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Blog Na Ponta da Língua lança série de verão com promoção que dá direito a dois ingressos para o Beto Carrero World

11 de janeiro de 2016 3

* Por Cris Cordioli
Pra que ficar no ar condicionado, tranquilas, falando da vida dos outros, se podemos sair por aí encarando situações fora do nosso cotidiano. Como? Pra ganhar a atenção do Cauã Reymond? E assim fui convencida a entrar nesta emboscada chamada por nós de “Se jogo no verão”. Beto Carrero, surf, tatuagem… Não vou listar pra não tirar a surpresa que vai rolar toda semana, mas posso adiantar que micos rolaram aos montes. A primeira das aventuras, que apresento agora, foi feito com mmmuuiiitto amor e carinho para a Celina que, no caso, foi quem teve a brilhante ideia de ir para o Beto Carrero Word, para ver de perto como iríamos encarar os brinquedos radicais. Se deu mal, chorou, quase morreu na FireWhip, a montanha russa invertida… Jana, a mais corajosa de todas, foi logo avisando que encarava qualquer situação. Sim, encarava, acho que não encara mais, já que jurou que pela última vez na vida teria avistado a cidade de Penha lá do alto da BigTower. Jura, inclusive, que desmaiou. Bom, e eu, como quem não quer nada, e sabe-se lá por quê, entrei em um dos carros do espetáculo Velozes e Furiosos e fui dar uma voltinha a 200 km/h. Pensa no medo! Mas valeu! Se Cauã assiste, certo que vai ficar orgulhoso de mim. O quê? Ficou com vontade? Então assiste ao vídeo e descobre, na finaleira, como ganhar dois passaportes para o parque! Divirta-se (as nossas custas, diga-se de passagem).

Quer concorrer a dois ingressos para o parque Beto Carrero, clique aqui

 

Reprodução

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O mundo de cabeça para baixo

* Por Celina Keppeler
Sabe aquela sensação de que você vai morrer e virar manchete de jornal? Pois bem, era isso que eu imaginava durante todo o tempo em que fiquei presa naquela cadeira que, apesar se comprovadamente segura, não me inspirou confiança na montanha-russa Fire Wipe, do Beto Carrero – afinal, são 700 metros que parecem não ter fim, a uma velocidade que chega a 100 km/h e 4,5 vezes a força da gravidade. No fundo, no fundo, tinha certeza que tudo ia acabar bem, que ia descer do brinquedo e rir daquele desespero. Em partes, foi o que aconteceu. Pernas, braços e cérebro tensionados. A cada curva, sacudida, viagem do estômago direto para garganta, era uma adrenalina tão grande que não dava para saber se a viagem estava no começo, meio ou fim. Só descobri, depois de um pequeno baque nas cadeiras, que a sessão tortura estava terminando quando as pessoas atrás de mim começaram a reclamar. Foi esse o único momento que consegui relaxar. Relaxei tanto que as lágrimas não se fizeram de rogadas e escorriam pelo meu rosto sem que eu pudesse contê-las. Sim, chorei e tremi depois de descer da tal Fire Wipe e, confesso, não pretendo repetir a experiência. Mas para quem não conhece o brinquedo, fica o desafio, porque aquilo lá não é pra qualquer um, não!

 

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Coração na boca

* Por Janaína Laurindo
Eu não sou competitiva, mas se tem uma coisa que gosto nessa vida é um desafio. Coisa pessoal sabe. Pois bem, Celina deu a ideia, e nós entramos na dela nessa tarefa difícil de encarar nossos medos de frente e já comecei peitando. Fire Wipe?! Ah, essa foi fichinha. Tá, nem tanto, quase morri de gritar, iria umas 10 vezes em loop, sabe? Agora a Big Tower, essa foi meu grande desafio do  dia. Sim, eu não tenho medo de altura, mas é que não gosto de perder os sentidos e o brinquedo me dá essa sensação. É como se o coração literalmente fosse na boca e voltasse, em 3 segundos, que é o tempo que o pessoal do parque informa que demora a queda livre. Confesso, saí mal e com as pernas bambas, e demorei a voltar. Acho que não volto mais lá, bem, eu já tinha dito isso da primeira vez que fui.Se vocês estão dispostos a subir 100 metros de altura, o equivalente a um prédio de 30 andares, e descer numa queda livre que pode atingir a velocidade de 120km/h, essa é a opção.

 

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O que eu tô fazendo aqui?

* Por Cris Cordioli
Se minhas colegas estão fazendo juras de que não topariam a brincadeira novamente, eu vou pelo caminho contrário, acelerando em alta velocidade, sem olhar pra trás. Ficou pra mim a função de dar uma volta, a 200 km/h, em dos carros turbinados do espetáculo Velozes e Furiosos, que acontece todos os dias no parque Beto Carrero. Achei que ia tirar de letra. Não foi bem assim. Sabe quando passa na rua uma moto com a descarga aberta, roncando alto? Pensa no som embalando minha experiência nada normal. E roncava, e andava mmuuiitto rápido, e girava, e girava mais ainda, daí freava igual meu marido faz quando não vê as lombadas, só que muito mais forte. E eu berrava, agarrada numas barras de ferro do carro adaptado para a apresentação. Patético. A parte que mais curti, talvez por ter sido a menos veloz, foi quando ficamos em duas rodas. Acho que as manobras assustam tanto por ser algo que significa um acidente de grandes proporções aqui no mundo real. Alta velocidade, muita imprudência (no sentido literal, mas com toda a proteção e o preparo que nitidamente os pilotos que se apresentam no Beto Carrero têm). Os caras são muito bons, profissionais e machos. E isso era só o que eu conseguia falar para o “querido” que deu a “passeada” comigo. Fiz bonito, segundo a Ana, a motora do jornal que levou a gente até Penha. Pena que Paul Walker já morreu. Garanto que eu iria impressionar o lindão.

Em tempo: para quem ficou com vontade, o parque oferece duas alternativas: ser escolhido, durante o espetáculo (uma pessoa do público é chamada, todos os dias, para participar da apresentação) ou encarar um dos simuladores de corrida Motion Sphere. Atração do parque desde dezembro, o instrumento transforma os visitantes em pilotos em um ambiente virtual interativo. Sem sair do lugar, mas com muita adrenalina, a sensação de velocidade pode chegar a 200 km/h em um carro de Fórmula-1, uma Super Moto GP ou um veículo esportivo. O preço para experimentar a novidade dentro do parque é de R$ 40 por pessoa, e os simuladores estão disponíveis no complexo Velozes e Furiosos, durante o horário de funcionamento, das 9h às 18h.

Serviço do parque Beto Carrero:
Infantil (4 a 9 anos – 1 dia): R$ 120
Adulto (10 a 59 anos – 1 dia): R$ 130
Sênior (a partir de 60 anos – 1 dia): R$ 70
O parque Beto Carrero oferece opções de pacotes, ingressos promocionais e a condição de pagamento em até 5x. Os preços acima são válidos até 29/2/2016.

Mais informações em: www.betocarrero.com.br

 

Comentários (3)

  • ALESSANDRA MALICHESKI diz: 11 de janeiro de 2016

    Assistindo essas lindonas do Na Ponta da língua que me deixam super por dentro de qualquer bapho, rindo litros, morri de vontade de ir ao Beto Carreiro!!! #npl #adoro #euqueroganhar

  • Lucy Juliana diz: 11 de janeiro de 2016

    Partiu curtir o Beto Carrero por conta das lindonas do Na Ponta da Língua !!!!!

  • Mayse diz: 12 de janeiro de 2016

    \o/ Uhhuulllll, pura adrenalina, se sobreviveram ao fim desta matéria, PARABÉNS, vcs são mulheres de verdade. kkkk
    Que venha o próximo desafio. #sqn???

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