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NLnB pelo Mundo: como vivem as indianas, por Andréia Fontanella

23 de abril de 2011 0

Foto: Acervo pessoal, divulgação

Aluna do curso de Fármacia da UCS, Andréia Turmina Fontanella, 23 anos, deixou Bento Gonçalves para estudar na Manipal College Of Pharmaceutical Sciences, em Manipal, Índia. Durante dois meses, no final de 2010, teve a oportunidade de pesquisar a absorção de um fármaco pelo duodeno de ratos e conviver com uma cultura muito diversa e, aqui, relata algumas impressões sobre as mulheres indianas.


Segundo ela, como o Brasil, a Índia é um país de contrastes. Há mulheres mais ocidentalizadas, que vestem jeans e blusinha, mas há as que adotam os trajes tradicionais: sári e punjabi, que usam até para tomar banho de mar.

Durante a vida acadêmica, as indianas procuram aproveitar ao máximo a vida, porque depois da formatura voltarão a morar com os pais ou irão se casar. A formação intelectual é valorizada. Torna-se um atributo a mais na hora dela ser escolhida para o casamento. As casadas são bastante submissas, há espaços destinados a homens e mulheres em trens, por exemplo.

Ao contrário da maioria das brasileiras, que adoram a pele bronzeada, as indianas querem ficar com a pele branca. Para isso, andam com sombrinhas na rua, para evitar a exposição ao sol. Com o mesmo intuito, usam bastante blush rosado e batom, para dar a impressão que a pele e os lábios são mais claros. Os cabelos costumam ficar presos, sobretudo em mulheres comprometidas.

E, se para uma mulher ocidental é estranho que alguém não possa escolher o próprio marido, o espanto das indianas refere-se ao desligamento dele.

— Elas acham um absurdo a gente poder se divorciar — relata Andréia.

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