Sim, porque não precisamos de uma barriga chapada ou de um bumbum empinado — muito menos de pernas musculosas como a de jogadores de futebol! Tudo o que precisamos é de amor próprio. Precisamos nos enxergar da mesma maneira tolerante que olhamos para os outros, temos que aprender a respeitar nossos defeitos e limitações como fazemos com os das pessoas de quem gostamos. Somos muito cruéis conosco e não hesitamos ao fazermos uma autoavaliação criteriosa e pesada.
A imagem feminina acima é de Tarah Una, fundadora da agência de modelos Doll Parts, especializada em mulheres amputadas ou com má formação em alguma parte do corpo. Além de estampar capas de revistas e anúncios publicitários, elas fazem palestras contando histórias de superação contra as dificuldades e o preconceito. É impossível não ficar tocada pelo gesto.
O bonitão da foto é Alex Minsky, um marinheiro norte-americano que perdeu a perna em uma missão no Afeganistão, atingido por uma bomba. Três anos depois do acidente — e de vencer uma luta contra o alcoolismo e a depressão —, ele se tornou modelo. Segundo ele, ser reconhecido como uma pessoa bela, ajudou-o no processo de recuperação.
Dá pra se inspirar, né?











