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Dá pra ser feliz sozinha depois dos 30?

05 de agosto de 2014 6

Stock.xchng, divulgação

Embora eu ache que dê para ser feliz em qualquer idade e condição (suuuper otimista, claro), tenho observado uma série de amigas solteiras que, volta e meia, aparecem com essa dúvida.

E há um padrão nelas: são bonitas, independentes, têm sucesso profissional, viajam, se divertem e sabem como curtir a vida. Paralelamente, experimentam amores efêmeros em sequência e comprovam a fragilidade dos laços citada por Bauman. E, como diz Xico Sá, “a única vacina para um amor perdido é um novo amor achado”. Elas tentam e tentam, mas são menos tolerantes aos defeitos dos pretendentes e percebem que não precisam ficar com ninguém por conveniência. Frequentam a ‘prateleira amorosa’ do Tinder, marcam e desmarcam encontros, não recusam sexo e aprenderam a dizer não muito rápido.

Só que, às vezes, toda essa segurança vai por água abaixo e elas sentem falta de um colo, da cumplicidade, de alguém para dividir e potencializar o sentido da vida. Sabe aquela sensação boa que um encontro com amigos nos proporciona? É isso, só que de mãos dadas, passeando para ver o pôr do sol.

Isso sem falar na expectativa dos outros, de que a vida deve ser vivida a dois. Por mais bem-sucedida e faceira que a mulher esteja, sempre alguém olha com desconfiança e questiona sobre a falta de um par. Bobagem, né?

Que é bom demais ter alguém ao lado é, mas também é legal desfrutar da liberdade. O ideal é que exista um equilíbrio, que não se perca a esperança nem a joie de vivre porque, quando menos se espera, alguma surpresa aparece e pode mudar a vida em segundos. Só não dá para parar de observar os encantos do dia a dia, sozinha ou acompanhada, pois são esses pequenos momentos que, somados, tornam a vida mais leve e feliz. Dividir isso tudo é consequência…

Necessariamente, não precisamos encontrar “nossa metade”. Afinal, somos inteiros.

Cristiano Ronaldo lança nova coleção de cuecas

04 de agosto de 2014 0

Instagram, reprodução

Se você é daquelas que torce o nariz pro gostosão português, é melhor parar a leitura por aqui.

Caso contrário, já deve estar sabendo que Cristiano Ronaldo desfilou (jogou, ok…) um novo corte de cabelo, com fios mais douradinhos, no amistoso entre o Manchester United e o Real Madrid no final de semana e que (u-hu) lançou uma nova linha de cucas da própria grife. A empolgação não é para o design das peças, mas para o shape do modelo. A maioria das cuecas é até um pouco extravagante, dá para conferir aqui.

O jogador disse que ter a própria linha de underwear é “a realização de um sonho” e que uma cueca precisa ser estilosa, confortável e de boa qualidade.

Olhando para a imagem, nem dá para discordar!

 

Artista cria versões profanas de princesas da Disney

01 de agosto de 2014 0

LJose Rodolfo Loaiza Ontiveros, reprodução

Personagens da Disney em situações mundanas são o mote da criação Profanity Pop do artista Jose Rodolfo Loaiza Ontiveros, em exposição numa galeria em Los Angeles.

Dá para ver uma Cinderela vingativa, uma Branca de Neve plus size e sexy, Jessica Rabbit comungando e anões se beijando.

Ao descrever a mostra, a galeria explica que o artista faz um tributo a trabalhos históricos que têm inspirado diversas gerações, narrando temas universais por diferentes vieses. No caso, a vulnerabilidade exposta está mais próxima à realidade que aos finais felizes.

Jose Rodolfo Loaiza Ontiveros, reprodução

Atletas gatos de remo posam sem roupa (de novo!) contra a homofobia

31 de julho de 2014 0

Warwick Rowers, divulgação

Qualquer ação que pregue a igualdade entre os seres já tem seu valor, mas essa ganha um atrativo a mais. Atletas britânicos do Warwick Rowers preparam, pela sexta vez consecutiva, um calendário temático e sexy.

Lançado pela primeira vez em 2009, a folhinha de 2015 surge com a promessa de ser a “mais quente de todas”. Os esportistas foram fotografados nus, para protestar contra o preconceito aos gays, especialmente nos esportes.

Quem quiser entrar na campanha e adquirir o calendário, deve acessar o site.

Bela (!!!) iniciativa.

O que acontece aos homens quando eles são maquiados pela primeira vez

29 de julho de 2014 0

YouTube/Buzzfeed, reproduçãoSempre tem uma primeira vez para tudo, né? Não consigo lembrar a primeira vez que usei maquiagem e, embora não tenha problemas em sair de cara lavada, estou acostumada com truques e pincéis. E, quando era criança, sempre queria maquiar meu pai, o único homem da casa, coitado.

Poucos homens sentiram na pele o que é ser maquiado e as transformações que corretivo, base, sombra, lápis e batom podem provocar. Cinco rapazes toparam o desafio do site BuzzFeed e se submeteram a uma sessão de “embelezamento”. A atração do vídeo é a reação deles, como o estranhamento provocado pelo curvex. Um deles disse que maquiagem parecia “uma massagem”, outro disse que instintivamente fugia do pincel de sombras.

A maquiagem foi aplicada apenas em um lado do rosto dos homens, para realçar as diferenças. No final, até eles se impressionam: “meu Deus, eu pareço a minha tia”, disse um deles. Vale a pena assistir.

Inspiração x cópia

28 de julho de 2014 0

Divulgação

A interseção entre o direito na moda é recente, mas a advogada Simone Villaça reúne uma série de casos para explicar como criações e criadores podem se proteger das cópias. Mestre em Políticas Públicas na área de Propriedade Intelectual, pela Universidade de Harvard, ela estará em Caxias do Sul na quarta-feira, palestrando sobre Moda, Comportamento e Design: inspiração x imitação, durante o 16ª Integramoda RS.

— Pode ser uma fibra nova, um móvel de design ou a forma como alguém exterioriza um conceito. A gente busca soluções dentro do que se tem, adequando cada caso à legislação — explica.

É justamente essa salvaguarda que permite a exclusividade das solas de sapatos vermelhas à Louboutin. Se houver contraste entre a cor do calçado e a sola, a marca só pode ser aquela. Explica, também, que existe uma linha tênue entre inspiração e cópia.

— Se o produto é copiado, significa que ele é bom, bacana e está vendendo bem. Existe um designer que diz ‘a imitação é uma forma baixa de elogio’. Ao criador, vale se perguntar se a cópia rouba a clientela e faz o produto perder valor — pondera, lembrando de falsificações de bolsas da Louis Vuitton e como isso impactou na grife.

Outras informações sobre o encontro podem ser onbtidas pelo site polodemoda.com.br ou pelo telefone (54) 3027.4422.

'De cada 10 modelos descobertas, quatro são gaúchas', afirma Dilson Stein

26 de julho de 2014 0

Espaço Filmes, divulgação

Gisele Bündchen é a modelo mais bem-sucedida da história, com uma fortuna avaliada em R$ 940 milhões, segundo a revista Forbes. Está prestes a se tornar a primeira bilionária na profissão. Quem observa à distância a carreira da gaúcha de Horizontina, que ganhou o mundo e consegue se manter no topo, associa a imagem mais a conto de fadas do que à ralação.

Mas o olheiro Dilson Stein, responsável pela descoberta da über nos anos 1990, explica que uma modelo, para ter sucesso, precisa de talento, atitude, disciplina, determinação e foco.

— Quando Gisele, Alessandra Ambrósio e Carol Trentini foram morar em São Paulo, o foco delas estava no trabalho, não em festas ou em um novo namorado — explica o descobridor das três tops, que atua nesse mercado há 29 anos.

Recomenda às aspirantes que sempre desconfiem de propostas mirabolantes.

— Sucesso não é mágica, é fruto de trabalho — completa.

Caxias e Bento recebem, neste final de semana, integrantes da equipe de Dilson para sessões de seletiva de modelos. O casting é destinado a interessados com idades entre oito e 25 anos,  enquadrados em perfis para o mercado fashion (passarela) e comercial (fotográfico).

— De cada 10 modelos descobertas, quatro são gaúchas. Trabalhamos sempre de forma responsável, não prometemos nada, mas podemos dar oportunidades. Quando abordo alguém, sempre dou meu cartão para que os pais me contatem — explica.

Stein ressalta a necessidade dos pais se informarem com quem estão lidando, porque, segundo ele, existem “muitas armadilhas” no mercado.

E, embora a família seja fundamental nesse processo, ressalta a importância das mães não projetarem sonhos frustrados nas filhas:

— Quem tem que querer ser modelo é a filha, não a mãe.

Em Caxias, a seletiva ocorre no Personal Royal Hotel (Rua Garibaldi, 153 — bairro Pio X), sábado e domingo das 14h às 20h. Em Bento, no mesmo horário e  apenas no domingo, no  Dall’ Onder Vittoria Hotel (Rua 13 de maio, 800 — bairro São Bento). Informações pelos telefones (54) 8120.1151 e (54) 8120.0713.

Qual é a tua Barbie favorita?

18 de julho de 2014 0

Gabriel Lain, especial

Barbies negras, indianas, asiáticas, latinas. Mulheres de cabelos escuros, ruivos, black power. Com roupas típicas de países e/ou representando uma etnia. Assim são as surpreendentes bonecas apresentadas na mostra Barbie Terras Distantes, exposta na Praça de Eventos do Shopping Iguatemi Caxias até 17 de agosto, com entrada gratuita.

As 205 Barbies representam mulheres dos cinco continentes, com exemplares raros e exclusivos. Segundo o produtor, Everson Olliver, as peças integram a linha adulta da marca e algumas ainda estão sendo comercializadas, como a Barbie Holanda e a Barbie Havaí, a cerca de R$ 150.

— Conforme elas se esgotam, o preço aumenta. Algumas são produzidas em edições ultralimitadas, como as deusas. Essas chegam a custar R$ 3 mil — explica.

Entre as Barbies raras estão a Barbie Roopvati Rajasthani (foto), 2002, que veste um lehenga e representa mulheres da província do norte da Índia, a Tchecoslováquia, de 1990, com produção anterior à separação da União Soviética, em 1993. Também aparecem exemplares como a Barbie Oriente, de 1981, a primeira com rosto oriental da história da boneca, em homenagem a Hong Kong. Um dos aspectos interessantes da exposição é que cada boneca traz uma explicação tanto sobre o traje, quanto sobre o costume que está sendo mostrado.

E, se você também tiver uma Barbie de estimação, poste uma foto com ela e a #minhabarbienopio. As imagens poderão fazer parte de uma galeria no Pioneiro.com.

Homens ficam 'invisíveis' aos 39 anos, diz pesquisa

08 de julho de 2014 0

H&M, reproduçãoEis David Beckham, estiloso como sempre, sexy como nunca na nova campanha de underwear da H&M.

Escolhi Mr. Becks como exemplo para contestar uma pesquisa que diz que os homens começam a ficar invisíveis aos 39 anos — o ex-jogador inglês completou os seus em maio deste ano.

Uma das explicações é que homens passam a ser percebidos mais como pais — e com uma imagem paternal — do que como sex symbols.

Lembrei de uma história que um antigo professor do curso de jornalismo costumava contar em aula. Ele dizia que o acontecimento mais triste para um homem era quando ele caminhava pela rua e mulheres jovens e bonitas olhavam para ele e sorriam.

— É um sinal de que elas me acham inofensivo — costumava dizer, com um quê de resignação.

Esse professor tinha bem mais de 40 anos.

Aliás, achei a pesquisa um exagero, até porque alguns dos “sinais” apontados para o início do desinteresse feminino são cabelos grisalhos e/ou queda de cabelos.

Tem muito homem de 20 que passa despercebido e muito de 40 que chama atenção. E vice-versa.

Não dá para generalizar, né?

Quando a gente começa achar que 'jeito de menina' é depreciativo

07 de julho de 2014 1

YouTube, reprodução

Normalmente, quando a expressão “jeito de menina” é usada, tem um quê pejorativo, quer mostrar fraqueza.

Pensando nisso, a marca P&G lançou a campanha #LikeAGirl, fazendo uma espécie de provocação sobre o conceito. A equipe reuniu guris e gurias adolescentes e pediu para que cada um deles corresse, lutasse e jogasse bola como uma menina.

Para isso, reuniram em uma audição meninos e meninas adolescentes e pediram para que cada um corresse como uma menina, lutasse como uma menina e jogasse bola como uma menina. Todos interpretaram fazendo gritinhos, como uma caricatura.

Depois, crianças repetiram o mesmo experimento, e o resultado foi surpreendente: as gurias demonstraram mais força e confiança. Questionada sobre como seria “correr como uma menina”, uma delas respondeu: “Correr o mais rápido que eu puder”.

A marca quer usar esses exemplos positivos para trabalhar a ideia “jeiro de menina” como uma atitude incrível.

Em que momento da vida a gente perde essa confiança, hein?