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Posts na categoria "Pesquisas"

Homens ficam 'invisíveis' aos 39 anos, diz pesquisa

08 de julho de 2014 0

H&M, reproduçãoEis David Beckham, estiloso como sempre, sexy como nunca na nova campanha de underwear da H&M.

Escolhi Mr. Becks como exemplo para contestar uma pesquisa que diz que os homens começam a ficar invisíveis aos 39 anos — o ex-jogador inglês completou os seus em maio deste ano.

Uma das explicações é que homens passam a ser percebidos mais como pais — e com uma imagem paternal — do que como sex symbols.

Lembrei de uma história que um antigo professor do curso de jornalismo costumava contar em aula. Ele dizia que o acontecimento mais triste para um homem era quando ele caminhava pela rua e mulheres jovens e bonitas olhavam para ele e sorriam.

— É um sinal de que elas me acham inofensivo — costumava dizer, com um quê de resignação.

Esse professor tinha bem mais de 40 anos.

Aliás, achei a pesquisa um exagero, até porque alguns dos “sinais” apontados para o início do desinteresse feminino são cabelos grisalhos e/ou queda de cabelos.

Tem muito homem de 20 que passa despercebido e muito de 40 que chama atenção. E vice-versa.

Não dá para generalizar, né?

Participação feminina no mercado de trabalho cresce lentamente, diz estudo

24 de março de 2014 1

Stock.xchng, divulgação

A participação feminina no mercado de trabalho caxiense cresce lentamente. Nos últimos 10 anos, a representatividade das mulheres cresceu 3,6%, ou 0,34% ao ano, totalizando 42,9% em 2012.

Os dados são do Boletim Anual Mulheres e Mercado de Trabalho, publicação do Observatório do Trabalho da UCS, que tem como objetivo analisar os dados e mapear as características do emprego formal.

Abaixo, algumas impressões.

Dados *
:: Em 2012, o setor econômico com maior número de trabalhadores é o da indústria. A participação feminina é de 32,4%.
:: O setores de serviços e administração pública e comércio concentram a maior presença de trabalhadoras, com 58,7% e 51,2%, respectivamente, acima da proporção geral de inserção feminina. 
:: No setor da construção civil ocorre a menor participação feminina com 8,5%. 
:: O aumento da jornada de trabalho feminina não foi acompanhado de salários mais elevados. Um dos motivos é a baixa participação feminina nos postos de trabalho com melhor remuneração: menos de 30% delas ganham cinco salários mínimos ou mais.

 * Referentes à 2012

Homens riem. Mulheres choram, mas gostariam de rir

22 de janeiro de 2014 2

Pena Filho, BD

A constatação é um pouco chocante: mulheres choram mais, homens assumem que riem mais e mulheres também os percebem mais faceiros. Já a elas resta uma espécie de resignação, com um quê de liberdade de poder derramar lágrimas, inclusive em público. Eles até choram, mas não gostam de serrem vistos assim, frágeis. Como se a fragilidade tivesse a ver com isso, né?

Esses dados estão compilados no novo livro da antropóloga pop Miriam Goldenberg, Homem não chora, mulher não ri (Editora Nova Fronteira, 272 págs., R$ 24,90), que tem suscitado algumas discussões sobre os estereótipos de feminino e masculino.

A pesquisadora e escritora perguntou a um grupo de classe média: “Você chora muito, pouco ou nunca?” e 52% das entrevistadas do sexo feminino responderam que choram muito, 46% choram pouco e 2% nunca choram. Já os homens responderam que choram pouco (58%) ou nunca (37%). Só 5% revelaram-se chorões.  Os homens ainda são criados para não chorarem?

Um aspecto interessante da pesquisa, que ouvi em uma entrevista da antropóloga, é que os homens não querem rir mais, porque já riem o suficiente. Eles se divertem no boteco, no futebol, no trabalho, na happy hour e até em velórios e enterros. Boa parte das mulheres, no entanto, gostaria de rir mais.

A afirmação me remete a duas lembranças. Uma, da minha avó Reny, uma lady que volta e meia repete que nunca gargalhou na vida _ mesmo que diga isso de maneira irônica, rindo. Outra, de uma entrevista que fiz com Elke Maravilha e ela disse preferir o mundo masculino ao feminino, porque é  mais divertido: homens reúnem-se para beber e conversar, fazem piadas e aliviam tensões cotidianas. Mulheres costumam reunir-se para lamentar as próprias vidas, reclamar dos maridos e das dificuldades de criação dos filhos, disse-me ela.

Num simulacro, mulheres podem parecer mais contidas para preservar uma imagem de equilíbrio e sisudez, afinal, uma mulher séria costuma ser mais bem vista pela sociedade. E, ao sofrimento, as pessoas são mais tolerantes do que à felicidade.
Seria bacana que a gente aprendesse, na infância ou na velhice, a respeitar a personalidade e não as diferenças de gêneros — e, assim, deixasse as pessoas livres para chorar ou sorrir, sem medo.

Número de dietas feitas por mulheres é maior do que número de namorados

21 de janeiro de 2014 0

Julie Frender, Morguefile

Acho lindo e importante cuidar da saúde e manter um corpo saudável. Mas, se pararmos pra pensar, passamos muito tempo preocupadas em satisfazer um padrão de beleza inatingível.

Não me espanta, então, o resultado de uma pesquisa inglesa que aponta que o número de dietas realizadas pelas mulheres ao longo da vida é superior ao de parceiros, numa proporção de 16 contra oito.

Ou seja: passamos muito tempo nos preocupando com bobagens e esquecendo a diversão.

O poder da empatia na conexão com as pessoas

08 de janeiro de 2014 0

Youtube, reprodução

Responda rápido: o que é melhor? Ter empatia ou simpatia? A primeira pressupõe conexão, a segunda é o contrário disso.

Se bateu uma dúvida, vale a pena assistir ao vídeo abaixo.

E, sim, a vida sempre fica melhor quando compartilhada!

 

U-hu! Gaúchos são os que mais ajudam nas tarefas domésticas, diz estudo

06 de janeiro de 2014 0

Adriana Franciosi, BD

Gurias casadas com gaúchos, respondam: é verdade que eles ajudam consideravelmente nas tarefas domésticas?

De acordo com dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD), realizada anualmente pelo IBGE com o objetivo de coletar dados econômicos, sociais e demográficos das famílias brasileiras, os gaúchos são os que mais ajudam as mulheres em casa, dedicando sete horas semanais ao trabalho doméstico. Ok, isso ainda representa um terço da atividade feminina — 21 horas — mas é muito melhor do que o desempenho dos alagoanos, com 3,3 horas/semana de ajuda.

No livro Borralheiro, lançado em 2011, o escritor gaúcho (e caxiense) Fabrício Carpinejar (foto) versou sobre o assunto. Com humor, exaltou a inversão tradicional de papeis em um casamento: as mulheres na rua, os homens dedicando-se às atividades domésticas. Na obra, ele escreve: “O que pretendemos é ser do lar. Não conhecemos nenhuma dona de casa que foi processada; é mais seguro. Já temos prática em lavar carro; aprontar o quarto é moleza./ O que nos atrai neste milênio é preparar o jantar consultando um livro de receitas.”

Bom, né?

Ah, a média masculina nacional é de 5 horas.

Lá em casa a pesquisa super se confirma. E na de vocês?

Cinema influencia a nossa percepção sobre o amor romântico

14 de dezembro de 2013 0

Columbia Pictures, divulgação

O cinema influencia a percepção amorosa dos espectadores no dia a dia. E, muitas vezes, eles só reconhecem uma experiência real, do tipo “estou amando”, quando a comparam com uma cena de filme. Não há, assim, uma separação entre o real e o imaginário. 

— A legitimação desse amor romântico passa pelo imaginário e, na nossa perspectiva amorosa, embora se contraponha o real ao imaginário, só se considera real pelo imaginário — explica o doutor em Sociologia Túlio Rossi.

Em março, ele defendeu na USP a tese que relaciona a produção cinematográfica hollywoodiana à maneira como o amor é visto na sociedade. Para a construção do estudo, elegeu cinco filmes produzidos em Hollywood ao longo das décadas de 1990 e 2000: Uma Linda Mulher, Sintonia de Amor, Titanic, Closer — Perto Demais e O Amor Não Tira Férias (foto).

— Escolhi o amor retratado em filmes hollywoodianos como objeto de pesquisa, analisando uma linguagem reconhecida, compartilhada e reproduzida como referência. A ênfase do estudo se deu com as construções do amor no cinema e a partir dele — relata.

Rossi verificou três características comuns à mostra analisada: o discurso do heroísmo — de alguém que foi salvo por outro —, a autorreferenciação do cinema para falar sobre amor de um filme dentro de outro filme e a manifestação do sentimento de nostalgia como algo positivo.

Até Closer, que apareceria como contraponto às comédias românticas e foge do padrão analisado, faz referência ao primeiro e terceiro pontos citados acima. 

— Isso resulta em algo que, para mim, é muito forte, não só no modelo cinematográfico, mas como as pessoas experimentam o amor — afirma o pesquisador.

Caio Castro vestido de Papai Noel é fantasia sexual das brasileiras. Oi?

13 de dezembro de 2013 0

Marcos Porto, BD

Sério, não consigo imaginar por que alguém teria a fantasia de fazer sexo com alguém vestido de Papai Noel — e aí nem interessa quem está atrás da roupa vermelha. Mas, pelo visto, sou exceção.

Uma pesquisado site de relacionamento C-date mostrou que 43,7% das usuárias elegeriam o bonitinho Caio Castro para uma noitada de sexo casual. Mas o ator deveria estar usando a fantasia do Bom Velhinho!!!

Foram sugeridos cinco celebridades às “eleitoras” e o resultado ficou assim: Thiago Lacerda (25%), Carmo Dalla Vecchia (24%) e Bruno Gagliasso (18%).

Tem que rir pra não chorar, né?

Segredos da vida amorosa de uma mulher (quase) comum

27 de novembro de 2013 2

Paramount Pictures, divulgação

O mundo tem mudado rapidamente, e dá pra perceber essas mudanças no comportamento das pessoas.

Acabo de ler uma pesquisa que diz que a vida sexual das mulheres evoluiu muito e ficou mais ousada nos últimos 20 anos. Hoje, elas têm o dobro de parceiros do que tinham na década de 1990 — são, em média, oito — e se aproximam dos homens, que têm 12. Os números me parecem baixos pelas histórias que tenho ouvido por aí, mas, ok.

Outra informação curiosa: elas são quatro vezes mais propensas a experimentar o sexo com mulheres do que há duas décadas e as mais instruídas e ricas tendem a se aventurar mais nos relacionamentos.

A amostra do estudo é grande: 15 mil pessoas entrevistadas por pesquisadores da University College London, homens e mulheres com idades entre 16 a 74 anos. Estudos similares foram realizados em 2001 e 1991 e os resultados foram comparados.

A perda da virgindade também acontece mais cedo: aos 16 anos hoje, contra 19 na década de 1960.

Ah, o número de parceiros aumentou, mas a frequência sexual diminuiu, fruto da correria do dia a dia. “As pessoas estão tomando laptops e iPads para a cama”, observaram os estudiosos.

Seios envelhecem mais rápido que o resto do corpo, diz pesquisa

12 de novembro de 2013 3

Jefferson Botega, BD

É claro que não dá para tentar adivinhar a idade de uma mulher pelos seios, mas eles envelhecem mais do que o resto do corpo. De acordo com um estudo de pesquisadores da Universidade da Califórnia, eles têm de dois a três anos a mais do que qualquer outra parte.

Para determinar essa idade, o cientista analisou quase 8 mil amostras de padrões do processo natural que altera o material genético ao longo dos anos em 51 tipos de tecidos e células. Foram descobertos, assim, 353 marcadores de idade do organismo e constatou que cada parte do envelhece em uma velocidade diferente. 

Os seios são os mais rápidos! No caso da presença de tumores, são até 12 anos mais velhos!

Interessante, né?