
A Camila e o Gustavo casaram em fevereiro de 2007. Compromissos profissionais fizeram com que a festa tivesse que ser antecipada. Com apenas quatro meses para organizar tudo os noivos mudaram a configuração da cerimônia. Ao invés de cerimônia religiosa, como pensavam em fazer, optaram por uma cerimônia civil simples, só para os mais íntimos. O primeiro passo foi contratar um profissional para dar ajuda e orientações. A escolha foi por Cleusa Moura, da empresa Brilliance. A cerimônia e o jantar para 70 pessoas aconteceram na cobertura do Hotel Intercity, na Borges de Medeiros.
O ponto alto, segundo a Camila, foi a cerimônia. Ela mesma conta:
"Não fizemos cortejo. O Gustavo entrou com a mãe dele e eu com meu pai. Os padrinhos já estavam posicionados próximo ao altar. Primeiro fizemos a cerimônia civil, que não dura mais do que dois minutos. Convidamos Maurício Erlich para uma celebração diferente. Ele é um capítulo à parte. Não é um religioso, padre nem nada assim. A cerimônia envolveu a história dos noivos, elementos como ar, água, terra e fogo e metáforas. Uma das metáforas do Maurício é a da pitangueira. Durante a cerimônia os noivos plantam uma muda, que devem levar para casa e cultivar, como se cultiva o amor. A escolha da pitangueira como símbolo tem a ver com seus frutos. Ela pode dar pitangas bem docinhas ou bem amargas, e o casamento é assim também, feito de momentos doces e amargos."
Depois de tudo isso os noivos até adiaram os planos de fazer um segundo casamento, desta vez na igreja.
"Foi tudo tão lindo e marcante que preencheu nosso desejo de casamento. Logo após a cerimônia, nossa ansiedade por casa na igreja havia passado. Ainda pretendemos fazer isso, mas talvez para celebrar cinco anos de casados. Não é mais necessário como forma de ‘legitimar’ o casamento. Já nos sentimos casados e é como se tivesse sido o casamento que sonhamos a vida inteira."
Abaixo a Camila indica os fornecedores que trabalharam no casamento dela. Vale como dica para casais que estão planejando suas festas.
- Vídeo: Atelier do Vídeo (Eduardo Oyarzabal)
- Fotos: Mari Silveira (Gramado)
- Sonorização: Equipe Leo Kurillo
- Buffet: Hotel Intercity
- Lembracinhas: Conceição Bem-Casados (de São Paulo)
- Convites: Relevo Araújo Convites Personalizados
- Decoração: Tok de Arte
- Cerimônia: Maurício Erlich
- Cerimonial: Brilliance (Cleusa Moura)
- Locação de Móveis: Locare
Se vocês estão decididos a definir os lugares precisarão tomar algumas providências. A primeira delas é providenciar uma ou mais recepcionistas para informar aos convidados qual o número da mesa que devem se dirigir. As mesas, obviamente, precisarão estar numeradas. Estes números devem estar destacados para fácil identificação. Outra idéia bem bacana é dar nomes às mesas. Casais americanos fazem isso sempre. Eles batizam as mesas com nomes de cidades por onde passaram, músicas que gostam, filmes que viram juntos. A recepcionista irá dizer aos convidados: "O senhor e a senhora estão na mesa New York, ali à direita."
pessoa à mesa. Quer fazer isso? Então providencie os place cards com o nome de cada convidado. Combine-os com a decoração ou com o tema da recepção. Eles podem repousar sobre o guardanapo ou serem presos a suportes.

Comentários