídolo mais de perto. E, mostrando que uma ou outra surpresa sempre caem bem mesmo quando a banda não precisa de nada além de uma boa seleção musical e uma quantidade considerável de fãs apaixonados, o resto do grupo aproveitou a distração causada por Grohl e se transferiu para o meio da passarela, com bateria e teclados e tudo mais, para tocar algumas músicas mais perto de quem não conseguiu se aproximar tanto do palco principal. Além da surpresa cênica, a atitude demonstrou respeito com o público que passou horas esperando na fila para assistir ao show – e, em grande parte, se deslocou de outros lugares do Brasil só para isso.

Como – infelizmente – é tão comum em palcos montados improvisadamente, fora de arenas especialmente construídas e preparadas para receber apresentações musicais, os fãs tiveram que encarar alguns problemas técnicos: para quem estava mais atrás, o som oscilava, e a própria estrutura erguida para abrigar os diversos equipamentos necessários atrapalhava a visão. Mas fã que é fã perdoa, ainda mais quando a culpa não é banda – que, afinal, fez o que podia para agradar e divertir seu público. E conseguiu.

por Marina Martini Lopes
Editora Itapema SC

[fotos: G1]

A Música do Playing for Change

23 de January de 2015 0

Por Leo Almeida. Sabe quando você escuta um disco e imediatamente ele te faz se sentir cidadão do mundo? Assim é o Playing for Change. O projeto foi criado em 2005, surgiu com a crença comum de que a música tem o poder de quebrar fronteiras e diminuir a distância entre as pessoas, idéia compartilhada entre seus co-fundadores, Mark Johnson (engenheiro de som, produtor americano e ganhador do Grammy) e Whitney Kroenke. Com o sucesso inevitável, eles criaram sete escolas de música e uma banda, que viaja em turnê mundial difundindo a idéia da integração pela música.

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A dupla saiu pelas ruas com um estúdio móvel de gravação e câmeras em busca da inspiração e do sentimento do povo. A jornada dos músicos se transformou em documentário. Mais de 35 músicos de 10 países que não se conheciam pessoalmente interpretaram de início, a canção “Stand By Me”. O resultado: O video virou um hit na internet, com mais de 70 mil acessos. Lançaram o primeiro DVD e a banda, formada por integrantes do projeto, viaja desde 2008 em turnê mundial.

 

Criando e recriando canções ao redor do mundo, a tripulação do PFC (que já passou pelo Brasil) reúne vários músicos famosos (como é o caso de Bono) e não famosos ao longo de sua jornada. Em “War  - No more trouble” confira a participação, no projeto, do líder do U2, um dos principais ativistas de causas sociais no cenário musical.

 

Desde o lançamento de seu primeiro vídeo, o “Playing For Change” vendeu mais de 550.000 unidades no mundo inteiro. Também, liderou o “World Music Chart” e seus vídeos tiveram mais de 200 milhões de visitas na Internet. Mas, a história não para por aí, a missão continua, ao longo da caminhada, entenderam que a música é a maior ferramenta para inspirar diversos países, culturas e corações.

Seu mais recente trabalho é a canção de Bill Withers – “Lean on me”.

 

Foto e Video | Playing for Change divulgação

Por | Leo Almeida

Comunicador | Rede itapema FM SC

 

 

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