"Foi um dia maravilhoso em que concretizei o sonho da minha vida. Em 28 de fevereiro de 2010, casei com o homem da minha vida, Givago. Sim Givago, como o filme Dr. Givago.
Bati recorde: em três meses decidimos e fizemos tudo. Para terem noção, aluguei o vestido duas semanas antes, que loucura! Claro que tive sorte de contar com pessoas maravilhosas como minha família, meus amigos e, principalmente, minha irmã, que foi incansável. Apesar de seus problemas de saúde ela buscou forças para concretizar o meu sonho e assim se fez.
Meu casamento foi simples, sem riquezas de detalhes e de grandes investimentos, mas meu pai fez o que estava ao seu alcance. Aquilo com o que me deparei quando cheguei na recepção foi o meu sonho, nem mais nem menos, foi o ideal. Disse isso a ele. Ele fez o que pôde, e eu estava satisfeita e muito, muito feliz!
A organização ficou por conta da minha irmã e minha mãe. Deixei que elas decidissem e só escolhi as cores. Fizemos um coquetel no final da tarde após a cerimônia. Apenas da família eram 70 pessoas, mas na cerimônia estavam cerca de 200. Quanta emoção eu senti quando entrei e me deparei com aquela multidão.
Como estes grandes amigos estavam presentes apenas na cerimônia já estou programando uma mega festa de um ano, nossas Bodas de Papel, para que todos possam ver as fotos e nossa emoção e comemorem um ano de amor e alegria. Devo isso a eles, que apesar de não estarem na festa, foram me abraçar e desejar felicidades a mim e ao Givago.
Fizemos fotos maravilhosas. O fotógrafo Allan Elly tornou-se um amigo e até levei-o pra nossa lua de mel. Fomos pra Canela e Gramado, ficamos no Laje de Pedra e aproveitamos para fazer um trash the dress que ficou perfeito! Fiz as fotos que queria, com quem queria. Na verdade, as fotos e com quem fazer foi a primeira coisa que decidi. Ainda bem que deu tudo certo, porque deixar tudo para em cima da hora gera muito stress e cansaço.
No dia do casamento fomos tirar fotos em Ipanema e imaginem a situação: domingo 18h, Ipanema lotada! Foi muito engraçado! Carros buzinando, pessoas perguntando se casamos de verdade, mas valeu a pena. Tudo aquilo rendeu fotos lindas e depois da festa fomos no viaduto da avenida Borges de Medeiros para fazer mais fotos.
Só de falar desse dia, desses acontecimentos, de rever as fotos, me emociono. É assim com todas as noivas: sempre irão se emocionar, chorar, por mais tempo que se passe dos anos de casamento. Este dia não está gravado na memória, mas dentro do coração e por isso nunca será esquecido. Aproveitem cada minuto o paraíso de estar casando e de estar casada!"
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