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BIOGEL chega na Serra Gaúcha

24 de outubro de 2012 0

Nesta semana o diretor da Universo, Celso Trotta, estará na serra gaúcha para apresentar às grandes indústrias da região o ITW Biogel. O produto, que teve relevante visibilidade na última Mercopar, consiste em um gel para limpar as mãos que, por não precisar de água na remoção de produtos engraxantes, traz grandes benefícios ecológicos e econômicos para as empresas e para o meio ambiente. A empresa alega que o produto é 30% mais barato que os utilizados nas indústrias e rende até 3 vezes mais. 

A empresa apresenta uma estimativa de que a cada lavagem de mãos se gasta 5 litros de água. Com o uso do Biogel quatro vezes por dia, a economia pode chegar a  4,8 mil litros por ano. Se a empresa tiver dez funcionários a economia de água será de 48 mi llitros de água no período, o que seria suficiente para encher cerca de 20 piscinas olímpicas.

 O Biogel é certificado pela ANVISA e já abastece indústrias da região metropolitana na área de automóveis, implementos rodoviários e produção de alimentos. O produto agora começa a ser distribuído também na serra gaúcha pela Universo Equipamentos e Produtos Químicos Ltda.

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Energia solar no Brasil será competitiva antes de 2020, diz EPE

24 de outubro de 2012 0

A energia solar deve se tornar competitiva no Brasil antes de 2020 e ser inserida na matriz elétrica brasileira, segundo o presidente da EPE (Empresa de Pesquisa Energética), Maurício Tolmasquim.

O presidente afirmou a jornalistas que a energia solar vai ter um papel importante na matriz mundial no futuro, mas alertou que o país não precisa ter pressa ainda.

“Um leilão de energia solar para o ano que vem não está sendo considerado agora”, disse. “O Brasil não tem razão para acelerar esse processo e fazer o consumidor pagar mais caro [pela energia solar]. A gente pode esperar dois, três ou quatro anos até a fonte ficar mais competitiva”, adicionou.

Tolmasquim ainda se mostrou contra a posição de empresários do setor e do ONS (Operador Nacional do Sistema), que defendem a realização de leilões regionais de energia.

Ele frisou que, com menos competidores na disputa, a tendência é que o preço da energia fique mais caro em um eventual leilão regional. “Ninguém até agora me provou que vai ser vantajoso ao consumidor”, declarou. (Fonte: UOL)

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Programa EcoGourmet

02 de outubro de 2012 0

Pessoal, estou lançando através da Enerbio Consultoria/Ecofinance Negócios, empresa da qual sou sócio, o Program EcoGourmet.

 O objetivo do Programa é contribuir para a sustentabilidade dos bares e restaurantes localizados em Porto Alegre.

Analisaremos e certificaremos o desempenho dos restaurantes em relação à critérios, como gestão da água, gestão de energia, comida sustentável, responsabilidade social, entre outros critérios.

A certificação terá três níveis de acordo com a pontuação obtida pelo estabelecimento. Será totalmente gratuita aos restaurantes.

Em breve, divulgarei o site do Programa.

Caso saibam de interessados, por favor, avisem.

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Empresas: 31% acreditam que sustentabilidade aumenta lucro dos negócios

23 de maio de 2012 0

SÃO PAULO - Um levantamento realizado pelo BCG (Boston Consulting Group) e pela MIT Sloan Management Review revelou que 31% das empresas em todo o mundo acreditam que a sustentabilidade contribui para os lucros do seu negócio.

O lucro pode aumentar, segundo o estudo, quando as empresas reduzem a emissão de carbono e o consumo de energia, o que também faz aumentar a eficiência e melhora a imagem corporativa.

“Depois de um tempo, é preciso uma visão mais ampla, inovando com produtos e processos e ganhando acesso aos mercados”, explica o co-autor do estudo e sócio do BCG, Knut Haanaes.

Harvesters
A pesquisa explica também que as empresas que lucram com atitudes sustentáveis são chamadas de harvesters. Estas companhias têm uma estrutura organizacional diferenciada, focada na sustentabilidade.

Para ter uma ideia, elas têm três vezes mais chances de fazer um negócio ligado ao tema do que as demais empresas. Além disso, 50% têm um CEO (Chief Executive Officer) engajado no assunto e o dobro de chances de ter um setor exclusivo para esta área.

Para o editor-executivo da MIT Sloan Management Review, David Kiron, futuramente, as empresas darão mais importância para o setor de sustentabilidade, que pode chegar a ser equiparado com a área de Marketing e Recursos Humanos.

fonte: InfoMoney

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6 tendências em negócios sustentáveis que não dá mais para ignorar

14 de maio de 2012 0

São Paulo - Gerar valor para os acionistas e a sociedade, no longo prazo, reduzindo ao mínimo o impacto sobre o meio ambiente, é o fio condutor dos negócios sustentáveis. Mas não basta sair por aí dizendo que sua empresa está comprometida com esses valores. É necessário transparência e estratégia para colocar a sustentabilidade no centro da gestão.

No intuito de mapear as principais iniciativas empresariais na revolução verde – e também seus desafios – a Ernst & Young, em parceria com o grupo GreenBiz, entrevistou 272 executivos de empresas com faturamento acima de um bilhão de dólares em 24 setores. A análise das respostas indicou seis tendências que estão pautando os negócios sustentáveis e a agenda dos líderes. Confira quais são elas.

 1 - Ser verde gera vantagem competitiva

Um número crescente de grandes e médias empresas está empenhado em mudar a forma de fazer negócios. Prova disso é o aumento expressivo de publicações de Relatórios de Sustentabilidade, um dos instrumentos mais importantes para uma empresa prestar contas com a sociedade e o mercado a respeito de suas práticas socioambientais. Levantamento do site britânico CorporateRegister.com mostra que, em 1992, apenas 26 relatórios de sustentabilidade foram lançados contra 5.593 em 2010 - um crescimento superior a 20 mil por cento em menos de 20 anos.

Além de crescer em número, os relatórios também estão chamando a atenção de investidores e acionistas. Segundo o estudo do GreenBiz, 66% das empresas pesquisadas disseram ter sentido maior interesse do mercado nessas publicações. As questões que mais despertam curiosidade dizem respeito aos programas de eficiência energética e de redução de emissões.

2 - Diretores financeiros estão “vestindo a camisa”

Segundo a Ernst & Young, os diretores financeiros estão se envolvendo mais nos processos de avaliação, gestão e elaboração dos relatórios de sustentabilidade. Um em cada seis (13%) entrevistados disseram que o CFO (sigla em inglês de Chief Financial Officer) está “muito envolvido” com as atividades socioambientais da companhia, enquanto 52% afirmaram que esse profissional participa "um pouco". Os entrevistados citaram a redução de custos operacionais (74%) e os riscos de gestão (61%) como dois dos três motores da agenda verde corporativa. O terceiro agente de transformação é o interesse e engajamento dos acionistas.

Outra tendência emergente nos negócios que vai envolver ainda mais os CFOs na sustentabilidade é a integração dos relatórios empresariais, que junta as informações financeiras da companhia com dados socioambientais e de governança corporativa. O formato chamado GRI (Global Reporting Initiative) é capitaneado por um grupo com sede na Europa, o Comitê Internacional para Relatórios Integrados, ou IIRC na sigla em inglês. General Motors, Accenture, Santander e Natura são algumas das empresas que seguem as diretrizes da GRI.

3 - Funcionários ajudam a reforçar a ecotorcida

Contrariando o senso comum de que as iniciativas sustentáveis de uma empresa são sempre motivadas por pressões de investidores, ONGs e consumidores, o estudo da Ernst & Young aponta os funcionários como figura-chave. Eles foram citados como o segundo grupo que mais influencia as decisões “verdes” dentro das companhias, atrás apenas dos clientes e à frente dos acionistas, políticos e ONGs.A pesquisa também mostra que as empresas que distribuem seus relatórios de sustentabilidade entre os funcionários acreditam que eles geralmente compartilham as informações e projetos com seus familiares, amigos e possíveis fornecedores, ajudando assim a divulgar as iniciativas.

No Brasil, um estudo específico voltado para a cadeia de suprimentos, realizado pelo Instituto Brasileiro de Supply Chain (Inbrasc), mostrou que 45% da demanda dos esforços em sustentabilidade nas empresas provém dos líderes, seguido da pressão dos clientes (29%) e das cobranças do governo (12%). A maioria dos entrevistados disse ainda que entre os motivos que direcionam os esforços verdes aparece, em primeiro lugar, a possibilidade de criar uma imagem positiva junto ao cliente, depois a chance de aumentar o valor da marca (67%) e, em terceiro, a oportunidade de reduzir custos (10%).

4 - Mudanças climáticas são dor de cabeça e oportunidade

As questões climáticas entraram para a lista de preocupações estratégicas de muitas empresas. Três quartos dos entrevistados disseram estabelecer metas de redução de emissões de gases efeito estufa, sendo que mais da metade admitiram reportá-las publicamente. Medir a pegada de carbono já conta como diferencial para uma empresa acessar mercados mais exigentes. Há cobrança também por parte da cadeia de abastecimento e de outros parceiros comerciais.

O uso de água no processo produtivo é outra preocupação crescente das empresas, tendo em vista que todos os negócios, de uma forma ou de outra, dependem desse recurso finito. Segundo o estudo, 80% dos entrevistados acreditam que a gestão da água afetará os negócios nos próximos cinco anos. A boa notícia é que a maior parte dos líderes enxergam nesse processo mais oportunidades do que riscos.

5 - É bom ficar de olho na dívida ecológica

Pense só: em 2030, a classe média mundial deverá ser formada por 4,9 bilhões de pessoas, ávidas por consumir produtos e serviços. A demanda por bens, só desse grupo, poderá passar dos atuais 21 trilhões para 56 trilhões de dólares. O efeito direto sobre o meio ambiente será um só: o aumento da pressão sobre o recursos naturais. No universo corporativo, escassez de recursos naturais é sinônimo de riscos para o negócio. Segundo o levantamento da Ernst & Young, 76% dos entrevistados disseram temer que suas empresas sejam afetadas pela escassez de recursos naturais nos próximos cinco anos. Para não serem pegos desprevenidos, os empresários precisam se antecipar aos cenários mais difíceis e investir em soluções e processos que otimizem a produção de forma a reduzir a demanda e dependência desses recursos.

6 - E, claro, não descuidar do visual

Não tem escapatória: cada vez mais, as companias terão que enfrentar uma enxurrada de questinamentos sobre a sustentabilidade que pregam. Segundo dados do Greenbiz, todos os anos as empresas recebem pelo menos 300 questionários “verdes” de clientes, grupos de investidores, ONGs, mídia, entre outas organizações. Alguns desses questionários resultam em rankings e classificações ou ainda abrem as portas para as empresas se inserirem em índices de ações de prestígio, como o Dow Jones Sustainability Index. Por isso, para os que já conquistaram reconhecimento, é sempre bom preservar a reputação "verde". E para os que ainda ignoram essas tendências, o melhor é apressar o passo para não se queimar no futuro.

fonte:Exame.com.br

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Brasil é Brics com mais fontes de energia renovável

04 de maio de 2012 0

BRASÍLIA - De olho na Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, Rio+20, o Ministério da Fazenda divulgou nesta terça-feira um relatório sobre os esforços do governo brasileiro para promover o crescimento econômico com distribuição de renda e sem prejuízos ao meio ambiente. O trabalho destaca, por exemplo, que o Brasil é o integrante dos Brics (grupo de países em desenvolvimento, que também reúne Rússia, China, Índia e África do Sul) que possui maior participação de fontes de energia renováveis em sua matriz energética. Em 2009, essa parcela era de 45% no caso brasileiro, enquanto nos demais ficava em menos de 10%.

Além disso, o trabalho afirma ainda que boa parte da segunda etapa do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) dá prioridade a investimentos em geração de energia limpa, como é o caso da hidrelétrica de Belo Monte.

Outro destaque foi o compromisso do país de reduzir voluntariamente em cerca de 39% as emissões de gases responsáveis pelo efeito estufa até 2020. “Para cumprir esses compromisso, foram elaborados planos específicos nas áreas de agricultura, redução de desmatamento e uso energético. Além disso, novos planos nas áreas de transporte, produção e mineração serão lançados em 2012”, afirma o trabalho.

O documento também faz uma análise da política econômica do governo, destacando que o crescimento deste ano chegará a 4,5%. “A atividade econômica deve ganhar velocidade ao longo do ano de forma que, até o fim de 2012, o crescimento terá atingido seu pico”, afirma o texto.

O documento foi elaborado em inglês e seria apresentado pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega, esta semana durante um seminário em Nova York sobre a Rio+20. Mas como o ministro cancelou sua participação no evento, a assessoria da Fazenda colocou o texto em sua página na internet. (fonte: O Globo)

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Inovação em Energia Solar no Brasil

03 de maio de 2012 0

A Agência Nacional de Energia Elétrica selecionou 18 projetos de geração fotovoltaica na chamada “Arranjos Técnicos e Comerciais para Inserção da Geração Solar Fotovoltaica na Matriz Energética Brasileira”, totalizando 24.578 kWp de potência instalada. O processo objetivou a inserção da energia solar na matriz energética nacional, o desenvolvimento científico do setor e a qualificação da mão de obra necessária para esse mercado.

O investimento necessário para que as iniciativas sejam implementadas é de R$ 395 milhões , provenientes do Programa Anual de Pesquisa e Desenvolvimento Tecnológico do Setor Elétrico.

Os projetos deverão ser iniciados dentro de 6 meses, tendo 36 meses para serem concluídos.

Veja os projetos selecionados:

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Setor elétrico aponta que renováveis podem representar 43% do mix energético mundial até 2030

27 de abril de 2012 0

Uma nova pesquisa de opinião conduzida pela consultoria PricewaterhouseCoopers (PwC) revelou que o setor elétrico acredita que, até 2030, a participação das energias renováveis no mix energético mundial subirá para 43%, enquanto a porcentagem das fontes de combustíveis fósseis cairá para 57%. Atualmente, essa divisão é de 34% para as renováveis contra 66% para as fósseis.

A enquete, realizada com 72 empresas de geração, transmissão e distribuição de energia de 43 países, revelou, no entanto, que esse percentual ainda não será o suficiente para limitar o aquecimento global a dois graus Celsius; para isso, seria necessário que o mix energético ficasse dividido em 59% para as renováveis e 41% para as fontes fósseis.

“Está claro que aceitar as renováveis como uma componente chave do mix energético está acontecendo. A questão não é ‘está acontecendo? ’. A questão é a rapidez”, comentou David Etheridge, consultor de energia e serviços da PwC.

Ainda assim, os entrevistados mostraram certo otimismo com relação ao desenvolvimento das renováveis; segundo mais de 80% eles, em duas décadas, energias limpas como a eólica onshore, a biomassa e as solares não precisarão mais de subsídios para competir com a energia fóssil.

Mesmo as energias renováveis menos populares, como a eólica offshore e a energia marinha, também apresentaram altos índices nesse quesito; 69% dos respondentes acreditam que a energia eólica offshore será competitiva até 2030, enquanto 66% creem que a energia marinha não precisará de subsídios daqui a vinte anos.

“O relatório nos diz que os gerentes das empresas de serviços adotaram as energias renováveis. Há uma visão realmente oportunista de que os custos baixarão, que a tecnologia mudará e que elas serão uma fonte viável de geração nos próximos anos”, observou Etheridge.

Apesar disso, não significa que o empresariado não veja dificuldades futuras para as energias renováveis. Para 75% deles, o alto custo de capital comparado a outras formas de geração de energia continuará a ser um obstáculo para o crescimento das fontes limpas. Cerca de 66% afirmaram que a relutância dos consumidores em pagar mais por energia renovável também continuará sendo um problema.

Outros 62% citaram o custo e a dificuldade das conexões de rede como uma barreira para o desenvolvimento da indústria limpa, e apenas 20% dos executivos entrevistados acham que a questão do acesso à energia renovável estará totalmente resolvida até 2030.

Questões sobre eficiência energética também foram feitas aos respondentes, e 55% deles se mostraram otimistas quanto a esse assunto, dizendo que essa ferramenta pode ter um papel importante no panorama de fornecimento e demanda energética. No entanto, 45% dos entrevistados responderam que há uma possibilidade média a alta de que estes programas não cumpram integralmente suas propostas até 2030.

Já as questões sobre os subsídios às energias fósseis foram respondidas com menos otimismo; para os entrevistados, a diminuição gradual dos incentivos fósseis é um fator importante para promover a eficiência energética, mas apenas 18% dos executivos acreditam que isso aconteça até 2020. A maioria crê que redução nestes estímulos é improvável, o que indica que eles devem continuar a existir na próxima década.

“Nos EUA e na Europa, acredito que há uma visão real de que com os incentivos certos, a tecnologia certa, [a eficiência energética] é uma solução muito viável. Se você for para outros países, particularmente os que subsidiam combustíveis fósseis, torna-se muito difícil desenvolver programas de eficiência energética”, enfatizou Etheridge.

Com relação às smart grids, também não houve muito otimismo nas respostas; 80% dos entrevistados na América do Norte e 74% na Europa se preocupam que o engajamento dos consumidores é um obstáculo para realizar o potencial total dessas tecnologias.

“Smart grids e contadores inteligentes estão no topo da lista de prioridades de investimento, mas uma mistura de apatia do consumidor e preocupações sobre o uso de dados já são vistos como restrições que poderiam limitar o potencial dessas novas tecnologias”, ressaltou Ronan O’Regan, diretor de energias e renováveis da PwC.

Já em relação ao desenvolvimento de carros elétricos, 60% dos respondentes declararam que estes veículos serão uma porção significativa da frota mundial de automóveis em 2030. Cerca de 60% também acreditam que a infraestrutura necessária para o transporte elétrico será o principal desafio das empresas. (Fonte:  Instituto Carbono Brasil)

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Visita aos EUA

29 de fevereiro de 2012 1

Acabo de regressar dos EUA. Passei uma temporada de 15 dias a trabalho e resolvendo algumas questões pessoais. Sempre analisando as questões de sustentabilidade nos negócios, foi possível identificar alguns fatores.

1- Os americanos pecam muito na questão de uso eficiente e racional de energia;

2 - a reciclagem e o uso de materiais recicláveis cresce cada vez mais nos EUA. O número de produtos e empresa que trabalha com o conceito é impressionante.

3- estive no Epcot Center a passeio e foi muito bom percebe que grande parte das atrações está com o viés de sustentabilidade embutido.

4 - a preocupação americana atual é com a recuperação econômica e eleição a presidência. O discurso de protecionismo econômico está muito presente nos discursos do Obama e dos potenciais candidatos republicanos. Acho muito difícil qualquer tipo de assunção de metas ousadas de redução de carbono pelos EUA nesse momento.

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BNDES começa a operar crédito para adaptação a mudanças climáticas

15 de fevereiro de 2012 0

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e o Ministério do Meio Ambiente (MMA) lançaram nesta segunda-feira (13) linhas de crédito para projetos de redução do impacto e adaptação às mudanças climáticas.

Elas fazem parte do Fundo Clima, programa do MMA lançado em 2011. O volume inicial disponível para empréstimos é de R$ 200 milhões, liberados no orçamento da União de 2011, e pode atingir R$ 560 milhões em 2012.

Sete áreas podem receber o financiamento da linha de crédito do Fundo Clima, como projetos de transporte coletivo eficiente, que reduzam a emissão de poluentes e melhorem a mobilidade urbana em regiões metropolitanas, e atividades relacionadas à produção e pesquisa de energias renováveis, como eólica, solar, o uso de biomassa e dos oceanos.

Além disso, podem buscar financiamentos as áreas de máquinas e equipamentos eficientes, carvão vegetal, combate à desertificação e atividades que façam aproveitamento energético de resíduos, como o estímulo à geração de energia a partir de lixo urbano em cidades-sede da Copa do Mundo.

As taxas de juros vão começar em 2,5% ao ano e o prazo de financiamento pode alcançar 25 anos. O BNDES poderá participar até 90% do valor dos itens financiáveis.

“A linha de crédito do Fundo Clima é um instrumento importantíssimo para que Brasil consiga alcançar compromissos nacionais voluntários de redução de emissão de gases efeito estufa. Ele oferece um forte estímulo para que empresas e setor público realizem empreendimentos visando reduzir as emissões, melhorar a eficiência e combater ou se adaptar a mudanças climáticas, como desertificação”, afirmou Mauro Pires, secretário de mudanças climáticas do MMA.

Fundo Clima – O objetivo do Fundo Clima é reduzir as emissões dos gases do efeito estufa, através do estímulo a investimentos verdes pela iniciativa privada e pelos governos municipais e estaduais.

Seus recursos são provenientes de uma parcela de até 60% da Participação Especial do Petróleo, recebida pelo MMA. A maior parte será concedida na forma de empréstimos do BNDES. Outra parte, sob gestão do ministério, será investida de forma não reembolsável, ou seja, não é preciso devolver o dinheiro. Em 2011, o volume de recursos investidos na modalidade não reembolsável foi de R$ 30 milhões.

Segundo a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, “o Fundo Clima é um dos principais instrumentos da política brasileira de mudança do clima e até 2014 seus recursos poderão atingir até R$ 1 bilhão”. Além dela, o presidente do BNDES, Luciano Coutinho, participou do lançamento da linha de crédito. (Fonte: Globo Natureza)

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