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28 de outubro de 2006 0

La mappa

Guardo la mappa della città
Come chi esaminasse
L%27anatomia di un corpo…

(Neanche fosse il mio corpo!)

Sento un dolore infinito
Delle strade di Porto Alegre
Dove non passerò mai…

Innumeri angoli strani
E sfumature di pareti,
E tante ragazze carine
Nelle vie che non ho percorso
(E ce n%27è una incantata
Che neppur nei miei sogni ho sognato…)

Quando sarò, un dì di questi,
Polvere o foglio che svolazza
Nel vento del primo mattino,
Sarò un poco del niente
Invisibile, delizioso

Che rende la tua aria
Più simile a uno sguardo,
Soave mistero amoroso,
Città del mio andare
(Di questo già ben lungo andare!)

E forse del mio riposo…

Acertou quem pensou em Mario Quintana. O poema acima é a versão em italiano do célebre O Mapa, composto pelo poeta gaúcho e traduzido por Pierino Bonifazio, italiano que já morou aqui no Brasil e está em Porto Alegre para uma palestra sobre Ítalo Calvino como parte da programação paralela da Feira. Vocês devem ter visto a entrevista que fiz com ele no caderno de Cultura deste sábado. Ele conta que já tem mais de 50 poemas traduzidos, por puro diletantismo, sem possibilidade de edição ainda, com o simples intuito de divulgar Quintana para uma Itália que ainda não o conhece. O poema traduzido aí em cima foi tirado do sítio da Internet para o qual Pierino Bonifázio colabora regularmente, o Ponto de Encontro (http://www.ponto.altervista.org/), no qual você pode encontrar outros poemas de Quintana também traduzidos para o italiano. Acompanhe no post seguinte outros trechos da entrevista publicada neste sábado.

Postado por Carlos André Moreira

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