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Posts de novembro 2006

O Mestre da Paranóia está de volta

30 de novembro de 2006 2


Saiu esta semana lá nos Isteites o novo romance de Thomas Pynchon, um dos mais esquivos autores norte-americanos, um dos mais paranóicos e autor de alguns dos melhores títulos de livros de todos os tempos, como o clássico Arco-Íris da Gravidade e este seu mais recente romance: Against the Day.

Um breve prâmbulo para quem não tem idéia do que estou falando: Pynchon não dá entrevistas, as fotos conhecidas dele datam dos anos 50, quando estava alistado na marinha, e ele também não badala em sessões de autógrafos. Ele é um daqueles escritores ermitões no melhor estilo J.D. Salinger, nos Estados Unidos, e Dalton Trevisan, no Brasil. Salinger e Pynchon, a propósito, protagonizam uma das mais bizarras lendas da boataria literária. Quem privou da intimidade de Salinger, como uma ex-namorada e uma filha dele, garante que, embora o autor tenha se recolhido e nunca mais publicado nada nos anos 60, ele continua escrevendo. Isso fomentou a boatariq de que ele na verdade havia apenas assumido o pseudônimo do inexistente Pynchon. Famoso por suas tramas densas e no limite da paranóia, Pynchon publicou seu primeiro romance, V, em 1963, o mesmo ano em que Salinger lançou seu último livro, o que só ajuda os boateiros. A última aparição pública, ou quase, de Pynchon, foi em 2004, quando participou como personagem de um episódio da 15ª temporada de Os Simpsons. Seu personagem era vivido por um escritor com o rosto escondido dentro de um saco de papelão. Foi a única vez em décadas que o escritor autorizou o uso de seu nome em uma produção televisiva.

Pronto, sabendo quem é Pynchon, agora podemos comentar por que o lançamento de um de seus livros é considerado um acontecimento. O sujeito é considerado um dos grandes nomes americanos da prosa contemporânea, e seu livro foi recebido lá fora com as doses generosas de amor e ódio que um nome desse porte desperta.

O crítico Steven Moore, do Washington Post, por exemplo, assim define o livro: Talvez não seja para todos, mas aqueles que embarcarem a bordo da aeronave de Pynchon terão a viagem de suas vidas. Aula de história, jornada mística, sonho utópico, metaficção experimental, meodrama marxista, comédia dos Irmãos Marx, – Against the Day é tudo isso e mais.

Michiko Kakutani, do New York Times, chuta o balde com uma crítica que muitos, (eu, inclusive), usaram recentemente para os novos livros de Rubem Fonseca e Dalton Trevisan: O novo romance de Thomas Pynchon, Against the Day, soa como o tipo de imitação que um obstinado mas canhestro fã do autor poderia ter escrito chapado de quaaludes [anfetaminas muito populares nos anos 70].

A história, no meio de várias referências, centra-se em um mineiro transformado em anarquista terrorista (em inglês eles não têm esse problema de rima com essa expressão) que é assassinado por pistoleiros contratados e dos esforços de vingança de sua família. Isso é uma linha muito fina sobre a qual se empilham dezenas de tramas paralelas. O livro ainda não tem previsão de lançamento no Brasil.

Postado por Carlos André Moreira

Pra ficar de olho

30 de novembro de 2006 4

Chega agora em dezembro às livrarias o livro Os Filhos da Meia-Noite, de Salman Rushdie. Não se trata de novo livro do autor anglo-indiano, e sim do segundo romance publicado pelo autor, em 1981, muito antes ainda da polêmica dos Versos Satânicos e tudo que se seguiria.

 

Edição da Companhia das Letras.

Postado por Carlos André Moreira

Stay Tuned

29 de novembro de 2006 0

Não, não. O blog não acabou. Apenas seu editor, ou seja, eu, tirou duas semanas de férias depois da correria da Feira. Amanhã mesmo já teremos novas atualizações.

 

Aguardem.

Postado por Carlos André Moreira

Lançado Atlas das Representações Literárias do Sul

27 de novembro de 2006 0

O IBGE lançou hoje o primeiro volume do Atlas das Representações Literárias de Regiões Brasileiras, um projeto que identifica e caracteriza as regiões geográficas a partir de obras da literatura brasileira, produzidas por romancistas, como Erico Verissimo, Cyro Martins, Simões Lopes Neto, Tabajara Ruas, Assis Brasil, Josué Guimarães, Charles Kiefer e José Clemente Pozenato. Além de autores gaúchos, esta edição traz ainda imagens de satélite, fotos e mapas das localidades que serviram de cenário para obras da literatura produzida em Santa Catarina e no Paraná.


Em 86 páginas e quatro capítulos, o Atlas retrata o Brasil meridional: a Campanha Gaúcha, as Colônias, o Vale do Itajaí e o Norte do Paraná, através de fotos, imagens de satélite e mapas em diferentes escalas. Há um capítulo especial sobre as Missões Jesuíticas que, apesar de não constituírem uma região geográfica brasileira, têm importância estratégica para a compreensão do processo de constituição do Rio Grande do Sul.


Cada capítulo apresenta a região inicialmente como a Geografia a definiu, tanto por geógrafos do IBGE quanto de outras instituições. Esta parte contém textos e mapas. Segue-se a percepção da região pela literatura e passagens de romances que permitem sua visibilidade – capítulo intitulado Região e Romance. Por fim, são apresentados os mapas localizando a região citada pelos romances e fotos ou imagens da mesma.
Os próximos três volumes do Atlas serão dedicados aos Sertões Brasileiros, Amazônia e Costa Brasileira.

Veja o material divulgado pelo IBGE

Postado por Maíra Kiefer

Euclides da Cunha em inglês

16 de novembro de 2006 0

Os ensaios do engenheiro, escritor e sociólogo brasileiro Euclides da Cunha (1866-1909) sobre a região do Amazonas acabam de ser traduzidos para o inglês sob o título %22The Amazon: Land Without History%22.

A edição comentada pertence à série %22Library of Latin America%22 da editora da Universidade de Oxford. A proposta é apresentar a obra de escritores latino-americanos do século XIX ao público de língua inglesa.

Segundo os críticos, a ambição do autor era recriar em seus ensaios dedicados à região do Amazonas o sucesso da sua primeira e mais famosa obra, %22Os sertões%22 (1902), que refletiu o conflito da sociedade brasileira da época a partir da rebelião de Canudos, de 1897.

A obra ganhou ressonância no público e garantiu para o autor, um ano mais tarde, um lugar na Academia Brasileira das Letras e no Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro.

Euclides da Cunha descreve a Amazônia com sua inconfundível mistura de imparcialidade científica e apaixonada subjetividade. Na exuberância da floresta, encontra uma paisagem que segue as suas próprias regras e onde a história não teria deixado pegadas.

Uma das grandes conquistas da edição é a tradução de Ronald Sousa, que preserva o tom positivista num inglês às vezes comedido e outras, recarregado e arcaizante. O texto expõe a toda uma nova geração de leitores um texto que descreve num estilo único e inigualável a vasta e conflituosa situação do Brasil há apenas um século.

Postado por Lenara, com agência EFE

O Brasil e a Bolívia

12 de novembro de 2006 0

Quem acompanhou o Cultura deste fim de semana deve ter visto uma entrevista com o escritor boliviano Juan Claudio Lechín, autor de A Gula do Beija-Flor, que esteve na praça para lançar seu romance. Vão abaixo outros trechos da entrevista na qual Lechín, ex-político e filho de um sindicalista histórico na Bolívia, fala das relações entre seu país e o Brasil:

 

Cultura – Seu pai, Juan Lechín, foi um sindicalista e militante político de expressão. Como vê a atual situação entre os governos do Brasil e da Bolívia por conta da nacionalização dos hidrocarbonetos, no momento em que os dois países são governados por ex-sindicalistas históricos?

Lechín – Os hidrocarbonetos sempre foram um tema delicado no mundo desde o século 19. As companhias petrolíferas detiveram, durante o século 20, um grande poder, e não tiveram dúvida – estou falando das %22sete irmãs%22 norte-americanas, não da Petrobras – em entrar em países e fabricar guerras porque o hidrocarboneto é o que sustenta a moderno civilização ocidental. Eu conheço pouco dessa questão, tecnicamente, apenas creio que a América Latina tem de encontrar não apenas as melhores relações, senão os melhore preços para seus artigos dentro dos mercados. E nisso, como em toda discussão de preços, há discussões, que são muito mais complexas neste caso, porque envolvem estatísticas, números, porque o preço do gás se calcula sobre o preço médio dos energéticos de um país, incluindo o carvão e a eletricidade, o petróleo é apenas uma parte. São cálculos muito complicados, em que é difícil fixar as taxas de lucro. E há uma grande discussão de puxa-e-afrouxa, e creio que terminou recentemente a discussão com a assinatura de alguns contratos nos quais a Petrobras saiu beneficiada ao mesmo tempo em que parece que a Bolívia conseguiu um bom negócio.

Cultura – Essa altercação pelo gás pode vir a azedar as relações entre os povos brasileiro e boliviano?

Lechín – Espero que não. Porque perante todos os povos temos de separar nossos afetos e nossos negócios. Os negócios são outra coisa, e não devem afetar as relações, o carinho. O carnaval de Santa Cruz de la Sierra, por exemplo, é explicitamente copiado do carioca. Há uma identificação muito grande dessa zona da Bolívia com o Brasil e da zona andina com o Peru. Os negócios devem ser delegados aos Estados. O melhor presidente é o que faz o melhor negócio para os povos. Eu atuei em política no combate ao ditadura, depois não mais. Acho que chega um momento em que os povos devem deixar certas coisas aos seus governos. Há outras coisas mais importantes na relação entre os povos. Esta Feira do Livro é muito importante para mim, tudo o que eu vou levar à Bolívia do que vi aqui. Trouxe outros autores bolivianos para ver se a minha editora daqui (Bertrand Brasil) se interessa em publicá-los. Há outros intercâmbios que devemos fazer. Com isso não quero dizer que a imprensa brasileira não deva ter uma opinião, não deva achar que Lula não fez um bom negócio com a Bolívia. Mas Lula foi muito claro quando disse que a Petrobras é uma empresa independente, que deve fazer os negócios que tem de fazer e que o governo vai respaldar sua empresa. No fundo, não é Lula quem faz o negócio com a Bolívia, é a empresa. Lula é um instrumento político na negociação, porque a Petrobras é suficientemente independente para dizer sim ou não.

Cultura – Após o colapso do comunismo e a redemocratização do continente, a América Latina se viu afinada com o chamado Consenso de Washington. Hoje, líderes com propostas de esquerda foram eleitos no Brasil, na Argentina, na Colômbia, na Bolívia. É a ascensão de uma nova esquerda?

Lechín – O liberalismo mostrou nos últimos 200 anos que não é útil ou producente na América Latina, diferente do que acontece no mundo germânico. Estamos há 200 anos fazendo todas as mudanças aconselhadas, todas as políticas indicadas, todas as transformações prescritas, e não conseguimos progredir com um sistema que não é universal, mas propício e estreitamente bom para a cultura germânica. É um sistema ajustado à cultura do trabalho, do arrojo, da ambição – grandes virtudes, estou fazendo um diagnóstico, não uma crítica. Mas não é bom para nós. Desde esse ponto de vista, todo o liberalismo fracassou na América Latina, e, evidentemente os que se opuseram ao liberalismo durante 20 anos foram as alternativas quando o liberalismo, sem ser abalado por nenhum adversário real, caiu praticamente sozinho. Aí vieram Lula, Evo Morales, Hugo Chávez, Néstor Kirchner, com distintos estilos de governo. Para mim, Lula é de todos o mais sensato, um sindicalista de uma tradição mais democrática – inclusive se comparado a Evo Morales. Lula hoje me parece um líder mais relevante para a América Latina do que Chávez, que não tem o talento político de Lula e é boquirroto, sua facilidade de agredir é muito alta, bem como sua facilidade de fazer tropeçar as relações. Creio que dentro desse quadro, Lula, apesar de haver continuado com muitas políticas liberais, se apresenta como um homem mais sereno

Postado por Carlos André Moreira

Ziraldo na Feira do Livro

09 de novembro de 2006 0

Rodrigo Celente
Ziraldo, figurinha carimbada da Feira do Livro, circulou na tarde desta quinta-feira na Praça da Alfândega. O cartunista tem programação confirmada amanhã, às 9h e às 14h. Ele conversará com alunos do Ensino Médio, no Cais do Porto, em ambos os horários.

Postado por Maíra Kiefer

Mauricio de Sousa

06 de novembro de 2006 0

Maíra Kiefer
O mais novo porto-alegrense teve agenda cheia na Feira do Livro. Mauricio de Sousa participou nesta manhã de bate-papo com alunos na Área Infantil e Juvenil, no Cais do Porto. E em seguida recebeu o título de Cidadão Honorário de Porto Alegre. Durante a tarde, circulou por entre as bancas da Feira do Livro, tirando fotos com fãs e distribuindo autógrafos

Postado por Maíra Kiefer

Tânia Carvalho: Nem morta posaria nua

04 de novembro de 2006 0

Arquivo,  Agência RBS
“Não me deixem só. Fiquem por favor!!! Voltem Voltem.” Foi assim que terminou o descontraído bate-papo do clicRBS com a apresentadora da TVCOM Tânia Carvalho. Simpática e radiante, Tânia participou de chat logo após o programa Café TVCOM, que apresenta ao lado de David Coimbra, Tatata Pimental, Thedy Corrêa e o Anonymus Gourmet, ar todos sábados de tarde. Na nossa conversa, direto da Feira do Livro, Tânia falou sobre a sua vida, o prazer de fazer o programa, sobre sua paixão por Porto Alegre e, é claro, de literatura.

Tânia Carvalho fala para todos fala para todos: Oi gente! Estamos terminando o Café TVCOM. E agora o nosso Café no clicRBS. V%27ambora lá!

Maria fala para todos: O que a Feira do Livro tem que encanta tanto o povo gaúcho?

Tânia Carvalho:
Nós gaúchos amamos ler. Temos o maior índice de leitura no Brasil. E, além disso, encontrar os amigos na Feira e falar sobre literatura é o máximo. Francisco fala para todos: O Café é muito divertido. A diversidade de temas prende o telespectador. Do que você mais gosta no programa?

Tânia Carvalho fala para todos:
Eu gosto de tudo e de todos. Odeio quando o Tatata , só pra implicar, fala junto conosco, ou finge não nos ouvir.

Ju Lessa fala para todos: Como é trabalhar com o Tatata, o Túlio, o David e o Thedy? Tânia Carvalho fala para todos: É uma glória! Eles são o máximo e grandes amigos. O Tatata pede para que eu fale mal dele. Olha só que louco. Ele diz que não é uma boa pessoa.

Francisco fala para todos: O que mais gosta de fazer em Porto Alegre?

Tânia Carvalho fala para todos:
Eu nasci em Bagé. Amo viajar pelo mundo. E amo Porto Alegre acima de tudo. É o melhor lugar pra se viver e ser feliz.

Gremista fala para todos: Qual é o seu livro de cabeceira no momento?

Tânia Carvalho fala para todos:
Leio 3 ou 4 ao mesmo tempo. E ainda mais agora na Feira do Livro. Ontem terminei um o da Marisa Prado, que o Luiz Carlos Lisboa escreveu. Tenho lido rapidamente vários. Os melhores eu os releio novamente.

Tânia Carvalho fala para todos: Na cabeceira sempre Truman Capote, Machado de Assis, Paul Auster estou loucamente apaixonada pela literatura dele. É o máximo!

Francisco fala para todos: Como tu encaras esse contato com o público da Feira?

Tânia Carvalho fala para todos:
É um sonho! As pessoas são muito carinhosas. Tiramos fotos, autógrafos, e sempre lindo conhecer quem nos acompanha pela TV.

Paulo Coelho fala para Tânia Carvalho: Você acredita em Esoterismo?

Tânia Carvalho fala para todos:
Ahhhhhhhhh! Pára! Bem capaz que eu vou cair nessa.

Eric fala para todos: Qual o livro que você sempre quis ler mas nunca começou?

Tânia Carvalho fala para todos:
Ulysses do James Joyce. Mas eu juro que vou ler um dia.

Ju Lessa fala para todos: Qual a personalidade mais fascinante que você já entrevistou?

Tânia Carvalho fala para todos:
Muiiiiita gente legal. Nem dá pra contar. O Tatata pede pra eu dizer que foi ele.

Francisco fala para todos: Qual a entrevista mais difícil da sua carreira?

Tânia Carvalho fala para todos:
Uma que o entrevistado desmaiou de nervoso. Foi horrível.

Ju Lessa fala para todos: Ah, conta quem foi?

Tânia Carvalho fala para todos:
Não conto meeeeeeeeeeeeeeesmo. A pessoa é um amor.

Tânia Carvalho fala para todos: Não lembro o nome. Era um moço que falava sobre coluna vertebral

Tânia Carvalho fala para todos: Lembreiiiiiiiiii, foi o Milton Nascimento, que eu amo, e não respondeu nada. Ele é muito tímido e quase não fala.

Gremista fala para todos: E qual o livro que você leu e preferia não ter lido?

Tânia Carvalho fala para todos:
Não vou dizer, nem morta.

te amo fala para todos: Tânia!!!!!!!! O que achou do resultado das eleições???????? UMA MULHER NO PIRATINI!!!!!!

Tânia Carvalho fala para todos:
Eu prefiro não falar de política. É horrível. Tenho grandes amigos em todos os partidos. Nem dá pra dizer.

Eric fala para todos: Tânia, você gostaria de ser o tema de uma crônica do David Coimbra?

Tânia Carvalho fala para todos:
Já fui!. Tu não leste. E ainda me correspondia com o Paulo Hecker Fº, aquela glória de poeta.

Ju Lessa fala para todos: Se você pudesse ser outra pessoa, quem gostaria de ser ?

Tânia Carvalho fala para todos:
Eu mesma. Nem ia adiantar querer ser outra. Eu mesma já me quebrava o galho.

te amo fala para todos: Tânia, é verdade que você foi amiga do Glauber Rocha?????

Tânia Carvalho fala para todos:
Muito amiga. Sempre ficávamos na casa dele no Rio, e ele na nossa em São Paulo. Ainda continuo em contato com a mãe dele, Lúcia Rocha.

Francisco fala para todos: Quais são os melhores lugares culturias da Capital?

Tânia Carvalho fala para todos:
A casa da gente, com um bom livro, um num cinema vendo um grande filme, ou ainda, no teatro etc. Temos lugares maravilhosos pra viver e crescer.

te amo fala para todos: Tânia… você posaria nua para uma calendário em prol de alguma causa social, como no filme Garotas do Calendário???

Tânia Carvalho fala para todos:
Nem morrrrrrrrrrrrrrrrta !

Ju Lessa fala para todos: É verdade que você namorou o Caetano Veloso?

Tânia Carvalho fala para todos: Que baita fofoca. Quem te contou?

Mônica fala para todos: Oi Tânia!!! Adorei o Café hoje. Ri muuuuuiiito!!!

Tânia Carvalho fala para todos:
Eu também. O nosso sonho é fazer um Café inteiro sozinhos. Pra falar todo o tempo sem ser interrompido. Brincadeira. Eu adoro fazer o Café.

Francisco fala para todos: E o Gre-Nal amanhã? O coração é colorado ou tricolor?

Tânia Carvalho fala para todos:
Aí eu já posso falar. Sou Colorada sim. Minha mãe e meu irmão são Gremistas. Mas eu sou vermelha, encarnada, colorada. Vou torcer muito com meu marido e meus filhos, neta e noras.

te amo fala para todos: Tânia….você dorme quantas horas por dia?

Tânia Carvalho fala para todos:
Entre 5 e 6 horas. Leio muito, e à noite é o meu horário preferido. Acordo cedinho, faço Pilates, caminho no Parcão.

te amo fala para todos: Tânia, o sexo melhora com a idade???????

Tânia Carvalho fala para todos:
Este é um assunto muito íntimo. Não gosto de falar nem de saber da vida sexual das pessoas. Estou feliz.

Paulo Coelho fala para Tânia Carvalho: O que você achou de O Alquimista?

Tânia Carvalho fala para todos:
Não li.Talvez um dia.

te amo fala para todos: Tânia…… o que você achou da eleição do Clodovil para a Câmara???????? Não é o fim da picada!

Tânia Carvalho fala para todos:
Eu sou amiga dele, mas não votaria nele .

Ju Lessa fala para todos: Por falar nisso, você nunca pensou em concorrer a um cargo público?

Tânia Carvalho fala para todos:
Nunca! Never! Jamais! Jamais! Em tempo algum. Deusmelivreeguarde. Ju Lessa fala para todos: Qual o seu segredo para se manter sempre tão linda e jovem?

Tânia Carvalho fala para todos:
Tenho a vida que eu quero, amo o que faço e sou feliz com a minha família, meu marido é um gato angorá. Meus filhos são tudibom. O que + eu posso querer?

te amo fala para todos: Te adoro Tânia…você é muito sincera…por isso esse sucesso todo.

Tânia Carvalho fala para todos:
Legal. Mil beijos pra todos vocês. Venham pra Feira do Livro. E podem ler qualquer livro. Mas peloamordedeus, leiam.

Tânia Carvalho fala para todos: A gente aprende tudo através dos livros. A vida está nos livros. Tudo o que eu sei , e o que ainda não sei, está nos livros.

te amo fala para todos: Tânia!!!! A gente quer te ver mais na TV…..não pensas em ter um programa na RBS, e não apenas na TVCOM ??

Tânia Carvalho fala para todos:
Eu amo a TVCOM. Acho que a TVCOM é a cara de Porto Alegre, do RGS. E eu sou a cara da TV COM.

Tânia Carvalho fala para todos: Não me deixem sóoooooooooooooo!!!!! Fiquem por favor!!! Voltem Voltem.

Postado por Ju Lessa

Kledir fala sobre música, livros e futebol

02 de novembro de 2006 0

Maíra Kiefer
O músico e escritor Kledir participou de chat do clicRBS na tarde desta quinta-feira. Confira a íntegra do bate-papo com os internautas:


Kledir: fala mulek, já cheguei , estou aqui.

William Rocha: olá a todos.

Kledir: é um prazer estar aqui falando um pouco sobre meu livro O Pai Invisível.

Roberta: olá!

Kledir: diretamente da Feira do Livro de Porto Alegre.

 

Maíra: Todas as histórias do teu livro ocorreram contigo ou há histórias de amigos?

Kledir: são histórias minhas, com meu filhos adolescentes, mas algumas histórias de amigos aparecem tb.


Roberta: Kledir, gosto muito do seu trabalho, acho as músicas fantásticas. Como escritor ainda não conheço, queria saber sobre o q se trata o livro?

Kledir: São relatos de minha relação com meus filhos adolescentes.


Paula: O que os seus leitores podem esperar de O Pai Invisível??

Kledir: Um livro muito divertido sobre um assunto fascinante – pais e filhos.


Ju Lessa: Como é a parceira com o Kleiton? Vocês têm desavenças?

Kledir: Temos mais semelhanças do que diferenças – o que acaba sendo uma coisa boa.


Maíra: Atualmente, tens te dedicado mais à literatura ou crônicas ou à música?

Kledir: Às duas coisas – muita música e muita literatura. Minha atividade com literatura enriquece as canções, e vice versa.


Paula: Por que %22Invisível%22?

Kledir: Quando os filhos chegam na adolescência, a gente fala e eles não escutam, passam por nós e não enxergam, a gente sumiu, virou o pai invisível.


Maíra: E o que os teus filhos dizem das histórias relatadas?

Kledir: Se divertem muito. Nós criamos uma relaçao familiar bastante saudável e divertida, sempre com muito respeito e confiança.


Ju Lessa: Quando e como surgiu a idéia de também entrar no mundo literário?

Kledir: Comecei escrevendo canções e essa foi minha grande escola – Mario Quintana dizia que quem sabe escrever versos é capaz de escrever qualquer coisa.


Ju Lessa: Fiquei muito feliz quando vocês voltaram a tocar juntos. Por que tanto tempo separados?

Kledir: Nós tmb estamos felizes de estar juntos de novo – essa alegria transparece nos discos e shows.


Roberta: Vc já fez o lançamento do livro, se não fez ainda, onde será? Kledir: Oi Roberta – vai ser domingo, dia 5 – 16hs palestra e vídeo no Centro Cultural Erico Verissimo – 18:30, sessão de autógrafos na Praça da Alfândega – espero vcs lá.


Ju Lessa: O que é mais fácil compor ou escrever?

Kledir: Pra qquer umas das atividades é preciso dedicação – fazer canções e escrever prosa me dão muito prazer e satisfação. Ou seja, nada na vida é fácil – é preciso suar a camisa.


Maíra: O que achas das mudanças da Feira do Livro? Está muito diferente do período que moravas aqui em Porto Alegre?

Kledir: Sim é diferente – o mundo está diferente, acho natural que as coisa mudem – o principal é despertar o interesse das novas gerações pela leitura, o amor pelos livros e pelas palavras.


Roberta: Qual a idade dos teus filhos?

Kledir: Julia tem 18 e Joao 13 – moh gatinhos.


Ju Lessa: Como é a tua relação com os teus filhos? Existe aqueles conflitos de gerações?

Kledir: Os conflitos a gente vai resolvendo, é natural que existam – o mais importante é que conseguimos nos divertir juntos e criamos um ambiente saudável em casa, com muito amor e respeito e intimidade.


Jana: Que legal, Kledir! Beijão para a Sara e para ti aí na feira. Aproveito para dizer que, antes de deixares o clicRBS, confira o hino do Inter em japonês, gravado pelo Rafa Malenotti, o Mano Changes e o Neto Fagundes. Uma versão tri bacana, tanto quanto a tua e do Kleiton para o hino colorado.

Kledir: Tchê que que é isso!!! hino em japonês?

Ju Lessa: Ficou muito legal! Entrem em www.clicrbs.com.br/notopodomundo e confiram! Dá até para baixar o hino!


Ju Lessa: E você e teu irmão não pensam numa parceria também no mundo literário?

Kledir: O Kleiton é um músico full time – um cara muito especial ao lidar com os sons – é um privilégio ser parceiro dele – na literatura é difícl escrever a 4 mãos – já temos um livro pronto sobre o processo de composição em musica popular – um workshop chamado Letra & Música.


Maíra: Qual é a tua expectativa para o grenal?

Kledir: Sempre torço pro Inter vencer, mas agora já estamos com a cabeça no Japão – é o que interessa no momento – mas grenal é sempre grenal – vai ser pra valer.

Ju Lessa: Ainda mais depois do jogo horrível de ontem (gremista triste!!)


Maurício: Kledir, faz tempo que não vou em POA, como está a cidade na minha época favorita (da Feira do Livro)?

Kledir: A cidade está linda – as árvores floridas, o céu azul e a feira linda como sempre.


KIBE FRITO: Quantos anos tens Maraichi?

Kledir: Fala Maraichi – tô com 53 anos e um monte de histórias pra contar – inclusive dos amigos e suas aventuras suspeitas.


Maurício: Minha esposa é cearense mas canta todas as tuas músicas (e com o nosso sotaque).

Kledir: Maurício – adoro o Ceará – bjs pra tua patroa.


Bluesboy: Kledir, te admiro bastante como pessoa e músico, gostaria de saber de ti quais as projeções para bandas gaúchas para 2007? abraços!

Kledir: Bandas gaúchas para 2007? acho que o momento é ótimo.


Kledir: Valeu pessoal – baita abraço pra todos – seguimos nos vendo pelo site www.kleitonekledir.com.br – entrem no youtube e acessem o pai invisivel – kledir ramil – trecho do livro contado pelo autor – bjs e abs.

Postado por Maíra Kiefer