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Celebrante: uma opção para cerimônias fora da igreja

10 de agosto de 2011 32

Quem sonha em ter cerimônia + festa no mesmo lugar, numa casa de festas, na praia ou em um clube, topa com um problema: padres não podem realizar cerimônias de casamento fora da igreja. A determinação (que às vezes alguns noivos dão um jeitinho de driblar), no entanto, não impede que a união seja celebrada diante de amigos e da família. Nos últimos anos ganhou força a figura do celebrante, que é justamente uma pessoa que faz cerimônias fora da igreja. Seu papel não é de padre e o casamento feito por um celebrante não tem valor religioso, mas o rito é igualmente emocionante e cheio de detalhes para fazer a mãe da noiva chorar de emoção. Contratar um celebrante é uma alternativa também buscada por casais de religiões diferentes ou por quem simplesmente acha este tipo de cerimônia mais descontraída do que aquela realizada na igreja.

Para contar mais como é uma cerimônia realizada por um celebrante a repórter Morgana Laux, da equipe Noiva.com, conversou com Maurício Ehrlich, bastante conhecido aqui em Porto Alegre por proporcionar momentos lindos para os noivos.

Imagem: Michel Paz

Maurício , em entrevista ao Noiva.com, comenta que um celebrante é válido principalmente para o casamento de pessoas divorciadas e que não podem mais se casar na igreja. A opção também surge como algo mais envolvente e para pessoas descontraídas. “Por meio de um discurso preciso e inteligente, pode-se contagiar todos, respeitando e valorizando a história, assim como as características do casal”, afirma.

Um outro ponto positivo na contratação de um celebrante é a personalização da cerimônia, pois cada casamento é diferente do outro. Maurício realiza encontros com o casal para definir o número de conversas, os discursos e as simbologias. A foto acima, do casamento da Milene Zardo com Ricardo Pinto Picolli, ilustra os vários elementos (plantas, terra, mel, pedras e velas) usados na benção feita pelo Maurício. Existem outros modelos, sempre pensados com a participação dos noivos. “Existem pessoas tímidas que não se sentem bem ao falar ao microfone. Peço ao casal que escreva textos falando um do outro e, muitas vezes, os utilizo na íntegra”, diz.

O Noiva.com dá uma dica importante: se você está a procura de um celebrante, é preciso se antecipar e decidir o quanto antes qual será o profissional do seu casamento. Há poucos celebrantes no mercado e é preciso tempo para acertar todos os detalhes para a criação de uma cerimônia marcante e com a cara dos noivos. O Maurício, por exemplo, cobra a partir de R$ 2,5 mil para casamentos em Porto Alegre e para outros locais a partir de R$ 3 mil (orçamentos de 2011).

Organizar uma cerimônia alternativa, fora da igreja, dá trabalho, mas o resultado fica super legal. Leia aqui várias dicas legais para começar a pensar na sua.


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Gabi Chanas

Ótima amiga, péssima cozinheira. Adoro cachorros (tenho um vira-lata charmoso chamado Dunga), Friends, casamentos, decoração. Além do bloguinho, dou dicas todos os domingos na revista Donna, do jornal Zero Hora, e nos sábados na Almanaque, do jornal Pioneiro. Curto muito fazer novos amigos virtuais, por isso recadinhos são sempre bem-vindos!
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Comentários (32)

  • Marcelo Andrade diz: 10 de agosto de 2011

    Adoro as celebrações feitas pelo Maurício. O que mais gosto é que realmente as palavras dele são muito emocionantes.

    Abraço,
    Marcelo Andrade.

  • Paula diz: 10 de agosto de 2011

    Vi um casamento feito por ele, e só posso dizer que ELE É DEMAIS!!Sem a menor dúvida será ele que celebrará o meu casamento

  • Cíntia Leiser diz: 10 de agosto de 2011

    Muito interessante a matéria, mas como vou realizar um casamento fora da igreja e só no civil, fiquei com uma dúvida: o casamento civil e com o celebrante é feito em uma mesma cerimônia ou são distintas? Se casar com o Juiz de Paz, devo contratar um celebrante?

  • Gabrieli Chanas diz: 10 de agosto de 2011

    Cíntia, o juiz de paz faz o teu casamento civil. O celebrante cumpre um papel diferente. Uma cerimônia por ele não tem nenhum efeito legal (nem religioso e nem civil). A diferença dele para o juiz de paz é o estilo de cerimônia, que é mais parecido com o da igreja, cheio de simbolismos. A do juiz de paz é mais rápida e formal. Beijos!

  • Andréa Siqueira diz: 10 de agosto de 2011

    Oi Gabi, me vi nessa duvida logo no inicio dos preparativos, sempre quis casar no mesmo local da recepção, assim eu poderia fazer o altar do meu jeito e usar músicas que não são aceitas nas igrejas, mas queria casar no católico, então fui atras e o meu padre me explicou como poderíamos fazer, pois para ele me dar a certidão de casamento católico era necessário eu casar mesmo que em uma cerimonia simples na igreja, que na verdade era a capelinha charmosa dele, só com os pais e testemunhas, coisa bem simples, e então no dia do casamento e recepção, ele iria dar apenas uma benção, mas que pra todos teria o efeito de um casamento na igreja. E assim eu fiz com ele, em Outubro caso na capelinha dele em uma cerimonia bem simples, e em Novembro teremos nossa casamento com a recepção, e assim muitas noivas estão fazendo aqui em Fortaleza! Bjus

  • Gabrieli Chanas diz: 10 de agosto de 2011

    Andréa, esta é uma opção perfeita, mas nem todas as igrejas aceitam. Eu acho que o formato que vais usar é bem bacana! Um beijo!

  • Cíntia Leiser diz: 10 de agosto de 2011

    Obrigada, Gabi! Pretendo me casar no dia 01/12/2012, que é a data de aniversário de namoro e noivado, então me aguarde que ainda vou te incomodar muito até lá rsrsrsrs Beijos!

  • Simone Ritter diz: 10 de agosto de 2011

    Olha só que legal! Ontem mesmo, no post sobre os casamentos americanos eu comentei que o meu seria com uma cerimônia bem alternativa. Nossa celebração será feita por uma pessoa extremamente sensível, que fará um Ritual de União que é exclusivo, cada casal tem o desenho próprio de seu ritual. As participações, a sua história, seus sonhos e detalhes exclusivos, irão elaborar o rito que é baseado em um estudo do casal. Esse estudo se transforma em um livro para os dois e a partir daí teremos o tema de nossa união. Bom, após nos casarmos conto direitinho como foi! Bjs

  • Ananda diz: 10 de agosto de 2011

    Acho que deve ser muito lindo um casamento com um celebrante!!! Nunca fui em nenhum neste “molde”, mas creio que deve ser um momento diferente, mais íntimo, uma cerimônia mais “personalizada”…
    Quem sabe na renovação de votos (5, 10 anos de casados) fazer uma cerimômina estilo americana com um celebrante!!! Nem casei ainda e já estou pensando daqui há 5 anos… hahaha. Vou anotar no caderninho para ver se vou fazer mesmo assim… hehehe
    Bjs

  • Denise Pereira Gomes diz: 10 de agosto de 2011

    Meninas.
    Os sacerdotes (reverendos)da Igreja Anglicana fazem cerimônias fora de suas Igrejas e não cobram valor fixo. É um prazer para eles participar da formação de uma família e se dispõem a receber, se o casal puder dar, uma colaboração para as obras da sua igreja.
    Casais em que um dos noivos for divorciado podem casar, tanto em outros locais como no próprio Templo anglicano.
    A cerimônia de casamento é em tudo semelhante à realizada na Igreja Católica. Eu casei assim.

  • Carla diz: 10 de agosto de 2011

    Muito legal o post… quando comecei os preparativos para o casamento (que será em outubro), cogitei a possibilidade de fazer com um celebrante, já que não faríamos a cerimônia na igreja. Porém não encontrei ninguém que faça este serviço aqui na região de Blumenau e pra trazer alguém de fora ficaria financeiramente inviável. Pensamos, pensamos, até que tivemos a genial ideia de convidar um amigo muito querido, que nos conhece e nos acompanha desde o começo do namoro para fazer a cerimônia… ele adorou o convite e nós estamos super tranquilos quanto a celebração… depois eu conto como foi! ;-) Bjos!

  • fernanda diz: 10 de agosto de 2011

    Ai gente, eu sou católica e a família do meu marido é evangélica , tipo assim, não faz diferença nenhuma para mim a religião, o que vale é a benção religiosa caso as pessoas que estejam casando acreditem e/ou valorizem nisso. É spo chamar pastor q eles celebram em qualquer lugar. Casei ao ar livre,na verdade o fato da família dele ser de uma religião com pastor ajudou muito pois eu jamais me casaria na Igreja, não era meu desejo, o local não combina comigo.

  • Marcia diz: 10 de agosto de 2011

    Eu quero aproveitar para parabenizar a Morgana pela qualidade, quantidade e clareza das informações que está trazendo para o Noiva.com – continue assim! Gosto principalmente dos contatos e orçamentos que nos são deixados, auxiliando muito a quem está nessa fase de definições para o grande dia!

  • Gabrieli Chanas diz: 11 de agosto de 2011

    Tá arrasando, não é Márcia? Super bacana ter gente competente no time do blog! Estamos tendo reuniões de pauta cada vez mais gostosas para definir temas que realmente preocupem as noivas. Um beijo e obrigada pelo carinho!

  • Maurício Ehrlich diz: 11 de agosto de 2011

    Oi Gabi. Bom não me canso de elogiar teu Blog. Sempre que os casais me pedem dicas, digo pra eles que no Blog da Gabi vão encontrar muito mais do que precisam.
    Quero agradecer a Morgana que foi super simpatica ao telefone e conseguiu editar muito bem a entrevista. Parabéns!!
    Obrigado também ao Marcelo e a Paula pelos elogios e comentarios.
    Se possivel quero ajudar a esclarecer algumas dúvidas…
    Muitas vezes indico os casais realizarem o casamento cívil no cartório, é mais barato e evita o contraste com a cerimônia desenvolvida por um celebrante. Quando desejam realizar o cívil na data do casamento, pode ser feito antes ou depois da celebração, fica meio estranho e pode se tornar cansativo.
    Ao contratar um celebrante, ou mesmo convidar um amigo, é importante definir bem a temática do discurso. Um microfone é um intrumento poderoso e uma palavra mal colocada pode transformar o momento numa catastrofe…
    Alguns casais se casam num templo, sinagoga, capelas, igrejas, etc, uns dias antes, convidando sómente familiares e no dia da festa contratam um celebrante,ou como ja escreveram acima, chamam o Sacerdote para uma benção simbólica.
    Mais uma vez obrigado pela oportunidade de contribuir com o Blog e pela honra da entrvista.
    Bons e felizes casamentos!!!

  • Regina Vaz Ribeiro (Antigo Bistrô) diz: 12 de agosto de 2011

    Pura emoção!!…as palavras do Maurício vem da alma e contagiam todos. É com certeza, a melhor parte de todo o evento, porque sem querer, nos envolvemos e nos identificamos com o momento….
    Parabéns, Maurício!!….Deus te deu um dom maravilhoso e vc está dividindo conosco, Obrigada!!

  • Marcelo diz: 13 de agosto de 2011

    Se alguém deseja um padre para celebrar seu matrimonio fora da igreja entre em contato com esse e-mail: marcelorafap@hotmail.com e tudo será solucionado.

  • Felipe diz: 18 de agosto de 2011

    O cara pode falar muito bem, tudo pode ser muito lindo, maravilhoso, etc. Mas três mil por 20 minutos de palavras bonitas… esse deve ser um dos melhores empregos do mundo!! Um pouco de noção não faria mal nenhum ao blog. Três mil reais é muito dinheiro para a grande maioria das pessoas que o leem. Considero muito estranho tratar um serviço custando este valor com naturalidade.
    O blog é bacana, sim! Mas sou apenas um noivo que não é milionário!

  • Maurício diz: 24 de agosto de 2011

    Ola. Felipe. Entendo seu comentário. É comum fazerem este tipo de julgamento com relação ao trabalho.
    Gostaria de esclarecer que antes destes vinte minutos, existem muitas horas de trabalho. Construir uma cerimonia como esta exige muita dedicação e responsabilidae.
    Um abraço

  • Claudia MAC diz: 29 de fevereiro de 2012

    Gabi, linda a matéria !! Ele e sensacional mesmo. Para um momento inesquecivel como a celebração do casamento ter pessoas especiais, não te preço :-) Um abraço

  • carin diz: 17 de setembro de 2012

    Tentei marcar com o Maurício mas ele não está disponível para a data. Vocês teriam outra indicação de celebrante? Abraço

  • Missionarios Trinitários diz: 21 de setembro de 2012

    Principais diferenças entre Celebrante de Casamento e Juiz de Paz
    O juiz de paz é agente público que vinculando-se juridicamente a uma pessoa pública, dispõe de competência legalmente estabelecida para o desempenho de função estatal em caráter permanente ou transitório. Na celebração de casamentos, ele exerce portanto função Estatal nos cartórios de registro civil.
    Conforme a lei brasileira, o casamento civil é um ato de competência exclusiva do juiz de paz, que sempre é assessorado pelo oficial do cartório do Registro Civil. Sua função é portanto indelegável, visto que autoridade alguma, por maior qualificação que detenha, poderá substituí-lo.
    O Celebrante de Casamentos por sua vez é quem realiza casamentos religiosos com ou sem efeito civil, para pessoas das diversas religiões.
    Quando o celebrante realiza uma cerimônia religiosa com efeito civil, este o faz autorizado pela lei e com base na Constituição Federal de 1988, a qual afirma que o casamento religioso tem efeito civil (CR/88 art. 226 §2º)
    O Código Civil, no seu artigo 1.516, prevê que o casamento religioso com efeito civil deve ser procedido com a devida habilitação prévia em cartório de Registro Civil, regulada pelo Código Civil Brasileiro nos artigos 1.525 e seguintes. Quando o casamento religioso com efeito civil é celebrado sem a prévia habilitação exigida por lei, este casamento poderá ser registrado posteriormente a requerimento do casal e assim obterá efeitos civis.
    Cabe ressaltar no entanto que o Celebrante de Casamento religioso não é substituto do Juiz de Paz quando este celebra uma cerimônia religiosa com efeito civil, visto que o Juiz de Paz exerce suas funções públicas em nome do Estado que é laico (não-religioso), ao passo que o Celebrante de Casamento, exerce sua autoridade religiosa, a qual tem efeito civil por determinação constitucional e infra-constitucional.
    Portanto, a principal e mais importante distinção entre um Celebrante de Casamentos e um Juiz de Paz deve-se ao fato de que este realiza em nome do Estado cerimônias de casamento não-religiosas e aquele realiza cerimônias de casamentos religiosas, cujo Estado reconhece o efeito civil.
    Por isso é ilegal a prática de celebrantes de casamentos que abrem mão do aspecto religioso realizando cerimônias meramente poéticas,, visto que em se tratando de cerimônias de casamento não-religiosas com efeito civil realizadas fora do cartório, por força de lei, é exigido a presença de um Juiz de Paz.
    Celebrantes de Casamento podem sim realizar cerimônias religiosas ecumênicas, ou seja, sem apelos doutrinários particulares, contudo jamais podem abrir mão do caráter religioso da cerimônia de casamento, porque agindo dessa maneira, tais pessoas estão realizando uma cerimônia anulável, além de estarem usurpando a função pública do Juiz de Paz, a qual é indelegável, incorrendo assim em crime tipificado no art. 328 “Usurpar o exercício de função pública” do Código Penal Brasileiro.
    Desse modo, os casais que desejam uma cerimônia de casamento não-religiosa a ser realizada fora das dependências do cartório, estes devem então informar este desejo ao cartório de Registro Civil competente e assim pagarem as taxas referentes a diligência do Juiz de Paz, o qual no dia e horário pré-agendado comparecerá no local particular para realizar o casamento civil (não-religioso).
    Entretanto há risco do Juiz de Paz não comparecer no local, conforme notícia divulgada pelo TJMG no dia 02/04/2012, em que o juiz da 18ª Vara Cível de Belo Horizonte, Paulo Rogério de Souza, condenou o Cartório do Serviço de Registro Civil e Notas de Venda Nova, Souza Machado, e um juiz de paz substituto a indenizarem, solidariamente, em R$10 mil, um casal de noivos. O juiz de paz substituto não compareceu na cerimônia de casamento.
    Os noivos alegaram que marcaram a data de seu casamento para o dia 4 de setembro de 2009 e que a cerimônia seria celebrada em domicílio. Disseram que solicitaram à Corregedoria do TJMG que nomeasse um juiz de paz substituto para a celebração, pois o titular havia se recusado. Os noivos argumentaram que foi nomeado um juiz de paz, mas ele não compareceu na data marcada para a cerimônia. Alegaram, ainda, que o casamento, com atraso de mais de duas horas, foi realizado pela suboficial depois de autorizada pelo juiz de plantão.
    O cartório se defendeu negando os fatos ocorridos. O juiz de paz nomeado disse que não compareceu ao evento por não ter sido intimado pelo cartório e argumentou que não se deve falar em indenização, pois o casamento foi realizado pela substituta designada.
    Ao analisar os documentos juntados no processo, o juiz constatou que restou comprovada a designação do juiz de paz para presidir o casamento e que os réus estavam cientes de suas obrigações. O magistrado verificou também que os réus adotaram certas informalidades na comunicação, o que poderia ter favorecido a ocorrência do incidente.
    A decisão ainda está sujeita a recurso, mas segundo o juiz Paulo Rogério de Souza, considerando os depoimentos da suboficial do cartório e dos noivos, concluiu que o juiz de paz substituto tinha conhecimento da data, hora e local do casamento. Ainda segundo o magistrado, o cartório também errou em não documentar a intimação.
    Ao contrário disso, a contratação do Celebrante de Casamento, sendo feita através de um contrato de prestação de serviços, isso garante aos casais contratantes o compromisso do celebrante com a cerimônia a ser realizada em dia e hora contratado.

  • Rogerio SIDAOUI diz: 22 de setembro de 2012

    Gostei muito da matéria do blog e gostaria de apresentar aos interessados o meu trabalho: Sou celebrante de casamentos com mais de 400 cerimônais realizadas e aprovadas.
    Visitem meu site, conheçam o meu trabalho e descubram que o mundo das celebrações é muito mais rico que os tradicionais casamentos religiosos.
    Tel: (13) 34954298

  • Padre Boanerges Bueno diz: 24 de setembro de 2012

    Somos uma Congregação de Padres Missionários e nos dispomos a realizar Casamento no Litoral, Interior e Capital. Religioso Com Efeito Civil.
    Com as devidas autorizações das Autoridades Eclesiásticas.
    Contato Fones:
    Fixo: 11-3447.0722
    Vivo= 11-997.633.957
    Claro=11982406533
    Tim=11-987.883.757
    Oi=11-980.280.033
    E-mail:missionariostrinitarios@catholic.org
    Padreboanergesbueno@catholic.org
    Visite nosso Blog:
    http://catolicocarismatico.no.comunidades.net
    http://missionarios7.no.comunidades.net
    Youtube:
    http://www.youtube.com/watch?v=QryGDMRu7hI

  • Rogerio SIDAOUI diz: 6 de janeiro de 2013

    Casamento com ou sem efeito civil : Buffets, Sítios, Capelas, Residências ou à Beira Mar.

    Neste dia tão importante em suas vidas quero me oferecer para celebrar o SEU CASAMENTO, tenho como referencial , a arte em celebrar, a experiência de centenas de sonhos realizados, o profissionalismo, a ética com a qual norteio meus caminhos e a autoridade ofertada por Deus e pelos noivos.
    Rogério SIDAOUI-bispo Apostólico e Celebrante Ecumênico deCasamentos

  • Laubeti de Freitas Trentin diz: 16 de janeiro de 2013

    Amei esse blog e a partir dele descobri muitas coisas interessantes,sou celebrante e realizo cerimonias alternativos a 15 anos,principalmente para casais de religiões diferentes ,monto projetos personalizados ,exatamente com a carinha e preferência dos casais ,meu lema é “Festa boa ,só a que é regada com muita emoção”Conheça meu trabalho e você vai se apaixonar .
    Atendo em São Paulo Tel.(11) 39172925.
    Ofereço os ingredientes e você monta seu cerimonial,lembrando que não é preciso pagar muito para se obter o todo esperado,vamos conversar!

  • Roberta diz: 14 de março de 2013

    É possível um celebrante realizar um casamento com efeito civil (como os casamentos religiosos com efeito civil)? Que tipo de documentação ele precisa?
    Eu não sou religiosa mas queria que me casamento tivesse na certidão a data da festa, até vi juizes mas eles são tão robóticos e os que não são assim são super caros!

  • Congregação de Padres Missionários da Santíssima Trindade diz: 18 de março de 2013

    Principais diferenças entre Celebrante de Casamento e Juiz de Paz
    O juiz de paz é agente público que vinculando-se juridicamente a uma pessoa pública, dispõe de competência legalmente estabelecida para o desempenho de função estatal em caráter permanente ou transitório. Na celebração de casamentos, ele exerce portanto função Estatal nos cartórios de registro civil.
    Conforme a lei brasileira, o casamento civil é um ato de competência exclusiva do juiz de paz, que sempre é assessorado pelo oficial do cartório do Registro Civil. Sua função é portanto indelegável, visto que autoridade alguma, por maior qualificação que detenha, poderá substituí-lo.
    O Celebrante de Casamentos por sua vez é quem realiza casamentos religiosos com ou sem efeito civil, para pessoas das diversas religiões, somente a estes é dada a competente autorização.
    Quando o celebrante realiza uma cerimônia religiosa com efeito civil, este o faz autorizado pela lei e com base na Constituição Federal de 1988, a qual afirma que o casamento religioso tem efeito civil (CR/88 art. 226 §2º)
    O Código Civil, no seu artigo 1.516, prevê que o casamento religioso com efeito civil deve ser procedido com a devida habilitação prévia em cartório de Registro Civil, regulada pelo Código Civil Brasileiro nos artigos 1.525 e seguintes. Quando o casamento religioso com efeito civil é celebrado sem a prévia habilitação exigida por lei, este casamento poderá ser registrado posteriormente a requerimento do casal e assim obterá efeitos civis.
    Cabe ressaltar no entanto que o Celebrante de Casamento religioso não é substituto do Juiz de Paz quando este celebra uma cerimônia religiosa com efeito civil, visto que o Juiz de Paz exerce suas funções públicas em nome do Estado que é laico (não-religioso), ao passo que o Celebrante de Casamento, exerce sua autoridade religiosa, a qual tem efeito civil por determinação constitucional e infra-constitucional.
    Portanto, a principal e mais importante distinção entre um Celebrante de Casamentos e um Juiz de Paz deve-se ao fato de que este realiza em nome do Estado cerimônias de casamento não-religiosas e aquele realiza cerimônias de casamentos religiosas, cujo Estado reconhece o efeito civil.
    Por isso é ilegal a prática de celebrantes de casamentos que abrem mão do aspecto religioso realizando cerimônias meramente poéticas,, visto que em se tratando de cerimônias de casamento não-religiosas com efeito civil realizadas fora do cartório, por força de lei, é exigido a presença de um Juiz de Paz.
    Celebrantes de Casamento podem sim realizar cerimônias religiosas ecumênicas, ou seja, sem apelos doutrinários particulares, contudo jamais podem abrir mão do caráter religioso da cerimônia de casamento, porque agindo dessa maneira, tais pessoas estão realizando uma cerimônia anulável, além de estarem usurpando a função pública do Juiz de Paz, a qual é indelegável, incorrendo assim em crime tipificado no art. 328 “Usurpar o exercício de função pública” do Código Penal Brasileiro.
    Desse modo, os casais que desejam uma cerimônia de casamento não-religiosa a ser realizada fora das dependências do cartório, estes devem então informar este desejo ao cartório de Registro Civil competente e assim pagarem as taxas referentes a diligência do Juiz de Paz, o qual no dia e horário pré-agendado comparecerá no local particular para realizar o casamento civil (não-religioso).
    Entretanto há risco do Juiz de Paz não comparecer no local, conforme notícia divulgada pelo TJMG no dia 02/04/2012, em que o juiz da 18ª Vara Cível de Belo Horizonte, Paulo Rogério de Souza, condenou o Cartório do Serviço de Registro Civil e Notas de Venda Nova, Souza Machado, e um juiz de paz substituto a indenizarem, solidariamente, em R$10 mil, um casal de noivos. O juiz de paz substituto não compareceu na cerimônia de casamento.
    Os noivos alegaram que marcaram a data de seu casamento para o dia 4 de setembro de 2009 e que a cerimônia seria celebrada em domicílio. Disseram que solicitaram à Corregedoria do TJMG que nomeasse um juiz de paz substituto para a celebração, pois o titular havia se recusado. Os noivos argumentaram que foi nomeado um juiz de paz, mas ele não compareceu na data marcada para a cerimônia. Alegaram, ainda, que o casamento, com atraso de mais de duas horas, foi realizado pela suboficial depois de autorizada pelo juiz de plantão.
    O cartório se defendeu negando os fatos ocorridos. O juiz de paz nomeado disse que não compareceu ao evento por não ter sido intimado pelo cartório e argumentou que não se deve falar em indenização, pois o casamento foi realizado pela substituta designada.
    Ao analisar os documentos juntados no processo, o juiz constatou que restou comprovada a designação do juiz de paz para presidir o casamento e que os réus estavam cientes de suas obrigações. O magistrado verificou também que os réus adotaram certas informalidades na comunicação, o que poderia ter favorecido a ocorrência do incidente.
    A decisão ainda está sujeita a recurso, mas segundo o juiz Paulo Rogério de Souza, considerando os depoimentos da suboficial do cartório e dos noivos, concluiu que o juiz de paz substituto tinha conhecimento da data, hora e local do casamento. Ainda segundo o magistrado, o cartório também errou em não documentar a intimação.
    Ao contrário disso, a contratação do Celebrante de Casamento, sendo feita através de um contrato de prestação de serviços, isso garante aos casais contratantes o compromisso do celebrante com a cerimônia a ser realizada em dia e hora contratado.
    O Casamento realizado por Mestres de Cerimonia, Cerimonialistas, não tem validade legal.

  • Pe. Jurandir Ribeiro de Souza diz: 10 de julho de 2013

    Nossos PADRES da Igreja Catolica Ortodoxa, realizam Cerimônias Religiosa com ou sem efeito civil, em suas PARÓQUIAS e locais especiais a escolha dos noivos: BUFFETS, CHÁCARAS, CLUBES, HOTÉIS, PRAIAS Nossas Celebrações são especiais, lindíssimas e conduzidas de forma agradável, harmoniosa, não demorada, interagida com noivos, padrinhos e convidados, num profundo encontro de Fé, Evangelização, seguido da Bênção de Deus sobre os Noivos. Acesse nosso SITE: http://www.igrejacatolicaortodoxa.com.br – obtenha informações do seu interesse e assita VIDEO de Casamento e Batizados.

    Bispo Dom Jurandir Ribeiro de Souza

  • Celebrante Nei Colombo diz: 11 de julho de 2013

    Olá Roberta! Posso Celebrar o seu Casamento com efeito civil. Basta que os noivos estejam habilitados pela lei (solteiros, viúvos ou divorciados), a data será a da Festa. Mesmo não sendo religiosa, terá uma Cerimônia personalizada como todo Casamento merece. Contatos: http://www.igrejadocristoredentor.org

  • Celebrante Nei Colombo diz: 11 de julho de 2013

    Saudações Gabi Chanas!
    Realmente é uma ótima reportagem. Sou Celebrante de Casamentos. Celebro Casamentos Religiosos com ou sem efeito civil (sou Ministro Religioso na forma da Lei), e também Cerimônias Sociais e Filosóficas. O Casamento é personalizado e focado em cada casal. Tanto a Cerimônia, decoração e músicas são escolhidas em conjunto com os noivos. Conforme a Cerimônia posso usar vestes litúrgicas (Túnica e Estola, terno e gravata ou mesmo um visual descontraído, tudo dependerá do direcionamento dos noivos para a Cerimônia. Celebro nos mais variados locais (Buffet, praia, campo, embarcações, residências, clubes, ao ar livre, etc…) inclusive para noivos divorciados. Maiores informações sobre o meu trabalho no site: http://www.igrejadocristoredentor.org Atenciosamente.’.

  • Padre Jordão Maia diz: 23 de outubro de 2013

    Celebramos casamentos para pessoas de todas as igrejas, inclusive divorciados, em sítios e buffet, praias e fazendas.

    Celebramos também batizados de crianças independente do estado civil de seus pais. Atendemos em Fortaleza e Região Metropolitana.

    Padre Jordão Maia – Igreja Episcopal Latina do Brasil – Anglo Católica

    (85) 8750 6377

    (85) 9913-6143

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