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Como é bom ser best-seller

01 de novembro de 2010 0

Antes mesmo de o livro 1808 se tornar o best-seller avassalador dos anos seguintes, o jornalista Laurentino Gomes veio lançar a obra na Feira do Livro de 2007, em Porto Alegre. O livro, que reconta a viagem ao Brasil da corte portuguesa com Dom João à frente e a subsequente instalação de um Estado de fato no Brasil tornado reino unido com a metrópole, recém havia sido publicado.

Ainda não havia chegado o ápice da repercussão de 1808, que viria no ano seguinte, com os 200 anos da chegada da corte e a concessão do Jabuti de melhor livro na categoria Não Ficção. Daí porque a sessão de autógrafos não foi das mais concorridas – fato que Laurentino lembra até hoje.

— Foi uma situação muito engraçada. Eu fiquei sentadinho ali esperando os meus seis ou sete leitores e olhei para o lado e havia um escritor autografando um livro chamado Como é Bom Ser Gremista (de Natal Augusto Dornelles, editora BesouroBox). E eu ali, humilhado com a minha fila reduzida — conta, rindo, Laurentino.

De lá para cá, a situação mudou, claro. Laurentino voltou à Feira em 2008, foi alvo da atenção de muito mais gente, e agora autografa 1822, a continuação de sua obra (sobre a qual é possível ler mais aqui mesmo no blog), desta vez voltada para a Independência do Brasil. Devido à grande recepção do livro, as sessões de autógrafos de Laurentino são concorridas.

— Meu medo é que desta vez tenha alguém do meu lado autografando Como é bom ser Colorado — brincou.

Temor infundado. Embora ser colorado seja, sim, muito bom, Laurentino autografou para um bom número de leitores.

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