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Posts na categoria "NPDL na TV"

Como concorrer a um salto de paraquedas

21 de fevereiro de 2016 0

CONFIRA O RESULTADO AQUI

* Por Janaína Laurindo
Antes de chegarmos ao último vídeo da série Se Joga no Verão, resolvemos dividir com os leitores a nossa última emoção, o salto de paraquedas. Sim, é isso mesmo. O vídeo que lançamos na semana passada – esse aí de cima -, causou em muitas pessoas o desejo de também viver essa sensação maravilhosa de voar, e nós vamos te proporcionar isso. Junto com a SkyZimba Paraquedismo, vamos sortear aos nossos leitores um salto de paraquedas.

Já adianto que vocês terão que ser criativos, pois deverão enviar uma foto para cristiane.cordioli@diariocatarinense.com.br provando que tem o dia a dia mais radical do que um salto de paraquedas, sendo que o logo da escola (imagem abaixo) deverá aparecer na composição da imagem. A melhor e mais original leva o salto.

Se empolgou com nosso vídeo? Tem coragem? Essa é a sua chance! Então confere como participar desta promoção AQUI NO REGULAMENTO. Vamos?

Serviço:
A Skyzimba fica na Barra da Ibiraquera, em Imbituba, pouco mais de uma hora de carro de Florianópolis. O local tem uma área privilegiada. Além dos saltos, há restaurante, quadra de vôlei, futebol, sala de jogos e muito ar livre para curtir a natureza.
Site: http://www.skyzimba.com.br
Telefone: (48) 9151.1551
Email: contato@skyzimba.com.br

 

SkyZimba

Clique na imagem ou salve no seu computador depois é só mandar imprimir.
A logo da SkyZimba deverá obrigatoriamente aparecer na composição de sua foto.

Se joga no Verão: O empurrão que faltava pra saltar de paraquedas

15 de fevereiro de 2016 5
Fotos Eduardo Ceratti/Skyzimba

Fotos Eduardo Ceratti/Skyzimba

Tava com medo, fia?

* Por Janaína Laurindo
Daí eu fico me perguntando como explicar o inexplicável? É, eu poderia gastar milhões de palavras para descrever o que é estar a 10.000 pés de altitude e se jogar para o nada, mas eu não conseguiria descrever a sensação que senti no meu primeiro salto de paraquedas. Digo com todas as letras que foi o PRIMEIRO, porque sai de lá com a vontade de fazer mais vezes – e vou fazer.
Fiquei nervosa, muito nervosa. Tá certo que adorei andar naquele avião que só cabiam 5 pessoas, olhar Imbituba – terra da minha família – lá de cima e passar um calorzinho, enquanto o estômago e a mão estavam congelados de nervoso. Fui relaxando até que chegamos aos tão esperado 10.000 pés de altitude. E foi aí que o bicho pegou!!! Não tinha volta, e eu não queria que tivesse, mas ao mesmo tempo me perguntava o que estava fazendo ali. Bom, lembrei só da única explicação que eles me passaram em solo: “A única coisa que você tem que fazer é sorrir”.
Daí para frente, todas as sensações são inexplicáveis. A porta do avião se abriu, o ‘ar condicionado natural’ começou a funcionar e eu simplesmente estava vivendo a sensação mais incrível da minha vida. A única coisa que consigo explicar é que a boca fica seca, muito seca. Também, quem mandou querer gritar e colocar a língua para fora a 200Km/h.

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Jana botou a língua pra jogo

Os 35 segundos de queda livre que achei que demorariam uma vida, passaram tão rápido que quando vi o paraquedas já estava acionado e eu já estava plainando no ar. Que misto de emoções, minha gente. Se posso indicar alguma coisa para vocês é isso: SALTEM DE PARAQUEDAS UMA VEZ NA VIDA, PELO MENOS.
Acredito que poderia ter aproveitado um pouquinho mais, minha emoção foi tanta que por vezes fechei os olhos, mas foi bom também, estar lá em cima é estar mais perto de Deus, é sentir como somos pequeno nesse mundão, é uma momento de meditação. Embora estivesse com o instrutor colado em mim, me senti só, me senti pequena no meio do mundo e imensa na coragem. Enfim, falei que não teria palavras para descrever e já estou aqui com um textão. Chega, vocês precisam ir lá para sentir a mesma emoção.

* Por Cris Cordioli
Se você pensa que tudo o que precisa ter é muita coragem na hora de saltar de paraquedas, lá venho eu com uma notícia, que, bem, pode tirar muita gente do páreo. Além de coragem, tem que estar com o peso em dia. Sim! E nessas, eu dancei, ou melhor, não saltei. Dona de um IMC (índice de massa corpórea) que nem com uma mentirinha básica se enquadraria no índice exigido por segurança, que fica entre 27 e 28, fiquei na vontade. Ohh, que pena, não pude me jogar para a morte… E confesso, para todo mundo, que lamentei profundamente o fato. Morro de medo de avião, morro de medo de altura, mas teria me lançado no vento sem pensar duas vezes. Talvez porque me forçaram a entrar no aviãozinho, que não parava nunca de subir, para ver de perto a Jana pagando de magra corajosa.

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ris também curtiu bastante

Subi, sofri, passei muito medo, principalmente porque fui avisada várias vezes durante o voo para não temer a hora em que a porta se abrisse para os bonitos se jogarem, e no momento máximo do bem bom, tive que ficar dentro da aeronave, sabendo que teria que descer no modo convencional, que demora muito mais tempo e, com certeza, dá mmmuuiiitttooo mais medo. Mesmo com um piloto fofo de dá dar dó, com um visual deslumbrante do litoral, vendo a praia do Rosa, a do Porto, a da Vila, as lagoas de Ibiraquera, ou seja, Imbituba e Garopaba de um jeito como nunca antes, queria mesmo era ter passado por outro tipo de experiência. Saltar, claro!!!!!! Bom, ainda não comecei minha dieta, mas como tenho no mínimo seis pessoas esperando para ir comigo quando eu voltar para encarar a loucura de frente, acho que a pressão vai acabar amolecendo o meu coração e também as minhas carnes, que com certeza vão ficar bem flácidas depois que eu perder os no mínimo 10 quilos necessários para eu colocar o paraquedas, me grudar num homem (bom de papo) igual carrapato, a 10 mil pés, e saltar, como quem vai na esquina comprar pão. Bom, melhor cortar a parte do pão. Já sei que carboidrato não pode, né?

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Os heróis

* Por Celina Keppeler
Perder o controle é algo que me preocupa. Se me controlando já não sou lá essas coisas, imagina sem poder fazer isso?
Pois bem, eu sabia que iria perder o controle temporariamente e isso me apavorou. Subir num avião e imaginar que quando chegasse bem lá no alto ele abriria a porta, isso também me apavorou. Mas nenhum pavor foi maior que olhar aquelas casinhas, praias, estradas tão pequenininhas e saber que eu iria me jogar no nada.
O primeiro pensamento é: pra que eu tô fazendo isso mesmo? Qual a necessidade disto?
Essa dúvida durou cerca de 5 segundos. Tempo que mantive os olhos fechados e chamei todos os santos que conhecia. Depois, resolvi abri – los e, confesso, a primeira coisa que vi foi o rosto do Dudu Ceratti, para quedista que fazia as vezes de cinegrafista na ocasião. Ele sorria tão tranquilo que pensei, ok, deve tá tudo bem, então.

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O chiclete ainda tava ali!

A partir desse momento _ e depois que me livrei de um chiclete que havia esquecido de jogar fora e que tava com medo que me matasse asfixiada_ encontrei a resposta para os meus questionamentos. Foi para ter aquela sensação única de liberdade e fuga de todos os meus problemas que resolvi me jogar a 10 mil pés de altura. Pra não ter que pensar, por 35 segundos que fosse, na roupa pra lavar, na casa pra arrumar, nas contas pra pagar. Foi pra, apesar do stress inicial, relaxar de uma forma muito plena. E já tô me preparando, com essa vida corrida que a gente leva, vou precisar de mais alguns saltos na vida.

Meninas do NPDL se desafiam numa prova de corrida noturna

10 de fevereiro de 2016 0

Não é difícil imaginar que para as blogueiras do Na Ponta da Língua, acostumadas a malhar mais a língua do que o corpo, uma prova de cinco quilômetros nas areias da praia do Santinho, norte da Ilha de SC,  é mesmo um grande desafio. E foi para superar os próprios limites, provar que são capazes e que conseguem ir além, que elas aceitaram o desafio de participar da quinta edição da Night Run Costão do Santinho, realizada no último sábado de janeiro. Mas, calma, antes de começarem a brincadeira, já rolou uma baixa. Confere!

* Por Cris Cordioli
Não há nada que eu ache mais libertador do que calçar um par de tênis destes que aparecem em lindas propagandas de revistas femininas, uma roupa leve e sair correndo, meio que sem destino, movendo todos os músculos do corpo. A cena parece básica, mas não passa de imaginação no meu mundo sedentário. Talvez um sonho, numas das deliciosas cochiladas que costumo dar sem culpa todas as tardes. O velho problema da conta que não fecha: muito peso + muita preguiça = frustração. Quando Jana me ligou com o sutil convite de uma aventura na madruga, correndo sem rumo, na escuridão do norte da Ilha, para piorar ainda mais a situação, tinha as minhas férias no meio do caminho. Correr, neste momento, parece algo ainda mais distante da minha realidade. Passo a vez, um passo de cada vez, mas já pensando em tomar um novo rumo na minha vida. É muito chato quando não somos mais donos das nossas próprias decisões. Querer fazer algo, mas precisar dedicar tempo e foco para alcançar o objetivo. Trabalhar o corpo, superar desafios e querer mudar uma situação que parece satisfatória, até virar limitadora. É, antes de encarar um convite do tipo, vou ter é que correr contra o tempo. Adoraria, Jana, mas não passaria da bandeirada inicial. Não corro nem de ladrão. Entrego tudo o que eu tenho, assino um cheque e finjo um desmaio. Fico tranquila porque sei que minha representante, a mais que querida Gabi Wolf, vai fazer bonito no meu lugar. Fez, não?

* Por Gabriela Wolf
Olha, o que a gente não faz nessa vida pelas amigas. Cris, eu juro que tentei te representar bem e tinha a intenção de me superar quando a Jana e a Celina me convidaram para ir na Night Run Costão do Santinho, mas eu vou dizer…. Conseguimos a proeza de sermos as últimas colocadas, com a incrível marca de correr cinco quilômetros em 51 minutos. Teve gente que até carona de carro pegou, né, Celina??? Mas, diante das circunstâncias, até que fomos bem. O caminho até o costão do Santinho já começou com aventura, com a tempestade que caiu uma hora antes da corrida. Raios, trovões e visão zero no trânsito. Até cinco minutos antes da prova, ainda estávamos pensando em desistir. Um misto de preguiça e medo de ser atingida pelos raios. Com um incentivo do “maridon personal”, fomos lá. Já que estávamos na chuva, bora se molhar. Correr, mesmo, a gente deve ter corrido uns dois quilômetros, mas no final o que vale é a diversão, né, meninas? Quem sabe ano que vem voltamos mais em forma…

Gabriel Vanini/Divulgação

* Por Celina Keppeler
Esta foi a terceira corrida da qual participei. Era a que me sentia fisicamente mais preparada, mas sabe quando não estamos dispostos a fazer qualquer esforço ou ter grandes emoções?  Talvez fosse esse meu problema. E também a explicação para eu não ter ganhado a lanterninha. Os primeiros dois quilômetros foram tranquilos de correr, estávamos todas juntas, mas depois de subir as dunas, confesso, queria mais brincar na chuva do que competir de  verdade. Pulamos na lama, fizemos pose para as fotos e prendi as meninas junto comigo, sim, afinal, elas não poderiam me deixar pra trás, já que eu não tinha a bendita lanterna – entregue junto ao kit de inscrição da prova. Por fim, estava cansada, com dor na perna, fiz o que achei mais prudente… Peguei uma carona amiga até a linha de chegada, afinal, não sou obrigada a NADA!

* Por Janaína Laurindo
A verdade é que quase desisti de participar, além de não estar acostumada a treinar na areia, ainda tinha o fator climático, que me deixou bastante preocupada. Porque, sim, completar cinco quilômetros nem me parece um grande desafio, mas os trovões, esses me amedrontam. Mas não foram eles que nos fizeram conseguir a proeza de sermos as últimas – será mesmo que fomos?! –, papeamos, rimos, nos divertimos… Porque, no fim, fomos lá para isso mesmo. Não somos atletas, não estávamos preparadas fisicamente, mas fomos abertas a participar, acho que isso é um bom começo. Se chegamos no final também é um bom final.

 

* Excepcionalmente esta semana publicamos o vídeo da série Se Joga no Verão na quarta-feira por conta do feriado de Carnaval, na próxima semana voltamos a publica-lo na segunda-feira.

 

Meninas do Na Ponta da Língua se transformam em Anitta por um dia no desafio do Stiletto

31 de janeiro de 2016 1

Em mais um vídeo da série Se Joga no Verão, eis que tomamos coragem para encarar uma aula de Stiletto – estilo dançado de salto alto, abusando de toda sensualidade que Deus nos deu e que fica escondida lá no fundo do poço de nossa existência. Achou bonito? Então encara um pacote de coisas sobre o assunto: o vídeo da gente pagando mico, nosso depoimento de como foi a experiência, uma sessão de terapia na entrevista com uma psicóloga entendida da coisa e detalhes da dança que fez com que Anitta subisse no nosso conceito e nos garantiu muitas risadas com Otaviano Costa e José Loreto dançando de salto alto no primeiro episódio da nova temporada de Amor e Sexo. Sim, o estilo não é para os fracos!

* Por Itana Luize Coelho, professora de Stiletto
O estilo Stiletto foi criado em Nova York, mas especificamente para os shows da Broadway. Hoje em dia é muito usado entre as Divas Pops como a cantora americana Beyoncé.As aulas trabalham muito a elegância, a classe, a postura, os movimentos de pés, mãos, ombros, quadris, tudo de uma maneira bem sutil e leve, explorando ao máximo a sensualidade sem vulgaridade. Auxilia as mulheres a treinarem o salto com a dança e o próprio corpo diante de um espelho, aliado do salto alto. Com a correria do dia a dia, muitas mulheres não têm tempo nem para se olharem. Cuidamos do mundo ao nosso redor e ao nos depararmos com nosso reflexo, vem a pergunta “e, nós, onde paramos?” Qualquer forma de arte mexe muito com o nosso interior. A dança, principalmente, trabalha muito com o interno, e não com o externo. Eu sempre digo para as alunas que antes delas dançarem pra fora, elas têm que dançar pra dentro, dançar para si mesmas.

Concorra a um mês de aulas no Salão da Dança

 

Betina Humeres

Fotos Betina Humeres


* Por Janaína Laurindo

Bom, não é de se imaginar que uma mulher de 1,75m de altura e com “os ossos largos” tenha mobilidade e leveza para dançar de salto, né? E não tem! Sei admitir minhas limitações. Sei também que isso não é desculpa, talvez a explicação que inclua a timidez seja a melhor, mas nem vou tentar explicar o mico que pagamos dançando Bang, da coleguinha Anitta. Assim, já desisti de ser normal. Mas tirando minhas limitações, adorei esta modalidade de dança que estimula a sensualidade e o empoderamento da melhor maneira possível. E a parte mais legal: você pode e deve ir produzida para praticar. Batom vermelho, cabelo solto e maquiagem. Alguém mais vai para academia assim?

 

Betina Humeres

* Por Cris Cordioli
Constrangimento, talvez essa seja a palavra que melhor descreva minha participação na nossa versão de Bang, da Anitta. Tudo muito lindo, pessoal animado, um batom boca-loca rosa-chiclete – destes que ficam várias horas lustrando nossos beiços –  emprestado pela Gabi, a prima querida que me deu a brilhante ideia de fazer uma aula de Stiletto. Nossa, abafei… Quer dizer, me abafei. Não me senti confortável no salto, fiquei com vergonha em vários e variados momentos e sai convencida de que poderia usar melhor as horas da minha vida me entregando a desafios do tipo com mais frequência. Minha autoestima ficou em casa e me senti uma minhoca bem alimentada no cio, me contorcendo em frente ao espelho. Sério, essa nossa brincadeira está saindo bem caro para o meu eu interior. Estou repensado cada coisa…

Saiba como anda sua autoestima na entrevista com a psicóloga Cristianne Sá Bez

 

Betina Humeres

* Por Celina Keppeler
Se equilibrar no salto não é o problema, o desafio é fazer caras e bocas, se sentir a própria Diva Bey, quebrar o quadril, mexer os braços e ainda achar tudo muito natural pra convencer. A questão do salto alto dificulta e ajuda ao mesmo tempo. O salto deixa a gente a cara do poder, porém é um elemento a mais pra administrar na hora da dança. Diante de tanta coisa a ser feita ao mesmo tempo, ficar de pé no salto é fichinha, afinal, é a única coisa que se faz naturalmente. Claro que depois de umas três aulas, a gente ia conseguir fazer a sexy que nem a professora… Todo mundo sabe que não sou uma pessoa inibida, mas desta vez não teve jeito. Não consegui ficar me exibindo na frente do espelho como se isso fosse habitual. Mas pra quem consegue, geeeeente, é muito legal/sexy/divertido/poderoso!

Agradecimento: Salão da Dança:Avenida Santa Catarina, 1589 – Balneário do Estreito, Florianópolis – SC, 88075-500. Telefone: (48) 3207-4675. Site: www.salaodedanca.com.br/

Quer conferir a apresentação de Stiletto de Otaviano Costa e José Loreto na estreia do ‘Amor & Sexo’? Clique aqui

Meninas do Na Ponta da Língua se divertem em aula de surfe

24 de janeiro de 2016 1

No terceiro vídeo da série animadinha de verão, subimos no pranchão, encaramos o mar “alto” dos Ingleses e com certeza nos divertimos muito. Adriano Barriga, professor de surfe há mais de 18 anos e 25 anos de experiência como atleta, foi parceiro e nos animou já de cara, mandando recados pra cima no WhatsApp e nos encorajando a entrar na água, animado e alto-astral. Quem também nos deu uma força, foi ninguém mais, ninguém menos que o Campeão Mundial de surfe de 2015 Adriano de Souza, o Mineiro – confira AQUI a entrevista com o atleta.

>> Como concorrer a duas aulas de surfe


* Por Janaína Laurindo

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Na areia a empolgação era grande, quer dizer, nem tanto, quando o Barriga me falou que surfar era como andar de bicicleta, senti que a coisa poderia desandar pra mim _ sim, eu não sei andar de bike _, mas na água sempre fui um peixinho, impossível não seria. Já tinha treinado algumas vezes stand up paddle, não iria ser muito diferente, mas foi. Muita coisa para se concentrar e tudo ao mesmo tempo. A onda não espera, e você tem que acompanhar no tempo dela. Depois de ficar de pé, só precisava olhar para frente, e quem disse que eu conseguia… Queria era olhar onde eu iria cair. No fim deu tudo certo, fiquei de pé algumas vezes no pranchão e ficaria ali mais algumas horas treinando, mas ficou pra próxima. Sim, eu vou voltar a surfar! Curti a vibe praia, ondas, surfistas, Rodrigo Santoro, Marlon Teixeira… Aff, deixa eu sonhar, podia estar querendo ser a Maya Gabeira, mas não, quero só poder dividir uma onda com meus musos. Bom, nem faço questão de dividir a onda com eles, mas pode valer para um primeiro contato, né?

* Por Cris Cordioli

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Analisando minha trajetória cheguei fácil à conclusão de que eu dava pra surfista _ literalmente _, mas como falar da vida da gente não tem graça nenhuma, vou focar na experiência de ter encarado uma aulinha de surfe. Quem descobriu a pérola dos mares, o querido professor Barriga, fui eu. E já no contato pelo WhatApp senti firmeza. Quando eu disse que era tamanho GG ele foi logo me falando pra desligar disso, que o mais importante é querer, e como eu queria muito… Mas não consegui ir muito longe. Nem na areia fiquei em pé na prancha, pensa no mar. Mas entrei mesmo assim. Pranchão, com dois auxiliares, lá fui eu… Um segurou a prancha, o outro me deu apoio, o mar bem calmo e, bom, não posso dizer que não tive a experiência e que foi muito legal, mas vou ter que comer muito pirão com feijão para conseguir, um dia, contar pra alguém que pego onda _ ou apostar em saladinhas pra ficar mais leve. Na real, acho que só nascendo de novo e como peixe.

* Por Celina Keppeler

 

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Já tinha uma certa familiaridade com esportes aquáticos. Mas era algo do tipo primo, do tio, do avô. Na verdade, na minha juventude praticava esqui aquático, mas nem lembrava mais como era colocar um esqui. E continuo, porque uma prancha de surf é completamente diferente do que eu lembrava. Arrisco dizer que não é difícil, mas é cansativo e exige muito equilíbrio e preparo físico. Ainda consegui ficar de pé na prancha, consegui controlar e fazê-la ir na direção que eu queria _ tinha uma menininha tomando banho perto e desviei dela algumas vezes _ nas duas que usei, uma de surfe e outra mais leve, que parecia isopor. Confesso que saí de lá me sentindo uma mistura de Medina com Mineirinho e muita vontade de voltar e repetir a dose. Tenho certeza que não vou demorar a entrar no mar novamente com uma prancha embaixo do braço…. Resta saber se conseguirei ficar em pé de novo.

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Agradecimento: Escola de Surf Ingleses
Fone: (48) 8803-2054
Site: www.surfingleses.net/


Meninas do Na Ponta da Língua registram na pele o amor pelo blog com uma tatuagem

17 de janeiro de 2016 3



* Por Janaína Laurindo
Depois de cinco anos de blog nada mais justo do que marcar o momento com ações especiais. Trocamos a cara do blog, lançamos uma série de vídeos de aventura no verão, e o que mais faltava? Faltava deixar um registro eterno. Ok, sabemos que o senhor Google nunca mais na vida irá nos livrar da relação do nosso nome com as fofocas mais quentes das celebridades nacionais e internacionais, mas ainda faltava algo… Uma prova de amizade, talvez?! É, acho que podemos considerar o registro de uma pimenta no corpo uma forma de homenagear o blog e também a nossa união e dedicação em mantê-lo, mesmo que muitas vezes tenhamos nos estressado bastante umas com as outras, ou até mesmo com os outros que se sentiram ofendidos com algum comentário nosso. De fato, temos um objetivo em comum, levar entretenimento, diversão e um pouco de leveza em meio a tantas notícias tristes que nos deparamos diariamente. A mesma leveza não encontramos ao escolher fazer uma tatuagem, e logo onde? No pé, onde dizem ser um dos locais mais doloridos. A escolha do desenho até que foi fácil, a pimenta já estava no nosso caminho desde o primeiro momento, bastou passar alguns detalhes para o tatuador Marcelo Moretto, do estúdio La Puta Calle Tattoo e Arte, que topou entrar nessa com a gente, e logo já tínhamos a imagem desenhada no estênsil, pronta para ser o esboço em nossa pele. Depois disso, só mesmo assistindo ao vídeo para ver a nossa reação.

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* Por Celina Keppeler
Doeu e ardeu mais do que eu imaginava. A primeira tatuagem que fiz foi mais tranquila e a dor lembrava aqueles choques levinhos que a gente toma na porta da geladeira velha. Mas no pé a coisa muda de figura, só me dei conta disso depois da primeira agulhada.
Ri da Cris, mas me contorci igual a cada gota de tinta que o tatuador despejava na minha pele. Pedi arrego algumas vezes, só pra me recuperar e logo depois a sessão tortura iniciava novamente. Foram uns 10 minutos assim (sinceramente perdi a noção do tempo durante aqueles momentos), depois foi pior. A tatuagem passou o dia inteiro ardendo, coçando enrolada em um plástico. Me privei de banhos de mar e piscina por alguns dias e me submeti a usar quilos de pomada com medo que o negócio inflamasse.
Se me arrependi? Não! Acredito que toda experiência é válida e esta é mais uma boa lembrança pra guardar dos momentos divertidos do blog. E mesmo que o trabalho e a diversão acabem, a pimentinha vai sempre lembrar que foi bom. Agora, se a amizade acabar, já falei pras meninas que enfrento tudo de novo e em cima da pimenta faço duas vacas, porque, de uma forma ou de outra, vou sempre ter que lembrar delas mesmo!

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* Por Cris Cordioli
Sempre quando me perguntam o porquê de ter topado algo tão tosco como ter a mesma figura tatuada junto com outras duas amigas, brinco que uma tatuagem deve ajudar muito na hora de identificar um corpo. Pois bem, bastaram alguns minutos para minha tese fazer todo o sentido, mas com um buraco bem mais embaixo. Não vou ser mais enterrada como indigente, mas corro o sério risco de ter na minha sepultura uma plaquinha “aqui jaz Celina Keppeler”. Ahhh, não! Pensa no drama. Se penso em tirar? O estrago já tá feito, nossa amizade _ com muito altos e baixos _ fazendo parte da minha história, fazer o quê? E se fosse como Jana Laurindo? Bom, prefiro pensar que isso tudo é uma grande besteira, que vamos, as três, morrer bem velhinhas e que a tatuagem, no fim de nossas vidas, só vai nos trazer boas recordações.

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Blog Na Ponta da Língua lança série de verão com promoção que dá direito a dois ingressos para o Beto Carrero World

11 de janeiro de 2016 3

* Por Cris Cordioli
Pra que ficar no ar condicionado, tranquilas, falando da vida dos outros, se podemos sair por aí encarando situações fora do nosso cotidiano. Como? Pra ganhar a atenção do Cauã Reymond? E assim fui convencida a entrar nesta emboscada chamada por nós de “Se jogo no verão”. Beto Carrero, surf, tatuagem… Não vou listar pra não tirar a surpresa que vai rolar toda semana, mas posso adiantar que micos rolaram aos montes. A primeira das aventuras, que apresento agora, foi feito com mmmuuiiitto amor e carinho para a Celina que, no caso, foi quem teve a brilhante ideia de ir para o Beto Carrero Word, para ver de perto como iríamos encarar os brinquedos radicais. Se deu mal, chorou, quase morreu na FireWhip, a montanha russa invertida… Jana, a mais corajosa de todas, foi logo avisando que encarava qualquer situação. Sim, encarava, acho que não encara mais, já que jurou que pela última vez na vida teria avistado a cidade de Penha lá do alto da BigTower. Jura, inclusive, que desmaiou. Bom, e eu, como quem não quer nada, e sabe-se lá por quê, entrei em um dos carros do espetáculo Velozes e Furiosos e fui dar uma voltinha a 200 km/h. Pensa no medo! Mas valeu! Se Cauã assiste, certo que vai ficar orgulhoso de mim. O quê? Ficou com vontade? Então assiste ao vídeo e descobre, na finaleira, como ganhar dois passaportes para o parque! Divirta-se (as nossas custas, diga-se de passagem).

Quer concorrer a dois ingressos para o parque Beto Carrero, clique aqui

 

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O mundo de cabeça para baixo

* Por Celina Keppeler
Sabe aquela sensação de que você vai morrer e virar manchete de jornal? Pois bem, era isso que eu imaginava durante todo o tempo em que fiquei presa naquela cadeira que, apesar se comprovadamente segura, não me inspirou confiança na montanha-russa Fire Wipe, do Beto Carrero – afinal, são 700 metros que parecem não ter fim, a uma velocidade que chega a 100 km/h e 4,5 vezes a força da gravidade. No fundo, no fundo, tinha certeza que tudo ia acabar bem, que ia descer do brinquedo e rir daquele desespero. Em partes, foi o que aconteceu. Pernas, braços e cérebro tensionados. A cada curva, sacudida, viagem do estômago direto para garganta, era uma adrenalina tão grande que não dava para saber se a viagem estava no começo, meio ou fim. Só descobri, depois de um pequeno baque nas cadeiras, que a sessão tortura estava terminando quando as pessoas atrás de mim começaram a reclamar. Foi esse o único momento que consegui relaxar. Relaxei tanto que as lágrimas não se fizeram de rogadas e escorriam pelo meu rosto sem que eu pudesse contê-las. Sim, chorei e tremi depois de descer da tal Fire Wipe e, confesso, não pretendo repetir a experiência. Mas para quem não conhece o brinquedo, fica o desafio, porque aquilo lá não é pra qualquer um, não!

 

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Coração na boca

* Por Janaína Laurindo
Eu não sou competitiva, mas se tem uma coisa que gosto nessa vida é um desafio. Coisa pessoal sabe. Pois bem, Celina deu a ideia, e nós entramos na dela nessa tarefa difícil de encarar nossos medos de frente e já comecei peitando. Fire Wipe?! Ah, essa foi fichinha. Tá, nem tanto, quase morri de gritar, iria umas 10 vezes em loop, sabe? Agora a Big Tower, essa foi meu grande desafio do  dia. Sim, eu não tenho medo de altura, mas é que não gosto de perder os sentidos e o brinquedo me dá essa sensação. É como se o coração literalmente fosse na boca e voltasse, em 3 segundos, que é o tempo que o pessoal do parque informa que demora a queda livre. Confesso, saí mal e com as pernas bambas, e demorei a voltar. Acho que não volto mais lá, bem, eu já tinha dito isso da primeira vez que fui.Se vocês estão dispostos a subir 100 metros de altura, o equivalente a um prédio de 30 andares, e descer numa queda livre que pode atingir a velocidade de 120km/h, essa é a opção.

 

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O que eu tô fazendo aqui?

* Por Cris Cordioli
Se minhas colegas estão fazendo juras de que não topariam a brincadeira novamente, eu vou pelo caminho contrário, acelerando em alta velocidade, sem olhar pra trás. Ficou pra mim a função de dar uma volta, a 200 km/h, em dos carros turbinados do espetáculo Velozes e Furiosos, que acontece todos os dias no parque Beto Carrero. Achei que ia tirar de letra. Não foi bem assim. Sabe quando passa na rua uma moto com a descarga aberta, roncando alto? Pensa no som embalando minha experiência nada normal. E roncava, e andava mmuuiitto rápido, e girava, e girava mais ainda, daí freava igual meu marido faz quando não vê as lombadas, só que muito mais forte. E eu berrava, agarrada numas barras de ferro do carro adaptado para a apresentação. Patético. A parte que mais curti, talvez por ter sido a menos veloz, foi quando ficamos em duas rodas. Acho que as manobras assustam tanto por ser algo que significa um acidente de grandes proporções aqui no mundo real. Alta velocidade, muita imprudência (no sentido literal, mas com toda a proteção e o preparo que nitidamente os pilotos que se apresentam no Beto Carrero têm). Os caras são muito bons, profissionais e machos. E isso era só o que eu conseguia falar para o “querido” que deu a “passeada” comigo. Fiz bonito, segundo a Ana, a motora do jornal que levou a gente até Penha. Pena que Paul Walker já morreu. Garanto que eu iria impressionar o lindão.

Em tempo: para quem ficou com vontade, o parque oferece duas alternativas: ser escolhido, durante o espetáculo (uma pessoa do público é chamada, todos os dias, para participar da apresentação) ou encarar um dos simuladores de corrida Motion Sphere. Atração do parque desde dezembro, o instrumento transforma os visitantes em pilotos em um ambiente virtual interativo. Sem sair do lugar, mas com muita adrenalina, a sensação de velocidade pode chegar a 200 km/h em um carro de Fórmula-1, uma Super Moto GP ou um veículo esportivo. O preço para experimentar a novidade dentro do parque é de R$ 40 por pessoa, e os simuladores estão disponíveis no complexo Velozes e Furiosos, durante o horário de funcionamento, das 9h às 18h.

Serviço do parque Beto Carrero:
Infantil (4 a 9 anos – 1 dia): R$ 120
Adulto (10 a 59 anos – 1 dia): R$ 130
Sênior (a partir de 60 anos – 1 dia): R$ 70
O parque Beto Carrero oferece opções de pacotes, ingressos promocionais e a condição de pagamento em até 5x. Os preços acima são válidos até 29/2/2016.

Mais informações em: www.betocarrero.com.br

 

Como concorrer a dois ingressos para o Beto Carrero World

05 de janeiro de 2016 47


* Por Cris Cordioli

Assistiu ao vídeo e ficou com vontade de passar pelas mesmas experiências? Simples! Temos dois passaportes para o parque Beto Carrero World, que serão de um sortudo que deverá utilizá-los até 31/3/2016. Para ganhar é fácil. Basta comentar este post com uma frase de até 200 caracteres usando, na composição, as seguintes palavras: Na Ponta da Língua, Beto Carrero, lindonas. Bom, a parte do “lindonas” é pra trabalhar a nossa autoestima. E como seremos nós as juradas do concurso cultural, vale se esforçar bastante! Leia o regulamento com atenção e boa sorte!

REGULAMENTO DO CONCURSO CULTURAL “Se joga no verão – Beto Carrero”
1. Objeto e Prazo
1.1. O Concurso Cultural “Se joga no verão – Beto Carrero” será promovido pelo blog na Ponta da Língua, do jornal Hora de Santa Catarina, inscrito no CNPJ sob o n.º 92821701000371       (Realizadora).
1.2. O Concurso será realizado na cidade de Florianópolis, SC, no período compreendido das 7 horas do dia 11 de janeiro de 2016 às 23 horas do dia 17 de janeiro de 2016, e consistirá na premiação de dois passaportes para o Parque Beto Carrero ao participante comentar no post com o título “Como concorrer a dois ingressos para o Beto Carrero World”, no blog Na Ponta da Língua (wp.clicrbs.com.br/napontadalingua/), a frase mais criativa usando as seguintes palavras na composição “Na Ponta da Língua, lindonas, Beto Carrero”.2. Das Condições de Participação
2.1. Para participar, todas as pessoas interessadas no período compreendido entre às  7     horas do dia  11     de janeiro  de 2016, às 23 horas do dia 17 de janeiro de 2016, deverão comentar no post com o título “Como concorrer a dois ingressos para o Beto Carrero World”, no blog Na Ponta da Língua (wp.clicrbs.com.br/napontadalingua/), a sua frase de acordo com o tema do item 1.2., sob pena de desclassificação, sendo indispensável o preenchimento correto do e-mail de contato.
2.2. As frases deverão ter no máximo (200) caracteres.
2.3. Os participantes poderão se inscrever quantas vezes desejarem no post
2.4. Não terão validade as frases que não preencham as condições do Concurso estabelecidas neste Regulamento, ou que não estejam adequadas ao tema proposto.
2.5. Os participantes serão automaticamente desclassificados do Concurso em caso de fraude comprovada ou de envio de frase que não seja de sua autoria, podendo ainda responder por crime de falsidade ideológica ou documental.
2.6. Os participantes serão excluídos automaticamente do Concurso, ainda, em caso de envio de frases com teor grosseiro, ofensivo, discriminatório ou que violem qualquer lei municipal, estadual ou federal, ou, ainda, com teor comercial (propaganda de produtos e serviços que não sejam relacionados à Realizadora.
2.7. Em momento algum poderá a Realizadora ser responsabilizada por inscrições perdidas, atrasadas, enviadas erroneamente, incompletas, incorretas, inválidas ou imprecisas. A Realizadora não será responsável por problemas, falhas ou funcionamento técnico, de qualquer tipo, em redes de computadores, servidores ou provedores, equipamentos de computadores, hardware ou software, ou erro, interrupção, defeito, atraso ou falha em operações ou transmissões para o correto processamento de inscrições, incluindo, mas não se limitando, a transmissão imprecisa de inscrições ou falha da Realizadora em recebê-las, em razão de problemas técnicos, congestionamento na internet ou no site ligado ao Concurso, vírus, falha de programação (bugs) ou violação por terceiros (hackers).
2.8. As frases inscritas que não apresentarem nenhuma das características que os impeçam de serem aceitas neste Concurso poderão ser exibidas em internet, mídia eletrônica e mídia impressa.3. Do Julgamento Pela Comissão Julgadora 3.1. O julgamento da frase mais criativa será feito entre às 16 horas do dia 19 de janeiro de 2016, às 17 horas do dia 19 de janeiro de 2016, na sede da Realizadora na SC 401, n.º 4190, Torre A, Florianópolis, SC. CEP 88032005.
3.2. A Comissão será composta por Celina Keppeler, Cristiane Cordioli, Janaína Laurindo, membros da Realizadora.
3.3. Os parâmetros que serão utilizados pela Comissão Julgadora da frase mais criativa são: criatividade, originalidade e adequação ao tema proposto.
3.4. O vencedor será comunicado por meio de e-mail, conforme informado no formulário de inscrição.
3.5. A frase escolhida será veiculada no blog Na Ponta da Língua, a partir das 20 horas do dia 19 de janeiro de 2016.4. Do Prêmio
4.1. O autor da melhor frase do Concurso receberá como prêmio, dois passaportes para o Parque Beto Carrero, que deverão ser utilizados até o dia 31 de março de 2016.     .
4.2. O prêmio é pessoal e intransferível e não poderá ser convertido em dinheiro, nem trocado por outro item.

5. Da Entrega Do Prêmio
5.1. O passaporte será liberado no próprio parque com a apresentação do RG, que deverá ser informado após o contado via e-mail com a Realizadora, junto com a data da ida ao Parque Beto Carrero. A Realizadora não se responsabiliza pelo translado até Penha, SC, endereço do Parque Beto Carrero.
5.2. A Realizadora não se responsabilizará pela autenticidade dos dados fornecidos pelo participante no ato da inscrição, ou pelo fornecimento de informações incorretas, imprecisas ou incompletas, que impossibilitem a entrega do prêmio.
5.3. O vencedor deverá atender a todas as condições e termos expressos neste Regulamento, para o recebimento do prêmio.
5.4. Na hipótese de não ser possível a entrega do prêmio ao vencedor do Concurso, por motivo de desclassificação do mesmo , nos termos deste Regulamento, ou por qualquer outro motivo devidamente justificado, o prêmio será entregue ao autor da frase mais criativa a seguir classificada nos termos dos itens 3.1. a 3.3. – e assim sucessivamente.
5.5. Na hipótese de o vencedor não desfrutar do prêmio, após esse ter sido disponibilizado, não acarretará o direito a uma nova seleção.
5.6. O prêmio será entregue livre e desembaraçado de qualquer ônus para o contemplado.
5.7. O prêmio será entregue ao vencedor, sem qualquer sorteio ou operação assemelhada, nem vinculação de seus participantes à aquisição de qualquer bem e/ou utilização de qualquer serviço ou mediante pagamento.

6. Das Considerações Gerais
6.1. Este Concurso tem cunho exclusivamente cultural, em conformidade com a legislação em vigor, e a participação nele não está subordinada a qualquer modalidade de álea ou pagamento pelos concorrentes, nem vinculada à aquisição ou uso de qualquer bem, direito ou serviço, de acordo com o disposto no art. 3º, II, da Lei nº 5.768/71 e art. 30, do Decreto nº 70.951/72.
6.2. Ao inscrever-se para participar do Concurso, nos termos deste Regulamento, o participante estará automaticamente autorizando a Realizadora a utilizar, de modo gratuito, definitivo e irrevogável, de seu nome, imagem e som de voz em qualquer veículo de imprensa, mídia ou Internet, para divulgação do Concurso, cedendo e transferindo, também, à Realizadora todos os direitos autorais por tempo indeterminando relativos à frase criada, que passará a ser de propriedade da Realizadora.
6.2.1. As autorizações descritas acima não implicam em qualquer obrigação de divulgação ou de pagamento de qualquer quantia por parte da Realizadora.
6.3. Pelo simples ato de inscrição neste Concurso, o participante ainda autoriza, reconhece e aceita que os dados pessoais e demais informações, inclusive os submetidos por meio do formulário de participação, passam a ser de propriedade da Realizadora, que poderá utilizá-los para os fins necessários à adequada realização deste Concurso, sem que qualquer valor seja devido ao participante.
6.4. O participante, neste ato, assume plena e exclusiva responsabilidade pela frase que produzir, por sua titularidade, originalidade, incluindo, sem limitação, responsabilidade por eventuais violações à intimidade, privacidade, honra e imagem de qualquer pessoa, a deveres de segredo, à propriedade industrial, direito autoral e/ou a quaisquer outros bens juridicamente protegidos, eximindo a Realizadora de qualquer responsabilidade relativamente a tais fatos, aspectos, direitos e/ou situações.
6.5. O participante reconhece e aceita expressamente que a Realizadora não poderá ser responsabilizada por qualquer dano ou prejuízo oriundo da participação neste Concurso ou da eventual aceitação do prêmio.
6.6. O presente Regulamento poderá ser alterado e/ou o Concurso suspenso ou cancelado, sem aviso prévio, por motivo de força maior ou por qualquer outro ou motivo que esteja fora do controle da Realizadora e que comprometa a realização do Concurso de forma a impedir ou modificar substancialmente a sua condução como originalmente planejado.
6.7. Para esclarecer eventuais dúvidas sobre o presente Concurso, os participantes poderão entrar em contato pelo e-mail/telefone cristiane.cordioli@diariocatarinense.com.br, (48) 3216 3577, das 16h à 0h.     .
6.8. Quaisquer dúvidas, divergências ou situações não previstas neste Regulamento serão julgadas e decididas de forma soberana e irrecorrível pela Comissão Julgadora mencionada no item 3 acima.
6.9. Estão impedidos de participar do Concurso os empregados da Realizadora, seus cônjuges, seus parentes até terceiro grau ou pessoas que de alguma forma participem, direta ou indiretamente, da produção do concurso, bem como parentes até terceiro grau destas pessoas.
6.10. A participação neste Concurso implica a aceitação total e irrestrita de todos os itens deste Regulamento.
6.11. Cópia deste Regulamento poderá ser obtida no site      .

Florianópolis, 11 de janeiro de 2016
Comissão Organizadora.