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Posts na categoria "Pesquisas"

As desculpas mais comuns das brasileiras para recusar sexo com o marido

21 de novembro de 2014 0

Stockxchng, divulgação

Pode-se dar um desconto, porque o levantamento é do site Victoria Milan, especialista em promover encontros extraconjugais. Ele parte da premissa de que, sobretudo, homens descontentes com o sexo caseiro, decidem pular a cerca.

As cinco frases listadas abaixo são as que esses ‘entrevistado’s garantem ouvir com frequência das mulheres — 71,4% estão cansados de ouvir desculpas da parceira para evitar sexo.

Confere?

:: As crianças podem nos ouvir

:: Estou muito estressada, tive um dia difícil

:: Preciso levantar cedo amanhã

:: Estou com dor de cabeça

:: Estou com menstruada

Ler é tão prazeroso quanto fazer sexo. É sério?

19 de novembro de 2014 0

Mollye Chudacoff, reprodução

Acho que não há muito cabimento em comparar algumas situações, mas como se trata de uma pesquisa publicada na revista Current Biology trago a discussão para esse espaço.

Os cientistas alemães e espanhóis constataram que o prazer de descobrir novidades a cada virada de página de um livro pode ser comparado à uma noitada de sexo. Isso porque, ao aprender uma nova palavra, o cérebro desperta as mesmas áreas de prazer de um encontro.

Faz sentido? Acho que perdi alguma coisa…  ;-)

Mulheres com muitos amigos fazem mais sexo com o parceiro

14 de novembro de 2014 0

Warner, divulgação

Vejam que pesquisa interessante (e curiosa): estudiosos da Universidade de Oakland descobriram que mulheres com muitos amigos, colegas de trabalho e familiares homens tendem a fazer mais sexo com o namorado/marido do que aquelas com amizades predominantemente femininas.

A explicação estaria na “competição do esperma”, competitividade biológica que seria transportada à vida real e estimularia o parceiro da mulher cheia de amigos a querer fazer mais sexo com ela.

Isso ocorre, também, segundo os pesquisadores, quando um homem assiste a um pornô com dois homens fazendo sexo com uma mulher. Excitado, ele produz mais esperma do que se visse duas atrizes transando com um ator. Tudo graças à concorrência.

Essa mesma teoria se aplicaria ao dia a dia. E isso nem tem a ver com uma pseudo-impressão de infidelidade do seu parceiro: eles só desejam (inconscientemente) fazer sexo com ela para entrar na competição. Nada mau.

O que as mulheres mais buscam no sexo

30 de setembro de 2014 0

Pornhub, reprodução

Enquanto homens se interessam por sexo com maduras gostosas (as MILFs) e adolescentes, as mulheres têm curiosidade sobre lesbianismo e sexo gay masculino. Os dados são uma compilação das buscas do site pornô Pornhub, que divulgou dados sobre as preferências dos usuários.

Mulheres também se interessam por “pornô para elas”, sexo oral feminino (com 900% a mais procura do que os homens), e James Deen é o astro pornô mais buscado por elas (não conhece? Dá um Google!). “Masturbação masculina” também entra na lista dos top 5.

A saber: 25% de todas as pesquisas na internet são sobre sexo, e um em cada quatro que acessa conteúdo pornô é mulher.

Curioso, né?

Falta homem no mercado? Mulheres são maioria no RS e em Caxias

20 de setembro de 2014 5

Stockx.chng, divulgação

Sabe aquelas reclamações recorrentes das amigas solteiras, dizendo que não há homens disponíveis no mercado? Pode até parecer exagero, mas não é chororô!

No Rio Grande do Sul, existem 392 mil mulheres a mais do que homens (7,3% a mais), segundo Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios 2014, do IBGE. Em Caxias (os dados são de 2010) a situação muda pouco: 3,9% mulheres a mais – ou 8.340.

Haja concorrência!

Aliás, dá pra rir da situação aqui.

Homens ficam 'invisíveis' aos 39 anos, diz pesquisa

08 de julho de 2014 0

H&M, reproduçãoEis David Beckham, estiloso como sempre, sexy como nunca na nova campanha de underwear da H&M.

Escolhi Mr. Becks como exemplo para contestar uma pesquisa que diz que os homens começam a ficar invisíveis aos 39 anos — o ex-jogador inglês completou os seus em maio deste ano.

Uma das explicações é que homens passam a ser percebidos mais como pais — e com uma imagem paternal — do que como sex symbols.

Lembrei de uma história que um antigo professor do curso de jornalismo costumava contar em aula. Ele dizia que o acontecimento mais triste para um homem era quando ele caminhava pela rua e mulheres jovens e bonitas olhavam para ele e sorriam.

— É um sinal de que elas me acham inofensivo — costumava dizer, com um quê de resignação.

Esse professor tinha bem mais de 40 anos.

Aliás, achei a pesquisa um exagero, até porque alguns dos “sinais” apontados para o início do desinteresse feminino são cabelos grisalhos e/ou queda de cabelos.

Tem muito homem de 20 que passa despercebido e muito de 40 que chama atenção. E vice-versa.

Não dá para generalizar, né?

Participação feminina no mercado de trabalho cresce lentamente, diz estudo

24 de março de 2014 1

Stock.xchng, divulgação

A participação feminina no mercado de trabalho caxiense cresce lentamente. Nos últimos 10 anos, a representatividade das mulheres cresceu 3,6%, ou 0,34% ao ano, totalizando 42,9% em 2012.

Os dados são do Boletim Anual Mulheres e Mercado de Trabalho, publicação do Observatório do Trabalho da UCS, que tem como objetivo analisar os dados e mapear as características do emprego formal.

Abaixo, algumas impressões.

Dados *
:: Em 2012, o setor econômico com maior número de trabalhadores é o da indústria. A participação feminina é de 32,4%.
:: O setores de serviços e administração pública e comércio concentram a maior presença de trabalhadoras, com 58,7% e 51,2%, respectivamente, acima da proporção geral de inserção feminina. 
:: No setor da construção civil ocorre a menor participação feminina com 8,5%. 
:: O aumento da jornada de trabalho feminina não foi acompanhado de salários mais elevados. Um dos motivos é a baixa participação feminina nos postos de trabalho com melhor remuneração: menos de 30% delas ganham cinco salários mínimos ou mais.

 * Referentes à 2012

Homens riem. Mulheres choram, mas gostariam de rir

22 de janeiro de 2014 2

Pena Filho, BD

A constatação é um pouco chocante: mulheres choram mais, homens assumem que riem mais e mulheres também os percebem mais faceiros. Já a elas resta uma espécie de resignação, com um quê de liberdade de poder derramar lágrimas, inclusive em público. Eles até choram, mas não gostam de serrem vistos assim, frágeis. Como se a fragilidade tivesse a ver com isso, né?

Esses dados estão compilados no novo livro da antropóloga pop Miriam Goldenberg, Homem não chora, mulher não ri (Editora Nova Fronteira, 272 págs., R$ 24,90), que tem suscitado algumas discussões sobre os estereótipos de feminino e masculino.

A pesquisadora e escritora perguntou a um grupo de classe média: “Você chora muito, pouco ou nunca?” e 52% das entrevistadas do sexo feminino responderam que choram muito, 46% choram pouco e 2% nunca choram. Já os homens responderam que choram pouco (58%) ou nunca (37%). Só 5% revelaram-se chorões.  Os homens ainda são criados para não chorarem?

Um aspecto interessante da pesquisa, que ouvi em uma entrevista da antropóloga, é que os homens não querem rir mais, porque já riem o suficiente. Eles se divertem no boteco, no futebol, no trabalho, na happy hour e até em velórios e enterros. Boa parte das mulheres, no entanto, gostaria de rir mais.

A afirmação me remete a duas lembranças. Uma, da minha avó Reny, uma lady que volta e meia repete que nunca gargalhou na vida _ mesmo que diga isso de maneira irônica, rindo. Outra, de uma entrevista que fiz com Elke Maravilha e ela disse preferir o mundo masculino ao feminino, porque é  mais divertido: homens reúnem-se para beber e conversar, fazem piadas e aliviam tensões cotidianas. Mulheres costumam reunir-se para lamentar as próprias vidas, reclamar dos maridos e das dificuldades de criação dos filhos, disse-me ela.

Num simulacro, mulheres podem parecer mais contidas para preservar uma imagem de equilíbrio e sisudez, afinal, uma mulher séria costuma ser mais bem vista pela sociedade. E, ao sofrimento, as pessoas são mais tolerantes do que à felicidade.
Seria bacana que a gente aprendesse, na infância ou na velhice, a respeitar a personalidade e não as diferenças de gêneros — e, assim, deixasse as pessoas livres para chorar ou sorrir, sem medo.

Número de dietas feitas por mulheres é maior do que número de namorados

21 de janeiro de 2014 0

Julie Frender, Morguefile

Acho lindo e importante cuidar da saúde e manter um corpo saudável. Mas, se pararmos pra pensar, passamos muito tempo preocupadas em satisfazer um padrão de beleza inatingível.

Não me espanta, então, o resultado de uma pesquisa inglesa que aponta que o número de dietas realizadas pelas mulheres ao longo da vida é superior ao de parceiros, numa proporção de 16 contra oito.

Ou seja: passamos muito tempo nos preocupando com bobagens e esquecendo a diversão.

O poder da empatia na conexão com as pessoas

08 de janeiro de 2014 0

Youtube, reprodução

Responda rápido: o que é melhor? Ter empatia ou simpatia? A primeira pressupõe conexão, a segunda é o contrário disso.

Se bateu uma dúvida, vale a pena assistir ao vídeo abaixo.

E, sim, a vida sempre fica melhor quando compartilhada!