O presidente da CBF, José Maria Marin se deu um aumento salarial considerável. Ricardo Teixeira recebia R$ 90 mil à frente da entidade, pouco mais de dois meses no comando, Marin elevou seus rendimentos para R$ 160 mil por mês, além de receber R$ 110 mil no COL, totalizando a bagatela de R$ 270 mil.
Além disso, Marin criou um cargo para o seu amigo, Marco Polo Del Nero, o de Assessor Especial, recebendo R$ 130mil mensais, superior aos R$ 70 mil que recebe o Diretor de Seleções Andrés Sanchez, em baixa desde a saída do amigão Teixeira.
Esta é a CBF, que faz o que bem entende no futebol brasileiro, jogando com o dinheiro dos clubes, pagando viagens para seus amigos como fez agora com o “Bonde do Marin” que levou alguns presidentes de clubes e políticos com tudo pago para assistir à final da Champions league.
Assim todos ficam satisfeitos e com pouca credibilidade para reclamar qualquer coisa.

