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Frase do dia

29 de janeiro de 2014 0

“Humildade é aprender com quem sabe menos que você.”

Flávio Gikovate

Sem sacrifício: aprenda a falar italiano com modelos gatos da Dolce&Gabbana

28 de janeiro de 2014 1

 

Dolce&Gabbana, reprodução

A língua italiana é, pra mim, a mais bonita de todas. A sonoridade e os sotaques de cada região me fazem gostar até dos palavrões e xingamentos (tá, exagerei…)!

Mas, como boa gringa de Caxias, sei que o segredo para falar italiano é bem mais simples: falar com as mãos. Quem não tem essa familiaridade – ou origem étnica como a minha – pode apropriar-se do tutorial abaixo, estrelado por modelos gatos da Dolce & Gabbana (como os brasileiros Evandro Soldati e Diego Fragoso), gravado no backstage da última Semana de Moda, em Milão.

Assim é fácil, fácil ter aulas…:)

Frase do dia

28 de janeiro de 2014 0

“Não há no mundo exagero mais belo que a gratidão.”

Jean de La Bruyère

Cantora húngara grava clipe com e sem Photoshop

24 de janeiro de 2014 1

Reprodução

Volta e meia o uso excessivo do Photoshop é desmascarado e levanta uma série de discussões sobre um padrão de beleza impossível.

A cantora húngara Boogie (Csemer Boglárka), nascida em Budapeste, decidiu mostrar a própria transformação enquanto canta, num clipe. A música escolhida foi Nouveau Parfum, que tem versos como “Não sou um produto… eles não podem mudar o que eu sou”.

O vídeo é muito tri e vale assisti-lo:

Frase do dia

24 de janeiro de 2014 0

“A cisterna contém, a fonte transborda.”

William Blake

Homens riem. Mulheres choram, mas gostariam de rir

22 de janeiro de 2014 2

Pena Filho, BD

A constatação é um pouco chocante: mulheres choram mais, homens assumem que riem mais e mulheres também os percebem mais faceiros. Já a elas resta uma espécie de resignação, com um quê de liberdade de poder derramar lágrimas, inclusive em público. Eles até choram, mas não gostam de serrem vistos assim, frágeis. Como se a fragilidade tivesse a ver com isso, né?

Esses dados estão compilados no novo livro da antropóloga pop Miriam Goldenberg, Homem não chora, mulher não ri (Editora Nova Fronteira, 272 págs., R$ 24,90), que tem suscitado algumas discussões sobre os estereótipos de feminino e masculino.

A pesquisadora e escritora perguntou a um grupo de classe média: “Você chora muito, pouco ou nunca?” e 52% das entrevistadas do sexo feminino responderam que choram muito, 46% choram pouco e 2% nunca choram. Já os homens responderam que choram pouco (58%) ou nunca (37%). Só 5% revelaram-se chorões.  Os homens ainda são criados para não chorarem?

Um aspecto interessante da pesquisa, que ouvi em uma entrevista da antropóloga, é que os homens não querem rir mais, porque já riem o suficiente. Eles se divertem no boteco, no futebol, no trabalho, na happy hour e até em velórios e enterros. Boa parte das mulheres, no entanto, gostaria de rir mais.

A afirmação me remete a duas lembranças. Uma, da minha avó Reny, uma lady que volta e meia repete que nunca gargalhou na vida _ mesmo que diga isso de maneira irônica, rindo. Outra, de uma entrevista que fiz com Elke Maravilha e ela disse preferir o mundo masculino ao feminino, porque é  mais divertido: homens reúnem-se para beber e conversar, fazem piadas e aliviam tensões cotidianas. Mulheres costumam reunir-se para lamentar as próprias vidas, reclamar dos maridos e das dificuldades de criação dos filhos, disse-me ela.

Num simulacro, mulheres podem parecer mais contidas para preservar uma imagem de equilíbrio e sisudez, afinal, uma mulher séria costuma ser mais bem vista pela sociedade. E, ao sofrimento, as pessoas são mais tolerantes do que à felicidade.
Seria bacana que a gente aprendesse, na infância ou na velhice, a respeitar a personalidade e não as diferenças de gêneros — e, assim, deixasse as pessoas livres para chorar ou sorrir, sem medo.

Frase do dia

22 de janeiro de 2014 0

“Para se comunicar  com um coração, só outro coração.”

Diego de Estella

Número de dietas feitas por mulheres é maior do que número de namorados

21 de janeiro de 2014 0

Julie Frender, Morguefile

Acho lindo e importante cuidar da saúde e manter um corpo saudável. Mas, se pararmos pra pensar, passamos muito tempo preocupadas em satisfazer um padrão de beleza inatingível.

Não me espanta, então, o resultado de uma pesquisa inglesa que aponta que o número de dietas realizadas pelas mulheres ao longo da vida é superior ao de parceiros, numa proporção de 16 contra oito.

Ou seja: passamos muito tempo nos preocupando com bobagens e esquecendo a diversão.

Frase do dia

21 de janeiro de 2014 0

“Não há longa noite que não encontre um dia.”

William Shakespeare

Não subestime o poder de um cafajeste

20 de janeiro de 2014 1

Estevam Avellar, TV Globo

Amores Roubados terminou, mas ainda deve ter muita mulher suspirando por Leandro Dantas, o sommelier pegador interpretado por Cauã Reymond na minissérie.

Ao longo da história, ele deu uma aula de sedução com poucos escrúpulos e mostrou que frases certas ditas com um certo humor — tendo por trás um interlocutor gato como Cauã —, podem funcionar direitinho. E, não sejamos ingênuas: às vezes, um tipinho bem cafajeste vai bem!

Frases como “um homem que prova todos os vinhos tem de provar também todas as mulheres” só pode ser dita por alguém sem muitos pudores. E, deste jeito, até pode funcionar se a mulher achar que o bofe vale a investida. Outra coisa, quem não gosta de ganhar livros de poesia ou ouvir frases em francês?

Outros aspectos irresistíveis (e espertos) de Leandro Dantas:

:: Saber como e quando se exibir

:: Gostar de crianças e saber se relacionar com elas

:: Gerar uma certa dose de insegurança nas mulheres