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Mudança no blog

01 de September de 2016 0

Caros leitores! O conteúdo do blog No Ataque migrou para o site de Zero Hora. A partir de agora, acesse as colunas no link: zerohora.com/diogoolivier.

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Contrato de compra da Arena já está sendo escrito

25 de October de 2015 0

O contrato que dá ao Grêmio a gestão da Arena já está sendo escrito.

O problema é que vai demorar a ficar pronto.

São muitas instituições envolvidas, cada uma com suas instâncias internas e tempos próprios.

Além da OAS, há o BNDES e os bancos repassadores.

Cada pequeno adendo aqui e ali tem de voltar de onde veio e passar por todas as reconfirmações.

Por isso a direção tricolor pretende não falar mais em datas de assinatura, embora trabalhe com a meta de entrar 2016 já dono e senhor de seu estádio, fazendo dele o grande reforço para a Libertadores do ano que vem.

 

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Aos 75 anos, Pelé é cada vez mais mito e popular

25 de October de 2015 0

MaradonaPeleMessiRonaldinhoWEB

 

Não vi Pelé em ação ao vivo, no estádio. Quando ele se aposentou, no hoje cultuado Cosmos, em 1977, eu tinha 9 anos. Lembro do meu pai colocando as mãos na cabeça, incrédulo, naquele gol de bicicleta, pedalado a quatro andares da grama sintética americana. Mas era TV. Teipe, ainda por cima. Queria muito ter visto Pelé jogando de verdade. É uma saudade que nunca sentirei. A saudade nos faz viver de novo, lá adiante. Dá até uma certa inveja de quem viu. Brilha de outra maneira o olhar dos que testemunharam este senhor de 75 anos, completados esta semana, com a bola nos pés.

Durante a apuração de uma reportagem sobre o Maracanã, descobri nas ruas, bares e prédios ao redor remanescentes do jogos lendários entre Santos e Botafogo, nos anos 60. As pessoas vinham de todos os cantos do Brasil e até do mundo para ver aquela bruma de craques engolfar o gramado. Zagallo, Garrincha, Didi, Nilton Santos, Gilmar, Pepe, Coutinho. Era o maior espetáculo da terra. Havia genialidade de sobra para conferir, mas basicamente todos queriam ver um só: Pelé.

Dei sorte, ao menos, de ver alguns dos que mais perto chegaram de Pelé em talento: Ronaldinho, Messi e Maradona. Até hoje não entendo como aquela arrancada de Messi não beijou a rede de Neuer contra a Alemanha, na final da Copa. Os reservas alemães se ergueram ao mesmo tempo, apavorados, quando ele partiu em linha reta.

Não esqueço dos argentinos cantando para Diego após um gol de falta pelo Boca, contra o Argentinos Juniors, em 1995, já no fim da carreira, em Buenos Aires. Os dribles de Ronaldinho em Dunga no Gre-Nal do Gauchão de 1999 foram imbatíveis, aqui debaixo do nosso nariz.

Mas Pelé ao vivo, ali de pertinho, no estádio, não vi. Suponho que todo cidadão brasileiro tenha alguma história com Pelé, real ou imaginária. É uma maneira de se sentir parte da trajetória de um mito. A minha é verdadeira.

Em algumas horas, a Seleção Brasileira faria a semifinal da Copa da França contra a Holanda. Fui cedo para o Estádio Velodrome, em Marselha. O mundo passaria por ali, imaginei. Eu circulava pelas tribunas quando percebi um murmurinho além da conta. As pessoas se levantavam, torciam os pescoços, apontavam o dedo. Quem era? Johan Cruyff, o cérebro talentoso do futebol total da Laranja Mecânica de 1974, a última grande revolução do futebol.

Fiquei impressionado. Aquela reverência mais de 20 anos depois, e para um time que nem campeão havia sido? Maior prova de grandiosidade não poderia haver. Então, alguém gritou:

– O Pelé tá vindo aí.

O mundo pareceu ter parado ali mesmo. Havia um magnetismo no ar. A informação se espalhou na velocidade da luz. Houve corre-corre. Os stewarts abandonaram os postos. Os voluntários também. Alguns torcedores invadiram a área restrita para tentar um autógrafo. O alto falante o anunciou. A torcida aplaudiu em pé. Os jornalistas correram na sua direção como um enxame de abelhas, eu entre eles.

Fui bem rápido. Cheguei relativamente antes, embora isso significasse só alguns segundos, e o toquei. Ele estava de costas. Eu queria apenas que se virasse, mas os seguranças entenderam que ele estava sob ameaça. Meu bloquinho de anotações se escabelou todo. O óculos caiu. Pelé viu, mas nada podia fazer. Em seguida foi cercado por dezenas de pessoas e passou a responder perguntas em vários idiomas, aí já com um cordão de isolamento feito em torno dele. Quando acabou a conversa, nossos olhares se cruzaram na porta do elevador, ele já indo embora.
– Você é brasileiro? – ele perguntou.
– Sim, jornalista.
– Tudo bem contigo? Os seguranças às vezes exageram, ainda mais fora do Brasil. Desculpa.
– Tranquilo – respondi.
– Abraço.
A porta do elevador se fechou. Pelé se importa com as pessoas, qualquer uma, foi o que pensei. Não o vi jogar, mas também não vi as naus de Cabral em nossos mares e sei bem que ele descobriu o Brasil. Entre erros e acertos de uma vida de 75 anos, restará o mito que atravessa gerações cada vez mais popular. Deve ser por isso que milhares cantaram nos estádios da Copa, esquecendo Neymar, Messi ou qualquer outro: “Mil gols, mil gols, só Pelé…”

É isso.

Só Pelé.

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Campeão mundial pelo Grêmio aposta em Rafael Thyere

24 de October de 2015 0

Rafael Thyere, 22, substituto de Pedro Geromel contra o Vasco, nesse domingo, tem como empresário um campeão do mundo pelo Grêmio.

Jorge Baidek, companheiro de zaga de Hugo de León em 1983, aposta alto no paraibano de 1m90cm.

Trabalham juntos há cinco anos. Por ser do lugar, ex-patrão da grande área, Baidek só agencia zagueiros que passem pelo seu crivo.

– Tenho de bater o olho e perceber virtudes para serem trabalhadas. Do contrário, não pego – explica Baidek.

Foi assim com Rafael Thyere, segundo o ex-zagueiro.

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Contra o Joinville, Inter joga vacinado pelo Grêmio

24 de October de 2015 0

Vou pelo último treino. A ideia de seguir com Ernando na lateral-esquerda mantém o que está dando certo, após o gol de ponteiro no Maracanã, o da vitória sobre o Flamengo. A entrada de Juan ao lado de Réver no miolo da área é, também, uma aposta pela bola alta. Juan é exímio cabeceador. Sem Zé Mário, que fica para uma eventualidade no segundo tempo, e com Ernando no lado esquerdo da primeira linha de defesa, o time ganha em altura.

O Joinville passou a semana treinando bola parada ofensiva, apostando nos gols tomados pelo Inter desta maneira na temporada. Além da experiência de Kempes, PC Gusmão tem a volta do matreiro Marcelinho Paraíba. Ambos são veteranos, mas perigosos no ataque. Daí o resguardo de Argel, tratando de correr menos riscos. Ao lado de Alex ou D’Alessandro, haverá Anderson. Na frente, Vitinho e Valdívia, o melhor ataque possível.

O Inter vai para cima do Joinville, mas terá de ter o filme do Grêmio com a Chapecoense bem presente. Na reta final dos pontos corridos, todos se superam e operam milagres. Se não houver disciplina tática, o castigo vem a galope. Não há mais tempo de repará-los.

O jogo deste sábado contra o Joinville está muito conectado com o seguinte, diante do Goiás, no Serra Dourada. São adversários que opõem resistências, mas de porte médio e pequeno. Se cumprir a Lei Muricy e passar por eles, o Inter terá engatado quatro vitórias seguidas. Aí sim, o G-4 se tornaria palpável.

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Xavante anuncia reforma de estádio, volta das categorias de base e construção de CT

22 de October de 2015 0

André Araújo, ex-presidente do Brasil-Pel, é o responsável pela reforma do Bento Freitas. Neste bate-papo, jogo rápido, ele conta como está a negociação com a construtora portuguesa Porto 5 Empreendimentos. E revela que vem aí o CT Xavante:

andre.araujo2

 

Como está a reforma do Bento Freitas?
Apresentaremos amanhã o projeto para a imprensa.

De onde virá o dinheiro?
Trinta e sete conselheiros doaram terrenos seus atrás de uma das goleiras para a Porto 5 construir prédios comerciais e lucrar com eles. Em troca, a construtora erguerá todo o anel inferior.

Quando ficará pronto e qual a capacidade?
Nossa meta é jogar a Série B no novo Bento Freitas. A capacidade ficará em torno de 20 mil, em um primeiro momento. No futuro, o projeto prevê um anel superior.

O Brasil seguirá sem categorias de base?
Não só voltaremos com a base como estamos preparando um CT só para isso. Temos três campos prontos na Sanga Funda (bairro distante 8 quilômetros do Bento Freitas). Falta só a parte de alvenaria. O terreno para o CT Xavante é do nosso ex-presidente, Érico Ribeiro. Ele nos repassou a área para uso sem custo, em regime de comodato, por 30 anos renováveis por mais 30.

Por que tanto investimento?
Temos de aproveitar o acesso à Série B e acompanhar, em termos de estrutura, o que ela representa como mudança de patamar. É agora ou nunca mais.

 

 

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O último capítulo da compra da Arena pelo Grêmio

22 de October de 2015 2

Sobre a compra da Arena, cujo capítulo final sempre fica para a próxima semana, fico com a palavra presidencial empenhada em praça pública e registrada em cartório.

Romildo Bolzan Júnior afirmou que o “negócio é irreversível’’.

Seguramente tinha motivos sólidos para uma frase tão definitiva.

Não vejo razões para duvidar do presidente do Grêmio.

Tem uma feito uma boa gestão, cortando gastos e garantindo vaga na Libertadores.

A compra da gestão do estádio, como forma redentora de criar novas receitas, sairá em algum momento de seu mandato.

Diz o sábio ditado popular: promessa é dívida. Se o negócio não sair, o devedor será ele. É o tema do meu comentário em zerohora.com/esportes.

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O que diz o aproveitamento dos goleiros do Grêmio

21 de October de 2015 1

O Guilherme Canal, editor da esportes da RBS TV, destrinchou o aproveitamento dos goleiros do Grêmio. Marcelo Grohe, em 17 jogos, tem 62,74%: nove vitórias, cinco empates e três derrotas.

Empate técnico com os 63,8% de Tiago: 12 jogos, sete vitórias, dois empates e três derrotas. O de Bruno Grassi, esse sim, é ruim: três partidas e só uma vitória, 33%. Na frieza estatística, Tiago até poderia ser titular. No calor imprescindível da análise dos números, Grohe emerge como ainda mais fundamental.

Nos dois primeiros jogos, empate com a Ponte e derrota para o Coritiba, o técnico era Felipão. E o time uma geleia morna. Nesses casos sempre estoura no goleiro. Depois, com Roger Machado no comando, Grohe volta a ser a cidadela inexpugnável.

Outro detalhe é que mesmo jogando mais vezes, Grohe levou menos gols do que Tiago, conforme os dados canalizados pelo Canal (tá, tá, desculpa aí: não resisti ao trocadilho). Grohe levou 11. Tiago, 12. Também é difícil lembrar uma falha grave de Grohe que tenha punido o time, o que já aconteceu com Tiago.

Moral da história: volta, Marcelo Grohe.

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Estatísticas de Luan refletem queda de rendimento

21 de October de 2015 1

As atuações abaixo do seu habitual de Luan já se refletem em suas estatísticas.

Ele não é mais o melhor em dribles, segundo o Footstats. Caiu para o quarto lugar. Emerson Sheik e Jorge (Flamengo), e também Bruno Henrique (Goiás) estão à sua frente.

Luan liderava a Bola de Ouro, da Placar, na condição de craque do Brasileirão. Renato Augusto, Jadson (Corinthians) e Lucas Lima (Santos), o ultrapassaram.

Tirá-lo do time? Seria um erro.

É o jogador de mais futuro neste time do Grêmio, com ou sem dores limitadoras no pé.

Não há como brilhar sempre.

 

 

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Um baita reforço para o Inter na reta final do Brasileirão

20 de October de 2015 0

Mesmo que o planejamento da comissão técnica indique retorno só no Serra Dourada, contra o Goiás, no outro domingo, a volta aos treinos de Sasha, que chegou a ser dado como perda total em 2015, é um reforço inestimável.

O melhor Inter de Argel tinha D¿Alessandro e Sasha mais atrás, com Vitinho e Valdívia na frente – sem Lisandro López. Quando Sasha e D¿Ale se lesionaram, Argel teve de remontar às pressas uma equipe que começava a estabelecer rotina. O prejuízo foi enorme para o conjunto.

Tê-los de volta no neio-campo é esperança de melhora no rendimento no momento mais decisivo da competição. A vitória sempre fica mais perto quando o rendimento é superior, para além do resultado.

A volta de Eduardo Sasha, um jogador moderno, que ataca e defende sem se preocupar com o ranço antigo de que o bom não precisa marcar para não ficar longe da área, é um baita reforço para o Inter.

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