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Meninas do Na Ponta da Língua se divertem em aula de surfe

24 de janeiro de 2016 1

No terceiro vídeo da série animadinha de verão, subimos no pranchão, encaramos o mar “alto” dos Ingleses e com certeza nos divertimos muito. Adriano Barriga, professor de surfe há mais de 18 anos e 25 anos de experiência como atleta, foi parceiro e nos animou já de cara, mandando recados pra cima no WhatsApp e nos encorajando a entrar na água, animado e alto-astral. Quem também nos deu uma força, foi ninguém mais, ninguém menos que o Campeão Mundial de surfe de 2015 Adriano de Souza, o Mineiro – confira AQUI a entrevista com o atleta.

>> Como concorrer a duas aulas de surfe


* Por Janaína Laurindo

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Na areia a empolgação era grande, quer dizer, nem tanto, quando o Barriga me falou que surfar era como andar de bicicleta, senti que a coisa poderia desandar pra mim _ sim, eu não sei andar de bike _, mas na água sempre fui um peixinho, impossível não seria. Já tinha treinado algumas vezes stand up paddle, não iria ser muito diferente, mas foi. Muita coisa para se concentrar e tudo ao mesmo tempo. A onda não espera, e você tem que acompanhar no tempo dela. Depois de ficar de pé, só precisava olhar para frente, e quem disse que eu conseguia… Queria era olhar onde eu iria cair. No fim deu tudo certo, fiquei de pé algumas vezes no pranchão e ficaria ali mais algumas horas treinando, mas ficou pra próxima. Sim, eu vou voltar a surfar! Curti a vibe praia, ondas, surfistas, Rodrigo Santoro, Marlon Teixeira… Aff, deixa eu sonhar, podia estar querendo ser a Maya Gabeira, mas não, quero só poder dividir uma onda com meus musos. Bom, nem faço questão de dividir a onda com eles, mas pode valer para um primeiro contato, né?

* Por Cris Cordioli

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Analisando minha trajetória cheguei fácil à conclusão de que eu dava pra surfista _ literalmente _, mas como falar da vida da gente não tem graça nenhuma, vou focar na experiência de ter encarado uma aulinha de surfe. Quem descobriu a pérola dos mares, o querido professor Barriga, fui eu. E já no contato pelo WhatApp senti firmeza. Quando eu disse que era tamanho GG ele foi logo me falando pra desligar disso, que o mais importante é querer, e como eu queria muito… Mas não consegui ir muito longe. Nem na areia fiquei em pé na prancha, pensa no mar. Mas entrei mesmo assim. Pranchão, com dois auxiliares, lá fui eu… Um segurou a prancha, o outro me deu apoio, o mar bem calmo e, bom, não posso dizer que não tive a experiência e que foi muito legal, mas vou ter que comer muito pirão com feijão para conseguir, um dia, contar pra alguém que pego onda _ ou apostar em saladinhas pra ficar mais leve. Na real, acho que só nascendo de novo e como peixe.

* Por Celina Keppeler

 

Reprodução

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Já tinha uma certa familiaridade com esportes aquáticos. Mas era algo do tipo primo, do tio, do avô. Na verdade, na minha juventude praticava esqui aquático, mas nem lembrava mais como era colocar um esqui. E continuo, porque uma prancha de surf é completamente diferente do que eu lembrava. Arrisco dizer que não é difícil, mas é cansativo e exige muito equilíbrio e preparo físico. Ainda consegui ficar de pé na prancha, consegui controlar e fazê-la ir na direção que eu queria _ tinha uma menininha tomando banho perto e desviei dela algumas vezes _ nas duas que usei, uma de surfe e outra mais leve, que parecia isopor. Confesso que saí de lá me sentindo uma mistura de Medina com Mineirinho e muita vontade de voltar e repetir a dose. Tenho certeza que não vou demorar a entrar no mar novamente com uma prancha embaixo do braço…. Resta saber se conseguirei ficar em pé de novo.

REPRODUÇÃO




Agradecimento: Escola de Surf Ingleses
Fone: (48) 8803-2054
Site: www.surfingleses.net/


Comentários (1)

  • Bela diz: 25 de janeiro de 2016

    Fugiu do foco….
    Horóscopo? ???
    Resumo de novela???
    Aula de surf???? Que isso? ????

    Saiu completamente do foco

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