Será que podemos ter tudo?
Precisamos abrir mão de algo para obter o que queremos?
Muitos de nós estão resignados por não poder subir a escada do sucesso no trabalho, a se contentar com alguém que não aquece o coração, a colocar de lado as paixões para seguir uma `vida normal`. Sim, nós permitimos que as estatísticas, as autoridades, o desespero, o estresse cotidiano e as vozes do passado obscureçam nossa visão do futuro.
É triste, mas nós nos limitamos.
Normal é ver os outros duvidarem da nossa capacidade, da nossa alegria, da nossa espontaneidade. Viver bem perturba os desequilibrados. Certa vez li que o bom humor, se não servir para mais nada, incomoda pessoas suficientes a valer o esforço. Quer uma prova? Tente, sorria. Mas ria com a alma, não com os lábios. Mostrar os dentes só por espasmo não vale.
O pior é que, muitas vezes, nós não acreditamos em nosso potencial. Passamos nossas vidas acumulando padrões negativos, criando máscaras, desenvolvendo personagens, dissimulando o `eu` ideal. Essa consciência é a razão pela qual, no fim das contas, abrimos mão de nossos sonhos.
Nos conformamos ao fato de que, embora possamos experimentar sucesso ilimitado, ele deve estar limitado a uma ou duas áreas da nossa vida. Ouvimos isso a vida toda e fazemos dessa barreira nosso mantra.
Quando recebemos críticas e julgamentos, às vezes sabotamos uma ótima oportunidade de crescimento. Mas podemos aprender muito. Pode ser a hora de recomeçar, de trilhar um novo caminho.
Quer um desafio? Amar quando estiver odiando, falar gentilmente quando quiser gritar. Que tal se colocar na posição da outra pessoa? Sabe-se lá se não vai gostar da vista... Aprenda a se aproximar dos outros.
Nós podemos ter tudo sim - mesmo que falem o contrário.
Postado por Tríssia Ordovás Sartori, Caxias do Sul


