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Santa Catarina revela talentos no TUF Brasil

25 de junho de 2015 0

tufbrasil
Santa Catarina já se confirmou como um celeiro de atletas de MMA, e essa constatação pode ser medida pelo número de lutadores daqui que ingressaram no The Ultimate Fighter Brasil (TUF), o reality show do UFC que dá ao campeão, e também para quem se destaca, um contrato com a maior organização de artes marciais mistas do mundo.

Das quatro edições do programa até agora, nove lutadores representando equipes do Estado conseguiram entrar na casa, que é uma espécie de Big Brother em que a prova não é da comida, mas sim uma luta de verdade.

A quarta edição foi encerrada no domingo e confirmou Glaico “Nego” França, de Curitibanos, como finalista. A disputa pelo título do programa será no UFC 190, dia 1º de agosto, no Rio de Janeiro, contra Fernando Açougueiro. Glaico era um ilustre desconhecido nacionalmente até vencer a seletiva e entrar no TUF, mas agora já tem status de favorito.

– O programa, pra minha carreira, significou muito porque primeiro era um sonho estar no TUF, e além disso era um objetivo para chegar bem no UFC – disse Glaico.

A edição do ano passado teve dois finalistas de SC, Márcio Lyoto e Vitor Miranda, mas que perderam o título, porém ainda seguem no UFC e com lutas marcadas. Outra curiosidade é que a academia Astra Fight Team, de Balneário Camboriú, conseguiu ter quatro atletas no show, e a Team Tavares, de Florianópolis, colocou três dentro do programa desde a primeira edição.

Outros nomes no programa

Márcio Lyoto, Vitor Miranda, Santiago Ponzinibbio continuam no UFC após o reality show, já Leonardo Macarrão, que perdeu para Thiago Bodão assim que acabou o TUF Brasil 1, teve que fazer todo um caminho para retornar ao Ultimate por outra porta sem ser a do programa.

Juliano Ninja e Cleiton Foguete, da segunda edição do reality, não tiveram sequência dentro do UFC. Ninja, aliás, foi o personagem principal da edição que teve Fabrício Werdum e Rodrigo Minotauro como técnicos, já que ele foi expulso da
equipe Werdum durante o programa.

– Dependendo da forma da edição, ele pode prejudicar e ajudar. No meu caso fui prejudicado por um lado e ajudado por outro. Esse lance de desafeto do Werdum foi bobeira, fizemos as pazes dentro do programa mesmo e desejo todo o sucesso do mundo pra ele – contou o lutador, que hoje completa 38 anos e está há um sem lutar profissionalmente.

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