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Mãe obriga filha de sete anos a fazer dieta

29 de março de 2012 38

Como o blog já mostrou a estrela da Vogue América é Jennifer Lopez. Mas o que ainda não contamos é que a revista é dedicada ao corpo e ao bem estar.

Para abordar o assunto, a Vogue publicou uma crônica de Dara Lyn Weiss. Uma mãe que controlava as refeições de sua filha, Bea, de sete anos, que considerava obesa por pesar 43 quilos e medir 1,30 m. No texto, Dara conta seus surtos para controlar o peso da criança: “Certa vez, cancelei o almoço de Bea depois de descobrir que ela participou de uma festa da herança francesa na escola que envolveu cerca de 800 calorias de queijo Brie, filé mignon, baguete e chocolate. Outro dia eu até briguei com um atendente do Starbucks, quando ele admitiu não saber o teor nutricional do chocolate-quente das crianças. Como ele não podia dar uma resposta, eu agarrei a bebida das mãos da minha filha, derramei-a no lixo e saí correndo do lugar. E houve momentos difíceis em festas quando Bea quis comer os doces e o bolo e acabei discutindo publicamente com ela sobre o porquê de não poder comer”.


É claro que com a pressão a menina acabou emagrecendo até obter o corpo tão desejado pela mãe.

Ao ser questionada sobre o novo corpo, Bea respondeu, com lágrimas nos olhos: “Continuo sendo a mesma. Eu não sou uma pessoa diferente só porque eu perdi dezesseis quilos”.

Comentários (38)

  • Mirella diz: 29 de março de 2012

    Se esta mãe deixasse a filha engordar como uma porca, ela responderia a todas as peguntas sem lágrimas nos olhos e só choraria demais ao ser gozada e sofrer bulling na escola. Escolham!

  • Karla Alves diz: 29 de março de 2012

    Cada uma!

  • Cris diz: 29 de março de 2012

    Pobre menina! Espero que não cresça com transtornos alimentares… que mãe psicótica!

  • Paulo Pennaforte diz: 29 de março de 2012

    Obesidade mata! Se for na infância, quando crescer a pessoa terá vários problemas sérios, como diabetes e pressão alta.
    43 quilos em 1,30 m é muita coisa!
    Está certa a mãe, ela ama sua filha e se preocupa com ela, mesmo que a criança não saiba de tudo isso e não goste das limitações. Ninguém gosta, nem adultos, que dirá uma criança.

  • Cissa diz: 29 de março de 2012

    Controlar a alimentação da criança é uma coisa… fazer terrorismo com a coitadinha é outra!
    Tem mulher que não nasceu pra ser mãe mesmo!

  • Cassiano diz: 29 de março de 2012

    Olha…..posso até não concordar com o método usado pela mãe, mas que a filha estava com sobrepeso, estava!
    No caso em questão, a dieta deve ter sido motivada para fins estéticos, porém, o controle do peso dos filhos é muito importante, para evitar problemas de saúde na criança!

  • Regisaugusto diz: 29 de março de 2012

    E ainda tem gente que defende uma mentalidade torta como a dessa mãe… Criem vergonha na cara e eduquem seus filhos decentemente! A criança precisa ter restrições, mas também precisa um certo grau de liberdade, e isso inclui um exagerinho vez ou outra; ela não é modelo de catálogo!!!

    E vocês mulheres obcecadas, gostraiam de crescer comendo exclusivamente macrobióticos?

    A menina matou a pau com a declaração: “Continuo sendo a mesma. Eu não sou uma pessoa diferente só porque eu perdi dezesseis quilos”

  • Regisaugusto diz: 29 de março de 2012

    A propósito: quem for a Candice Swanepoel atire a primeira pedra…

  • Glau diz: 29 de março de 2012

    Cissa,…vc disse tudo!!! eu acho que tem que cuidar…não aterrorizar!!!

  • letícia diz: 29 de março de 2012

    UM ABSURDO

    Controlar a alimentação da filha, está certa, mas fazer terrorismo está errado. Em nenhum momento ela mencionou que levou sua filha a um especialista. Não foi correta esta esposição com sua filha. Bulling todos nos sofremos, por uma coisa ou outra. Agora, tu sofrer psicologicamente pela sua prórpria mãe é um absurdo. Acredito que ambas necessitam de acompanhamento médico/piscológico.

  • Benevar Daisson de Lima Moura diz: 29 de março de 2012

    Parabens p essa mãe, se todos os pais fizessem isso com filhos obesos não teriamos
    tantas crianças gordas com problemas de saúde e passando por bullimg, gula não é fome,
    educação alimentar faz bem e ser rigido com criança é sinal de amor, preocupação, educação, fazer todas as vontades é sinal q vc não ta nem ai p/ o futuro do seu filho.

  • HELOISA diz: 29 de março de 2012

    Concordo com a Cissa, não é toda mulher que tem instinto materno, zelar pela saúde da filha é uma coisa, mas fazer terrorismo com a menina é coisa de gente neurótica.

  • Luci diz: 29 de março de 2012

    Deveria ter prestado a atenção na alimentação da filha desde do berço, e não só agora, e com isso não estaria passando esta situação no momento….

  • Evelin diz: 29 de março de 2012

    Se tivessem feito isso comigo quando eu tinha 10 anos… minha vida hoje seria totalmente diferente :/

  • Léia diz: 29 de março de 2012

    Boa Mirella!! Falou tudo.

  • Debora diz: 29 de março de 2012

    Dar comida sem limites também é terrorismo. Dizer não na hora certa, oferecer alimentos saudáveis e fazer atividade física é amor. Muitas vezes as crianças apenas copiam os maus hábitos alimentares de pais e maes que enchem a geladeira de refrigerantes, bolachas, pão, doces, etc.
    Essa mãe é doente, a reportagem deixa claro isso.
    Mas tem muitas mães doentes por aí que deixam os filhos comerem o que querem, na hora que querem. Resultado: as muitas crianças obesas que vemos todos os dias. É só visitar uma sala de aula de qulquer escola: pelo menos cinco crianças obesas.

  • JOSÉ LUIZ diz: 30 de março de 2012

    Minha filha tem 7 anos e 38 kg… Está sob controle da alimentação. Não precisa toda essa mídia de MÃE isso, MÃE aquilo… A questão é a saúde da criança. Não se fala de beleza numa fase dessas, pelo amor de deus… é apenas uma criança. Com visitas regulares ao pediatra consegue-se controlar a dieta e o que é certo e errado nesta fase da vida. Agora se a mãezinha tá querendo virar celebridade em cima da filha, tenho pena dessa criança e raiva dessa pseuso-mãe.

  • Brum diz: 30 de março de 2012

    Quem apoia essa mãe é tão pertubado quanto ela. Absurdo!!!

  • Flávio Augusto da Silva diz: 30 de março de 2012

    É muito importante acompanhar a saude alimentar dos filhos, mas infelizmente as pessoas valorizam tanto o corpo que esquecem do mais importante que é o bem estar emocional do ser humano. Por isso temos tantas pessoas transtornadas no mundo.

  • sandra diz: 30 de março de 2012

    Certisima essa mãe. tenho uma sobrinha que ta com 10 anos e oitenta kilos.coitada é horrivel,agora a vó que cria se conscentizou e a menina ta internada pra tratamento.

  • Cazuza diz: 30 de março de 2012

    “A burguesia fede, a burguesia quer ficar rica, enquanto houver burguesia, não vai haver poesia….”

  • Nina diz: 30 de março de 2012

    A mãe está certa! Uma criança que, aos sete anos, pesa mais de 40kg, é obesa e precisa de cuidados especiais! Uma dieta, desde que bem feita, não faz mal a ninguém! Pelo contrário, a saúde pública agradece!

  • Luciana de Oliveira Machado diz: 30 de março de 2012

    Existem maneiras e maneiras de se orientar uma criança. Uma delas é orientar primeiramente os pais dela. Não precisa de tanta pressão e situações que, com certeza, possam marcar pscicológicamente esta criança. O ideal é ter sim uma orientação de um profissional qualificado e com experiência no tratamento com crianças e, o “exemplo dos pais” ainda é uma das melhores maneiras de se contornar essas dificuldades. Minha sugestão: tentar abstrair os momentos em que a criança demonstre ansiedade por comer demasiadamente. Criar momentos gostosos, por exemplo: elaborando com ela alguns cookies mais saudáveis, integrais, de aveia, substituindo ingredientes refinados por integrais, ir explicando os benefícios dessas trocas sem que haja imposição. Faça com que este momento lúdico, torne-se uma experiência e lembrança boa para a criança e aos poucos ela irá procurar por alimentos mais saudáveis, irá ter maior saciedade, irá regular melhor o seu apetite. Mas vai uma dica: nunca chame a atenção para a criança em lugares públicos, em que ela fique exposta e se sinta constrangida. Como comentei no início, há maneiras e maneiras!!

  • Letícia diz: 30 de março de 2012

    Há várias outras formas de diminuir o peso de uma criança, menos traumáticas, meos agressivas e menos obsessivas.

  • Felipe diz: 30 de março de 2012

    Ignorância e radicalismo, mata mais que a obesidade!!! Os fins não justificam os meios.

  • mauro diz: 30 de março de 2012

    esta certa controlar mas surtar por que a filha esta comendo algo isso é loucura esta mulher precisa de tratamento. e esta criança vai com certeza ser gorda quando ela se livrar da mae vai comer feito louca e nao vai saber por q faz isso

  • Karoline H diz: 30 de março de 2012

    Que ridículo isso! Manda internar essa mulher, com certeza ela tem sérios problemas psicológicos.
    Ela precisa de TERAPIA = TER-A-PIA cheia de louças pra lavar! :@

  • Frederico diz: 30 de março de 2012

    Orientada por nutricionista uma mãe tem a obrigação de promover a reeducação alimentar dos filhos. Orientação técnica e profissional para que façam exercícios de acordo com a capacidade de desenvolvimento da criança. Certo é que precisa haver controle científico na alimentação e atividades físicas.

  • Ana diz: 30 de março de 2012

    Ninguém se pergunta como a menina ficou obesa? Depois que deixa a menina engordar desta maneira quer confete por torturá-la até que perca peso?

  • Lisiane Claudy diz: 30 de março de 2012

    OK, é uma questão de saúde e não de beleza. Porém na infância não precisa fazer terrorismo, o que deve ser feito é controlar á qualidade do que se come. 1 doce não vai matar a criança. O que não se deve fazer é tornar isto uma regra da alimentação, com alimentos pouco nutritivos e altamente calóricos. Se controlar para a criança não continuar engordando(e sim manter o peso), ela irá perder peso gradualmente a medida que cresce!

  • Amanda diz: 30 de março de 2012

    Ao meu ponto de vista a mãe estava certa sim 43kg aos 7 anos de idade é muita coisa.

  • Selva diz: 30 de março de 2012

    Estava obesa e na infância é uma calamidade, coerente fazer “terrorismo”.

  • Cristina Antunes Sanches diz: 30 de março de 2012

    Eu acho q a Mãe ta certa , concordo c/ o BENEVAR, os Pais tem sim q controlar a alimentação dos filhos ,claro na DOSE CERTA. assim como controlar tbm outras coisas ,nao deixarem esses VEDELHOS fazerem tudo q querem . por isso que a Educação das nossas crianças esta um CAOS.

  • Letícia diz: 30 de março de 2012

    Concordo com a Cissa.
    E quanto ao Bullying… tenho uma afilhada que é extremamente magra (até demais) e sofre Bullying na escola. Acredito que se a mensagem era de reeducação alimentar, foi totalmente equivocada a maneira como essa “mãe” colocou. Ela esqueceu da saúde mental da filha.

  • Felipe diz: 30 de março de 2012

    O pior é que ninguém se preocupou em mostrar para menina porque ela precisava emagrecer, obesidade infantil é um problema, mas como exigir que a criança se prive de algumas coisas, sem explicar porque. E como já perguntaram acima, se a mãe é tão cuidadosa, como ela atingiu os 43 kg?? Devia ser bem regrada a alimentação da criança quando ela era menor!!!

  • Fabiana diz: 30 de março de 2012

    Criança obesa, bem provável um adulto obeso. Traduzindo: cheio de problemas e sem auto-estima. Certa a mãe! Chorando por que será a criança? Por que ao invés de 30 brigadeiros vai comer só três? O exagero faz mal em tudo, sempre.

  • Ruy diz: 30 de março de 2012

    A menina estava precisando, meeesmo, emagrecer!Ela até pode não entender hoje o gesto da mãe, mas vai agradecer-lhe quando for maior. Colocar limites é prova de amor e não de loucura como sugerem alguns comentários.

  • Luiza diz: 14 de abril de 2012

    Cláudia, com todo respeito, achei seu comentário um pouco simplista. Li ontem mesmo essa reportagem e, embora tenha sido um pouco sofrido para a criança, foi necessária, uma vez que houve orientação médica para que ela perdesse peso, uma vez que estava obesa e isso implicava em uma série de riscos a saúda dela. E para mim, ainda, a saúde vem em primeiro lugar. Grata pela atenção.

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