Estou em débito com as noivas Tatiana, Débora e Andressa que, desde que postei sobre a primeira prova do meu vestido, me pedem para contar melhor como funciona o processo para quem vai ter o seu feito sob medida. Aproveitando que hoje é o dia da segunda prova, conto como foi a trajetória até aqui.
O primeiro encontro: tudo começa com uma reunião com a estilista. É o momento da noiva contar o que gosta, o que não gosta, como é o modelo dos sonhos, as ideias que tem. A estilista, por sua vez, também dará os pitacos que só quem trabalha com moda sabe dar: o que fica melhor em cada tipo físico, detalhes para valorizar ou incrementar a proposta da noiva, tecidos que darão o resultado desejado. Reserve um bom espaço na agenda porque esse primeiro encontro costuma demorar uma hora ou mais. A noiva Tatiana pergunta quando é passado o valor do vestido. Tati, geralmente nessa primeira conversa, pois você precisará ter um orçamento em mãos para decidir se vai fechar com aquela pessoa. A Andressa me perguntou se pode ir em vários profissionais. Pode, é claro. A noiva tem que sentir empatia com quem vai criar uma parte tão importante do seu grande dia. Quem ainda não tem um preferido pode conversar com várias pessoas até se sentir segura.
A primeira prova: não vá pensando que já na primeira prova verá o vestido prontinho. Primeiro você vai ter que provar o esqueleto do vestido, que foi feito de acordo com suas medidas. O pessoal de moda costuma dizer que se o forro fica bom todo o resto ficará também. Esse momento será perfeito para testar tecidos, estilos.
Hoje é meu segundo encontro com a Solaine Piccoli, que está criando meu amado vestido. Estou mais ansiosa do que nunca, pois será a primeira vez que verei o modelo com uma carinha mais definitiva. A câmera está dentro da bolsa para fazer algumas fotos e ir montando a "linha de tempo" do vestido. Aliás, fica a dica: a cada prova faça algumas imagens para montar um álbum exclusivo para o vestido. Que tal, hein?
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