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Literalmente essa é uma cidadezinha

27 de maio de 2011 7
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Literalmente uma cidadezinha. Veja as imagens até o final da apresentação e entenda por quê.

Enviado por Helio Amaral

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Comentários (7)

  • Luís Abrianos diz: 27 de maio de 2011

    Crespani, o cara é o”CARA”! Muito bom o trabalho dele. Me lembrou o filme Um Jantar para Idiotas (Dinner for Schmucks) com Steve Carell. Se tu assistiu ao filme, sabes do que estou falando.
    Um bom final de semana.

  • kurt diz: 27 de maio de 2011

    Percebi que tinha algo de errado rsrsrss, muito legal mesmo.

  • Ali diz: 27 de maio de 2011

    Não sei o que está melhor…se é o trabalho com a maquete ou o trabalho da fotografia…tá demais, muito bom!

  • Maximino Antonio Tasca diz: 28 de maio de 2011

    Não importa qual é a forma para se ilustrar aqueles saudosos e dourados anos 50 e 60. Não sou tão velho assim, mas vivi um período onde aqueles carrões americanos era a nossa coqueluche. Se hoje a tecnologia nos assombra e, junto dela cria hábitos nocivos em relação àquela época, nossas lembranças estarão sempre voltadas a um tempo onde a educação e os bons costumes faziam parte de um mundo melhor. Velhos tempos…, bem melhores…

  • flavio sordi diz: 28 de maio de 2011

    Tem razão! KKKK

  • Francisco Bendl diz: 30 de maio de 2011

    Pois, Maximino, eu nasci em 1.950, e vivi este período de fato muito bom, romântico, onde os nossos sonhos não estavam no Brasil, mas em residências alemãs, americanas, inglesas, francesas…
    Nós não tínhamos idéia do conforto que outros países propiciavam às suas populações, a não ser o que víamos através dos filmes. Não tínhamos nada, nem estradas, nem carros de fabricação própria, tudo era importado.
    Concordo que havia mais respeito entre as pessoas, principalmente pais e filhos, mas era uma época difícil, poucos colégios, faculdades, sem comunicação, pois não tínhamos TV em rede nacional, telefone era uma raridade e uma ligação para o centro do país levava mais de doze horas, inclusive para cidades aqui mesmo no Rio Grande do Sul.
    Não tínhamos recursos para a saúde, além de ficarmos expostos à “paralisia infantil”, onde qualquer caso que acontecesse no bairro os pais se viam obrigados a se mudar com os filhos para tentar salvá-los deste problema.
    Enfim, meu caro, atualmente temos conforto, desenvolvimento, comunicação, transportes, medicamentos, ar condicionado, Tv de plasma, led e 3D, aparelhos que facilitam o diagnóstico médico, transplantes, próteses, órteses, telefonia fácil, computador, celular, grandes e seguros aviões…
    Eu não trocaria àquela época com esta, a não ser a criatividade que havia na música, esta incomparável, em comparação ao rap, funk, hip hop e outros “gêneros” musicais que eu jamais vou conseguir apreciar.
    Para quem vem do tempo onde o verdadeiro rock and roll foi inventado, cantado e imortalizado por um Elvis Presley, Paul Anka, Neil Sedaka, Beatles, Rolling Stones, afora as grandes orquestras que embalaram os bailes e as reuniões de outrora, atualmente somos paupérrimos nesta arte de fundamental importância aos sonhos do ser humano, a música.
    Pelo menos as gravações em CD e ainda nos antigos LP que ainda são encontrados, nos transportam imaginariamente para aquele tempo, mas com o bem estar de hoje.
    De modo a não pairar dúvida alguma, Maximino, eu não estou te contestando, apenas confrontando 50/60 anos depois, em razão de pensarmos que havia um mundo melhor no passado em relação a este. Talvez porque a saudade de algo nos faz sonhar que era assim, mas, decididamente, este período é bem melhor!

  • marcinho diz: 1 de junho de 2011

    NO INICIO EU ACHEI QUE FOSSE UMA CIDADE DOS EUA, QUE AINDA VIVIA COMO SE FOSSE NOS ANOS 50 , NEM DA PRA PERCEBER NADA, FICOU PERFEITO!

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