Segue fotinhos de um Secret Point no norte de Santa Catarina durante uma sessão de free surf com Alan Fendrich, André Moi e Thiago Bruno. A qualidade não é 100% devido ao equipamento usado no dia, mas tá valendo.
A Associação de Surf do Campeche - ASC realizou no
último dia 27 de fevereiro a 1ª. Etapa do Circuito da ASC 2011.
Com mais de 60 participantes e total apoio de comerciantes locais a ASC deu importante passo para a consolidação do esporte na comunidade do Campeche. As ondas não estavam clássicas, mas os atletas estiveram motivados com o bom astral da praia. Estava bem estilo familiar e divertido na saida do Riozinho, onde os pequenos atletas se divertiram o dia inteiro. O único ponto negativo foi a invasão de area de competição por parte dos windsurfers e kitesurfer, demonstrando total desrespeito a uma competição da ASC e Fecasurf. Mas depois de um pequeno atrito, os invasores entenderam a necessidade do respeito para o conviveo pacifico em nossas praias.
No decorrer do ano, a ASC ainda estará realizando mais duas etapas do Circuito Local, uma na Igrejinha, antigo bar do Seu Chico e a última no Pico do Palanque. Além do Circuito Local, a ASC ainda estará realizando uma etapa do Circuito Florianopolitano e a etapa Pro Junior da Associação Brasileira de Surf Profissional – ABRASP. Na semana que vem, no Sábado de Carnaval, a ASC em parceria com o Campeche Surf Club, realiza o 22º. Surfoco’s, tradicional evento de surf na Igrejinha.
O Riozinho Surf Open teve patrocínio da Ótica Campeche, Blocos Rhyno Foam, Local SurfShop, Re-Planet, Santa Redonda Pizzaria e Da China Delivery. Apoio da Super Marmitex, Zeca Bar e Restaurante, Premiere Locadora, Recanto das Festas, Ilha Surf Shop, Paz na Terra, Fluel WetSuits, Lugar de Criança Moda Infantil e Escola de Surf Campeche. A realização foi da Fecasurf e ASC.
A brincadeira é inevitável. Aos 20 anos, rosto de princesa e surfista profissional, Bruna Schmitz já ouviu muita gente lembrar de sua quase homônima, Bruna Surfistinha. “As pessoas zoavam, mas foi passageiro”, diz. Bruna, de 1,65 metro de altura, chamou a atenção do mundo ao posar para aedição do biquíni da revista americana Sports Ilustrated, uma das mais importantes do gênero esportivo.
O cantor surfista Jack Johnson fará shows em Porto Alegre no dia 3 de junho e em Florianópolis no dia 4. As apresentações serão produzidas pelo Grupo RBS e pela H4. Conforme a coluna RS Vip do jornal Zero Hora, o show na capital gaúcha deverá ser realizado no Gigantinho.
Jack, havaiano que já foi surfista profissional, lançou seu primeiro disco, Brushfire Fairytales, em 2001. O sucesso internacional veio em 2003, com o disco On and On, e confirmado em 2005 com In Between Dreams. Em 2008 saiuSleep Through the Static e dois anos depois, To the Sea.
Lucia de Paulo Kaiser mulher de Ernesto Kaiser veio pegar a sua linda camiseta da Oceano. Lucia tava com muita pressa pois ia ganhar sua filha ainda hoje. Ernesto deve ta todo amaradão. Camiseta nova e filho chegando. Parabéns para a familia.
O catarinense Alejo Muniz fez uma belíssima exibição na Expression Session, disputada na manhã deste domingo, em Snapper Rocks, Austrália. Em ondas muito ruins de meio metro e formação prejudicada pelo vento, Alejo levantou a plateia com seus aéreos girando toda a rabeta no ar.
Repescagens adiadas no domingo de poucas ondas
As repescagens do Quiksilver Pro e do Roxy Pro na Gold Coast foram adiadas no domingo de ondas fracas de 1-2 pés em Snapper Rocks e em toda região de Queensland. Este é apenas o segundo dia do prazo que vai até 09 de março na Austrália, mas as previsões não são muito animadoras para os próximos dias.
"Não há muito o que esperar, a não ser oficializar o day-off”, disse o Head Judge da ASP, Rich Porta. "Tivemos a sorte de conseguir um dia inteiro de competição ontem. A previsão de ondas não é boa, mas estaremos de volta amanhã (segunda-feira) de manhã para avaliar as condições do mar".
A organização do evento se reúne as 6:30 horas na segunda-feira para analisar as ondas para um possível recomeço as 7:30 horas em Snapper Rocks ou em outra praia da Gold Coast que apresentar alguma condição de surf, já que os dois eventos são móveis.
Quando voltar, se for pelo masculino a primeira bateria a entrar no mar será entre os australianos Bede Durbidge, 28 anos, e o convidado Matt Banting, 16. Se começar pela repescagem feminina, o primeiro duelo será o da australiana Rebecca Woods, 26, com a norte-americana Courtney Conlogue, 18.
REPESCAGEM DO QUIKSILVER PRO GOLD COAST:
1.a: Bede Durbidge (AUS) x Matt Banting (AUS)
2.a: Adrian Buchan (AUS) x Mitch Crews (AUS)
3.a: Adriano de Souza (BRA) x Marc Lacomare (FRA)
4.a: Michel Bourez (TAH) x Raoni Monteiro (BRA) 5.a: Chris Davidson (AUS) x Cory Lopez (EUA)
6.a: Jadson André (BRA) x Gabe Kling (EUA)
7.a: Damien Hobgood (EUA) x Dusty Payne (HAW)
8.a: Kieren Perrow (AUS) x Alejo Muniz (BRA)
9.a: C. J. Hobgood (EUA) x Kai Otton (AUS)
10: Brett Simpson (EUA) x Patrick Gudauskas (EUA)
11: Taylor Knox (EUA) x Fredrick Patacchia (HAW)
12: Heitor Alves (BRA) x Bobby Martinez (EUA)
REPESCAGEM DO ROXY PRO GOLD COAST:
1.a: Rebecca Woods (AUS) x Courtney Conlogue (EUA)
2.a: Paige Hareb (NZL) x Pauline Ado (FRA)
3.a: Stephanie Gilmore (AUS) x Sarah Mason (NZL)
4.a: Sofia Mulanovich (PER) x Claire Bevilacqua (AUS)
5.a: Chelsea Hedges (AUS) x Alana Blanchard (HAW)
6.a: Jessi Miley-Dyer (AUS) x Laura Enever (AUS)
Depois dos cinco brasileiros irem para a repescagem do Quiksilver Pro, Jacqueline Silva e Silvana Lima salvaram a pátria na abertura do ASP Dream Tour 2011 na Austrália. Elas venceram as primeiras baterias do Roxy Pro na Gold Coast, mas a peruana Sofia Mulanovich vai ter uma rodada extra também porque ficou em último na primeira vitória verde-amarela do sábado na Austrália.
“Estava nervosa e ansiosa para a bateria, com a volta a elite depois de 1 ano fora”, confessou Jacqueline Silva. “Mas, achei boas ondas para soltar o meu surfe, minha última foi muito boa e estou feliz por começar vencendo”, disse a catarinense, que usou bem a técnica base-lip, variando rasgadas com batidas para ganhar nota 7,60 na sua melhor onda contra Sofia Mulanovich e Paige Hareb, da Nova Zelândia.
Na disputa seguinte, Silvana Lima surfou limpo, conectando manobras com velocidade, cutbacks, batidas, sem perdoar as junções nas finalizações. Foi assim logo no início da bateria, quando só parou nas pedras de Snapper Rocks, com prancha e tudo, mas sem prejuízos. Já começou com nota 7,93 e somou um 6,17 para vencer. A francesa Pauline Ado chegou perto com notas 7,00 e 6,83 e a australiana Rebecca Woods ficou em último na bateria.
Todos esperavam encontrar as ótimas condições da sexta-feira em Snapper Rocks, mas o vento Nordeste entrou forte no sábado, achatou o mar, influiu na formação das ondas e a previsão é de irem baixando nos próximos dias. Então, era preciso aproveitar o finzinho do swell. O Quiksilver Pro começou as 7:30 horas na maré seca, com o point break de direitas amanhecendo com séries irregulares de 2 pés no sábado em Snapper Rocks.
O brasileiro Heitor Alves chegou 5 minutos atrasado para a primeira bateria do dia, contra dois australianos. Sem a concentração ideal, não se achou no mar e Julian Wilson ganhou a primeira vaga direta para a terceira fase na Gold Coast. O estreante na elite do ASP Tour também bateu Adrian Buchan e outro cabeça-de-chave caiu para a repescagem no segundo confronto do dia, Bede Durbidge. Depois, veio uma série de favoritismos confirmados.
MELHORES DO DIA - O bicampeão mundial Mick Fanning achou um tubão numa das maiores ondas do sábado e ganhou nota 9,33 dos juízes, que acabou sendo a maior do primeiro dia. Na bateria seguinte, Taj Burrow já começou com um 9,27 em outra onda que rodou um belo tubo e não deu qualquer chance para Raoni Monteiro, totalizando 16,67 pontos. Esta marca só foi batida por Tyler Wright no feminino, que chegou a 17,96 com as notas 8.93 e 9.03 que tirou para derrotar a tetracampeã mundial Stephanie Gilmore.
Kelly Slater só precisou de 13,93 pontos para estrear com vitória. Depois só deu Austrália, com Owen Wright, Josh Kerr e Joel Parkinson, que liquidou os brasileiros Adriano de Souza e Alejo Muniz com notas 8 e 7 nas primeiras ondas que surfou.
Local do pico, pegou as melhores da bateria para mostrar a beleza dos seus cutbacks e das batidas abrindo leques de água, conectando as manobras com harmonia até o inside.
Mineirinho até abriu bem a bateria numa boa direita, começando com uma batida forte de frontside, na segunda mostrou as quilhas jogando a rabeta, finalizando com um aéreo rodando.
A onda valeu nota 6,67. Adriano atingiu o limite de 15 ondas para buscar os 8,83 que precisava pra vencer, sem sucesso. Já Alejo Muniz pareceu nervoso e demorou para se posicionar no mar, ainda mais com Parko dominando o pico depois da vantagem inicial.
Jadson André era a última esperança de vitória e o potiguar até mostrou um bom ataque de backside nas direitas de Snapper. Fez o maior placar entre os brasileiros, 12,70 pontos, mas o português Tiago Pires conseguiu uma sintonia impressionante com as séries, achou as que abriam mais e com notas 8,33 e 7,50 conquistou a última vaga direta para a terceira fase. Com isso, os cinco brasileiros vão encarar a repescagem na Gold Coast.
REPESCAGEM DO QUIKSILVER PRO GOLD COAST:
1.a: Bede Durbidge (AUS) x Matt Banting (AUS)
2.a: Adrian Buchan (AUS) x Mitch Crews (AUS)
3.a: Adriano de Souza (BRA) x Marc Lacomare (FRA)
4.a: Michel Bourez (TAH) x Raoni Monteiro (BRA)
5.a: Chris Davidson (AUS) x Cory Lopez (EUA)
6.a: Jadson André (BRA) x Gabe Kling (EUA)
7.a: Damien Hobgood (EUA) x Dusty Payne (HAW)
8.a: Kieren Perrow (AUS) x Alejo Muniz (BRA)
9.a: C. J. Hobgood (EUA) x Kai Otton (AUS)
10: Brett Simpson (EUA) x Patrick Gudauskas (EUA)
11: Taylor Knox (EUA) x Fredrick Patacchia (HAW)
12: Heitor Alves (BRA) x Bobby Martinez (EUA)
RESULTADOS DA PRIMEIRA FASE CLASSIFICATÓRIA:
1.a: 14.26=Julian Wilson (AUS), 12.44=Adrian Buchan (AUS), 6.57=Heitor Alves (BRA)
Surfista pernambucano faturou R$ 25 mil por ter surfado a maior onda registrada no Brasil no ano passado. Ricardo Wendhausen e Bruno Santos ganharam nas categorias Melhor Aéreo e Melhor Tubo
Luel Felipe é o grande vencedor do Prêmio Greenish Brasil 2010, que teve a festa de premiação realizada na noite desta quinta-feira, em Florianópolis. De prêmio por ter ganhado a principal categoria em disputa - Maior Onda -, o pernambucano ganhou R$ 25 mil. Max Bruno, que registrou o feito alcançado na praia da Cacimba do Padre, no arquipélago de Fernando de Noronha, em fevereiro do ano passado, faturou R$ 5 mil, mesma quantia que embolsou Márcio Zouvi, shaper da prancha usada na onda premiada.
Na disputa das categorias Melhor Aéreo e Melhor Tubo, o catarinense Ricardo Wendhausen e o carioca Bruno Santos foram os agraciados, respectivamente, e ganharam R$ 10 mil cada. Os cinegrafistas que registraram os momentos mágicos e embolsaram R$ 2 mil cada foram, pela ordem, Alex Costa e Sidnei Machado; Havenga e Ricardo Martins, os shapers vencedores.
Luel Felipe era só felicidade após receber o cheque e o troféu das mãos de Petrônio Tavares, diretor da Greenish. "Estava muito ansioso, pois todo mundo dizia que eu iria vencer, mas todo este nervosismo foi recompensado por esta alegria que estou sentindo", afirmou o surfista de Ipojuca (PE). "Ganhar um prêmio como este é uma honra para qualquer atleta", completou surfista.
A vitória de Ricardo Wendhausen na categoria Melhor Aéreo foi muito comemorada pelos convidados presentes à casa noturna Confraria das Artes. O surfista agradeceu a força que recebeu da torcida e dedicou o prêmio a Wanderbill, seu pai e um dos shapers mais famosos da história do surfe nacional. "É alucinante ter conquistado este prêmio que valoriza o surfista e é reconhecido por toda a comunidade do surfe. Ações como esta me deixa com vontade de voar cada vez mais alto", disse o catarinense.
Bruno Santos, que ganhou o Prêmio Greenish de Maior Onda em 2007 e não teve concorrência na categoria Melhor Tubo justamente pelo tamanho e qualidade da onda que pegou, também falou de sua felicidade de estar presente mais uma vez no evento idealizado pela Greenish há cinco anos. "É muito show estar aqui novamente. Isso me faz ficar cada vez mais focado em meu trabalho e em pegar ondas consistentes para voltar a concorrer novamente este ano", afirmou um dos maiores tube riders do País.
Votaram nesta quinta edição na categoria Maior Onda do Prêmio Greenish os surfistas Carlos Burle, Thiago Jacaré, Rodrigo Resende, Danilo Couto, Fábio Gouveia, Felipe Cesarano, Dê da Barra; os fotógrafos Clemente Coutinho e Aleko Stergiou, este último integrante da equipe do site Waves. Também fazem parte do júri os jornalistas Júlio Adler, Edinho Leite e Taiu Bueno.
O júri da categoria Melhor Aéreo foi formado pelos surfista Heitor Alves, Pablo Paulino, Gabriel Medina, Marcos Sifu, Kristian Kimmerson, Flanklin Serpa, Fábio Silva, Charlie Brown, Halley Batista, Miguel Pupo, Peterson Crisanto, Carlos Burle, Thiago Jacaré, além do jornalista Taiu Bueno.
Os outros concorrentes na categoria Maior Onda foram o baiano Dennis Tihara, o paulista Alexandre Moliterno e o potiguar Aldemir Calunga. Na Melhor Aéreo, eram também o catarinense Gabriel Fuca, o potiguar e integrante do WT Jadson André e o paraibano Erbeliel Andrade.
A Mormaii, marca brasileira reconhecida por seus equipamentos de surf e outros esportes radicais, apresenta sua coleção masculina e feminina para o inverno 2011.
MASCULINO
Influenciada pela alfaiataria, conta com peças mais curtas e justas. Inspirada no “Destino Azul”, expedição feita por dois atletas que contemplaram as mais belas paisagens e exploraram culturas dos quatro cantos do mundo, traz opções para serem usadas de dia e à noite, dividida em três linhas: Eco, Sun Surf Salt e Classic.
A linha Eco segue uma forte tendência mundial, com foco na sustentabilidade e utiliza apenas matérias primas ecológicas na confecção. Destaque para bermudas, camisetas, moletons e até tricôs.
Os produtos da linha Sun Surf Salt apresentam estampas mais agressivas e coloridas, além de estampas com fotos ligadas a esportes radicais e lugares paradisíacos, deixando clara a proximidade entre o sol, o surf e o sal. Já para os produtos da linha Classic o que predomina são peças mais clean, com aplicação do logo da marca.
A marca, que já vem trabalhando produtos ligados ao motocross, como capacetes e equipamentos, lança nessa coleção produtos com estampas exclusivas para atender aos amantes das duas rodas.
Neste inverno as peças aparecem com muitos detalhes: sobreposições, apliques, bordados, acolchoados e dragonas. Seus tecidos variam entre moletom, flanela, malha, tecidos ecológicos e nylon e suas estampas trazem opções com listras, xadrez, fotografias, tie dye, estampas gráficas e que imitam tecidos.
A tendência militar também está presente nessa coleção, trazendo casacos mais compridos com ombros marcados, muitos bolsos e abotoamento transpassado. Para os looks mais descontraídos e confortáveis a Mormaii apresenta casacos reversíveis, camisetas com capuz, cardigãs mais despojados, além de camisetas com gola V.
Os jeans aparecem cada vez mais elaborados. Ao todo são 30 modelos, com modelagens que vão do skinny ao saruel – calças, jaquetas, bermudas e camisas, todos elaborados com lavagens diferenciadas e uma novidade, jeans que imita couro, com toque gelado e brilho de couro com 3% de elastano.
A linha tricô aposta na leveza e no conforto, confeccionados com materiais 100% algodão e algodão mesclado com acrílico, perfeitos para quem procura um look mais despojado e com estilo. Lavagens com aspecto used, detalhes, cores e modelagens impecáveis, fazem do tricô Mormaii uma peça essencial para a estação.
A Mormaii tem ainda em sua coleção opções de bonés, gorros, cachecóis, óculos e relógios.
FEMININO
Recheada de produtos com design exclusivo e tecidos especiais que priorizam charme, beleza e feminilidade, traz opções para serem usadas de dia e à noite, e está dividida em três linhas: Concept, Classic e Sport.
A linha Concept é composta por produtos elaborados, a Classic é mais básica, com peças confortáveis e a Sport é direcionada para o fitness – com opções arrojadas para a prática de esportes.
Para o inverno, os produtos da marca prezam pelo conforto e aparecem com muitos detalhes: apliques, bordados, brilhos, ombros e cinturas marcadas. Seus tecidos variam entre renda, flamê, plush, moletom, linho e tricô e suas estampas trazem opções com tie dye, xadrez, listras, florais e estampas digitalizadas.
A cartela de cores apresenta tons mais sóbrios como o preto, chumbo, cinza, branco; mais terrosos como o verde, marrom, cru e os mais alegres como laranja, azul, rosa e azul.
Na linha jeans são 44 modelos, com modelagens que vão do skinny ao boyfriend – calças, bermudas, shorts, saias, jaquetas, camisas, vestidos, coletes e até macacões. Detalhes como rendas, forros florais e lavagens diferenciadas dão um toque especial a cada peça. Destaque para a novidade do jeans que imita couro, com toque gelado e brilho de couro com 3% de elastano.
Os tricôs, confeccionados com materiais 100% algodão e algodão mesclado com acrílico são perfeitos para quem procura um look mais despojado e com estilo. Lavagens com aspecto used, detalhes, cores e modelagens impecáveis, fazem do tricô Mormaii uma peça essencial para a estação.
A Mormaii tem ainda em sua coleção opções de sapatos, cintos, óculos, relógios, bolsas e beachwear.
Aloha! Nasci em Joinville, mas fui criado em Araquari. Caí na água pela primeira vez aos 15 anos. Amo o surfe! Dropei a vida toda com meus brothers (Amaro, Lego e BI (Tubarão) e até hoje me amarro no esporte. Sou fã de Teco e Neco Padaratz, Fabio Gouveia, Kelly Slater, Jefferson Peixer (o Mine) e Marcelo Gomes. Trampo no jornal A Notícia há 26 anos. Comecei como jornaleiro, entregador de jornais e diagramador. Hoje pego umas séries como editor de diagramação.