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Posts na categoria "Música"

A Música e Eu

17 de December de 2014 0

Robert_Johnson

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A minha relação com a música é uma relação tempestuosa como qualquer outra, com seus problemas, alegrias mas com um detalhe para o qual eu jamais havia atentado: trata-se de uma maldição. Quem tem o dom da arte, carrega consigo até o fim da vida o “martírio” de criar e viver ao mesmo tempo, e apenas pela necessidade de criar. E como toda maldição tem dois lados, a criação é a parte boa, agradável que te põe o sorriso no rosto e te possibilita traduzir as coisas que aos olhos e mentes  mais desatentos, parecem ser impossíveis. A facilidade também está no pacote e o fato de pegar as coisas no ar antes de qualquer outro, te faz especial, te dá poder. E muito da avaliação de caráter vem quando se dá poder a uma pessoa.

Aí é que a gente vê que a história de Robert Johnson, pioneiro do blues, que de lenda passa a ser uma possível verdade. Diz-se que Robert fez um pacto com o diabo, no qual ele seria um guitarrista que jamais seria esquecido, trocando esse pequeno favor pelo valor de sua alma. Ele achou barato, mas faleceu pouco depois numa situação escusa e até hoje mal explicada. Viveu apenas 27 anos, mas virou influência para grande parte dos artistas de blues e rock and roll. Maldição dada, maldição cumprida, diria o diabo. Conversando com um amigo, percebi que era isso mesmo, aquilo que nós músicos chamamos de “a nossa cachaça”, algo que não se larga do dia para noite nem no melhor “rehab” do mundo, vide Amy Winehouse e tantos outros.

O problema dessa maldição é que você precisa viver também, pagar as contas e na maioria dos casos, o artista é péssimo em administrar as coisas práticas. Então se submete a outras atividades, na maioria dos músicos, lícitas, para não se preocupar em pagar o aluguel, a luz, telefone, alimentação e pequenos vícios apenas com o que cria, pois a criação não é uma coisa automática, pragmática. Não tem hora para acontecer. O riff de guitarra de “Satisfaction (I Can´t Get No)” dos Rolling Stones, surgiu no meio do sono de Keith Richards, que gravou e voltou a dormir. E isso é só um exemplo.

Eu percebi que ainda há muita gente acreditando em ser descoberto como há 40, 50 anos atrás. Eu mesmo na minha juventude depois de assistir ao filme “Backbeat – Os 5 Rapazes de Liverpool”, achei possível, mas já estávamos nos anos 90. Too late, too sad. O escape que a música me proporciona hoje, já que não dependo dela para sobreviver, me leva a fazer todas as outras atividades com mais gosto, porque eu sei que no fim de semana eu e ela estaremos juntos.

 

Rodrigo D´Acampora – Itapema Joinville

Assista ao show que Bob Dylan fez para apenas um fã nos Estados Unidos

16 de December de 2014 0

Há cerca de um mês, Bob Dylan chamou a atenção do mundo todo ao fazer uma apresentação para apenas uma pessoa na Philadelphia’s Academy Of Music, nos Estados Unidos. O inusitado show fez parte de uma série sueca batizado de Experiment Ensam, algo como “experimento sozinho”, que registra a experiência de pessoas fazendo sozinhas algo que normalmente se faz em grandes grupos de pessoas – brincar em atrações de parques de diversões, por exemplo, ou cantar em um bar de karaoke. A apresentação de Bob Dylan foi a experiência final do documentário – e o convidado foi Fredrik Wilkingsson, um fã do músico, que diz já ter visto cerca de vinte de seus shows.

Agora, o vídeo registrando a experiência está disponível na internet. Confira abaixo:

É interessante notar – além da óbvia emoção de Wilkingsson – como um show sem plateia parece realmente estranho: o próprio fã comenta que não sabe se deve aplaudir ou não, porque o som solitário de suas palmas no teatro soa bobo ou até mesmo irônico.

por Marina Martini Lopes
Editora Itapema SC

"Abbey Road": homenagens e paródias

15 de December de 2014 0

Um dos sinais que indicam se alguma coisa se tornou um ícone cultural é a frequência com que ela é reproduzida, mais ou menos fielmente, em outros contextos e ocasiões. A capa de Abbey Road, 12º álbum dos Beatles, é um exemplo clássico: a imagem de John, Paul, George e Ringo atravessando a rua não é apenas mundialmente conhecida, mas também frequentemente reproduzida – em forma de homenagens, paródias ou simplesmente como uma inspiração mais vaga. Veja algumas das mais curiosas:

1

O próprio Paul parodiou a capa em seu disco ao vivo ‘Paul Is Live’, fazendo piada com as teorias sobre sua morte

2

Em 2006, o rapper Kanye West lançou ‘Late Orchestration’, gravado no Abbey Road Studios

3

Os personagens Ren e Stimpy ficaram famosos em duas séries de animação norte-americanas

4

O clássico ‘Peanuts’ também tem sua versão da famosa capa

A J-Rock foi a primeira banda asiática a tocar no Abbey Road Studios - e o disco acabou batizado de 'Road To Abbey'

A J-Rock foi a primeira banda asiática a tocar no Abbey Road Studios – e o disco acabou batizado de ‘Road To Abbey’

O Red Hot Chili Peppers lançou o EP 'Abbey Road' em 1988

O Red Hot Chili Peppers lançou o EP ‘Abbey Road’ em 1988

Esta é a capa de um CD de remixes - de músicas dos Beatles, é claro - lançado em 2005

Esta é a capa de um CD de remixes – de músicas dos Beatles, é claro – lançado em 2005

A banda de rock progressivo Percewood's Onagram fez um 'Abbey Road de um homem só' em seu 'Lessons For Virgins', de 1971

A banda de rock progressivo Percewood’s Onagram fez um ‘Abbey Road de um homem só’ em seu ‘Lessons For Virgins’, de 1971

A banda Belga Stella apresentou uma versão mais colorida da capa em 2008

A banda Belga Stella apresentou uma versão mais colorida da capa em 2008

Nem o programa educativo infantil norte-americano 'Sesame Street' ficou de fora

Nem o programa educativo infantil norte-americano ‘Sesame Street’ ficou de fora

A banda alemã de country music Truck Stop homenageou os Beatles em seu 'Immer Geradeaus'. Que mistura.

A banda alemã de country music Truck Stop homenageou os Beatles em seu ‘Immer Geradeaus’. Que mistura.

Beatles com um toque cubano. Será que dá certo?

Beatles com um toque cubano. Será que dá certo?

Um disco com versões infantis para clássicos dos Beatles

Um disco com versões infantis para clássicos dos Beatles

O grupo sul-africano de jazz The Heshoo Beshoo Group optou por um contraste perturbador

O grupo sul-africano de jazz The Heshoo Beshoo Group optou por um contraste perturbador

Bob Kevoian e Tom Griswold são DJs norte-americanos

Bob Kevoian e Tom Griswold são DJs norte-americanos

O jazzista George Benson lançou este álbum com regravações de 'Abbey Road' em 1970

O jazzista George Benson lançou este álbum com regravações de ‘Abbey Road’ em 1970

por Marina Martini Lopes
Editora Itapema SC

O que os Beatles e "O Senhor dos Anéis" têm (ou quase tiveram) em comum?

12 de December de 2014 1

Se você é fã dos Beatles ou da trilogia O Senhor dos Anéis, escrita por J.R.R. Tolkien – ou das duas coisas -, talvez conheça essa história. Você sabia que, na década de 1960, quando estavam no topo das paradas musicais do mundo inteiro, os Beatles quiseram fazer um filme de O Senhor dos Anéis estrelado por eles mesmos? Surreal, mas é verdade. E quem impediu foi o próprio autor dos livros, Tolkien – que declaradamente não era um grande admirador da banda.

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Os Beatles nos anos 1960

Peter Jackson, que dirigiu a trilogia de filmes que finalmente chegou aos cinemas nos anos 2000 (e também a série inspirada pelo livro O Hobbit, também de Tolkien, cujo último filme estreou nos cinemas neste mês), contou a história ainda em 2002, durante uma entrevista ao Wellington Evening – e afirmou ter ouvido tudo da boca do próprio Paul McCartney, durante uma cerimônia de entrega do Oscar. John Lennon teria sido o mais interessado em fazer a adaptação. O músico queria interpretar o personagem Gollum, enquanto Paul seria Frodo, Ringo Starr assumiria o papel de Sam, e George Harrison encarnaria o mago Gandalf. O quarteto chegou a entrar em contato com Stanley Kubrick para dirigir o filme. “Tolkien ainda tinha os direitos autorais naquele tempo e não gostava nem um pouco da ideia dos Beatles fazendo isso”, contou Jackson. “Então ele matou a ideia. Mas provavelmente a trilha sonora teria contado com algumas boas músicas.”

O desgosto de Tolkien em relação ao grupo foi bem documentado em cartas. Em 1953, o escritor comprou uma casa na Sandfield Road, em Oxford – na época da mudança, a rua era um beco sem saída, mas depois foi aberto para o tráfego de carros. Em uma carta escrita a um amigo no ano seguinte, Tolkien reclamou de “rádio, televisão, cachorros, bicicletas e carros de todos os tamanhos” fazendo barulho “desde a manhã até as duas da madrugada. Além disso, em uma casa de três portas vive um integrante de um grupo de jovens que está, evidentemente, tentando se transformar em um grupo do tipo dos Beatles. Nos dias em que eles resolvem ensaiar o barulho é indescritível.”

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O escritor J.R.R.Tolkien

Por mais admiração que os Beatles possam merecer por seu legado musical, é difícil de acreditar que a tal adaptação cinematográfica de O Senhor dos Anéis estrelada por John, Paul, George e Ringo fosse acabar sendo algo mais que cômica – e, por isso, os fãs da banda e dos livros têm muito o que agradecer à ranzinzice do velho Tolkien.

por Marina Martini Lopes
Editora Itapema SC

Coldplay lança música para a trilha sonora do filme "Invencível"

12 de December de 2014 0

O longa, dirigido por Angelina Jolie, estreia no Brasil em janeiro

Foi divulgada nesta quinta-feira, dia 11 de dezembro, a nova música do Coldplay, Miracles, feita para a trilha sonora de Invencível, filme que estreia no Brasil no dia 15 de janeiro. Dirigido por Angelina Jolie, o longa conta a história real de Louis “Louie” Zamperini, um atleta olímpico que foi feito prisioneiro no Japão durante a Segunda Guerra Mundial. O roteiro é baseado no livro Invencível: Uma História de Sobrevivência, Resistência e Redenção, escrito por Laura Hillenbrand – um bestseller que passou 145 semanas na lista de mais vendidos do The New York Times.

Confira a música feita pelo Coldplay para a trilha sonora:

Louie, que morreu recentemente, aos 97 anos de idade, era amigo de Angelina – os dois foram vizinhos em Hollywood Hills. Quem interpreta o protagonista do filme é o ator Jack O’Connell, do filme Eden Lake e do seriado Skins. Veja o trailer abaixo:

O Coldplay, aliás, já está de volta ao estúdio, gravando o sucessor de Ghost Stories, álbum que saiu em maio deste ano.

por Marina Martini Lopes
Editora Itapema SC

Dadi - O Leãzinho conta sua História

12 de December de 2014 0

 

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Ele é filho de mãe pianista e desde muito cedo descobriu o prazer da música, em casa. Cresceu na Ipanema dos anos 60 fervilhando Bossa Nova, um privilégio para um futuro músico. Eduardo Magalhães de Carvalho, o Dadi, está lançando o livro “Meu caminho é chão e céu – Memórias”, narrando sua trajetória na música nacional.

O baixista, um dos instrumentistas mais aclamados da MPB, fala sobre a concepção de discos antológicos como: Acabou chorare (Novos Baianos), África Brasil (Jorge Ben Jor), Frutificar (A Cor do Som), Circuladô vivo (Caetano Veloso), Barulhinho bom (Marisa Monte), Tribalistas (Marisa Monte, Carlinhos Brown e Arnaldo Antunes). Dadi revela no livro, detalhes da história da música popular brasileira.

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Celebrado por Caetano Veloso em “O leãozinho” com apenas 19 anos, Dadi já era consciente do que veio fazer nesse mundo – música. Foi apresentado a Baby Consuelo e logo foi convidado para tocar baixo com os Novos Baianos. Era um caldeirão de samba, bossa, rock’n’roll e chorinho, uma época diferente e os músicos logo estourariam no mercado musical. Gravou com o grupo discos históricos e só por esse fato  já garantiria o seu espaço na história da música brasileira. Ele, no entanto, foi adiante e ainda nos anos 70 foi tocar na banda do ídolo Jorge Benjor, seu grande mestre.

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Dadi vêm se destacando na composição de muitas melodias, desde “A Cor do Som”. Mas o lado letrista não era o seu forte, no entanto, a parceria com Arnaldo Antunes lhe rendeu a segurança para investir em letras de conteúdo em cerca de 20 canções, entre as mais recentes “Se assim quiser” e “Amar alguém”, além da inédita “O fim do mundo”. A história da carreira de Dadi é feita de grandes contribuições a música nacional e de encontros, do tipo “o músico certo, na hora certa”.

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E ele continua fazendo história. Depois de ajudar a criar e a integrar os grupos A Cor do Som e Tigres de Bengala, tocou e gravou com Barão Vermelho, Caetano Veloso, Marisa Monte, Tribalistas e Rita Lee, entre muitos outros. Em carreira solo já lançou os discos ‘Dadi’ (2005) e ‘Bem aqui’ (2008), e agora com muita história pra contar, Dadi celebra a música em sua vida em “Meu caminho é chão e céu – Memórias”.

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Atualmente Dadi integra a banda de Marisa Monte e participou do mais recente DVD da cantora: “Verdade uma Ilusão” – Assista a canção “Ainda Bem” que roda no playlist da itapema.

 

Fotos e informações: Dadi e web divulgação

Por: Leo Almeida

Comunicador Rede itapema FM SC

Bob Dylan lança disco em homenagem a Frank Sinatra em fevereiro

10 de December de 2014 0

Em maio deste ano, Bob Dylan anunciou o lançamento de um novo álbum, intitulado Shadows Of The Night – e divulgou o primeiro single, a faixa Full Moon and Empty Arms, que fez sucesso nos anos 40, na voz de Frank Sinatra. Agora, Dylan deu detalhes a respeito do novo trabalho: o disco será todo composto por regravações de grandes sucessos de Sinatra – algo que o veterano Dylan já queria fazer há muito tempo, segundo um comunicado oficial. “Eu nunca havia tido coragem suficiente para adaptar os arranjos para o formato de banda”, afirmou o artista. Shadows Of The Night, que chega ao mercado no dia 2 de fevereiro, foi gravado ao vivo em estúdio, sem dublagens ou gravações de instrumentos em diferentes canais.

Confira a tracklist completa:

I’m a Fool to Want You
The Night We Called It a Day
Stay With Me
Autumn Leaves
Why Try To Change Me Now
Some Enchanted Evening
Full Moon and Empty Arms
Where Are You?
What’ll I Do
That Lucky Old Sun

por Marina Martini Lopes
Itapema SC

Aos vinte anos

10 de December de 2014 0

Paul_McCartney-Paul_Is_Live-Frontal

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Uma das mais gratas lembranças que posso levar da minha passagem por aqui, foi o show do Paul McCartney em 1993.  Nesse mesmo ano, ele também lançou o disco ao vivo “Paul is Live” cuja capa tinha uma referência à lenda surgida no fim dos anos 1960 que dizia que McCartney havia morrido e sido substituído nos Beatles por um sósia. A turnê “Paul is Live” foi registrada em vídeo e  vale a pena lembrar que em 1993, Paul voltou ao Brasil fazendo uma “mini turnê” em São Paulo e Curitiba. Foi nessa que fui.

Contando a um amigo, percebi o quanto lembrar esse show, me fez bem. Vi outro dos meus preferidos, Buddy Guy em 2009, mas minha história com os Beatles é antiga e veio antes do Bluesman de Chicago. Foi-me passado por meus pais, que viveram a época e isso significa demais para mim. Eles estavam na mesma época! Dá para imaginar? Pensar nisso é emocionante demais.

Então, aos 20 anos eu soube que o Paul (longe de ser o preferido) iria visitar o Brasil naquele ano de 1993. Na época, eu namorava minha primeira garota e ela, por algum motivo que a memória me falta, não pôde ir. Então me enfiei num ônibus sozinho com vários fãs dos besouros e rumei para a capital paranaense. Ansiedade juvenil para o primeiro show realmente grande da minha vida.

Chegamos a Curitiba depois de 4 horas de viagem depois e ficamos mais 6 horas na fila, pois havia um rigoroso esquema de segurança e inspeção em câmeras e alimentos contendo carne de qualquer espécie (Paul vetou a entrada de ambos). O casal Paul & Linda, eram militantes do vegetarianismo e se eu não me engano do grupo pacifista Greenpeace.

Entrando na Pedreira Paulo Leminski, me senti meio perdido, um sentimento de novidade+ansiedade+agonia tomou conta e nisso fiquei mais 1 hora, creio. “Help!” começa a tocar e uma homenagem à Lennon nos telões passa a ser exibida. O choro toma vontade própria e desce rosto abaixo. Paralelo à isso, um helicóptero começa a sobrevoar e chamando atenção, pousa no alto da Pedreira. Paul toma o elevador aberto e desce em direção ao palco. Pisando nele, recebe uma Gibson Les Paul Sunburnst canhota e toca as primeiras notas de “Drive My Car”. Ali, eu já poderia morrer feliz. Daí para frente foi só alegria e lágrimas. Não lembro exatamente de todas as canções, mas ele tocou todos os instrumentos e as clássicas dos Beatles e mais outras da carreira solo incluindo o disco recém-lançado “Off The Ground”.

Foi lindo. Passou muito rápido todo mundo cantou, inclusive as que não se conhecia. Mágico. Terminado o show e esperando por mais um bis que não veio, Paul subiu no elevador e se foi. A correria agora era para  ir embora e no meio do caminho, parei para comprar um pôster da capa do “With The Beatles”, que por sinal esqueci no ônibus. Na volta à Florianópolis, fiquei folheando um libreto que ganhamos ao entrar no show e ainda eufórico, não consegui dormir.

Agora só falta ver o Ringo.

 

Rodrigo D´Acampora – Itapema Joinville.

The Who lança trailer da nova edição de "Quadrophenia"

08 de December de 2014 0

A clássica ópera rock da banda será relançada em junho do ano que vem

O sexto álbum do The Who, a clássica ópera rock Quadrophenia, vai ganhar uma nova edição em junho de 2015. Lançado originalmente em 1973, o disco vai contar, nesta nova versão, com o acompanhamento da Orquestra Filarmônica Real da Inglaterra, além de participações do coral London Oriana e do tenor Alfie Boe. Quem conduz é o maestro Robert Ziegler, responsável pela trilha sonora de filmes como A Invenção de Hugo Cabret e O Hobbit. Um pouco de tudo isso pode ser visto no trailer do relançamento, divulgado no final da última semana. Confira abaixo:

Quem supervisiona o projeto é próprio o guitarrista Pete Townshend.

por Marina Martini Lopes
Itapema SC

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