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Cesar Cielo é herói nacional em um país que despreza o esporte

04 de agosto de 2012 29

Somos um país sem noção na hora de analisar Olimpíada.

Cesar Cielo leva o bronze nos 50m e ouço muxoxos. Fracasso.

Foi este o tom quando ele saiu da piscina.

O Brasil não oferece nenhuma estrutura esportiva na formação de atletas, temos um nadador de 25 anos com quatro medalhas no peito medindo braçadas contra monstros americanos e australianos – e ainda reclamamos.

O problema não está neles, os atletas. Estes são heróis nacionais. Muitos chegam ao nível de competição na base do “paitrocínio”, como o judoca gaúcho João Derly, cuja pai vendeu o Fusca da família para o filho viajar e competir. Só quando os resultados aparecem é que surgem as benesses do Comitê Olímpico Brasileiro (COB) através da Lei Agnelo Piva.

É rigorosamente o inverso do que fazem não apenas as potências olímpicas, mas nações que conseguem ao menos competir com planejamento.

A prática de várias modalidades começa na escola, e a partir daí os técnicos vão descobrindo e lapidando aptidões para correr, jogar, nadar, lutar, saltar.

É a tese da pirâmide: da quantidade (base) sai a qualidade (cume).

Em Cuba, mau desempenho em educação física pode reprovar.

Na China, há mais de 4 mil escolas públicas de esporte.

A Austrália exibe oito conjuntos esportivos de excelência (piscinas, ginásios, pistas de atletismo e moradia para atletas) que aliam infraestrutura e tecnologia de ponta.

Na Jamaica, os estádios lotam em competições escolares de atletismo, sobretudo nas de velocidade. Usain Bolt não deixa de prestigiar sempre que possível, como torcedor.

Há exemplos de toda sorte para o Brasil.

Poderíamos seguir um só.

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Comentários (29)

  • Firmino diz: 4 de agosto de 2012

    Achei que só o que importava era o futebol. Afinal, é o único esporte do mundo (no Brasil).

    Nos meios de comunicação, o "comentarista ESPORTIVO" só comenta futebol, o programa de "debate ESPORTIVO" só debate (bobagens envolvendo o) futebol. E por aí vai.

  • LAERT diz: 4 de agosto de 2012

    Tem sido investido milhões na área esportiva.
    Contrataram técnicos estrangeiros a peso de ouro.
    De 200 milhões de pessoas não se consegue tirar apenas um tênista para
    ser top ten, então o problema está mais na disciplina de treinamento e
    aplicação dos atletas, do que nos investimentos feitos.
    Nossos atletas simplesmente não gostam de treinar. Gostam de competir e viajar
    por conta de mordomias pagas com os cofres públicos.
    Se o dinheiro investido hoje nos esportes fosse destinado aos hospitais públicos, às escolas e as creches, entre outras prioridades, não veríamos tantas mazelas, como as que presenciamos no dia a dia.
    Cuba não serve de referência para nada. É um país satélite da ex-união soviética, cujo povo sempre foi mantido sob regime ditatorial e onde os atletas são submetidos a pressão do governo, para que obtenham marcas expressivas.
    Na Jamaica, correr faz parte da tradição do país, assim como no Quênia, então não tem nada a ver com investimento e descaso das autoridades. São países pobres.
    Essa conversa é sempre a mesma. O que falta mesmo é talento e dedicação.
    O futebol é um exemplo claro disso. Os atletas tem um talento natural, mas muitos fracassam na Europa porque não tem disciplina esportiva ou mesmo um comportamento profissional necessário às profissões que abraçam.
    Ronaldinho é apenas um desses exemplos. Basta comparar Ronaldinho e Messi. Messi sempre teve disciplina e atitude profissional, mesmo sendo hoje o melhor jogador do mundo...o outro...bem...aí falta a disciplina..e não dinheiro.
    Uma das maiores delegações da olimpíada de Londres é a brasileira, cujo governo gastou fortunas para levar um bando de gente, mesmo sabendo que a maioria não competiria em nada efetivamente.

  • marcio diz: 4 de agosto de 2012

    Diogo, não tens razão nas tuas alegações. A natação é bem desenvolvida no Brasil, especialmente em São Paulo. Você tem que falar é de outros esportes que são abandonados no Brasil. A natação, não.
    Evidentemente, como não somos primeiro mundo, que não temos a melhor estrutura de natação do mundo, longe disso.Todavia, os demais esportes tem uma estrutura muito mais precária.

  • DANIEL diz: 4 de agosto de 2012

    com a politica de se premiar a mediocridade e achar q o "jeitinho malandro"comove o mundo continuaremos um pais gigante com resultados de republiqueta de bananas!

  • Eduardo Marinho diz: 4 de agosto de 2012

    Diogo, sou professor de Educação Física há 10 anos e atesto tudo que você disse. No Brasil, a Educação Física também reprova, mas como fazer isso se na maioria das vezes não temos a condição mínima para oferecer aos alunos de prática esportiva? Total falta de estrutura física, segurança e sem materiais. Como motivar e incentivar os alunos nessas condições? Outra questão é: pelo menos na minha cidade (Brusque-SC) os Jogos Escolares são um FRACASSO! Professores sendo mal tratados, alunos desrespeitados, maioria dos jogos decididos por W.O. sagrando campeão aqueles que tem mais paciência de chegar ao fim (várias vezes a organização nem aparece e já aconteceu até dos jogos serem arbitrados pelos próprios professores, que aliás, foi o melhor ano do evento)... essa é a dura realidade do esporte do país da Copa 2014 e Olimpíadas 2016.

  • iraldo y castro diz: 4 de agosto de 2012

    DIOGO,bom dia, acho que voce não pode generalizar todo brasileiro, por não acompanhar e partilhar a dor de um atleta de atletismo no Brasil, porque o incentivo deve ser governamental, mas se não me engano o ministério do esporte tem 500 milhões por ano para a pratica do atletismo, mas a grana é investida em terrenos particulares, onde passam oleodutos e deste montante não foram aplicados nem 50 milhões por ano no esporte e o que é aplicado é na formação de novos jogadores de futebol masculino, em clubes que ganham muito depois vendendo estes jogadores.agora vem uma presidente que esta a doze anos no poder dizer que vai liberar mais dinheiro para o atletismo, isto é demagogia, porque se um atleta não tiver patrocinio forte ele vai comer sanduiche quando conseguir ir disputar alguma competição internacional. no brasil se gasta muito em infraestrutura , mas no atleta nada e se continuar assim tenho pena dos brasileiros que forem competir em 2016, porque os leigos e ricos que vão assistir esta olimpiada não sabem como um atleta brasileiro sofre para treinar e conseguir uma vaga olimpica e agora vem uma presidenta avaliando quantas medalhas o brasil vai ganhar nesta olimpiada, se eu fosse medalhista mandaria um dedão para esta turma de politicos e nas urnas faria a vontade dos atletas votando no comprometimento de quem quer lutar por uma melhora no esporte amador, até a familia assis tinha incentivo financeiro e me diga um nome de um atleta formado por eles. mas tem atleta besta que vai ganhar uma medalha e vai subir a rampa do planalto para engrandecer este monte de parasitas que andam por lá. e olha que não sou atleta e não tenho ninguém da familia que é. o Brasil é uma vergonha no esporte isto que é a quinta economia do mundo e se não fosse.

  • Jorge diz: 4 de agosto de 2012

    Andamos pra tras em todos os sentidos. O equivoco do modelo estatizante do nosso atual "des" Governo nos traz decepcoes como esses pessimos resultados Olimpicos.
    Com esse Governo nao ha esperanca.

  • Ricardo diz: 4 de agosto de 2012

    Uma coisa não tem nada a ver com a outra.
    A falta de estrutura e investimento é fato mas como você mesmo disse, o Cielo superou isso.

    A questão é outra: Cielo já é o melhor do mundo, recordista, campeão.

    Então, uma medalha de bronze significa fracasso, derrota.

    E ele mesmo sente isso já que chorou ao PERDER a medalha de OURO.

    Então me desculpe se não concordo com seu discurso padrão de defesa da mediocridade.

    Abraços.

  • Paulo fickel diz: 4 de agosto de 2012

    É preciso falar a verdade, Cielo abandonou os treinamentos nos USA, junto com os demais campeões mundiais, como Phelps, porque não havia tempo para baladas neste centro. Lá, treina-se todos os dias, e nada de badalação, boates, etc. Para ser campeão, é necessário abrir mão da vida privada, e ele desistiu. No Brasil, pouco esforço, muita festa, e resultados de acordo. Colheu o resultado que plantou!

  • ijz diz diz: 4 de agosto de 2012

    Diogo, a diferença é a falta de atitude e respeito a nós brasileiros, por parte dos governantes e políticos, que passam desde o primeiro ano de governo ao ultimo dando explicações de corrupção, falcatruas e desvios de dinheiro que deveriam ser aplicado em saúde, educação, segurança e esportes. Este corruptos praticamente são todos inocentados e nós brasileiros ficamos a ver navios. Isto sim é vergonho.

  • Carlos diz: 4 de agosto de 2012

    Caro Diogo:
    Gostaria de acrescentar mais algumas iniciativas em prol da destruição do esporte do pais, no caso o futebol e esta, patrocinada pela televisão e que voces fazem de conta que nao veem:
    - Obrigar o torcedor a ir ao estadio para assistir um jogo que as 10 horas da noite, porque antes tem que passar a novela. O brasileiro que trabalha nao consegue assistir todo esse jogo nem na televisao;
    - Monopolio da televisão, que passa o mesmo jogo em dois canais, privando-nos dos outros 9 jogos do brasileirão. E assim por diante...
    Ou seja, seu Diogo, se vc olhar ao lado vera que existem mais culpados pelos fracassos brasilieros.

  • Rafael Nunes diz: 4 de agosto de 2012

    Simplesmente IRRETOCÁVEL seu post, Diogo. O título, então, resume de forma clara o que dissestes ao longo do texto. Cesar Cielo com certeza é um herói!!; pois quem chega numa olimpíada é por méritos próprios, sem ajuda dos governos (que propagam aos quatro ventos "investir pesado no esporte"), e ainda consegue ganhar medalhas?!?! HERÓI MESMO. COM MÉRITOS. COM MUITA LUTA! Mas, pior do que ver muitas vezes o sofrimento desses atletas na busca de uma medalha, só mesmo a "turma da flauta", que adora rebaixar um atleta que não ganha na sua modalidade, como se isso desabonasse todo o esforço e dedicação do atleta para lá chegar e competir... Infelizmente, são coisas de Brasil "olímpico" (???) PARABÉNS, mais uma vez, pelo EXCELENTE POST Diogo! Abraços, Rafael, Livramento-RS

  • Fábio Facco diz: 4 de agosto de 2012

    Belas e lúcidas palavras Diogo, enquanto as noticias nos nossos telejornais, forem, mensalão, roubo na merenda publica, dinheiro na cueca, e outras m,ais relacionadas a essa corja que comanda as esferas de poder do brasil, Onde já se viu um pais que paga 25,000 R$ os Tiriricas da vida e 8.000 para um médico que salva vidas...

    Nessas horas tenho vergonha de ser Brasileiro.

  • Arthur diz: 4 de agosto de 2012

    Disse tudo. Ainda temos que escutar, "Brasil planeja aumentar número de medalhas nas olimpíadas de 2016". Enquanto o certo deveria ser "deseja" ou "espera", já que planejamento envolve ações, e não fazemos nada para isso.

    Em suma, o resultado esta aí, e se continuarmos com o mesmo descaso, teremos novo fiasco em 2016..

  • paulo andré diz: 4 de agosto de 2012

    Perfeita análise, mas o que esperar de um país de tamanho continental como o Brasil, que continua com uma mentalidade colonial, precário nas áreas de ensino, saúde e segurança, aliado a um dos maiores níveis de corrupção do planeta? Tá explicado como um país com uma população de mais de 170.000.000 de habitantes consegue até agora 6 míseras medalhas!

  • JOACIR diz: 4 de agosto de 2012

    "Há exemplos de toda sorte para o Brasil.
    Poderíamos seguir um só".
    Qta. hipocresia, teu patrão tem mais de 80% da audiência em horários chamados nobres, e o que que sua empresa contribui para o esporte? nada, ou quase nada, até o futebol que é uma preferência nacional fica relegado a 2º plano qdo. este é comparados com novelas, que são verdadeiros lixos. Se o futebol já é tratado assim pela mídia, imagina os outros esportes então. Impressionante que estes questionamentos só aparecem de quatro em quatro anos, terminados as olimpíadas, um mês depois esquece-se de tudo, e voltamos a nossa realidade, mais as novelas estarão lá com seu lixos, emprobrecendo cada vez mais o povo brasileiro em seus horários nobres destilando toda sorte de pobreza cultural, espiritual e social.

  • Diego diz: 4 de agosto de 2012

    Diogo meus parabens, excelente avaliação sobre nossa situação "olimpica". Discutia sobre essa situação com alguns amigos, sobre patrocinio do Brasil para com nossos atletas até o Rio 2016, e acho que num país que vive de impostos, mensalões e cpi, um salário fixo (isso mesmo), locais adequados e treinadores de ponta aliado a um apoio psicologico (obvio) conseguiriamos ser mais forte....

  • Fabio diz: 4 de agosto de 2012

    Perfeito. Parabens.

  • Fábio Vargas diz: 4 de agosto de 2012

    Caro amigo, seu texto me levou a uma pergunta, o que é um Herói nacional num país como o Brasil? Você cita o jovem nadador ser um Herói pelo fato de ser um nadador de ponta em um país que investe pouco na natação? Os demais brasileiros que não tiverem nem acesso a um ensino de qualidade e vivem com dignidade e honestidade e nunca tiveram a oportunidade de morar em um pais de primeiro mundo como EUA (como o Cielo já pode treinar lá e se não me engano estudar na universidade), não seriam também Heróis num País tão desigual como o nosso? Aonde políticos ganham mais de R$ 5.000,00 ao mês sem nem mesmo ter uma formação acadêmica enquanto professores ganham micharia e nem mesmo são respeitados pela sociedade.
    O campeão em desporto só se justifica com a expressão corporal do desenvolvimento sócio-económico de um povo.

    Te pergunto, em países onde se passa fome há campeões?

    Não se pode isolar o desporto da sociedade em que ele nasce, o desporto de competição faz-se através de uma especialização precoce, ele deveria vir em segundo lugar, não em primeiro, se da mais valor ao desporto de alta competição e ao espetáculo a ele associado do que à criação de uma sociedade que proporcionaria o espetáculo desportivo em condições, tal como proporcionaria o teatro, a música, etc.
    Num país que tem tudo para todos, brotam naturalmente os campeões no desporto, como brotam os campeões nas artes, nas letras, nas ciências.
    (Manuel Sérgio)

  • Matheus diz: 4 de agosto de 2012

    Cara, não precisa justificar o que todos nós sabemos, que o Brasil investe pouco ou quase nada nos esportes olimpicos, raras algumas excessões, e que esta participação (até agora vexatoria) da delegação brasileira nos jogos, sirva de lição ao COB, para que nas proximas olimpiadas (em casa) não pague mico, que trate te preparar melhor nossos atletas, tanto em condicionamento tecnico e tactico como financeiramente e emocionalmente, sim né, porque para ser campeão tambem é preciso estar preparado emocionalmente para isso.

  • FERNANDO CARLOS PETRY diz: 4 de agosto de 2012

    No Brasil, a educação não é valorizada. Não tem estrutura, nem física, nem pedagógica, nem humana, nem financeira. O salário que ganha um professor de Educação Física não o estimula a trabalhar, então ele não vai se esforçar para ensinar esportes Olímpicos, até pela citada falta de estrutura. O que fazer? Pega uma bola de futebol e atira no meio da gurizada e vai para sala dos professores tomar cafezinho e jogar conversa fora.

  • Alisson diz: 4 de agosto de 2012

    Parabéns Diogo pelo belo comentário, finalmente alguém da imprensa abriu os olhos e viu isto, ou pelo menos teve a coragem de falar, pq o Brasil é um fiasco nas olimpíadas, mas não por causa dos atletas, mas por causa do pais que não investe em estrutura, pela falta de apoio para com estas pessoas que estao la representando nosso país, pensam que no brasil é só futebol e futebol e simplesmente esquecem do resto, mais uma vez parabéns.

  • Gabriel Medeiros diz: 4 de agosto de 2012

    Disse tudo! Tu é um dos poucos jornalistas esportivo sensato, parabéns.

  • Pampeano diz: 4 de agosto de 2012

    Discordo, Cesar Cielo é um fracasso e uma vergonha nacional para o nosso país.
    Chegou na olimpíada como favorito nos 50m e com chances de medalha nos 100m livres e fica apenas com o bronze na prova que é sua especialidade, só pra não mencionar o fiasco do sexto lugar nos 100m. Essa mania de cachorro vira-lata e se contentar com míseras medalhas de bronze e prata que nada mais são que sinônimo de incapacidade e derrota. Enquanto seguirmos com desempenhos pífios diante do tamanho de nosso país, onde as únicas medalhas são conquistadas na base do talento dos atletas estaremos atrás de países muito menores e que em competições internacionais dão um baile em nossos atletas que mesmo que cheguem com chances de medalha ou favoritos em suas categorias geralmente amarelam, por essa cultura de temer a disputa, não mirar o ponto mais alto e se contentar apenas com competir. O único orgulho que um atleta pode dar ao seu país nas olimpíadas é medalha de ouro, fora isso é uma vergonha como essa que o Cielo nos fez passar nas provas de natação.

  • THAIS NAO DESISTE NUNCA diz: 4 de agosto de 2012

    Muito bom DIOGO.
    #FATO
    BOM FIND :)

  • edson santos diz: 5 de agosto de 2012

    Diogo,eu não concordo com oq vc falou...
    Se vc for no quadro de medalhas,vai ver q no mínimo tem uns
    14 países pobres(mas pobres mesmo) acima do Brasil.
    O Brasil pode investir trilhões nesses atletas, q não vai adiantar em nada,
    fazem chover em competições mundiais,chega nas olimpiadas e 'amarelam'.
    Na minha opinião investir nesses 'amarelões' é colocar dinheiro fora.
    Quando vc é bom,vc é bom...quando vc é ruim,não tem dinheiro q faça vc ficar bom,
    pois isso é um dom e está no sangue...no futebol é a mesma coisa,
    vc pode investir trilhões Nei,q ele sempre será o Nei,nunca será o melhor lateral do mundo,craque q é craque ,já nasce craque e não é investimento q vai o tornar craque.
    Vc pode investir trilhões no futebol da China,q jamais eles serão campeões do Mundo.
    Esse chororô dos brasileiros q não tem investimento,é pura balela,sâo ruins e ponto final!!!

  • CRISTIANO KRAWI diz: 5 de agosto de 2012

    Vamos parar com esse papinho , os caras estão sendo cobrados pois chegaram lá badalados . Outra coisa é a falta de investimento na base , e o Brasil não mandou nenhum gurizinho competir em Londres , só foi os cascudos .

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