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Na verdade, eu sou solteira!

21 de dezembro de 2011 39

Estava agorinha mesmo fazendo uma transferência bancária quando a atendente precisou confirmar alguns dados pessoais.

- Estado civil?

- Solteira.

Não ser casada no civil normalmente não me incomoda, mas confesso que em momentos como este eu fico me perguntando porque é mesmo que não formalizei minha união com o Marcelo. Então eu lembro do motivo e abro um sorriso. Não casei no civil porque, a meu ver, sou casada perante quem realmente importa: Deus.

Não é segredo que eu sempre dei grande valor ao casamento religioso. Quando eu e o Marcelo noivamos eu só pensava em cerimônia seguida de festa, nunca em como seria a troca de assinaturas no cartório. O casamento foi se aproximando e a cerimonialista nos alertou dos prazos para encaminhar os papéis. Fomos deixando, fomos deixando e decidimos só casar formalmente depois do religioso.

Adivinha se eu já vi não vi aí mais uma possibilidade de fazer festa. Combinei comigo mesma (e com a pastinha de inspirações do meu computador) que faria uma segunda comemoração, desta vez pequena e para as famílias. Queria algo no verão, para pelo menos uma vez na vida posar de vestidinho branco estando bronzeada, já que no meu casório estava branca feito papel.

O verão chegou e me deu preguicinha. Decidi aproveitar as férias sem planejar festa nenhuma. Passei a festa, então, para maio, quando completaríamos um ano como marido e mulher, mas veio a viagem para cobrir o casamento real e frustou meus planos (coitadinha, né?). Hoje eu acho que enchi a paciência de tudo isso e que vou mesmo é validar no cartório o meu casamento religioso sem pompa e nem circunstância.

Não estranhem se um dia desses eu aparecer contando sobre os preparativos do meu casamento civil. Eu mudo de ideia como quem muda de roupa (pelo menos para assuntos triviais como este). Casar no civil é algo que vai acontecer, até porque quando tivermos nosso baby eu quero que tudo esteja certinho, preto no branco, conforme a lei dos homens. Esse acerto entre o casal, no entanto, seguirá sendo sempre para mim não mais importante que o casamento religioso.

Segundo a lei, segundo meu banco e segundo o contrato de compra do meu apartamento eu sou uma mulher solteira. Bem que mostrar foto do casamento, com direito a vestidão e corte do bolo, podia servir como documento, né?

:)

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Gabi Chanas

Ótima amiga, péssima cozinheira. Adoro cachorros (tenho um vira-lata charmoso chamado Dunga), Friends, casamentos, decoração. Além do bloguinho, dou dicas todos os domingos na revista Donna, do jornal Zero Hora, e nos sábados na Almanaque, do jornal Pioneiro. Curto muito fazer novos amigos virtuais, por isso recadinhos são sempre bem-vindos!

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Comentários (39)

  • @sabri_sf diz: 21 de dezembro de 2011

    Amei teu depoimento Gabi, mas para algumas coisas que precisamos fazer temos que ter o oficialmente o registro de casamento, senão somos solteiras, e adoraria que a tua frase fosse verdade ” Bem que mostrar foto do casamento, com direito a vestidão e corte do bolo, podia servir como documento, né? ” e agora que venham os teus depoimentos de como vai ser teu casamento no civil ;)

  • Miriam diz: 21 de dezembro de 2011

    Gabi, sabe que eu penso a mesma coisa?!
    Casei no sábado numa cerimônia linda no Alto da Capela e esse ano, além de ter sido uma correria por causa do trabalho e do casamento acabei optando por deixar o civil para depois. O que importa mesmo, para mim, é a cerimônia religiosa e todoas aquelas pessoas queridas e amigas que estavam lá com a gente! Bjão!

  • Aline Mezzari diz: 21 de dezembro de 2011

    Bem assim Gabi, também não me preocupei com o civil.. e só casei no religioso…o que de verdade é valido pra mim.

    Agora estou precisando casar por conta de plano de saúde e afins… mais vou validar a “união estável” em casamento civil…

    Beijoo

  • Fabiana diz: 21 de dezembro de 2011

    Gabi, eu caso em março e assim como você, não estou muito preocupada com o civil.. hehehe

  • Thayse Iparraguirre diz: 21 de dezembro de 2011

    Gabi, eu tbm penso exatamente a mesma coisa… nunca dei importancia para o casamento civil, por isso planejamos tudo sem nem pensar nisso, nossa cerimonia foi linda, com todos os amigos ajudando, um momento lindo.
    Só tenho uma dúvida… para validar o casório religioso no civil tem algum prazo? Pq casamos em abril deste ano, e seria bem mais simples só validar do que fazer todos os tramites burocraticos.

  • Suellen diz: 21 de dezembro de 2011

    Gabi… quero apenas fazer um comentário voltado especialmente para noivas de outras cidades: é sempre importante conferir se a igreja não exige que o casal case civilmente antes da cerimônia religiosa. Aqui na minha cidade (Jataí/GO) por exemplo as igrejas exigem que a certidão civil seja apresentada até o dia do casamento. Ou seja, você pode casar no civil no mesmo dia e ao sair do cartório deve passar na paróquia e comprovar lá que já casou. Assim, para quem casa em cidades que possuem estas regras, é bom ficar atenta aos prazos. Beijos a todas!

  • Carolina S. Monteiro diz: 21 de dezembro de 2011

    Oi Gabi, concordo com a opinião de vocês e realmente muitas pessoas não se preocupam com o civil, mas vou confessar que fiz questão de fazer o casamento civil no salão, no dia do casamento religioso porque amo a tradição de ter o nome do marido e fiz questão de acrescentar o sobrenome dele. Não mudou muita coisa, tive apenas que alterar na Receita Federal e minha carteira de identidade, mas foi muito tranquilo e pouco burocrático. Também sei de casos de esposas que não trocaram o nome ou não fizeram o casamento civil por questões burocráticas e registros profissionais, entre outros, o que acho absolutamente aceitável :)
    E adorei a tua idéia de outra festa, eu apoio!!!!
    Beijão

  • Roberta Oliveira diz: 21 de dezembro de 2011

    Aqui em SP também é necessário apresentar a certidão do cartório até uma semana depois da cerimônia (pelo menos na igreja que eu casei), para marcar a cerimônia foi um stress, a funcionária queria algo que comprovasse que eu iria casar no civil….. como meu casamento do civil foi durante a festa, minha mãe teve que ir até a igreja levar uma cópia, pois uma semana depois estava curtindo nossa lua de mel……bj

  • Paula diz: 21 de dezembro de 2011

    Gabi, estou ficando louca ou me lembro de tu ter comentado, em um post, que tinha até colocado o sobrenome do Marcelo? Eu jurava que vocês tinham casado no civil antes mesmo do religioso!

  • Omar Cello diz: 21 de dezembro de 2011

    O bom de casar só no religioso é que a gente pode casar quantas vezes quiser simultaneamente. No problem!

  • Marcia diz: 21 de dezembro de 2011

    Eu respeito a opinião das demais noivas mas, realmente, quem não formaliza a sua situação no cartório não pode se dizer casada. No Brasil (para além da questão de credo), temos essa tradição da Igreja muito forte porque há um pouco mais de 100 anos atrás a certidão assinada pelo padre era a única declaração de casamento que existia para fins legais. O comparecimento nos cartórios foi um ato que a população não aceitou de imediato, porque representava mais taxas a serem pagas. Ao que tudo indica, até hoje pais não registram os filhos, casais deixam de registrar o matrimônio, ou seja, há uma desordem administrativa por questões que seriam facilmente resolvidas. Na minha opinião, deveríamos pensar nos nossos atos (como adotar o sobrenome do marido = passar a pertencer a ele) e não apenas seguir as tradições sem pensar no que elas representam.

  • Omar Cello diz: 21 de dezembro de 2011

    Em tempo. Não é “quantas vezes quiser simultaneamente”. É quantas vezes quiser sem precisar se divorciar.

  • Clarissa diz: 21 de dezembro de 2011

    Gente… mas tem o casamento religioso com efeito civil, onde o padre oficializa a união civil. Se informem nos cartórios. É assim que será o meu.

  • Luci diz: 21 de dezembro de 2011

    Eu casei no religioso com efeito civil. Também tinha o pensamento de oficializar tudo antes de começarmos a planejar o baby. Como pra mim o mais importante era o religioso e pro marido, o civil, optamos por fazer tudo junto. É um pouquinho mais burocrático, pois quando fui levar os documentos para dar entrada nos papéis, já tive que solicitar o efeito civil. No dia do casamento religioso o padre assinou um termo feito pelo cartório, como celebrante. Depois é só levar o termo no cartório e eles liberam a certidão de casamento na hora.

  • Hortelino Trocaletra diz: 21 de dezembro de 2011

    Oia, se o Marcelão me pedir uma opinião, eu vou dizer a ele que continue como está, pq se tentar melhorar estraga. O homem não tem nenhuma vantagem em casar no civil. Exemplo. A infidelidade, no Civil, é justa causa “a priori” para a mulher. Só no religioso, não é justa causa “a priori”. Claro que vale para os dois lados, mas nessa cultura aqui o homem continua o homem do início do século XX. Por que então trocar o certo pelo duvidoso? No fim tudo termina em um cartório. Isso é só uma contribuição para uma compreensão. O Marcelão é um exemplo. E que exemplo, hein?

  • Milene Szaikowski diz: 21 de dezembro de 2011

    Em Curitiba também é obrigatório apresentar o documento do civil na igreja.

  • Gabrieli Chanas diz: 22 de dezembro de 2011

    Oi, Clarissa. Tem matéria no blog sobre isso. Fica a dica para as meninas que não ficaram com preguicinha, como eu, de reunir a documentação: http://wp.clicrbs.com.br/noiva/2011/08/08/casamento-religioso-com-efeito-civil/?topo=13,1,1,,18,13

  • Gabrieli Chanas diz: 22 de dezembro de 2011

    Paula, eu comentei que QUERO e VOU colocar o sobrenome dele! Beijos

  • Mariana diz: 22 de dezembro de 2011

    Oi Gabi. Sou das tuas leitoras mais antigas, vi o blog nascer, fui no primeiro encontrinho, na Padre Chagas, e casei já faz dois anos. Sempre volto pra olhar o blog, mas nunca mais comentei. Tua história é muito parecida com a minha. Eu me planejei para casarmos no religioso e nunca dei muita bola pro casamento civil. Mas quando me perguntam o estado civil eu sempre digo casada, em qualquer situação, no banco, pra fazer o visto americano, em todos os lugares. Inclusive quando fui renovar o seguro do carro, eu mandei o comprovante do casamento na igreja e eles aceitaram! Penso que para algum cadastro mais “sério”, tipo o financiamento de um imóvel, vou precisar da certidão do casamento civil, mas também me dá uma preguicinha… Uma das metas de 2012 é casar de papel passado, hehe! Beijo pra ti!

  • Ísis diz: 22 de dezembro de 2011

    Eu tmbm optei em não casar no civil junto com o religioso…. primeiro porque uma grande amiga de infância estava estudando na Irlanda e não iria vir p/ o meu casamento, então deixei o civil para depois para que ela pudesse ser a minha madrinha. No fim ela conseguiu vir antes e foi minha madrinha no religioso…. mas mesmo assim continuei com a ideia de casar depois no civil…. a Igreja onde casei exigia, mas tive que fazer uma declaração e pagar R$ 25,00 para que eles conseguissem liberação de algum lugar que não sei bem…. enfim…. tmbm tenho a ideia de fazer outra “festinha” p/ realizar o casamento no civil….

  • Claudia diz: 22 de dezembro de 2011

    Oi Gabi!
    Falando em adicionar o nome do marido, você poderia fazer uma matéria sobre isso? Quais os documentos que devem ser alterados? Como proceder no caso de você casar no civil, adicionar o nome do marido e em seguida sair em lua de mel e ter o passaporte no seu nome de solteira? Te barram no aeroporto???? São tantas dúvidas…custo de toda essa nova documentação, burocracias…fiquei sabendo que até o diploma tem que ser alterado, pois senão você corre o risco de não ser nomeado em um eventual concurso e que tenha sido aprovado!

  • Ana diz: 22 de dezembro de 2011

    É muita preguiça não querer juntar a documentação pro casamento no civil! Concordo com o que disse a Marcia, sem o registro no cartório não dá pra se considerar casada, mas sim vivendo em união estável – e não, não é a mesma coisa. Pergunte a alguém que tentou registrar um filho sem estar casada com o pai dele.

  • Gabriela Cristina diz: 22 de dezembro de 2011

    Eu tb sempre pensei q a cerimônia q realmente importa é a da Igreja. Mas nem por isso deixei a civil de fora. É td tão rápido e sem complicações, q não vale dizer q dá mto trabalho. Se duvidar, dá mais trabalho com as documentações da Igreja. Casei um dia antes da cerimônia da igreja no civil, e foi super emocionante tb!!Sem contar q eu sempre respondo: Estado Cilvil: CASADA!!!

  • Sandra diz: 22 de dezembro de 2011

    Eu também concordo que “o trabalho para reunir os documentos é uma desculpa furada”, eles são bem poucos, é preciso ir apenas uma vez ao cartório e mais uma pra casar.
    As noivas que reclamam disso são as mesmas que andam quilometros atrás da lembrancinha tal, das flores, do vestido da noiva, da mãe e por ai vai..

  • Mariana de Lima diz: 22 de dezembro de 2011

    Gabi, como admiradora que sou de seu site há muito tempo, quero dizer que Deus se alegrará muito mais por essa sua decisão! Isso porque obedecemos a Deus quando respeitamos a lei dos homens também! Esse é o verdadeiro compromisso!

    Certamente você colherá ainda mais frutos com seu esposo quando firmar esse compromisso civil! E Deus estará lá, naquele momento, abençoando a vida de vocês!

    Oro para que o Senhor lhe faça ainda mais feliz por essa escolha!
    Você verá e ainda testemunhará!

    Grande beijo!

  • Thayse Iparraguirre diz: 22 de dezembro de 2011

    Em resposta ao comentário do Omar Cello, não se pode casar várias vezes no religioso, muito pelo contrário, no civil, se tu se divorcia pode casar de novo, no religioso nem se divorciando… pois o que Deus une o homem não separa, isso pelomenos na religião Católica!

  • Carolina diz: 22 de dezembro de 2011

    Irei, acho, na contramão de muitas aqui. Eu casei apenas no civil e adorei! Não me estressei com decoração de salão, vestido, lembrancinhas nada do gênero. Sinto-me casada perante os olhos de Deus tanto quanto era antes de oficializar, pois o que importa para Ele é que ‘abandonem pai e mãe e se tornam uma só carne’ (MAT 19:5). Não precisei da benção de ninguém para me sentir abençoada por Deus e sim, me preocupei com a lei dos homens, não apenas por mim, em termos de seguros, planos de saúde, financiamentos, mas também pensando nos nossos futuros filhos.
    A verdade é que quando temos na nossa carteira de identidade o documento dizendo que somos casadas, fica muito mais fácil desembaraçar qualquer coisa que precise para a outra parte.
    E, sinceramente, trabalho em reunir documentação? Nasci no interior, recebi por correio a minha certidão de nascimento, passamos no cartório que ele nasceu e pedimos uma cópia que saiu na hora, as cópias das carteiras de identidades dos padrinhos foram feitas no ato da entrada dos papeis, para tudo isto demorou 3 dias!

  • Monique diz: 22 de dezembro de 2011

    Bom, a minha situação é a contrária, tivemos que casar no civil por uma questão documental para um visto. Nós somos de famílias cristãs e, pra nós, o que conta também é o casamento religioso. Continuamos morando na casa de nossos pais, mas ha alguns meses toda vez que fazem a pergunta:

    Status Civil?
    Tenho que responder: Casada! Mesmo não me sentindo como tal…
    Já tenho sobrenome do noivo e tudo nos conformes mesmo meses antes da cerimonia religiosa.

    Sou da opinião que não custa nada fazer o civil, aliás, pra ser bem sincera, é a primeira vez que vejo alguém casado na igreja e não no cartório! :)
    Concordo com a Sandra, é muito rápido e simples…E vou falar, me dá um orgulho enorme escrever o sobrenome do meu meio noivo/meio marido, parece bobagem, me faz realmente sentir que estamos formando uma familia.

  • Mª Carolina diz: 22 de dezembro de 2011

    Gabi, na verdade, você não é solteira, você é convivente, pois vive em união estável.
    A união estável/convivência é juridicamente reconhecida como estado civil.

  • Gabrieli Chanas diz: 22 de dezembro de 2011

    Sim, Maria Carolina. A questão é que, sem a documentação em cartório, legalmente sou solteira. Deu pra entender? Bjs!

  • Fernanda diz: 22 de dezembro de 2011

    Gabi,
    A M. Carolina está corretíssima. Mesmo que não tenha havio o registro em cartório do fato de tu e o teu marido conviverem juntos como família (união estável) vocês são considerados pela lei brasileira como conviventes, teu estado civil não é mais solteira!
    A união estável é um mecanismo da lei para reconhecer e dar efeito jurídico identico ao do casamento para uniões DE FATO, ou seja, basta o fato de vocês viverem juntos como casal, de apresentarem-se em público como casal para haver a união estável. Não há necessidade de registro em cartório para que a tua união exista e produza efeitos. O registro, no caso da união estável, é uma formalidade desnecessária, serve apenas para facilitar a vida dos conviventes toda vez que eles precisem comprovar o fato de viverem juntos como um casal sem serem casados no civil.
    Não sei se me fiz entender mas afirmo com toda certeza: não és mais solteira legalmente. E isso significa que em qualquer ação judicial que envolva a tua união com o teu marido tu não serás tratada como solteira, pois a tua situação DE FATO é outra. Muito embora os registros e cadastros em banco digam o contrário.

  • Gabrieli Chanas diz: 23 de dezembro de 2011

    Fernanda, assim, ó. No banco eu consto como solteira, certo? Eu ainda não atualizei o meu cadastro depois de estar em união estável. Se a atendente estiver CONFIRMANDO meus dados eu preciso informar aqueles que estão lá. Tecnicamente eu ainda sou solteira no banco, no contrato do apê, mesmo sendo casada. Entendeu o que eu quis dizer?

  • Manoela diz: 23 de dezembro de 2011

    OLA GABI

    AMOOO SEU BLOG. CASEI FAZ 2 ANOS E CONTINUO A ACOMPANHAR DIARIAMENTE. NO ENTANTO, ESSE É O MEU PRIMEIRO COMENTÁRIO. COMO VC O QUE IMPORTA PARA MIM É DEUS, E CASEI NO RELIGIOSO, MAS COM EFEITOS CIVIS.
    MAS COMO ADVOGADA ME SINTO OBRIGADA A ALERTAR DA IMPORTANCIA EM CASAR NO CIVIL. NINGUEM CASA QUERENDO SE DIVORCIAR, NO ENTANTO O CASAMENTO CIVIL É IMPORTANTE NO CASO DE INFELIZMENTE OCORRER FALECIMENTO DE UMA DAS PARTES, BEM COMO DIVERSAS OUTRAS CONSEQUÊNCIAS QUE SÃO REALIDADES DA VIDA. ASSIM FALO: CASEMM NO CIVIL. QUANTO A FILHOS NEM É TÃO IMPORTANTE, VISTO QUE EM FUNÇÃO DA PROIBIÇÃO DA DISCRIMINAÇÃO DA ORIGEM DA FILIAÇÃO NÃO CONSTA MAIS NA CERTIDÃO DE NASCIMENTO SE A PESSOA É CASADA OU SOLTEIRA.

    PARABENS PELO BLOG. UM ÓTIMO NATAL.
    BJ

    MANU

  • Gabrieli Chanas diz: 23 de dezembro de 2011

    Manoela, não sei se você viu, mas eu disse que vou casar no civil, sim, especialmente antes de ter baby. Um beijo e Feliz Natal!

  • Fernanda diz: 23 de dezembro de 2011

    Gabi, entendi o que tu quis dizer. Certamente que na hora de confirmar teus dados com o banco ou com qualquer outro cadastro tu não vais parar e contar toda a história de que tu não é mais solteira, que casou no religioso, mas não no civil, etc, etc…
    Também não seria nada razoável que tu alterasse todos os teus cadastros e o contrato do teu apartamento de solteira para convivente!! Ainda mais se tu planeja casar no civil em breve!
    O que eu quis dizer é que não importa que no cadastro do teu banco esteja escrito “solteira”, para o direito nem sempre o que está escrito é o que importa. O que importa são os fatos da vida, a realidade do cotidiano das pessoas. Se a tua realidade agora é de convivente, todos os cadastros do mundo podem dizer o contrário, mas eles não atestam a realidade. Em outras palavras, foi isso o que tu quis dizer, não?
    Eu estou em uma situação parecida com a tua (não casei no religioso nem no civil, mas vivo junto com meu marido em união estável) e sempre que tenho que confirmar dados devo dizer “solteira”, muito embora eu saiba que, na verdade, o legalmente correto seria “convivente” ou “em união estável”.
    Mas como essa categoria de convivente é muito recente no direito brasileiro as pessoas em geral e também os cadastros ainda não se adaptaram ao novo sistema, o que é muito normal. ´É difícil encontrar um cadastro que diponha de um “quadradinho” com a opção “convivente”.
    Nessa área do direito no qual os costumes e a religião tem forte influência, as mudanças da lei nem sempre repercutem com rapidez na sociedade.
    O motivo do meu comentário foi esclarecer essa situação de “morar junto” sem casar “de papel passado” que tanto ocorre, mas que as pessoas ainda não sabem bem dos seus direitos e deveres nessas horas. Eu li os comentários das outras meninas e percebi que nem todas tinham entendido o que tu queria dizer e que faltou dizer que a uniao estável tem efeitos de casamento, sim! Isso as pessoas em geral desconhecem… pensam que viver em união estável não vale nada, não é como casamento.
    Como advogada, leitora assídua do teu blog e admiradora do teu trabalho como jornalista, me senti na obrigação de dar esses esclarecimentos, principalmente às demais leitoras, as quais, eu imagino, também estão preparando seus casamentos. Se o casamento envolve muito dos nossos sentimentos temos que pensar também, nem que seja um pouquinho, no lado prático desse ato de casar. E eu notei que ressaltar e informar sobre esse aspecto prático do casamento também é uma preocupação tua, que várias vezes teve espaço nos teus posts. E essa é uma atitude muito louvável.
    Deixo um abraço a ti e às demais leitoras os votos de um Natal maravilhoso, de muita união e paz!

  • Letícia diz: 23 de dezembro de 2011

    Gabi, cheguei a me arrepiar quando li teu post porque parecia que estava lendo algo meu…Ainda não casei no civil, mas me sinto casadíssima porque pra mim o religioso é o que importa. Sou advogada e, pela lei atual, as diferenças entre o casamento com regime de comunhão parcial de bens (o rgeime legal) e a união estável (que é o que estou vivendo nesse momento) tem poquíssimas diferenças, quase imperceptíveis. Aliás, pra mim o casamento civil é super sem graça….No entanto, marquei o civil para o dia 09 de janeiro próximo, porque casando “no papel” eu e meu marido, que somos servidores públicos, ganharemos a chamada “licença gala”, de oito dias seguidos, e estávamos loucos por umas férias a mais no verão. Foi a desculpa para viajar e fazer uma segunda lua-de-mel! Quanto ao nome do marido, acho que se a noiva curte o sobrenome dele, deve colocar. Mas se ela, assim como eu, já tem uma vidinha profissional e pessoal bem estruturada com seu nome de solteira, deve mantê-lo como é desde que nasceu. Eu vivi 32 anos com esse nome. Depois de todo esse tempo, me parece desnecessário mudar o nome, que me acompanhou durante todo o processo de amadurecimento pessoal…Não é porque não tenho o nome do marido que vão achar que sou solteira ou que os amigos dos meus futuros filhos vão achar que seus pais não são casados. Isso mudou MUITO nos últimos anos. Feliz Natal a todos!
    PS: No religioso não dá pra casar várias vezes, como referiu um outro participante acima. A não ser que seja em religiões diferentes….

  • Rê Moreira diz: 23 de dezembro de 2011

    Gabi,
    Já estou aqui torcendo para ver tua festa de casamento civil! hahaha
    Que essa pendência se resolva em 2012 para que possamos ver um lindo Just Married again.
    Take your time!
    Beijos

  • Diuliane diz: 27 de dezembro de 2011

    Também acho o casamento no civil desnescessario. Casei no civil, na igreja mesmo, primeiro a juisa nos casou no civil, e logo após o padre realizou a cerimonia no religioso, foi bem legal, mas ainda assim só casei no civil porque era importante para nós dois termos o mesmo sobrenome, preferi tudo junto, na igreja, porque seria menos coisas para nos preocuparmos… E ficou otimo deste jeito.

  • Paula diz: 13 de janeiro de 2012

    Também acho o casamento religioso mais importante do que o civil, só que fica uma sensação de ser incompleto sabe, e infelismente ficarei com essa sensação por muito tempo porque sou pensionista do estado e minha família vivi dessa pensão sabe, e somente casei no religioso, por isso, questão de documentos sempre solteira.

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