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Uma nova chance para Gabriel

Gabriel volta a ter chances no time gremista

Gabriel pode estar voltando ao time do Grêmio, não se sabe exatamente em que posição, até porque Caio Jr. ainda está testando o sistema tático que considera o ideal, mas Gabriel mostrou que tem espaço na equipe gremista.

Talvez fosse importante definir uma ideia tática central e apostar nela durante algum tempo.

Por outro lado, é natural que Caio Jr. promova mudanças neste momento na medida em que o trabalho está começando e ele precisa buscar a melhor formação coletiva para a equipe.

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Inter vence e espera por D'Alessandro em Manizales

D'Alessandro comandou a vitória colorada. Site oficial do Inter.

O Inter venceu o Once Caldas e teve todas as dificuldades previstas na segunda etapa devido ao pouco tempo de preparação e o inevitável desgaste físico.

Mas enquanto teve fôlego o time de Dorival Júnior deu uma verdadeira aula de futebol, pecando apenas num fundamento: a finalização, não fosse por isso, teria terminado o primeiro tempo com uma vantagem de pelo menos três a zero.

O Inter começou com marcação adiantada, pressionando a saída de bola e com alta intensidade.

D’Alessandro comandou todas as ações ofensivas e foi dele o passe para Leandro Damião marcar o gol da vitória logo aos 12 minutos de partida. Foram várias chances para marcar, mas o placar ficou mesmo no 1 a 0.

Ainda no primeiro tempo, O técnico Ponpilio Paez fez uma alteração tática que segurou um pouco o ímpeto ofensivo colorado, retirando o volante Henao e colocando Álvarez, passando para um sistema com três zagueiros e dois alas bem adiantados.

No segundo tempo, o Once Caldas rodou com a bola, mas sem nenhuma objetividade. Mesmo desgastado, foi o Inter que esteve mais próximo de marcar o dois a zero.

Uma coisa ficou clara na partida, o time colorado é absolutamente dependente de D’Alessandro. Todas as jogadas ofensivas passaram por ele, é fundamental garantir a sua permanência, caso contrário, a situação ficará bem mais difícil no jogo da volta em Manizales.

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Agora é pra valer

Como será o ano de 2012 para o Inter passa muito pela noite de hoje. O jogo das 22h coloca o clube diante de um grande desafio, na medida em que o tempo de preparação foi muito pequeno e a Libertadores já começa com dois jogos decisivos.

A boa notícia é que o time está completo e o Beira-Rio estará lotado. Somente depois da meia-noite saberemos como se anuncia o ano para o Inter.

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D'Alessandro é a bola da vez

D’Alessandro já era dado como carta fora do baralho para os jogos contra o Once Caldas, os dirigentes colorados já tinham até comunicado ao treinador que o argentino ficaria de fora, tanto que Dorival o escalou entre os reservas nos treinamentos. A comoção da torcida é que fez a diferença. O argentino já está escalado para jogar na quarta-feira.

O presidente Giovanni Luigi trabalha neste momento para manter D’Alessandro no clube pelo menos até o final da Libertadores, este é o projeto, que envolve novos valores ao atleta.

Não é fácil, se os chineses resolverem investir pesado é complicado, mas neste momento a convicção do clube é de manter D’Alessandro, o que já demonstra uma mudança de postura do clube.

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Foi mal, Dorival

Dorival Jr. Foto: Ricardo Duarte

Os reservas do Inter fizeram um excelente primeiro tempo contra o Avenida, especialmente pelas circunstâncias de pouco treinamento. Marcaram dois a zero e jogaram com valorização da posse de bola e sem a ligação direta apresentada no jogo de estreia contra o Novo Hamburgo.           

Mas o segundo tempo foi desastroso. Além do bom desempenho do Avenida e do cansaço físico do Internacional, a estratégia foi equivocada.

Um time desgastado fisicamente deve jogar compactado, povoar o centro da área e foi tudo o que o Inter não fez.

No final, uma virada impressionante. Avenida 3 a 2.

De positivo, enquanto teve fôlego, Marcos Aurélio mostrou muita técnica, por outro lado, Bolívar outra vez esteve mal e Claudio Wink sucumbiu na etapa final, justamente quando foi mais exigido.  

O árbitro Jean Pierre inexplicavelmente não marcou um pênalti cometido por Bolíval em Fábio Jr. quando o jogo ainda estava um a zero para o Inter. Todos viram no estádio quando o zagueiro colorado puxou camisa do adversário.


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Frustração no Olímpico

A expectativa era enorme para a estreia do novo time do Grêmio, um bom público compareceu ao Olímpico e todos queriam ver o tão badalado time de Pelaipe e Caio Jr.

Mas quem foi ao Olímpico viu mesmo foi o Lajeadense fazer dois a zero numa bola parada no primeiro tempo e num contra-ataque na etapa final.

O time de Caio Jr. começou como contra o Flamengo de São Valentim, com intensidade, mas sem finalização. Velocidade na execução, mas sem a aproximação dos meias.

Passados 20 minutos o time diminuiu o ritmo e o Lajeadense conseguiu administrar a iniciativa tricolor.

No final do primeiro tempo o Olímpico calou. Cobrança de escanteio e Ramos subiu sem marcação para fazer 1 a 0 para o Lajeadense.

Aos três minutos do segundo tempo, Kléber perdeu uma bola na frente e no contra-ataque, Tatá fez dois a zero.

O jogo seria mais tranquilo para o Lajeadense não fosse o descritério de Márcio Chagas que expulsou Bruninho por simulação, dando-lhe cartão amarelo, o segundo na partida. Lance idêntico aconteceu com Mário Fernandes na primeira etapa e ele deixou passar batido.

Má estreia do Grêmio, frustrante, mas são apenas 10 dias de trabalho de Caio Jr. Muito cedo ainda para qualquer tipo de avaliação definitiva.

O Lajeadense está de parabéns pela vitória e pela organização coletiva apresentada no Olímpico.  

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Um homem tem sempre medo de uma mulher que o ame muito. (Bertolt Brecht)

Adriana Lima

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Vitória na estreia

Oscar fez o gol da vitória. Foto: Diego Vara

A vitória do Inter acabou sendo abafada pelo impacto da perda de D’Alessandro já para a estreia na Libertadores da América no dia 25 contra o Once Caldas.

Ainda não é oficial, mas os próprios dirigentes não acreditam muito na possibilidade da sua permanência e o jogador já dá como certa a sua saída.

O destino é a China, uma potência econômica, mas que não existe no mapa do futebol mundial.

Um mercado emergente, que paga salários acima de qualquer padrão razoável para levar grandes jogadores a um país que desconhece este esporte.

Com isso, a uma semana de estrear numa decisão de Libertadores, já que são dois jogos eliminatórios, o Inter está perdendo o seu principal jogador.

Entendo o atleta, o investidor, mas também preciso entender o clube, que paga salários todo mês e recentemente renovou o seu contrato.

Se é impossível segurá-lo, como todos dizem, que se arrume um meio termo, onde D’Alessandro jogue as duas partidas contra o Once Caldas e depois siga a sua vida.

Dorival Jr. trabalhou o grupo com D’Alessandro e sem ele fica tudo diferente, basta ver o desempenho de ontem na estreia do Gauchão. O Inter foi um time sem troca de passes, viveu apenas de ligação direta e ganhou num gol achado pelo garoto Oscar.

Oscar e Indio foram os destaques e Josimar não justificou em nada a sua escalação. Bolatti entrou e deu muito mais qualidade, deve ser titular contra o Once Caldas.

O Novo Hamburgo foi um time muito organizado e que mostrou um garoto de 19 anos de enorme qualidade, Clayton, camisa número 10. Olho nele.

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Sobre o diploma para jornalistas

Parece ser uma questão de tempo para que seja revogada a decisão do STF (Supremo Tribunal Federal) que, em junho de 2009, derrubou a necessidade do diploma para os jornalistas.

No último dia 30 de novembro, 65 senadores contra sete, aprovaram, em primeiro turno, PEC (Proposta de Emenda Constitucional) que torna obrigatório o diploma de nível superior em Jornalismo para o exercício da profissão.

É preciso ficar claro que o diploma não impede ninguém de escrever em jornal ou trabalhar em rádio ou TV, pois a legislação concede espaços para os colaboradores com conhecimentos específicos em determinada matéria, além de provisionados, autorizados a exercer o jornalismo onde não houver jornalista profissional formado nem faculdade de Comunicação.

O projeto da Proposta de Emenda Constitucional ainda precisa ser aprovado em segundo turno antes de ser encaminhado para análise da Câmara.

O retorno da obrigatoriedade do diploma não tem o apoio das grandes redes de comunicação do país e isto atrasa o encaminhamento da PEC no Congresso.

A OAB, ao contrário, apoia o retorno da obrigatoriedade do diploma. Agora é esperar pela decisão dos parlamentares. Quando? Sabe-se lá.

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Chineses querem D'Alessandro

Seria desastroso para o Inter perder D’Alessandro neste momento. Ele é sem dúvida o jogador mais importante da equipe e referência técnica em campo.

A proposta dos chineses é alta para D’Alessandro, mas nada espetacular para o Inter. O presidente Giovanni Luigi imagina que eles logo retornarão com outros números.

Mesmo que o clube não queira negociar o jogador, a proposta para D’Alessandro é espetacular, é a sua independência financeira e a de seus netos.

Uma situação extremamente complicada para o Inter. Mas independente de qualquer negociação, o clube não deve nem cogitar liberá-lo antes dos dois jogos contra o Once Caldas.

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O maior desafio de Dorival

Foto: Alexandre Lops

O maior desafio do Inter na próxima quarta-feira contra o Novo Hamburgo e especialmente no dia 25, contra o Once Caldas, é conseguir manter a intensidade desejada pelo seu treinador com pouco tempo de trabalho.

A vantagem colorada é a manutenção da base, o mesmo técnico e com somente Dagoberto chegando, todos os demais estavam no ano passado.

Mesmo assim, a questão física é decisiva e pode de alguma forma ser uma barreira a ser ultrapassada pelo time colorado.

Tecnicamente, o Inter começa forte a temporada, mas terá de passar por esta primeira fase contra o Once Caldas e o grande temor é o pouco tempo de preparação.

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Douglas até o final de 2012

Paulo Pelaipe ratificou ontem à noite no Bate Bola, da TV COM, que a situação de Douglas é muito clara. Ele tem contrato com o clube até o final de 2012, tem uma proposta para renovar, se não aceitá-la, ok, cumprirá seu contrato até o final do ano e depois deixará o clube.

Douglas faz 30 anos em fevereiro, no final de 2012 estará por completar 31. É um grande jogador, mas o Grêmio não é banco e nem perderá tanto dinheiro, logo o  importante é aproveitá-lo ao máximo este ano e tentar conquistar um título representativo para o clube, o que não acontece desde 2001.

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Dupla de ataque definiu a vitória

 


 

Kléber marcou o 2º gol. Foto: Evandro Soares



Pela primeira vez pude observar de perto o novo time do Grêmio comandado por Caio Jr. O time titular estava escalado com: Victor; Mário, Saimon, Vilson e Júlio César. Fernando, Léo Gago, Marco Antônio e Douglas. Kléber e Marcelo Moreno.

Os volantes ficavam cada um por um lado, Fernando na direita e Léo Gago na esquerda. Os meias Douglas e Marco Antônio jogaram aberto pelos lados, Douglas na direita e M.Antônio na esquerda.

Este posicionamento proporcionou boas jogadas pelo lado direito entre Douglas e Mário Fernandes, em contrapartida, pelo outro lado, Júlio César não apoiou o que deixou o time de certa forma torto ofensivamente.

O Grêmio começou trocando passes de primeira, dando velocidade às jogadas e empurrando o adversário para o seu campo defensivo.

O Flamengo de São Valentin jogou num 3-6-1, com marcação individual nos atacantes Kléber e Moreno e outro zagueiro na sobra.

O gol gremista saiu somente aos 29 minutos numa bola aérea, com Marcelo Moreno confirmando sua fama de bom cabeceador.

Dois minutos depois, numa cobrança de falta, Roger empatou numa falha do goleiro Victor.

Faltou ao Grêmio no primeiro tempo uma maior aproximação entre Douglas e Marco Antônio, ambos ficaram muito abertos e praticamente não se encontraram em campo.

O gol da vitória foi de Kléber, num lance de rebote dentro da área.

Mário foi o grande destaque e o zagueiro Douglas Groli, que entrou no lugar de Vilson, lesionado, ficou os 90 minutos e mostrou uma segurança impressionante na zaga. Não errou absolutamente nada.

E foi só ele quem se salvou na etapa final. O time mudou todo, praticamente num 4-3-3, com Leandro, Mamute e Miralles, o Grêmio fez 12 escanteios, mas deu apenas um chute a gol.

Ficou mesmo em 2 a 1. O diretor executivo Paulo Pelaipe ainda teve tempo de brigar com o fraco árbitro Leandro Alfem e com o bom técnico do organizado Flamengo de São Valentin.

A torcida Geral do Grêmio fez uma festa bonita e a comunidade divertiu-se vendo seus ídolos.

É só o início, o Grêmio precisa ainda de muito trabalho para formar uma ideia coletiva de time.

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A mão que afaga é a mesma que apedreja

Vês! Ninguém assistiu ao formidável
Enterro de tua última quimera.
Somente a Ingratidão – esta pantera –
Foi tua companheira inseparável!

Acostuma-te à lama que te espera!
O Homem, que, nesta terra miserável,
Mora entre feras, sente inevitável
Necessidade de também ser fera.

Toma um fósforo. Acende teu cigarro!
O beijo, amigo, é a véspera do escarro,
A mão que afaga é a mesma que apedreja.

Se a alguém causa inda pena a tua chaga,
Apedreja essa mão vil que te afaga,
Escarra nessa boca que te beija!

Augusto dos Anjos

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Elton é a escolha de Dorival

Volante Elton do Inter

A escolha de Dorival por Elton pode ser pelo seu momento em relação a Mário Bolatti, é uma escolha para o início, caberá agora aos jogadores decidirem quem ficará com a vaga.

A convicção de Dorival era Tinga, mas as dores musculares do volante alteraram os planos do treinador.

Há um debate sobre quem deveria jogar, é natural, mas não há nenhum absurdo na escolha de Dorival, Elton é um jogador da base e tem um enorme futuro.

É dentro de campo que essa disputa será definida. O técnico tem que escolher um time para começar, mas não há nenhum decreto estabelecendo que nada poderá ser alterado, pelo contrário, é o desempenho que vai ditar as decisões e escolhas do treinador.  

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Douglas e o Grêmio

Douglas tem todo direito de não querer permanecer no clube e buscar novos rumos, mas deve ser claro, especialmente com o torcedor.

Não há nada de errado em cumprir o seu contrato e não querer renová-lo. Por isso, não precisa ficar se escondendo, chamando entrevistas coletivas e depois desmarcando, não há necessidade, pode encarar a todos de frente, não está fazendo nada errado.

Disse que só vai falar quando a sua situação estiver definida. Ora, ela está definida, Douglas tem contrato até o final do ano e tem proposta para renovar. Não respondeu ainda, mas seu contrato segue em pleno vigor.

Renovando ou não, o Grêmio deve colocá-lo em campo e tratar de pensar naquilo que o atleta pode acrescentar ao time e não somente no quanto ele poderá render aos cofres depois da sua venda.

Douglas não é nenhum guri que esteja surgindo na base e com uma proposta milionária de um clube europeu. Não, nada disso. Saiu duas vezes do país, uma para Rizespor, da Turquia, e depois no Al Wasl, dos Emirados Árabes Unidos.

Mês que vem estará completando 30 anos, logo, não é com Douglas que o Grêmio irá arrecadar uma grande fortuna, então que trate de aproveitá-lo tecnicamente e não supervalorize uma possível negociação.

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Dores musculares atrapalham Tinga

Tinga sente dores musculares e terá de ser melhor avaliado, mas já existe a possibilidade de ficar de fora do primeiro jogo contra o Once Caldas, dia 25 no Beira-Rio.  

Isto desmancha a ideia de Dorival de formar o meio com ele, Guiñazu, Oscar e D’Alessandro. A vaga ficará entre Elton e Bolatti.

Tinga é um jogador experiente e de muita inteligência tática. Com ele como volante o time ganha velocidade na transição ofensiva.

Elton tem mais movimentação do que Bolatti, mas o argentino tem experiência em Libertadores e maior poder ofensivo.


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Caio Jr. testa outra formação

O técnico Caio Jr. definiu algumas mudanças no time em relação ao treino de ontem. Outra vez priorizando o trabalho em campo reduzido, o treinador gremista testou uma formação mais agressiva ofensivamente e com maior poder de articulação.

Rochemback saiu, desfazendo o trio de volantes, entrando Marco Antônio em seu lugar, na frente Marcelo Moreno esteve ao lado de Kléber.

A ideia do trabalho podendo dar apenas três toques na bola é forçar os jogadores a trabalhar com velocidade e deslocamentos constantes.

Nada de jogador dando passe e olhando para ver o que acontece. É preciso participar, sempre se apresentar como opção quando está sem a bola.

O treino foi de 25 minutos e outra vez os reservas venceram, desta vez por 2 a 1 com gols de Leandro e Miralles. Douglas marcou para os titulares.


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A primeira ideia de Caio Jr.

Caior Jr. testou o time com três volantes.

Caio Jr. fez um treino de posicionamento e com uma ideia de escalação de time. É muito cedo, mas o treinador começou o meio campo com Fernando, Rochemback, Léo Gago e Douglas. Ainda sem Marcelo Moreno, que trabalhou em separado, Miralles foi o companheiro de Kléber.

O time teve: Victor; Mário Fernandes, Saimon, Vilson e Júlio César; Fernando, Rochemback, Léo Gago e Douglas; Miralles e Kleber.

Foram 25 minutos de treinamento e os reservas ganharam por 2 a 0 com gols de Felipe Nunes e Júnior Viçosa.

Marcelo Grohe, no time reserva, praticamente não foi incomodado, dado ao fraco desempenho ofensivo do time titular.

Para quem falou em time com velocidade e valorizando a posse de bola, convenhamos teriam soluções melhores para o meio, como Felipe Nunes, Marco Antônio e o próprio Marquinhos.

Eu sei, é só o começo, mas a ideia de priorizar jogadores com características defensivas já na largada é no mínimo preocupante.








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"Se há alguma coisa sagrada é o corpo humano." (Walt Whitman)

Adriana Lima

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