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Todo mundo olha para os seus seios, mas você já parou para analisá-los?

06 de outubro de 2014 1

YouTube, reprodução

Às vezes, chega a ser incômodo: você escolheu um decote um pouco mais ousado, e as pessoas não conseguem parar de olhar para os seus seios. Foi justamente isso que uma campanha da Nestlé comprovou, usando um tom lúdico.

Com uma câmera instalada no sutiã de uma mulher, foi possível captar as impressões suscitadas pelos seios durante um dia inteiro. Ao final, surge a premissa, que vai ao encontro da proposta do Outubro Rosa: se todos olham para eles, quando você parou para analisá-los?

O Instituto Brasileiro de Combate ao Câncer recomenda a adoção dos cinco ‘As’: alimentação saudável, atividades física e de lazer, atenção ao corpo, por meio do auto-exame: mama, boca, pele, testículos e tireoide, abandono de vícios como cigarro, álcool e drogas em geral e acompanhamento médico anual.

 

O que as mulheres mais buscam no sexo

30 de setembro de 2014 0

Pornhub, reprodução

Enquanto homens se interessam por sexo com maduras gostosas (as MILFs) e adolescentes, as mulheres têm curiosidade sobre lesbianismo e sexo gay masculino. Os dados são uma compilação das buscas do site pornô Pornhub, que divulgou dados sobre as preferências dos usuários.

Mulheres também se interessam por “pornô para elas”, sexo oral feminino (com 900% a mais procura do que os homens), e James Deen é o astro pornô mais buscado por elas (não conhece? Dá um Google!). “Masturbação masculina” também entra na lista dos top 5.

A saber: 25% de todas as pesquisas na internet são sobre sexo, e um em cada quatro que acessa conteúdo pornô é mulher.

Curioso, né?

Ah, o amor... Monja explica diferenças entre romântico e genuíno

25 de setembro de 2014 0

YouTube, reprodução

Esse videozinho de quatro minutos, com entrevista feita por Gustavo Gitti com a monja Jetsunma Tenzin Palmo, 71 anos, é lindo demais. De um jeito bastante objetivo, ela versa sobre o amor, o apego e a liberdade.

Acho que não consigo ser assim tão desprendida, mas adorei o caminho que ela aponta. Diz que as pessoas não deveriam se unir às outras para se sentirem completas — deveriam, sim, ser completas por si mesmas e aí procurar o outro para juntos apreciarem essa completude.

(A entrevista está em inglês, mas é possível ativar legendas em português)

O bonitão ideal para mulheres com menos e com mais de 30 anos

24 de setembro de 2014 0

Daily Mail, reprodução

O homem ideal (leia-se aqui no quesito beleza) é diferente para mulheres com menos e com mais de 30 anos, segundo matéria do Daily Mail.

Juntando as características que são apreciadas pela mulherada, um bonitão, segundo as moças mais jovens, tem o cabelo do Harry, da banda One Direction, os olhos azuis de Zac Efron, a barba de Robert Pattinson, o queixo de Ryan Gosling e o nariz de Jamie Dornan.

As mais velhas preferem os cabelos grisalhos de George Clooney, a barbinha de David Beckham, os olhos azuis de Bradley Cooper, o queixo do modelo (sunga branca!) David Gandy e nariz de Brad Pitt.

Achei a mistura bem estranha: eles não ficaram feios, mas são melhores nas versões completas, né?

Coleção de saudades: é isso que somos!

23 de setembro de 2014 0

Stock.xchng, divulgação

Pesquisando na internet, me deparei com a frase (sem autor citado, sorry!) que ilustra o título desse post: “A nossa vida é uma coleção de saudades”.

E, se parar pra pensar, é mesmo! Quantas pessoas queridas que passaram pela nossa vida, dividiram experiências e afetos e, por uma circunstância ou outra, acabam partindo? E quantas sensações e lugares queridos vão se perdendo com o passar dos anos.

Sempre que passo por uma pracinha ao lado do Colégio Emílio Meyer lembro como era fascinada por aquele espaço. Às vezes estaciono o carro só para dar uma voltinha e me encontrar com a criança que era aos sete, oito anos. E, se parar pra pensar um pouco, histórias como essa se acumulam em nossas memórias, né?

Falava sobre isso com uma amiga querida que mora longe e, agora, felizmente, está por perto. Conviver coma ausência de quem se adora é uma das tarefas mais difíceis do cotidiano — quem nunca, né? Mas, quando as pessoas estão por aqui, por perto, parece que a gente esquece de valorizá-las. E fazem o mesmo conosco: sabe gente que nunca liga pra saber como você está, mas se acha no direito de cobrar sua presença/ausência?

Sim, cada caso vai para essa nossa coleção que volta e meia podemos evocar. Quando alguém fala em saudade, que nomes (pessoas? coisas? ) aparecem na sua mente?

 

Falta homem no mercado? Mulheres são maioria no RS e em Caxias

20 de setembro de 2014 5

Stockx.chng, divulgação

Sabe aquelas reclamações recorrentes das amigas solteiras, dizendo que não há homens disponíveis no mercado? Pode até parecer exagero, mas não é chororô!

No Rio Grande do Sul, existem 392 mil mulheres a mais do que homens (7,3% a mais), segundo Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios 2014, do IBGE. Em Caxias (os dados são de 2010) a situação muda pouco: 3,9% mulheres a mais – ou 8.340.

Haja concorrência!

Aliás, dá pra rir da situação aqui.

Efeito Diogo Nogueira: paixão e vitalidade

19 de setembro de 2014 2

Guto Costa, divulgaçãoA senhorinha de cabelos brancos deixava o show de Diogo Nogueira, na noite de quinta-feira, em Novo Hamburgo, faceiríssima. Ela tinha recebido uma das rosas vermelhas distribuídas pelo cantor ao final da apresentação e parecia encantada. Me aproximei dela e ela disse:

— Ele é a minha paixão. Faço 87 anos na semana que vem e enquanto ele (apontou para cima, para Deus) permitir, vou ficar por aqui.

Esse era o astral do show. Havia algumas garotas de 20 e poucos anos, babando, e outras na faixa dos 60, igualmente babando.

— Nossa, porque tudo em um só corpo?

— Olha que coxas!

— Ele é lindo!

Comentários feitos à medida que mexiam os corpos, ora de forma contida, ora mais esfuziante.

O show foi muito bacana, com muito samba das antigas, mas o mais curioso foi observar o frisson que ele provoca — já tinha assistido a um show dele com outros cantores, foi minha primeira vez vendo-o sozinho no palco. Ele parece saber o que o público quer: dança, rebola e, com uma calça branca justinha, teve o derrière fotografado à exaustão (a senhora que estava na minha frente, com o filho, caprichava no zoom para capturar o bumbum do sambista).

O mais interessante foi constatar o poder da música para encantar e apaixonar e, sobretudo, como uma simples apresentação (com um bofe lindo, é verdade) enche as pessoas de vida. Naqueles minutos, o tempo transcorrido estava longe das contas, do engarrafamento, da roupa para lavar, dos relatórios para entregar ao chefe, das doenças na família: era só vitalidade e paixão, alegria e sorrisos. Uma delícia (sim, também babei)!

Como seriam os príncipes da Disney sem roupa

16 de setembro de 2014 0

Tara Jacoby/Jezebel, reprodução

Se as princesas da Disney têm sido usadas como inspiração de artistas para as mais variadas versões — para campanhas de conscientização de combate a violência doméstica contra a mulher e contra o abuso sexual —, os príncipes ainda não tinham ganho destaque.

A designer nova-iorquina Tara Jacoby, que tem um trabalho muito bacana, decidiu revelar como seriam os príncipes encantados desnudos — aí ao lado, dá pra ter uma ideia.

É interessante porque dá uma cara mais verossímil aos desenhos/personagens. Dá para conferir toda a coleção postada no site Jezebel aqui.

Você está se desculpando demais?

15 de setembro de 2014 1

Stock.xchng, divulgação

Desculpa, mas andei um pouco afastada do blog nos últimos tempos e aproveito o mote sobre “desculpar-se” para selar esse retorno.

Observando algumas atitudes minhas e de amigas, constatei que, sim, a gente passa muito tempo se desculpando (é mais ou menos aquela história do vídeo da Pantene… É antiguinho, mas quem não viu, pode conferir aqui).

Desculpar-se é educado e, quando empregado a situações pontuais, é um bom (ótimo!) sinal. Há estudos que comprovam que nos desculpamos mais do que os homens.

O problema está justamente em pedir desculpas o tempo todo — sabe quando vai falar com alguém sobre trabalho e diz ‘desculpa, posso falar?’. Não é uma boa maneira de convocar uma conversa profissional, né? Parece ‘culpa’ da nossa vontade de agradar e, pra isso, sermos sempre agradáveis. Mas cansa, né? Às vezes, só queremos ser educadas, mas parecemos frágeis e bobas.

Ao nos desculparmos sem necessidade, sugerimos ao outro que existe uma culpa pelo que não fazemos. Se não somos supermulheres, também não somos submissas.

Só precisamos aprender a ser nós mesmas, sem nos desculpar. E azar de quem não gostar!

Aprenda a renunciar

20 de agosto de 2014 3

Stockxchng, divulgação

Visitei a exposição O tempo e a vida dos Frades Capuchinhos, no Museu dos Capuchinhos, e entre objetos curiosos e histórias sobre eles troquei algumas impressões com o frei Celso Bordignon. Falávamos também sobre o interesse diminuto de ingresso de jovens no seminário e os desafios da atividade, as mudanças na sociedade e nas perspectivas dos jovens. Lá pelas tantas, o religioso proferiu algumas palavras mágicas, que simbolizam um pouco nossa época de exageros:

— Hoje ninguém quer renunciar nada!

Nunca tinha parado para pensar sobre isso, mas a mim soou muito verdadeiro.

As pessoas querem uma vida simples, mas compram sem parar. Querem conhecimento, mas não têm paciência para estudar. Querem sair com amigos, mas não desgrudam os dedos dos smartphones e os olhos das pequenas telas — precisam acompanhar qualquer coisa sem importância, mesmo que signifique deixar alguém importante esperando por uma resposta, uma ideia. Querem ter família e filhos, mas não abrem mão da rotina programada numa perspectiva individual.

E cansa! Parece que nem há um desfrute pleno, porque a ideia do querer mais fica martelando nossos pensamentos.

Costumamos preencher de tarefas nossos dias do início ao fim, dizemos sim, sim, sim em sequência, com medo de que a negação possa parecer preguiça e não perdemos tempo com os outros, contemplamos nossa imagem com uma espécie de devoção e custa a sobrar vontade para olharmos algo além das nossas imperfeições e de quem nos rodeia e, ao invés de aconchego promovemos a dispersão, o movimento contínuo e sem rumo _ estamos, afinal, todos na mesma vibração/correria.

Vejam a contradição: enquanto o encontro, o afeto e o sossego são, ao final, responsáveis pelos anseios reais das pessoas, elas correm justamente na direção contrária. Querendo tudo e sempre, sem renunciar absolutamente nada, não há situação que baste ou satisfaça, por melhor que seja.