Pular a barra do clicRBS e ir direto para o cabeçalho.
clicRBS
Nova busca - outros

A beleza da autoaceitação

18 de junho de 2013 0

Fotos reprodução

Sim, porque não precisamos de uma barriga chapada ou de um bumbum empinado — muito menos de pernas musculosas como a de jogadores de futebol! Tudo o que precisamos é de amor próprio. Precisamos nos enxergar da mesma maneira tolerante que olhamos para os outros, temos que aprender a respeitar nossos defeitos e limitações como fazemos com os das pessoas de quem gostamos. Somos muito cruéis conosco e não hesitamos ao fazermos uma autoavaliação criteriosa e pesada.

A imagem feminina acima é de Tarah Una, fundadora da agência de modelos Doll Parts, especializada em mulheres amputadas ou com má formação em alguma parte do corpo. Além de estampar capas de revistas e anúncios publicitários, elas fazem palestras contando histórias de superação contra as dificuldades e o preconceito. É impossível não ficar tocada pelo gesto.

O bonitão da foto é Alex Minsky, um marinheiro norte-americano que perdeu a perna em uma missão no Afeganistão, atingido por uma bomba. Três anos depois do acidente — e de vencer uma luta contra o alcoolismo e a depressão —, ele se tornou modelo. Segundo ele, ser reconhecido como uma pessoa bela, ajudou-o no processo de recuperação.

Dá pra se inspirar, né?

Frase do dia

18 de junho de 2013 0

"Não devemos nos orgulhar de sermos melhores do que os outros, e sim melhores do que já fomos."

James C. Hunter

Mistura interessante: no chess boxing, homens têm bíceps e cérebros malhados

17 de junho de 2013 0

Fotos: YouTube, reprodução

A mistura é ótima em um homem: bíceps tão desenvolvidos quanto cérebro. Assim, fica mais difícil de resistir, né?

Enfim, a descrição acima refere-se aos lutadores de chess boxing. O esporte surgiu em uma história em quadrinhos escrita pelo artista francês Enki Bilal, em 1992. Em 2002, foi realizado um torneio real da modalidade, em Berlim, na Alemanha — hoje existem campeonatos nos Estados Unidos, na Inglaterra e na Índia.

A luta é constituída por 11 rounds, alternando boxe e xadrez. A vitória é por nocaute – ou por xeque-mate. Caso não aconteça, ganha quem tiver mais pontos.

Um embate entre a razão e a aparente falta de racionalidade. Curioso, no mínimo.

Frase do dia

17 de junho de 2013 0

"Remar contra a maré é difícil, mas fortalece."

Goethe

Alguns bonitões da Copa das Confederações

15 de junho de 2013 0

Frase do dia

15 de junho de 2013 0

"Geralmente aqueles que sabem pouco falam muito e aqueles que sabem muito falam pouco."

Jean Jacques Rousseau

Menopausa é provocada pelos homens, sugere estudo recente

14 de junho de 2013 0

Foto: Stock.xchng, divulgação

Será mesmo que a preferência sexual dos homens provoca a menopausa nas mulheres?

Pelo menos é o que garante um novo estudo desenvolvido pela McMaster University, no Canadá. Os dados publicados no PLOS Computational Biology mostram que a menopausa resultado da seleção natural, porque, segundo a pesquisa, os homens preferem mulheres mais novas e fertéis. 

A conclusão deste estudo sugere que a falta de reprodução provoca a menopausa. O coordenador do trabalho explica que as forças da seleção natural estão concentradadas apenas na sobrevivência da espécie, o que os faz priorizar as mulheres que estão em melhor momento para a reprodução. Depois desse período, a seleção natural acaba com as mutações genéticas que trazem a menopausa, deixando as mulheres infertéis.

Mas, se as mulheres, historicamente, escolhessem parceiros mais jovens, a situação seria contrária — eles perderiam a fertilidade mais rapidamente.

Frase do dia

14 de junho de 2013 0

"Ganhamos a vida através do que recebemos. Fazemos uma vida através do que damos."

Winston Churchill

Como o cérebro vivencia a paixão

12 de junho de 2013 1

Recebi esse material e achei interessante. Por isso, compartilho com vocês :)

Talvez uma das maiores injustiças já cometidas contra um órgão do corpo foi dar o mérito da paixão para o coração. Os antigos, diante da taquicardia e ansiedade causada pela presença da pessoa amada, atribuíram ao coração uma função que é estritamente cerebral.

Agora, seria a paixão um evento bioquímico? Parece que, em grande parte, sim.

— Nosso cérebro criou, durante a evolução, tantos mecanismos de recompensa para encontro de um parceiro reprodutivo que passamos a ficar viciados nele (ops... apaixonados por ele). Isso porque vício e paixão são faces do mesmo processo. Nosso cérebro possui, em suas profundezas, um sistema que sinaliza que fizemos algo bom para o indivíduo e/ou para a espécie. Quando isso ocorre sentimos prazer, que pode ser imediato, agudo, avassalador ou mais arrastado e crônico — explica o neurologista Leandro Teles.

Quando a pessoa come coisas calóricas, o sistema é ativado, quando fazemos sexo, o sistema se ativa outra vez. E isso também ocorre (de forma patológica) no uso de drogas e em muitas outras situações mais corriqueiras. O neurotransmissor mais relacionado a esse sistema de recompensa é a dopamina.

— O processo de conquista exige que associemos nossa presença a eventos positivos. Para conquistar alguém tentamos ser educados, engraçados, saímos para comer, somos tolerantes, pacientes, nos arrumamos e tal. Tudo isso funciona como um condicionamento cerebral, um reforço positivo no cérebro da outra pessoa. Desse processo de apego participam muito o tronco cerebral, os lobos temporais e os lobos frontais — afirma Teles.

O problema é que o sistema traz um efeito colateral rebote: a ausência da pessoa gera um vazio, uma abstinência que chamamos de saudade. Antes de conhecer a pessoa ela não fazia tanta falta, mas agora parece que a graça das coisas só existe com o outro. A saudade é o primeiro efeito colateral da paixão, mas não é o único. Em muitos casos podem surgir o sentimento de posse, o ciúme, a compulsão, etc.

— O processo cerebral da dopamina e da adrenalina (outro neurotransmissor em ebulição nos apaixonados) alimentam a relação por um tempo variado, mas não para sempre. Por questões biológicas (instintivas), por eventos do dia-a-dia, pela rotina, pelo aparecimento de alguns defeitinhos maquiados nos primeiros meses, enfim... por tudo isso o processo da paixão se abranda — ressalta o neurologista. 

Após essa fase, muitos casais se separam, mas alguns evoluem para outra forma peculiar de relação, pautada em um bem estar crônico, menos intenso, uma simbiose aonde ganham os dois no convívio, em um comprometimento mútuo de cuidado, respeito e admiração. Esse estado tem lá sua dopamina e sua adrenalina eventualmente, mas não é mais dependente e alimentado por eles. O amor é esse estado mais complexo e tecnicamente mais duradouro. Ele vive mais de serotonina (neurotransmissor do bem estar), das memórias adquiridas, dos comportamentos nas fases mais difíceis, é de percepção e certeza bem mais suave, inconstante e tem na sua sutileza seu maior mérito e inimigo.

Como se pode ver, a paixão é um processo neurobiológico agudo e complexo. E, por não depender de apenas um cérebro, ainda é fadada a assimetria de percepções e entrega. É a fascinante porta cerebral de entrada tanto para o processo de amadurecimento das relações interpessoais como para os fracassos e as frustrações amorosas.

Frase do dia

12 de junho de 2013 0
"Amor e tosse não dá para esconder."
Provérbio romano