O mais antigo estúdio de cinema do mundo está celebrando 100 anos este mês, com astros de Hollywood e realizadores europeus prontos para brindar o mítico Babelsberg, situado na periferia de Berlim.
Sobreviveu aos nazistas e aos comunistas e, agora, soma a seu currículo o título de lendário dentro da história do cinema, louvado por admiradores como Quentin Tarantino, Tom Hanks e Roman Polanski.
Sefundo a agência AFP, o primeiro centenário não será esquecido pelo Festival de Berlim que dedicará ao estúdio um ciclo de homenagens, com a projeção de filmes saídos daí, desde "O Anjo Azul", de Josef von Sternberg, a "O pianista", de Roman Polanski.
Com o título "Feliz Aniversário, Studio Babelsberg" a Berlinale lembrará, na edição de 9 a 19 de fevereiro, o primeiro centenário deste complexo cinematográfico que começou a funcionar na época do cinema mudo, passando à catedral da propaganda nazista da década de 1930 e que acolheu, depois da II Guerra Mundial a filmografia e as produções para televisão da República Democrática Alemã.
Entre suas paredes trabalharam Friedrich Wilhelm Murnau, Fritz Lang, Alfred Hitchcock e mais recentemente (foi privatizado, depois da queda do socialismo) Volker Schlöndorff, Roman Polanski, Stephen Daldry, Quentin Tarantino, Roland Emmerich, entre tantos.
"Todos em Hollywood dizem 'quanta história, é uma honra trabalhar aqui', com Tom Hanks ou Tarantino, sabendo de cor todos os filmes que foram rodados aqui", disse à AFP, Eike Wolf, diretor de publicidade do Babelsberg que aniversaria no dia 12 de fevereiro.
Hanks protagonizou no Babelsberg o final de "Cloud Atlas", que, com o orçamento de US$100 milhões (76 milhões de euros), foi a produção mais cara rodada no local.
Embora trabalhassem separadamente, como duas unidades da mesma produção, os irmãos Andy e Lana Wachowski e o cineasta alemão Tom Tykwer se reuniram no mítico estúdio de Babelsberg, para celebrar o final da ambiciosa superprodução.
















































