A toda-poderosa Arianna Huffington (na foto), chefe do Huffington Post, um dos principais veículos de informação nos Estados Unidos é uma exceção. Nem mesmo a recente ascensão de Jill Abramson ao topo do jornal The New York Times ajuda a tornar o percentual de participação feminina na mídia e no cinema maior.
A revista Forbes divulgou uma lista retratando a quantidade de mulheres bem sucedidas nas indústrias de informação e entretenimento. Dos 250 filmes que estrearam no ano passado, apenas 7% foram dirigidos por mulheres - e nenhum dele ficou entre os 10 maiores sucessos. Apenas 33% dos críticos cinematográficos são mulheres.
Entre os entrevistados de telejornais, apenas 24% são do sexo feminino - e só 13% aparecem em jornais dominicais nos Estados Unidos. Lá, só 16% das notícias mostram mulheres, e elas representam 26% das fontes ouvidas.
Confira a proporção de homens e mulheres na imprensa mundial. Muita coisa que se lê tem uma visão masculina.
Harper's: 25 mulheres contra 94 homens
The New Yorker: 163 contra 449
The Paris Review: 32 contra 59
Mas há uma boa notícia: as mulheres estão reivindicando espaço. O vídeo abaixo foi exibido no último Festival de Sundance, desenvolvido Women's Media Center e sugere que não se tenha medo das mulheres.






