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E se homens e mulheres invertessem os papéis nas propagandas?

16 de outubro de 2013 2

Reprodução

Duas alunas do curso de estudos de gênero da Universidade de Saskatchewan, no Canadá, criaram um vídeo criativo, intitulado Representations of gender in advertising (Representações de gênero na propaganda, na tradução) para mostrar como a publicidade explora os estereótipos de gênero. No trabalho, as gurias invertem o papel de homens e mulheres em anúncios reais.

Ao terminar de apresentar os anúncios originais, o vídeo pergunta se o espectador achou os exemplos ridículos e, depois disso, são apresentados anúncios com papéis invertidos. E as imagens ficam tão estranhas, que dá pra perceber como somos culturalmente influenciados a aceitar a distorção do feminino. Né?

Comentários (2)

  • Gerson diz: 16 de outubro de 2013

    Mais um daqueles trabalhos que não merecem nenhuma credibilidade.
    Elas deveriam pegar também aquela cena onde a mulher da um tapa no rosto do homem e o homem não revida, abaixa a cabeça e todos acham normal e até engraçado.
    No mundo feminista é engraçado ver um homem apanhar de uma mulher.

    Mas vamos inverter os papéis.
    Imaginem a cena onde o homem é que da um tapa no rosto de uma mulher.
    Será que algumas dessas feministas vão achar a cena engraçada?
    No mínimo vão chamar o homem, a propaganda e a empresa que fez a propaganda de machistas e aquele blá, blá, blá todo.

    Se querem fazer perquisas, pelo menos façam de maneira isenta e sem distorções.

  • Geraldo diz: 16 de outubro de 2013

    Adoro quando se tenta impôr uma idéia através do fatídico “…estudos mostram que…” – e nunca se mostra qual a fonte, ou que estudo é esse.
    Toda sorte, criativo mas bem ruim: na inversão de papéis, para que se traçasse um paralelo minimamente crível, seria mister usar homens do mesmo padrão de beleza/sex-appeal que as mulheres das propagandas reais. Ao usar gordos, feios e mal-produzidos, gerou-se um “documentário” bem Michael Moore: parcial, tendencioso e intelectualmente desonesto.
    Vale pela polêmica, mas não pelo conteúdo. A propalada “submissão” só vale numa via? Que tal pensar os anúncios de hoje como provas da dependência masculina, de quanto a mulher influencia o homem?
    Geraldo, publicitário, que prefere ver mulheres a homens, na mídia, mas achou o vídeo uma forçação de barra. Abraço.

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