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Nazareno Malegarie faz sua segunda luta no Pancrase neste domingo

01 de outubro de 2016 0
Nazareno vai para mais uma luta internacional. Foto: Leo Munhoz/Ag.RBS

Nazareno vai para mais uma luta internacional. Foto: Leo Munhoz/Ag.RBS

O currículo do lutador Nazareno Malegarie é extenso, tem passagem nos gigantes Bellator e UFC, mas é no Pancrase, no Japão, que vai fazer a sua segunda luta na terra do sol nascente. O argentino radicado em Florianópolis lutará contra o norte-americano Guy Delumeau, na madrugada de domingo (horário de Brasília).

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O duelo pelos pesos-pena (66kg), dependendo do desempenho, pode credenciar Malegarie para uma disputa de cinturão, algo que ele almeja. E conta a seu favor, ao menos pré-luta, o fato de Delemeau já ter perdido para Hiroyuki Takaya, japonês que o argentino venceu em junho.

– Essa luta pode me credenciar ao cinturão, tudo depende do desempenho. Fazendo uma luta ruim não vai credenciar tanto quanto outra que tu faz o show. Pretendo continuar lutando por aqui, o evento é muito bom, no Japão eles apreciam a luta,
bem diferente do público americano – compara.

Nazareno cortando o peso para cravar 66,2kg na balança. Foto: Ricardo Tirloni

Nazareno cortando o peso para cravar 66,2kg na balança. Foto: Ricardo Tirloni

E continuar lutando é o objetivo principal de Nazareno, tanto que ele já tem um duelo marcado para o dia 28 de outubro em Curitiba, pelo Smash Fight. Mas o foco, primeiro, é vencer no Pancrase, buscar o cinturão pra fazer o pé de meia.

– Como sempre falo, sou funcionário. O que for surgindo eu vou pegando, analisando. O que eu quero é me manter ativo, um lutador tem que fazer isso até porque é isso que dá dinheiro. Eu quero bater nesse cara, uma vitória boa, e ir lutar pelo cinturão. Eu já peguei na mão, é bonito mesmo, e me empolgou mais ainda.

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Nazareno Malegarie, 30 anos, veio para Florianópolis aos 13 junto com a família. Se estabeleceram no norte da Ilha, em Ponta das Canas, e o objetivo de viver lutando está sendo cumprido.

– Viver do MMA é muito difícil, são poucos que conseguem isso nos poucos anos de carreira. Mas eu tenho conseguido me manter com a luta, pagar as minhas contas e ajudar a minha família.

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