Dia desses, vi uma reportagem em uma TV norte-americana que falava sobre a vida no Japão. A parte mais curiosa, pra mim, foi ver mulheres falando sobre pagar sobre sexo. Lógico que não são todas que aceitam esse tipo de comportamento. As que topam, fazem parte de um ``novo grupo de mulheres``, bem instruídas, solteiras, cultas e com situação financeira estável.
O que me chamou bastante atenção foi o perfil dos garotos de programa. Eles são delicados e submissos, como as gueixas. Vestem-se com roupas grifadas - de preferência marcas italianas -, andam em carrões, são educadíssimos e só podem conversar quando elas permitirem (!).
Devem falar mais de duas línguas, conhecer vinhos, literatura, cinema, saber fazer massagem, entre outros atributos. Quem os procura são mulheres endinheiradas e independentes - um programa chega a custar US$ 5 mil (R$ 10 mil). Sexo? Até pode rolar. Mas elas querem mesmo é uma companhia. E como é triste precisar pagar por ela...
Postado por Tríssia Ordovás Sartori, Caxias do Sul

