Para o bem e para o mal, o Metallica tornou-se a maior banda de rock pesado do mundo, levando o heavy metal a rincões nunca antes explorados por um gênero de nicho. Agora, em Metallica – A Biografia (Editora Globo, 472 páginas, R$ 49,90), de Mick Wall, ela tem sua história contada por um sujeito que a conhece desde os primeiros ensaios, quando os então pirralhos James Hetfield e Lars Ulrich decidiram unir os riffs dos ingleses da NWOBHM (New Wave of British Heavy Metal) com a virulência do punk rock, até a explosão mundial nos anos 1990 e a polêmica com o Napster nos 2000.
Apesar da pompa de testemunha ocular que ele faz questão de ressaltar o tempo todo, Wall não poupa nada nem ninguém. Nem Ulrich, amigo pessoal do autor, escapa de ser o tempo todo referido como frio, manipulador e ganancioso _ ao mesmo tempo em que é apontado, com razão, como o maior responsável por levar o Metallica ao Olimpo da música. Wall já havia demonstrado postura semelhante em seu livro anterior, uma detalhista e elogiada reconstituição da trajetória do Led Zeppelin: Quando os Gigantes Caminhavam Sobre a Terra (Larousse, 526 páginas, 2009. Tradução de Elvira Serapicos). Amigo de Jimmy Page por anos, Wall foi cortado das relações do guitarrista depois que o livro foi publicado. A tradução de Metallica – A Biografia é de Daniela Pires, Leandro Woyakoski e Marcelo Barbão.
>>> Leia mais sobre lançamentos recentes com a história de ídolos do rock aqui mesmo no Mundo Livro




Não consigo me impressionar com jornalista fofoqueiro procurando sensacionalismo a custa de idolos populares. Gosto de música e curto bons músicos de qualquer latitude mas não tenho interesse em suas preferencias sexuais ou disturbios psicológicos pois minha intenção é ouvi-los e não dormir com eles. Assim esses incompetentes que não conseguem manter um bom emprego como jornalista e passam a viver a vida alheia, jamais conseguirão me vender nem gibi, imagina livro. Bando de desocupados!
Olha, Ronaldo, não li a biografia do Metallica escrita por Mick Wall, mas sim a do Led Zeppelin. E, ao menos neste caso, te afirmo que ele faz um trabalho muito mais jornalístico, equilibrado e bem documentado do que o anterior The Hammer of the Gods, escrito por Stephen Davis nos anos 1980 - este sim bem mais focado nos excessos, escândalos e distúrbios da banda.
Abraço.
Dispenso. Biografia é coisa de de jornalista sem talento.
Comprei o livro, espero que seja bom!!!
Muito bem, Ronaldo! Estou com vc! E pergunto ao blogueiro: vc, qdo apresenta um livro, copia o release recebido da editora, não? Já que vc ñ leu o livro em questão só assim vc poderia escrever sobre o mesmo. Vc parece a Tânia Carvalho, que vivia com livros debaixo do braço, apresentando-os na tvcom( a tv q ninguém vê) e que nunca lia nenhum. Passava por intelectualóide, mas, na real, era uma cavadora de jabás. E vc?
Leonardo: eu respondi à mensagem nos comentários porque sou o editor do blogue. Mas eu não sou o autor da postagem sobre o livro, nem poderia ser justamente porque não o li. Se você olhar com atenção o fim do post, verá que está escrito lá: "postado por Gustavo Brigatti, às 19h15". Não sou o único a atualizar o blog, justamente porque este espaço não é pessoal, é um espaço do jornal.
Logo, permita-me dois pequenos esclarecimentos:
1 - Livro comentado por mim neste blog foi lido.
2 - Diferentemente de muitos comentários que andaram rolando por aqui nos últimos tempos, nomes diferentes significam que as postagens foram escritas por pessoas diferentes.
Abraço.
Impressionante como as pessoas saem do seu caminho normal para espezinhar, ofender e avacalhar o trabalho dos outros.
Carlos André, a dica do livro do Led Zeppelin passou batida (eu li o post original, mas não registrei), mas vou procurar o livro. Depois de ter visto o documentário "It might get loud" (Page + The Edge + Jack White falando sobre guitarra e processo criativo), estou atiçado para ler algo sobre o Led.
Valeu, Everson. Obrigado e volte sempre.
[...] A Biografia, de Mick Wall. Já havia, no final de maio, publicado uma nota sobre o livro no Mundo Livro, estimado blog do colega e amigo Cazandré Moreira. Sim, é uma leitura densa e demorada, quase 500 [...]