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A angústia de ter um cachorro velhinho

27 de maio de 2013 81

Foi um fim de semana bem melancólico. Aliás, todos vêm sendo assim desde que a Bellinha Maria fez 13 anos. Como o veterinário disse que a partir dessa idade o poodle pequeno entra naquela fase de acréscimos do juiz, fiquei meio obcecada em perceber sintomas de que alguma coisa pode estar errada. Ao mesmo tempo, numa baita contradição, passei a desmerecer um pouco os sintomas da velhice da minha linda. A minha mãe diz que ela está ficando cega e eu me apresso em dizer que é só uma catarata leve. A mãe diz que ela não anda mais direito e eu digo que ela deve estar com sono. Conscientemente, sei que ela anda meio capenga (isso é gíria geral ou só do Rio Grande do Sul?), mas parece que, como uma defesa, tento manipular a realidade.

A Bellinha foi meu primeiro cachorro, e eu queria desde sempre ter tido um. Quando vim morar em Porto Alegre (a minha família é de Gravataí e eu me mudei para cá com 25 anos) tentei trazer a Bella junto, mas ela não se adaptou. Talvez porque o meu primeiro apartamento fosse minúsculo e não tinha sacada para ela olhar a rua (coisa que ela adora), talvez porque já estivesse apegada demais à minha mãe. Eis que a Bellinha voltou para Gravataí e eu virei uma mãe ausente, visitando e morrendo de amores sempre que dava.

Por não ver ela todos os dias, o impacto acaba sendo maior a cada encontro. No verão, ela ficou em Santa Catarina com os meus pais e eu passei quase um mês sem ver a moça. Quando nos encontramos, achei ela meio lerda, mais sonsinha. Não me reconheceu de cara, ficava apertando os olhos. No dia seguinte, parecia ter fôlego de filhote, correndo pela casa e pedindo comida desesperadamente. Quem conhece a Bellinha não diz que ela tem 13 anos. Os próprios veterinários se apavoram com a vitalidade dela. Mas a gente, que convive mais, sabe que ela já teve várias doencinhas típicas da idade avançada e percebe que anda mais molenga.

Ontem, no almoço da família, ela estava em full mode filhote. Correu bastante, latiu, botou o Dunga (meu outro cachorro) para correr (ela detesta o irmão e puxa o rabo do pobrezinho). Voltei para Porto Alegre com uma angústia danada e me questionando: se ela estava tão bem, como é que pode estar no fim da vida?

De tempos em tempos me jogo na internet para ler artigos sobre cães de idade, tratamentos e perspectivas. Já li sobre poodle pequeno que viveu 21 anos com muita qualidade de vida. É nessas coisas que metade de mim se apega. A outra metade (a parte capricorniana, acredito eu) vai tentando se convencer que esse é um caso em mil.

Quando eu e o marido adotamos o Dunga, várias pessoas disseram que a presença dele iria amenizar esse nervosismo pela Bellinha, mas eu acho que aumentou a aflição. Ver o Dunga, com um ano, todo saudável, me faz ficar meio revoltada por saber que o prazo de expiração da Bellinha está próximo. E isso vem me corroendo por dentro.

Essas duas fotos acima são de ontem, tiradas durante o almoço de domingo lá na mãe

Essa é do último Dia das Mães (ela me “comprou” uma pulseira linda)

Em abril, no primeiro encontro com o Dunga. Foi o máximo de proximidade que consegui da dupla.

As duas de cima são em Santa Catarina. Ela ama muito a casa de praia!

Apenas sendo musa.

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Gabi Chanas

Ótima amiga, péssima cozinheira. Adoro cachorros (tenho um vira-lata charmoso chamado Dunga), Friends, casamentos, decoração. Além do bloguinho, dou dicas todos os domingos na revista Donna, do jornal Zero Hora, e nos sábados na Almanaque, do jornal Pioneiro. Curto muito fazer novos amigos virtuais, por isso recadinhos são sempre bem-vindos!

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Comments pelo FB

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Comentários (81)

  • Ana Paula diz: 27 de maio de 2013

    Oi Gabi, enchi os olhos de lágrimas lendo teu post. Perdi minha irmã canina (Kênya Maria) no dia 26/07/12 que também estava velhinha, 16 anos.
    Não sei te explicar a dor e a falta que sinto dela até hoje.
    Por isso, aproveite bem cada hora com a tua Bellinha. Mime, abrace, beije, afofe, pois, quando esse momento triste chegar, tu tenhas bons momentos para recordar. Parabéns pelo “bloguinho”, está muito bom mesmo! Bjs Querida!

  • Anelise diz: 27 de maio de 2013

    Oi Gabi!
    Compartilho deste sentimento contigo… Mas infelizmente a finitude da vida, seja humana ou animal, é regra geral e não podemos controlar esse fator… O que podemos é assegurar que enquanto eles estiverem conosco vamos fazê-los felizes e dar qualquer conforto quando essas doenças da velhice começarem a aparecer com mais intensidade…
    Quem sabe um dia alguém mega inteligente cria uma maquina pra eternizar dogs e mamis!!!
    Fica tranqüila moça!!!
    Um super beijo,
    Ane

  • Ana Lucia diz: 27 de maio de 2013

    Oi Gabi!! Saudades do Blog!! amei a cara nova!! Mais e mais sucesso p ti!
    Alias, tu ta cada dia mais Diva!

    Linda essa historia de amor, e eu tbm tenho um filho ausente…
    e na tentativa de ter um outro filho presente, ele nos deixou com 15 dias… mto triste!
    Eu no momento estou numa fase de que não quero nunca mais… sei q vai passar, mas é uma dor de perca tão ruim!
    Aproveite cada instante q vc puder ao lado da Belinha!

  • Andresa diz: 27 de maio de 2013

    Ah Gabi, tb não consigo nem pensar na idade dos meus filhos caninos!
    Já perdi tantos cachorrinhos, pois sempre tive cachorro em casa, e minha mãe sempre dizia para não ficar chorando por eles, crenças antigas.
    Mas eu chorava igual, escondida de todos!!

    Hj tenho um golden de 3 anos, que é o meu xodó e uma labradora de 2 meses que é a rainha da casa, mas não posso nem pensar que os anos vão passar e que um dia eles vão ter que me deixar!
    O importante é darmos muito amor e carinho pra eles, e poder proporcionar uma velhice tranquila e feliz. É só isso que me conforta um pouco.

    bjo

  • Vanessa Rodrigues diz: 27 de maio de 2013

    Ai Gabi, me deu um nó na garganta ao ler esse post… Eu também tenho uma podlle microtoy que me acompanha há 4 anos e meio, desde que saí da casa e fui morar sozinha em outra cidade em função da nomeação em um concurso. A minha mãe me deu ela para fazer cia e foi o melhor presente que já ganhei na vida, sem dúvida. Atualmente voltei a morar em Poa e agora não somos mais só eu e a Picci, ela ganhou um “pai”, meu noivo, que aprendeu a amá-la tanto quanto eu. Fico com um aperto no peito só de pensar em quando ela começar a apresentar esses sinais da idade… Sei que ainda temos muito tempo juntas, mas eu queria que ela fosse eterna! hehehe A Bellinha é muito linda, parabéns! Espero que ela dure muitos e muitos anos ainda! Bjs.

  • Mariana diz: 27 de maio de 2013

    Gabi, passo pela mesma situação com a minha cadelinha Nasha, uma poddle também e com 16 aninhos.
    Nos últimos anos, motivada pelo mesmo sentimento que tens, fiquei mais apegada ainda a ela. Ela veio pra minha casa depois que minha vó faleceu e desde então foi minha melhor companhia em muitos, pra não dizer todos, momentos da minha vida. Carinhosa do jeito dela, pidona, parceira pra um bom chocolate, arteira, aos poucos a idade veio chegando… Subir no sofá, dormir junto na cama e sair pulando quando alguém chega em casa são coisas que ela já não consegue mais fazer. A energia diminuiu e ultimamente até se levantar tem sido difícil para suas já cansadas patinhas. Ela é uma pequena guerreira que já teve um infarto e operou um câncer de mama. Quando achei que a temida hora tinha chego, lá vem ela com uma surpresa e se recupera como se nada tivesse acontecido. Poucos de nós humanos teríamos a força que ela teve ao passar por 2 cirurgias sérias. Há cerca de um mês uma tosse chata tem persistido e nem o xarope infantil tem curado. Assim, junto dos meus pais, sigo a rotina de toda a noite ser acordada pela minha “velhinha” tossindo. Tudo que podemos fazer é muito pouco, infelizmente ainda não consegui arrancar a tosse do peito e dar noites tranquilas a ela. Dizem que velhinhos viram crianças depois que a idade chega, e com a minha velhinha de 4 patas tem sido assim. Chego em casa com medo que ela não atenda ao meu chamado, confiro a respiração sempre que o sono fica muito profundo, vivo cada segundo como se fosse o último junto daquela que curou dores e me arrancou sorrisos e risadas sinceras. Não descobri ainda como amenizar os efeitos da velhice, como fazê-la ser eterna ou ao menos tornar sua vida mais confortável. Tenho tentado retirbuir tudo que ela sem saber e com a mais pura sinceridade e verdade fez pra mim nesses 16 anos em que estamos juntas. Assim como qualquer velhinho elas precisam de atenção, mais carinho, mais amor. É triste, mas quando estiver com a Belinha tente não pensar nisso, tente fazer que seja mais um momento de cumplicidade entre vocês, mais um de tantos que ficarão para sempre, tanto pra ti quanto pra ela ;)

  • Carol X. diz: 27 de maio de 2013

    Gabi!
    Nosso poodle morreu com 16 anos, e esses sintomas começaram anos antes! A minha dica é: curte muito a Bellinha e não fica tão encucada com as coisas da idade, dói ver os bichinhos “mudarem”, mas o que temos que fazer é curtir! E como ela é super cuidada e paparicada, ainda tem muito tempo pra ti curtir!
    BJO

  • Claudia diz: 27 de maio de 2013

    Oi, Gabi!
    vi a chamada do teu artigo no clic rbs e não pude deixar de vir ler. Eu vivo algo bem parecido, tenho o Buddy, também um poodle, ele fez 14 anos em março. Digo que ele é um filho criado pela vó dele, pois a mãe sou eu!! Ele é apegadíssimo à minha mãe. Me mudei da casa dos meus pais e ele continuou lá com eles. Nem tentei levá-lo comigo pois ele já tinha passado dos 10 anos e não valia a pena pra ele – lá ele tem bem mais espaço, passeia 4 vezes por dia (eu não ia conseguir tudo isso) e lá tem a minha mãe, que é tudo para ele. Mas é bem isso, a velhice já chegou nele há alguns anos. Os olhinhos já ficaram mais opacos e esbranquiçados, levamos no oftalmo da hospital veterinário da UFRGS, e ele disse que é da velhice mesmo, mas que não era catarata. Já teve crise de coluna (sabe como é, passou anos subindo no sofá, subindo nas coisas, estragou a cartilagem de uma parte da coluna), o apetite dele aumentou horrores, ele faz xixi trocentas vezes por dia (antes ele só fazia quando ia passera, depois de velhinho passou a fazer no chão do banheiro em casa, e todo dia é uma xixizada…). Já fez troooocentos exames, de sangue, de urina, ecografia, radiografia, tudo tudo tudo. As vezes se achava uma coisinha aqui, outra ali, mas no geral as mudanças dele são da velhice mesmo. Dá um dó… Vi ele nenezinho, aquela bolinha de pêlos, hoje um senhor. As vezes ele pula, corre, vai atrás da bolinha, parece um guri. Depois fica na dele, todo “véio”, cheio de manias, meio chato até. Mas eu sou apaixonada por ele, amo de paixão!

  • Cris Cavalheiro diz: 27 de maio de 2013

    Gabi, curte ela ao máximo, e tenta, não antecipar as coisas. Ela é saudável e nem parece ter a idade que tem. Torça que seja assim, até o momento da partida dela. Ame, ame muito a Belinha. Só isso.

  • Mariane Batista diz: 27 de maio de 2013

    Gabi

    Lindo texto… emocionante!

    Eu já tive vários cães ao longo da minha vida!

    A dois anos perdemos um que ficou hospedado num hotel e o vet disse q ele fugiu, uma história mal contada, mas que levou eu e minha mãe a uma depressão terrível por causa de não saber o que aconteceu com o Toby, um pincher de 8 anos que tinhamos desde os 45 dias…

    Ainda hoje me pego chorando de saudade dele, sei que não há esperanças dele estar conosco e realmente consegui “entender” ( ou me forcei) que ele virou uma estrelinha…

    A dois meses perdemos uma outra cadela que tinha 10 anos, a Crystal q estava
    na casa da minha mãe…

    Infelizmente a vida deles é mais curta que a nossa… e eles vem para cá cumprir sua missão!

    Vive o hoje, a Bellinha é a Musa do Blog e a gente sempre vai amar ler tudo sobre ela, o Dunga agora é o Rei do pedaço.
    É triste é!
    Sempre ficaremos tristes com as separações, mas devemos pensar que um dia nos encontraremos com eles, eu sonho em encontrar o Toby para saber realmente o que aconteceu com ele… enquanto isso me divirto com a Lisa e a Kate ( a cadelinha que encontrei na lixeira)

    BEIJO

  • Gabrieli Chanas diz: 27 de maio de 2013

    Bah, Mari. Falaste em algo realmente complicado: pena que o tempo de vida deles é menor que o nosso. Penso nisso sempre.
    Um beijo!

  • Gabrieli Chanas diz: 27 de maio de 2013

    Cris, tens razão! :(
    Um beijo!

  • Gabrieli Chanas diz: 27 de maio de 2013

    Claudia, eu me lembro quando levei a Bellinha pra fazer ecografia. Judiaria eles apertando ela (de leve, claro), e ela “miando” me pedindo pra ajudar. Arghs! De partir o coração!
    Um beijo, querida!

  • Gabrieli Chanas diz: 27 de maio de 2013

    Carol, 16? Uau, que bastantão! Tens razão. Outra menina também e aconselhou a focar em curtir ela. Vou pensar e fazer mais isso. Beijos!

  • Gabrieli Chanas diz: 27 de maio de 2013

    Mariana, nossa, somos irmãs! Esses dias, na praia, eu chamei pela Bella e ela não veio. Foram segundos de desespero. Te entendo muito!
    Um beijo e obrigada pelo comentário tão carinhoso.

  • Gabrieli Chanas diz: 27 de maio de 2013

    Vanessa, o pessoal tá me dizendo aqui pra focar em curtir ela. E é isso que a gente tem que fazer. Aproveita teu amado e quem sabe a gente organiza um encontro dele com a Bella. Se bem que eu adianto: ela é totalmente anti social! Hahahahahah! Um beijo!

  • Gabrieli Chanas diz: 27 de maio de 2013

    Andressa, eu não sabia dessa crença sobre chorar por dog. Mas te entendo, viu? Eu nem sei o que faço quando a Bellinha se for.
    Um beijo!

  • Gabrieli Chanas diz: 27 de maio de 2013

    Ana querida, que saudades de ti! E que triste a tua história, amada. Imagino o que estás sentindo… :(
    Um beijo e meus sentimentos…

  • Gabrieli Chanas diz: 27 de maio de 2013

    Anelise, quando eu era menor, dizia que ia fazer um remédio pro pai e pra mãe viverem pra sempre. Se rolar, podia existir versão canina também, né?
    Beijos, amada!

  • Sabrina Steiner diz: 27 de maio de 2013

    Não tive como não me emocionar com teu depoimento Gabi pois lembrou do meu primeiro cachorrinho que era um poodle também, a minha história foi bem parecida com a tua com a Bellinha, quando eles vão ficando velhinhos e já mostram alguns sintomas já dá uma angústia e medo da perda pq a gente se apega tanto aos nossos amores caninos que a gente sofre muito. Quando meu cachorrinho fez 15 aninhos ( já tinha uma boa idade meu velhinho ♥ ) ele só teve uma semaninha de vida e depois veio a falecer senti tanto a perda dele que demorei um bocado de tempo pra superar, mas sempre mentalizei ele num campo bem lindo cheio de flores com outros ” amigos ” correndo e brincando e evito lembrar de imagens dele fraquinho e com os problemas que ele tinha. E desejo que a Bellinha fique firme e forte até onde ela puder do teu ladinho pra vcs curtirem cada momento juntas. que São Francisco de Assis cuide e proteja a Bellinha! beijos Gabi fica tranquila tá :) ♥ tenha uma semana linda!!!

  • Gabrieli Chanas diz: 27 de maio de 2013

    Ana Paula, nem consigo imaginar a dor que sentiste. E recente ainda, né, sem ter nem um ano completo. Adorei o nome da tua fofa. Certamente ela está bem feliz no céu dos cachorros.
    Beijos!

  • Gabrieli Chanas diz: 27 de maio de 2013

    Sabrina, que bom ler gente comentando sobre dogs que vivem além dos 13 anos. Tá me renovando a esperança e a vontade de curtir minha Bella!

  • Rafaela Daros diz: 27 de maio de 2013

    Bom Dia, Gabi!
    Não consigo ficar um dia sem entrar no seu blog, que está um máximo e nem sem ver seu face. Sei que sempre contará histórias vividas junto com seus “filhinhos”, e eu adoro!
    Também tenho essa mesma angústia que você, por isso entendo perfeitamente esta dor horrível que muitos não entendem.
    Tenho um poodle de 15 anos, chamado Pink. Amo ele de paixão, é minha vida. No ano passado quando casei e mudei de cidade tentei trazer ele junto, mas os resultados foram péssimos. Como passo o dia na rua, ele ficava no apartamento sozinho, eu deixava ele na sacada para tomar um solzinho com o rádio ligado, ia trabalhar com o coração em prantos pelo abandono. Não durou 15 dias ele ficou doentinho, meu marido levou ao veterinário e foi constatado que ele estava sentido falta da sua vovó, minha mãe e do seu cantinho. Não tive escolhas, para não ver meu filho que amo muito triste e doente, levamos ele de volta para minha mãe tomar conta dele. E, assim, todo final de semana vou lá ver ele, levo ração, levo ele passear, falo do meu amor por ele e que a distância entre nós não diminuiu meu amor. Eu sei que ele me entende.
    Mas a angústia de não estar perto, a saudade do cheirinho dele ao acordar, e aquele jeitinho sereno e alegre ao me sentir perto(ele é cego faz uns 5 anos), me deixa muito triste. Queria muito continuar perto dele todos os dias, dando todo carinho que ele merece. Sei que essa falta que ele sente de mim, eu jamais conseguirei remediar, final de semana não basta para suprir todo o amor que ele merece. E eu sigo assim, vendo fotos dele, ligando para minha mãe e pedindo como ele está e me sentindo a pior pessoa do mundo por ter, de uma certa forma, abandonado ele e seu amor tão verdadeiro comigo. Por isso, Gabi, entendo perfeitamente essa angústia que você sente. É ruim, dói e a cada dia só aumenta. Mas mesmo assim, não desisto. Força. Estamos juntos contigo. Te Adoro!!!

  • Jussara diz: 27 de maio de 2013

    Querida Gabi… me reportei ao passado com tua postagem.
    Minha filha pinscher Rebeca Gabriela esteve comigo por 16 anos! época que minha filha do meio estava no ensino Fundamental e minha Rebeca era um bebê. Minha filha se formou em Veterinária e minha Rebeca ainda estava entre nós… Foram 16 anos de pura alegria, nesse meio tempo engravidei e tive minha filha criada junto com a “guarda “de 4 patas. Tivemos uma mascote bebê, adolescente, adulta e idosa, sem nunca ter perdido a “virginidade”, saudável, alimentada com ‘guizadinho refogado’ ( o pavor da mana ‘doutora’) e nunca ter ficado doente. E era bem assim, um dia ‘lerdinha’ outro ‘elétrica’. As vezes latia ‘do nada’, outras ficava em silêncio ( o que para um pinscher é quase impossivel) em sua cama, olhando com ares superiores a então ‘sobrinha’ ( a outra pinscher da minha filha) correr atrás de uma bolinha. Minha ‘vózinha’ ficou quase cega, mas caminhava pela casa sem topar em nada. Ficou ‘desobediente’, fazia xixi e cocô onde estivesse, sem se importar se estava em cima do sofá ou em sua cama. Caminhava ‘durinha dos quartos’ num dia, no outro subia correndo as escadas do apartamento… Dói ver o tempo não perdoar quem só nos dá o mais puro amor, mas temos que ter muita paciencia e sabedoria pra entender que tudo nesta vida é passageiro, que tudo ‘gasta e fica velho’… Gabi… foram 16 anos que eu recebi o olhar mais amoroso, as lambidas mais gostosas quando secava minhas lágrimas ou quando simplesmente estava com vontade de chamar atenção. Hoje, 3 anos depois que ela foi para o céu dos cachorros eu choro de saudades quando abro a pasta de fotos no meu computador. O que tenho prá te dizer agora que tua Bella virou uma ‘avózinha’? dê carinho, respeite o tempo dela, as mudanças de humor, limpe as cacas, chame quantas vezes for necessário para que ela “ouça”, aqueça em seu peito, dê colo… Quem lhe deu puro amor sem cobranças uma vida inteira ( dela) merece o melhor de ti!

  • clenir viana diz: 27 de maio de 2013

    Gabi estou aqui escrevendo e com os olhos cheio de làgrimas, compartilho contigo pois sei o que estàs sentindo, fazem tres anos que minha poodle Dara se foi , tinha 18 anos uma qualidade de vida perfeita ,uma manhâ ela acordou comeu bastante ,tomou àgua e foi na área da casa e tinha um ventinho agradàvel pois era primavera , e eu fiquei olhando para ela e ela foi respirando e sentindo aquele vento no rosto e sua respiraçâo foi ficando cada vez menos e ela foi fechando os olhinhos ,me olhou e se apagou,assim como uma vela se apaga…sinto muita saudades e amooo cada dia esses bixinhos que nos amam incondicionalmente…..bjs Gabi te admiro cada dia mais (nâo consegui postar mais :()

  • Gabrieli Chanas diz: 27 de maio de 2013

    Bah, Rafaela! Com a Bellinha foi a mesma coisa. Assim que ela chegou em POA, parava na frente da porta e chorava de saudade da mãe. Como pode, né?
    Um beijo e muito, muito obrigada pelo comment. Trocar ideias com gurias queridas é a parte mais bacana do meu dia!

  • Laura Coelho diz: 27 de maio de 2013

    Oi Gabi, li o teu relato e me faz lembrar de mim!!!
    Perdi meu labrador em janeiro, com 10 anos… Lutamos juntos com todas as nossas forças, e ele não desistiu!!! Fiz de tudo, com uma ótima veterinária… E hoje sou apenas eu e minha filha Maria Isabel, cocker, de 11 anos… Eles eram muito apegados, tentei pegar outro filhote, mas a Maria Isabel não gostou da ideia, sei duplamente como se senti, e não sei como te ajudar!!! Sou a favor da qualidade de vida desses filhotes do nosso coração!!! beijos e manda muitos beijos e carinho para a Belinha, meus e da Maria Isabel!!!

  • Laura diz: 27 de maio de 2013

    Bom dia! Bom, lendo o que tu escreveu não tive outra alternativa a não ser vir contar minha história com a minha poodle Tete que morreu aos 15 aninhos.
    A Tete teve um câncer em uma das tetinhas, tiramos em duas cirurgias, já que precisou tirar o útero, o nódulo e os ductos mamários – acho que foi isso. No auge dos 15 anos ela saiu da cirurgia já correndo e brincando. In-crí-vel! O que nos encheu de alegria e esperança que ela chegasse aos 20!!! Mas surgiu um outro nódulo em uma patinha e dessa cirurgia ela não saiu igual, não. Por sinal, a própria recuperação foi mega esquisita. A partir daí ela começou a ficar mais calminha e foi perdendo cada vez mais a força nas patas traseiras, coisa que vinha acontecendo com frequência nos últimos anos. Até que ela perdeu o movimento das patinhas e com pesar, tivemos que sacrificá-la, pois ela chorava muito e a vida dela estava um sofrimento só. Mas até isso acontecer fomos curtindo cada vez mais as mudanças dela. Embora ela não tivesse mais força p subir no sofá ou na cama, carinhosamente colocávamos ela onde ela queria e fomos tratando ela como uma vovozinha que as vezes tinhas uns surtos malucos como a Belinha e saia correndo pela casa. Acho que o ciclo é esse, o fim é a única certeza. Hoje temos outra poodle, essa é toy, a Malya, e não raro, chamamos ela de Tete e rimos muito das diferenças entre as duas. É triste a despedida, mas as lembranças são incríveis e essas não tem fim! Curte ela tudo que dá!!! Quem sabe ela não é mais uma que vai entrar para as estatísticas e viver uns 20 anos? Beijos.

  • Aline Raupp diz: 27 de maio de 2013

    Gabi… Chorei!

    A minha pequeninha tem 5 anos e 5 meses e eu me pego às vezes pensando nisso… Ela vive grudada em mim, tenho uma loja e desde que o Maurício ( meu esposo) me presenteou com essa fofura, ela vem todos os dias trabalhar comigo! Um mega privilégio! Não consigo me imaginar sem ela, mas sei que ela está na metade do seu tempo… Lendo o teu texto me coloquei no teu lugar e só tenho uma coisa pra te dizer: FORÇA Gabi! Beijinhos querida

  • Renata diz: 27 de maio de 2013

    Gabi, nem entrea nessa, ainda mais com cachorros pequenos, eles duram bem mais que os cachorros de porte grande, que estes sim, em média duram 12 anos.
    Mas a Bellinha deve chegar tranquila aos 15 anos, conheço muita gente com poodle que viveram bem mais que 15 anos, com um chegando aos 19.
    Beijos

  • Carla Souza diz: 27 de maio de 2013

    Gabi, nós aqui em casa perdemos o Abel (Abelardo), um poodle lindão, no meio do ano passado. Ele tinha 10 anos. Ganhamos ele com 3 meses de idade, eu tinha apenas 16 anos. Ele era um companheirão, e todas as etapas bacanas da minha vida e da vida da minha família eu tenho a memória dele junto, pois 10 anos era mais ou menos uns 40% de toda a minha vida! Infelizmente a velhice chegou bem mais cedo para ele e perdê-lo foi como perder um membro da família. Hoje, 1 ano depois, ainda choro de saudade quase toda a semana, pois o abel, além de ser nosso cachorrinho, era um maior companheiro to mundo! Ele dormia comigo, nos meus pés! Achava o máximo, no inverno ele entrava debaixo do meu cobertor sem me destapar! É mais um anjinho lá no céu olhando pela nossa família.

  • Anabelle de Pelegrini Thome da Silva (201300990) diz: 27 de maio de 2013

    Engraçado Gabi, parece que nós duas temos histórias bem parecidas.Ganhei a Mel, uma poodle, para ser minha companheira em 2001. Fui para a faculdade (morar em outra cidade) e a via apenas nos finais de semana. Não consegui levá-la porque meus pais se apegaram muito a ela e ela ama de paixão o meu pai. Depois que me formei voltei pra casa e nos agarramos de novo até o dia em que eu casei e saí definitivamente de casa. Ela, na época com 9 anos, sentiu bastante a minha saída, e de lá pra cá parece que veio definhando. O problema é que eu sentia muito a falta dela e ao mesmo tempo não podia tirar ela dos meus pais. Para amenizar a saudade peguei outro cachorrinho, o Bob. Todos na família ficaram 1 semana sem falar comigo em sentimentos à Mel, a traída. Ele já está com quase 3 anos, e a Mel com 12. A Mel obviamente odeia o Bob, mostra os dentes sempre que ele se aproxima.
    E eu mostro os dentes pro destino, tentando evitar pensar no dia em que ela se for…

  • Mari diz: 27 de maio de 2013

    Voltei!

    Acabei de ver uma foto de uma amiga do face com um cão no colo e a seguinte frase:

    ” Eles vivem menos porque já nascem sabendo amar de uma maneira que nós levávamos a vida inteira”

    Lindo né!!!

  • Kamila Urbano diz: 27 de maio de 2013

    Oi Gabi! Meu cachorrinho, o Bethoven, foi embora há um mês. Ele viveu 18 anos com a gente e foi nosso companheiro de infância até a idade adulta. Ele era uma mistura de Lhasa com Poodle, lindo lindo! Ele foi colocado no nosso pátio por dois vizinhos da nossa rua(um desses guris é meu marido), pois sabiam que de toda rua nossa casa não tinha cachorro nesta época. O Betinho, apelido carinhoso do nosso pet, passou poucas e boas durante esses anos todos, até foi atropelado, mas somente o ano passado a velhice começou a pegar ele, pois descobrimos que o coraçãozinho dele já estava crescendo e o que resultava em muita tosse. Conseguimos neste um ano garantir uma qualidade de vida, através da medicação receitada por uma grande amiga veterinária que veio para o meu casamento em 2012. Vou te dizer, que ainda tendo vivido 18 anos, achei que o meu super cão ia se superar e “nas minhas ideias” estando 9 meses longe dele, ele iria suportar até eu voltar pro Brasil. Mas infelizmente eles não duram para sempre, porém o tempo que vivem conosco deixam uma marca tão grande, pois se tornam membros da família! Eu falo com a minha família por Skype todos os dias, e mesmo nos últimos meses eu falava, ” cadê o Betinho?”, pois tinha um medo danado de um dia ligar e ele não estar na volta, mesmo ficando cego, sem ouvir direito… Nos apegamos demais né?! O bom é ter a certeza que fizemos o possível, dando muito amor e carinho aos nossos bichinhos! Um beijo e fica tranquila!!!

  • Danessa diz: 27 de maio de 2013

    Bah Gabi! Passamos, toda a família, por isso. Nosso Pituxo viveu 19 anos! Ele era um poodle também, acho que um pouquinho maior que a Bellinha. Ele entrou para a família quando eu ainda era uma criança e faleceu quando eu já tinha me formado na faculdade, então ele fez parte da família por muitos anos. Depois de mais velhinho também desenvolveu catarata e tinha um probleminha na pele, às vezes tínhamos que enfaixar todo o corpinho dele, e quase no fim da vida ele tinha uns desmaios quando se emocionava muito. Meus pais tomaram a decisão de sacrificá-lo quando o veterinário disse q ele não ia sobreviver o inverno pois o pulmão estava muito fraquinho. Eu e a minha irmã só ficamos sabendo depois, mas também agradecemos nossos pais pois não queríamos ver o Pituxinho sofrer. Foram dias muito tristes, meu pai tem comércio e até os funcionários choraram porque o Pituxo era parte de tudo aquilo por muito tempo. Nunca mais tivemos outro cachorrinho, acho que também devido a tristeza da perda. Mas ao menos tivemos certeza que ele não sofreu, era muito querido e esperto e é lembrado até hoje. Tenho muita saudade pois ele cresceu comigo, também tenho várias fotinhos e lembro dele com muita alegria.
    Quanto a sacrificar, acho que temos que saber o momento certo, é muito triste ver seu cachorrinho sofrendo.
    Tomara que a Belinha ainda tenha muitos anos de vida, com alegria e vitalidade!

  • Giselle Prestes diz: 27 de maio de 2013

    Oi Gabi, tenho uma cachorra velhinha tbm! me identifiquei muito com o teu post, a Branca é uma boxer linda e tem 11 anos e meio, o que para um cachorro deste porte tbm é bastante idade, ela toma medicação para o coração e está com dificuldades na hora de levantar e caminhar,está acima do peso e faz tudo bem devagar, coisa que antes ela era super ativa e incansável. É uma fase nova e bem difícil para mim, mas acho que é mais uma das situações da vida em que nunca estaremos preparadas, mas que temos que enfrentar! Haja coração!! Um beijo pra ti e muita energia boa para a Bellinha. Gi

  • Carol X. diz: 27 de maio de 2013

    Gabi, esqueci, li uma coisa mais ou menos assim que está sempre na minha cabeça, sobre os animais:
    Eles vivem menos do que nós, porque eles já nascem sabendo amar, a gente fica pra tentar aprender.
    BJO

  • Arita Costa diz: 27 de maio de 2013

    Gaby,
    Sábado 25/05/13, fiz uma festa de aniversário para meus poodles, o Teddy de 15 anos e a Nina de 13 anos, comemorei todos os anos que eles partilham comigo, todas as viagens, os passeios, todos os latidos, idas ao veterinário, aquele amor incondicional que somente eles conseguem ter.
    O Teddy está doente, anemia, insuficiência hepática e mais imunidade baixa, em 2011 tivemos que retirar um dos olhos dele, o que ficou não enxerga direito, não ouve muito bem, problemas de colunas e pode ficar sem andar, mas com tudo isto, dia a dia acredito que ainda vou ter mais tempo com ele…sempre que ele fica quieto demais, já me assusto…sei que o dia está chegando…e o quanto será doloroso.
    A Nina tem Diabetes faz uns 5 anos, tratada com insulina, não pode comer o que gosta, privada das gostosuras caninas, agora está piorando da catarata, mas segue firme e forte…não sei como!
    Então, como todos depoimentos já disseram, a única coisa que nós podemos fazer, é amar e amar muito, e saber que fizemos tudo por eles. Bjs

  • Carla diz: 27 de maio de 2013

    Nossa, lendo todas as histórias de vocês, é impossível não me emocionar. Tenho um york de quase 18 anos , companheiro de tantas coisas, o xodó da família. Cada vez que ele vai ao veterinário, meu coração aperta, a minha cabeça sabe que ele está nos descontos, mas vai explicar para meu emocional… Ele não tem nenhuma doença interna, só velhice mesmo, o que faz com que se locomova com dificuldade, mas mesmo assim, ele é o melhor companheiro de todos. Não quero que ele sofra quando tiver que nos deixar, nossa ideia é de deixar ele o mais confortável dentro do quadro que ele apresenta. Nunca pensei que ele faria tantos aniversários, e, agora sempre quero que haja o próximo aniversário. Aproveito todos os momentos com meu cãozinho, ele merece todo nosso carinho, ainda nos reconhece e não sei de onde ainda tem forças para latir de alegria quando chegamos em casa. A gente tem que aproveitar enquanto nossos bichinhos ainda estão conosco, parece que eles fazem de tudo para ficar com a gente mais tempo, são guerreiros em miniatura!

  • Marina Dall’Onder diz: 27 de maio de 2013

    Oi, Gabi!
    Li teu relato, e há dias me perguntava cadê Bellinha Maria?

    Eu sou mãe de uma vira(lata) que tem 16 anos e 9 meses. Sei como é quando dizem que ela não enxerga bem, e a gente diz que não, ela enxerga sim; sei como é ver ela andando torta e dizer que foi mau jeito no soninho; sei o que é ouvir tosse e mais tosse e pensar que é só uma tossinha… Fato é que eles “vão e voltam”. A Mona tem dias maravilhosos, corre feito um filhote, fica toda animada de um lado a outro, quer rosnar e atacar (e sempre, sempre foi um doce de menina, super meiga) pra brincar, quer passear, mas ela já não aguenta. Ela quer subir e descer escadas sozinha, mas nem sempre dá, “expressoMãe” vê que não dá, que aquela criatura é mais teimosa do que eu! Mas tem dias que ela passa deitadinha, dormindo, cuidando com o cantinho do olho tudo o que a gente faz, fazendo carinha de coitada, quietinha… Não levanta da caminha nem quando eu chego em casa… E não é fácil me acostumar com isso. Ela que sempre, sempre me esperava na porta quando eu voltada do trabalho, do mercado, de viagem, do CTG, a hora que fosse, lá estava ela na porta me esperando. O CTG me fazia voltar de madrugada muitas vezes, e eu chegava, ela sonolenta, corria pro meu colo. Se eu estivesse de vestido de prenda, ela sabia: não pode pular no vestido, então, ela andava embaixo da minha saia, coisa mais linda do meu mundo!
    Sobre a catarata, isso é algo que pra eu aceitar… Bem difícil, mas sei que se eu apontar o dedo, ela vai tentar morder achando que é palitinho, esses dias, voltei com ela da veterinária e ela, no colo, deu um “nhác” no ar: passou uma borboleta na frente dela, e como não enxerga direito, morder é a solução. AInda bem que a pobrezinha foi mais rápida.
    Gabi, a palavra da velhice é paciência. Mas mais ainda, pra egoísmo da gente, é carpe diem. Cada dia é mais um dia, e é isso que deve nos dar força pra aguentar o inevitável. Não penso nele, me nego a pensar, me nego a aceitar, mas já neguei a velhice, já neguei as novas limitações da minha companheira, agora aceito, convivo e nem me estresso em limpar os xixis fora de lugar, as sapequices que ela apronta, por exemplo, agora deu de parar no meio da cozinha e fazer xixi, fazendo uma cara de que não foi nada de mais… Eu aprendi a rir disso, por que mesmo com a chegada da rabugisse, do dobro de trabalho, de poder passear menos com ela (ela é um bebezão gordo e velho), eu a tenho por mais um dia!
    Não sei quanto tempo temos juntas ainda, mas cada dia é um presente, e estou descobrindo uma paciência que eu nem sabia que tinha! E Gabi, a idade vai testar tua paciência também, a Bellinha vai esquecer várias vezes a idade que tem, e até isso pode ser divertido.
    Então, paciência e amor, que eu sei que tu tem de sobra. E não pensa na chegada “do fim”… Pensa no agora. É dificílimo fazermos isso, né, mas eu estou aprendendo como nunca a aproveitar o nossa agora, por que depois… Somos uma dupla por mais da metade da minha e não faço a mínima ideia de como eu vou viver sozinha… Mas isso, não é pra agora, por que eu não vou chorar pensando nisso… Agora eu tenho ela aqui, pegando solzinho do meu lado. ; )

    Beijoca, Gabi, e fica bem, manda um beijão meu e da Mona pra Bellinha!

  • Betina diz: 27 de maio de 2013

    Enchi os olhos de lágrimas a ler o teu post hoje cedinho e estou engasgada até agora.
    Não é fácil. Te digo isso pois passei uma situação horrivel a dois anos atras. Envenenaram meu cachorro, Spike, um fox a coisa mais linda e querida. Foi horrivel, sofremos até hoje a perda inesperada dele.
    Mas diante daquela situação, ouvi uma frase, do meu na época noivo (agora meu marido) que dizia: “O bichinho de estimação, além de nos ensinar a amar, nos ensina a perder.” Guardei essa frase e cada vez que penso que um dia vou perder meu BUD (cachorro da rua adotado pelo Spike), ela me consola.
    Curte ela ao máximo Gabi, ainda da tempo!
    Beijos

  • Beatriz Cestari diz: 27 de maio de 2013

    Oi Gabi, me emocionei ao ler teu post. Também tenho um cachorro que a idade está por volta dos 13 anos. Ele é adotado, por isso não sei a idade exata, mas é em torno disso. Ele parece um Yorkshire puro, é a minha paixão, também sou muito apegada a ele. Como fico o dia todo fora e ele sozinho quando chego encho ele de beijos e abraços. Também está com catarata avançada, mas é bem serelepe. Volta e meia me pego pensando o dia que não tiver mais ele, a gente precisa se preparar para este momento, mas é muito difícil. Parabéns pela Bellinha, ela é uma graça, muita saúde pra ela. O Dunga é um amor também!

  • cezar augusto paixão da silva diz: 27 de maio de 2013

    É muito bom saber que hoje e com o passar dos tempos demos uma atenção muito especial para os amigos pets. Sabemos também que nada será eterno, portanto vamos aproveitar o máximo que pudermos enquanto eles estiverem juntos de nós. Pena que geralmente eles vão antes de nós e creio que pior seria se fôssemos antes deles porque sei que não aguentariam nossa falta. Façamos o melhor de tudo para eles e com eles e sejamos altruístas quando o momento assim se fizer necessário. Só quem tem um amigo destes sabe como é!

  • Gabrieli Chanas diz: 27 de maio de 2013

    Beatriz, força para os nossos dogs! :)
    Beijos!

  • Gabrieli Chanas diz: 27 de maio de 2013

    Betina, que horror! Sabe que fizeram o mesmo com uns amigos nossos. Foi horrorosa dor deles!
    Um beijo!

  • Gili diz: 27 de maio de 2013

    Gabi, minha prima de Porto Alegre tem um poodle que já está com 17 anos. Há alguns anos ele toma medicamentos para o coração e a coluna, mas agora ele está completamente cego e começando a ficar ruim das patinhas… Dá pena de ver, mas infelizmente temos que nos acostumar com a ideia de que nossos amiguinhos sempre vão embora cedo (pros nossos padrões). O que importa é o amor que você pode dar à sua Bellinha enquanto ela está por aqui e o conforto que ela poderá ter até que chegue o dia dela. Um beijo e curta ao máximo a companhia da sua pequenina.

  • Ellen da Costa diz: 27 de maio de 2013

    Gabi,

    Fiquei emocionada lendo o teu post, e relembrando do meu filho lindo, Thedy, que ja morreu!! Hoje tenho uma outra cachorrinha, a Fifi, também minha filha linda. O Thedy tinha 8 anos quando morreu e não foi por morte natural! Foi atropelado. E antes disso eu tinha uma preocupação com a saude dele justamente para que ele pudesse viver o maior tempo de vida comigo! Nós eramos um grude!! Ele só não ia comigo onde relamente não poderia estar, ou seja, no supermercado, no cinema e na faculdade! Ele sempre queria estar grudado em mim, tanto que se fazia até de boneco de pelucia para não perceberem que era de verdade! Ele ficava dentro da minha bolsa e só com a cabecinha de fora para respirar!! Era um amor. Quando ele morreu, estava comigo apenas!!! Sofri muito. Chorei mais de mês todos os dias! E esse mês todo parecia que um pedaço de mim tinha sido arrancado, a casa estava vazia e o silencio era mais um fator que gerava dor!! Até que resolvi comprar outro cachorrinho, mas tinha que ser rapido pois achava que não iria aguentar ficar mais dias sem um bichinho para cuidar! O Thedy só teve dois probleminhas de saúde, um no figado pq adora comer comida daquelas úmidas de gato, e isso gerou problemas de figado mas conseguimos curar, com ração específica, e depois pra continuar a fazer a vontade do meu bebê, comprava vários tipos de ração diferentes pq ele não gostava de comer o mesmo sabor de ração todos os dias. E o outro probleminha era na rótula, esse não tinha solução, por ser um problema da raça e por razão do tamanho dele, mas toda vez que ele deslocava a rotula de lugar faziamos ele correr para que ela voltasse o mais rapido possivel pro lugar correto segundo orientação do veterinário. Foram muitos anos de amor e cumplicidade entre ele e eu. Por isso quando ele se foi eu vi que não era mais possivel eu conseguir viver sem ter outro cachorro. Mesmo sabendo que nada substituiria o Thedy, eu vi como a minha vida mudou depois de eu ter tido a oportunidade de ter um cão. Ahh, esqueci de dizer que o Thedy era um poodle. Depois de um mes do seu falecimento eu consegui encontrar um cao para comprar, foi aí que veio a Fifi para a minha vida. Ela chegou na minha casa com 5 meses já, uma yorkshire femea e minuscula, que teve além de tudo sua primeira viagem na vida. Nessa época, morava em Santa Catarina, e comprei ela aqui em POA. Ela ja adoeceu de cara quando chegou, pous além de ter verdadeiro pavor de andar em qualquer coisa que se movimente ela estranhou o lugar e tudo mais, mas com dedicação, amor e medicação ela conseguiu sobreviver. Com o tempo e a convivência o amor foi nascendo e crescendo cada vez mais. Mas a lembrança do meu amor pelo Thedy ainda continua viva e presente em quase todos os dias, a final ele era meu filho, meu companheiro, meu irmão, meu amigo, meu tudo. A Fifi a cada dia me surpreende por ser completamente diferente do Thedy, o que ele tinha de grude, ela tem de indenpendente, e ela adora todos da familia igualmente. O Thedy gostava de todos mas em especial a mim. Com o Thedy eu aprendi o amor incondicional mas com a Fifi eu aprendi que o amor é deixar o outro livre para poder voltar. Quando a Fifi morrer sei que vou sofrer igual mas terei ao mesmo tempo um sofrimento diferente, sentir a dor da perda mas com a felicidade de ter estado junto.
    Isso que eu recomendo não só para os filhos caninos, mas para ser com todos os seres que a gente ama. Ame no seu melhor e sempre esteja presente e demonstre esse amor, pq quando esse ser não estiver mais presente, teremos a certeza que fizemos o josso melhor.
    Bjs Gabi, e aproveite muito a Bellinha sem a preocupação de que um dia ela não estara presente. Aproveite como se cada dia fosse o ultimo dia entre vcs.

  • Ana Thedy diz: 27 de maio de 2013

    Já tive dois velhinhos,cuidei até o fim. Dava comidinha na boca, água na seringa e pegava eles cada vez que faziam xixi. Uma tristeza, mas ao mesmo tempo, alegria por fazer tudo que foi possível por eles. Ainda sinto muita saudade. Os lugares que passo, o lugar onde dormiam, ao meu lado, as manias, o chorinho e o au, au, mas tenho certeza que nos encontraremos um dia, isso sim!!! Cuida bem da Belinha!!!

  • Gabrieli Chanas diz: 27 de maio de 2013

    Marina, que amado teu relato. Ler histórias assim é reconfortante e faz repensar a forma de encarar a vida. Obrigada, querida!

  • Gabrieli Chanas diz: 27 de maio de 2013

    Querida Ellen, sem palavras pra ter agradecer pelo carinho de ter me contado a tua história!
    Beijos, amada!

  • Priscilla Valerio diz: 27 de maio de 2013

    Gabi, vão fazer seis meses que sacrificamos minha cachorrinha, era uma Westie linda, de 12 anos e meio. Era a cachorra mais amada e cuidada do mundo, (ela tinha plano de saúde inclusive, pra não nos levar à falência com a quantidade de doenças que teve: entre elas, diabetes, pedra nos rins, olho não produzia lágrimas, catarata, e por aí vai). O triste deles é que normalmente não temos tempo pra nos preparar: ela estava super bem, e começou a não comer mais, vomitar… minha mãe achava que era só gastrite (outro problema que ela tinha), mas algo me deixava angustiada. Na noite anterior à um dos dias mais tristes da minha vida disse pra minha mãe: “acho que ela tá com câncer” e minha mãe disse, claro que não, e no dia seguinte ela foi na veterinária entregar os resultados do exame. Resultado: ela estava com câncer no fígado e no estômago, podíamos fazer quimioterapia, mas aumentaria a vidinha dela em no máximo 3 meses, e por todo amor que ela nos deu, não nos achamos no direito de ter ela sofrendo por mais um tempo, só pela nossa vontade. Sacrificar foi a decisão mais triste que já tomei, a ligação que tinha com ela era enorme, tanto que tatuei as duas patinhas dela no meu tornozelo apenas 5 dias antes dela ir. É uma dor e uma tristeza gigante, desde então choro todos os dias de saudade, e não tem nada que possa confortar, Gabi. O que eu procuro pensar é que ela tá bem lá em cima, no parque dos cachorrinhos, não precisa mais comer dieta restrita, pode comer tomate e melancia que ela amava. não fica mais sozinha em casa, e pode brincar com todos cachorrinhos. Dói muito, mas infelizmente sei que tudo na vida é assim, principalmente com os que mais amamos. Força, Gabi e enche o Dunga de beijo quando teu coração apertar, ele não substitui, mas com certeza ficará triste em te ver triste!

  • Silvia Helena diz: 27 de maio de 2013

    Oi Gabi, adorei ler sobre teu amor pelos filhos de pata, perdi minha pinscher Jade com 16 anos, chorei e choro até hj quando lembro dela “cantando” o ilarie da Xuxa cada vez que eu batia palmas, ainda tenho o filho dela o Tobias que esta com 14 anos, meu coraçao esta começando a ficar como o teu, sempre tento me enganar achando que ele esta bem, as vezes ele brinca com a minha Bellinha que é neta dela. Mas só o tempo vai dizer se ele continua assim. Adorei teu blog e adoro teu programa aos sabádos.Sucesso. Silvia- Gravatai.

  • Andréia diz: 27 de maio de 2013

    Gabi!!! me emocionei ao ler teu post, tenho em casa uma cachorra idosa (15anos) que vive conosco desde os 45 dias de vida dela, ela é muito amada e sempre fizemos de tudo para amenizar as “dores” da idade dela, ele tem artrite e artrose e toma remédio todos os dias. O veterinário ja nos avisou que ela esta nos acréscimos…
    A gente sabe o bem que ela nos fez e por isso só de pensar que o dia da despedida esta chegando da um nó no peito, uma tristeza bem grande.
    Mas temos que aproveita ao máximo agora, pra ficarmos com todas as coisas bonitas que os cachorros nos ensinam dentro dos nossos corações. Estamos juntos nessa!!!

  • Gabrieli Chanas diz: 27 de maio de 2013

    Bah, Priscilla. A família da minha mana teve que sacrificar uma cadelinha também. Foi muito triste. Mas fecho contigo: melhor isso do que ser doentinha.
    Um beijo!

  • Vanessa diz: 27 de maio de 2013

    Oie Gabi!
    Por um bom tempo eu fiquei obsecada pelo meu cachorro Rocky e chorava quase todas as noites com medo que algo de ruim acontecesse com ele ….ou que moresse atropelado, fugisse, fosse roubado …. e demorou mais de um ano pra passar esse sentimento… agora eu sei que quanto mais amor eu dou a ele, quanto mais convivo com ele, quanto mais passo meu tempo com ele nós 2 ficamos melhores e mais felizes… tenta passar o máximo de tempo que tu conseguir com a Bellinha e isso vai prencher o teu coração de tal forma que nenhum sentimento de culpa vai poder te invadir o peito, digo culpa, porque o sentimento de culpa traz essa aflição e medo de perder…de não ter convivido o tempo todo, de não ter sido mais presente…..
    Bjus

  • Mirela diz: 27 de maio de 2013

    Entendo bem essa angústia, pois minha família tem tb um poodle de quase 10 anos, que já demonstra sinais claros da idade (catarata, pouca disposição para brincar e manchas na pele). Mesmo com mais outros animais em casa sentimos essa angústia diária de não sabermos mais quanto tempo teremos a fiel companhia dele.

  • César diz: 27 de maio de 2013

    Menina, acho que vou ser o “bendito fruto” nesse teu post.
    Adoro cachorro, e quanto mais “cusco”, mais eu gosto. Não tenho mais desde que vim morar em Porto Alegre, lá se vão 30 anos. Mas meus pais têm, meus irmãos têm, minha cunhada também. Por coincidência, poodles ou mistura com.
    Acho que a morte de um cusco de estimação é a primeira noção de perda de alguém querido que nós temos. Normalmente, eles vão antes de pai, mãe, avós, então, fica difícil pra gente que se apega a esses companheirinhos.
    Mas vou te contar uma história, que ouvi de um médico aqui de Porto Alegre: certa feita, o pai desse médico, também médico, foi visitar um amigo que tivera um avc. Ao chegar, entrou na sala onde estava o amigo e, aos pés dele, viu um belo alsaciano branco, que se ergueu quando o médico entrou, sentando nas patas traseiras, todo empertigado, e não saiu dessa pose até que fosse embora. Na saída, o visitante comentou com a esposa do amigo: “Que impressionante aquele cachorro com o Fulano, que fidelidade”. A mulher olhou espantada e perguntou: “Que cachorro?”. “Aquele alsaciano aos pés dele”, respondeu o visitante. A mulher, um pouco agitada, pegou uma foto e apontou: “Este aqui?”. Era o mesmo cachorro e o médico respondeu que sim. “Fulano, esse cachorro morreu há dois anos”, falou a mulher.
    Não sei se acreditas em vida após a morte, mas pode ser que a tua Belinha ainda fique contigo, mesmo depois de passar para o outro lado. Taí uma idéia que pode ajudar na despedida. Pois eles também sofrem se a gente sofre. E ficam com a gente – ou voltam – pra dar uma mãozinha na solidão e na saudade.
    Portanto, se for a hora da Belinha, nada de angústias. Ela vai dar um jeito de te visitar quando tu precisares. E vais saber quando.
    Um abraço carinhoso em ti (com todo o respeito ao maridão!) e um afago mais carinhoso ainda no pescocinho da Belinha.

  • Gabrieli Chanas diz: 27 de maio de 2013

    César, que bacana tua mensagem. É tri bom ver um homem infiltrado por essas bandas de vez em quando. Bellinha agradece o afago no pescoço e eu o teu carinho!

  • Daura Gonçalves dos Santos diz: 27 de maio de 2013

    Oi, Gabi! Tudo bom? Tu não lembras de mim, mas fui tua professora no Magistério. Supervisora do Estágio, lá no famoso Rincão da Madalena.
    Conheço a tua filhinha canina, através da tua mãe, porque somos colegas de Academia. Agora, entendi porque ela é uma avó coruja. Hoje, ainda, ela me contou a maneira e os cuidados que tens com o teu animalzinho de estimação. Imagino quando tiveres um filho. Ouço o teu programa na Rádio Gaúcha, sempre que posso. Gosto muito. Parabéns!

  • Gabrieli Chanas diz: 27 de maio de 2013

    Oi, Daura! Que bom te ver por aqui! Muita saudade de ser professora lá no Rincão! Um beijo!

  • Mariana Lauer diz: 27 de maio de 2013

    Gabi, quando a idade chega para os nossos bichinhos o coração fica mesmo apertado. Minha primeira cadelinha, uma fox terrier com fox paulistinha chamada Suzy, também ficou morando com os meus pais quando saí de casa. Nunca tive coragem de trazê-la para morar comigo, pois eu passava o dia na faculdade e minha mãe precisava de uma companheira em casa. Lembro como se fosse hoje o dia em que a Suzeca foi brincar de bolinha no céu: era dia 23 de dezembro. Eu estava chegando em Porto Alegre para passar as festas com os meus pais e meu pai me diz: temos uma cachorra doente em casa. Meu mundo parou!!! Ela já estava bem ruinzinha há uma semana, mas meus pais não quiseram me contar. Quando entrei em casa, ela veio caminhando com muita dificuldade, pois não conseguia mais ficar em pé, mas mesmo assim veio me dar oi como sempre fez. Passamos a tarde cuidando dela e, no momento em que estávamos eu, meu pai e minha mãe fazendo carinho nela, ela deu suspiro e parou. Choramos muito ao ver nossa companheira de 13 anos partir. Até hoje penso que a Suzy só esperou eu chegar em casa para se despedir da família que tanto a amou. Hoje tenho o Lost, um vira-lata adotado filhotinho, que mora comigo e é o meu xodó. E o coração aperta só de pensar que ele já fará 5 aninhos… Tenha certeza que Belinha Maria, mesmo velhinha, ama vocês muito e não vai partir sem dizer adeus!

  • Bruna diz: 27 de maio de 2013

    Nossa Gabi! Teu post veio justo no dia em que tive que sacrificar meu cachorro, poddle também… Ele tinha 16 anos e foi meu primeiro cachorro, ganhei ele com 5 anos de idade! Costumo dizer que ele é/foi o irmão que nunca tive! Tive que sacrificá-lo pois já não estava andando mais, se rastejava e ficava chorando o tempo inteiro, não dormia, além disso tomava remédio pro coração (é comum problema de arritmia nessa raça), pra coluna, pros ossos, gardenal para evitar convulsões e apresentava um leve grau de demência (ficava rodando sem parar e depois ficava parado por um tempo, como se fosse uma estátua)… Exatamente como teu relato, demorei pra me tocar que ele estava ficando velho, e pior, doente… E até tomar a decisão da eutanásia foram várias semanas sem dormir e ouvindo diversos veterinários, queria ter a certeza que seria a decisão certa a ser tomada… Enfim, poderia me aprofundar muito mais, mas quero te dizer para aproveitar cada momento com tua Bellinha! Tire bastante fotos com ela, pra quando a saudade bater tu puder se lembrar dela! E tente não demonstrar a angustia que tu tá sentindo, pois passa pra ela!
    E quando a hora chegar, que fique a certeza que tu cuidou muito bem dela, que retribuiu todos os anos de carinho e companheirismo que ela te deu incondicionalmente!
    Mas não vou te mentir, dói ver eles assim, velhinhos e não poder fazer nada (no meu caso), dói imaginar que um dia eles vão morrer, mas dói demais quando esse dia realmente chega! Eu e meus pais estamos chorando o dia inteiro, tem um vazio no meu peito, a casa está triste e falta algo no cantinho em que ele ficava… Mas sei que fiz tudo o estava ao meu alcance e tentei ao máximo não deixar ele sofrer e se antes ele não podia mais andar, sei que agora ele voa!!!!
    Beijo grande em ti e na Bellinha!

  • Gabriela diz: 27 de maio de 2013

    Gabi, eu tenho um poodle pequeno que tem 17 anos, ele é um guri. Meio judiado do tempo, mas é o nosso bebê da casa. Ele mora em Campo Grande com a minha mãe e meu irmão, eu em Porto Alegre e morro de saudades. Este ano ele foi à praia pela 1a vez, uma graça as orelhas brancas dele balançando com o vento! Há alguns anos ele começou com catarata, umas manchinhas na pele e está cada vez mais surdo. A grande sacada é ir se adaptando a ele, por exemplo, ele não aguenta mais longas caminhadas, ele se assusta quando chegamos perto por não escutar bem e ele não consegue descer a escada de casa se tiramos o tapetinho dele de perto do último degrau. Sim, a mãe colocou um tapetinho do lado esquerdo da escada pra ele ter como referência na hora de descer, porque antes, por não enxergar, ele se jogava quando chegava nos últimos degraus e se machucava. E assim seguimos, com poucos passeios, com tapetinho na escada e chegando sempre pela frente dele para não assustá-lo. E dando muito carinho e companhia, porque é isso que eles merecem. Desejo tudo de bom pra tua pequena, e fica tranquila que ela sabe como é querida e sabe que cumpre a missão dela com vocês! Beijos

  • Vaginophagus diz: 28 de maio de 2013

    Pq vc não muda o nome desse novo cusco, que mais parece uma alma penada, para “Sabão”?

  • Gabrieli Chanas diz: 28 de maio de 2013

    Ai, ô Vaginophagus! Teus comentários já foram mais queridos, viu?

  • olga pfeifer diz: 28 de maio de 2013

    Oi Gabi! Entendo cada palavra e sentimento que colocaste no belo relato sobre a Bellinha. Meu akita vai fazer 13 anos em setembro e está comigo desde seus 42 dias. É meu filhote peludo e vai ser sempre meu predileto. Desde os 6 meses de idade faço de tudo para ele ter uma vida melhor e poupá-lo de qualquer sofrimento maior. Desde operar as 2 patas traseiras ao mesmo tempo por causa de uma displasia coxo-femural grau 4 até um rompimento de ligamentos, E na última 5a feira ele operou 3 tumores. Está bem. Se recuperando. Com o passar dos anos, vejo que está mais magro, surdinho, acho que não enxerga direito. Estou em frangalhos, pois se tem uma coisa que é muito difícil para mim é vê-lo sofrer. Ele sempre foi meu amigão, meu companheiro. E por todo o amor e dedicação que tenho a ele, sei que no dia em que ele se for tenho que deitar no meu travesseiro dormir com a consciência tranquila, mas como coração em pedaços. Ele ainda me olha, sacode o rabo e me convida para brincar. E é assim que quero me lembrar dele: amor incondicional – meu por ele e vice-versa. Bj com carinho,

  • Ayesha Moon diz: 29 de maio de 2013

    Vale pra gato também, né? :( Tanho uma que está com 13 anos e é a minha paixão. Dá, sim, uma dor na alma pensar que, pela ordem natural das coisas, logo ela irá para o Mundos dos Gatos. Ela é uma alegria lá em casa! Agradeço todos os dias por ela ainda estar aqui comigo. Acho que é o importa: a felicidade que ela vai deixar na minha vida.

    Sou terapeuta reikiana e vou enviar boas energias pra Bellinha Maria :)

    Beijo e afofa muito tua pequena com carinhos que é o que ela mais precisa agora.

  • Renata diz: 29 de maio de 2013

    Gabi, sem bem como estás te sentindo. Há quase um ano, no dia 03/07/2012, perdi meu irmão canino, o Nick. O Nickzinho ganhou este nome porque na época em que ele nasceu eu era fã incondicional dos Back Street Boys e, nem preciso dizer, apaixonada pelo Nick Carter, então, nada mais lógico que o nome do meu novo amor ser Nick, ehehehehe. Bem, os anos se passaram e o Nick compartilhou comigo da minha infãncia, adolescência e fase adulta, quando aos 16 anos de idade ele ficou doentinho e se foi. Nos primeiros sinais de catarata, desânimo, etc.. levamos o nosso velhinho ao veterinário que nos informou que eram coisas da idade, nos receitou uma vitamina e mandou-nos para casa.. Após alguns meses, ele apresentou falta de ar, tosse e indisposição, então retornamos ao Dr. Dessa vez, ele teria de ser internado para fazer exames, nebulização, ficar no soro, receber medicamentos, etc. E assim foi. Ele ficou uma semana “internado” na UTI do Mundo Animal. Após esse período, recebeu alta e voltou pra casa. Foi uma alegria imensa queando ele retornou, pois parceia que era “outro cachorrinho”. Estava com bastante disposição, alegre, carinhoso, bem faceiro e serelepe. Claro, continou tomando a medicação, dessa vez em casa, e sendo monitorado e muitoo paparicado, cheio de amor e carinho. Mas, após um mês, os sintomas retornaram e, como não podia ser diferente, lá fomos nós de novo para o Dr. Após outros exames eles descobriram que nosso “bebê” estava com embolia pulmonar e um problema raro de coração, o que estava impedidno que ele conseguisse respirar sem ajuda do aparelho de oxigênio. Infelizmente, ao contrário da primeira vez, ele não aguentou a segunda internação e, às 06:30h da manhã d euam terça-feira, quando a veterinária me ligou para dar notícias do Nick, meu coração já sabia o que ela iria me dizer… Ainda hoje me questiono se nós – a família lá em casa – não teria sido desleixada, não teria deixado ele ficar muitooo doente sem perceber, se poderíamos ter feito algo antes de ele apresentar sintomas, como por exemplo, cuidá-lo mais, ter feito check up’s mais vezes durante a vida dele, etc… Mas não há respostas. O vazio que ele nos deixou não será preenchido nunca e, por mais que a gente fique se questionando do motivo deles nos abandonarem “tão cedo” e de forma tão “repentina”, sei que ele viveu o tempo suficiente para nos ensinar que o amor que existe entre cachorro e dono é incondicional, eterno, imenso!!! Sei que enquanto ele esteve aqui partilhando da minha vida, ele me deu toda a vidinha dele, me fazendo muito feliz e foi retribuído, o máximo possível. Claro que sinto muita saudade, que nesse momento estou aos prantos te escrevendo essa mensagem e que, não poucas vezes, ainda sinto o vulto dele pela casa, ouço o barulinho de suas patinhas caminhando no parquet e até escuto seu chorinho, como se estivesse me pedindo para subir na cama, “só desta vez”… Apesar da tristeza, tenho certeza que ele está bem, acompanhado dos anjinhos e estará sempre nas minhas lembranças e no meu coração. Esse ano, após o luto, adotamos uma Bellinha, mas a nossa é uma vira-latas enorme, preta com branco e magricela. A nossa Belinha é a cadelinha mais arteira e espoleta que eu já conheci. Ela pode não saber, mas está amenizando um pouco a falta do Nick e ocupando um pedacinho do nosso coração, deixando nossos dias mais alegres com a sua presença. Tenha força, fé e dê muito amor para a tua Bellinha enquanto ela está contigo. Ainda, tenha certeza que ela viverá muitos dias da vida dela com a mesma alegria de quando era jovem, embora pela aparência a gente saiba que os anos se passaram.. Beijos e fica bem! Lmabidas para a Bellinha, querida.

  • Leonor diz: 29 de maio de 2013

    Oi, Gabi
    O que dizer? A emoção é grande…Sábado, dia 25/05 a nossa, Melody, uma pooble micro toy de 10 anos, virou estrelinha… estamos estraçalhados!!!
    foi tudo muito rápido… Na quarta passada, eu tinha marcado a limpeza dos dentinhos com a veterinária, deixei ela no hospital pela manhã e de tardezinha fui buscá-la. Na quinta ela estava bem, meio devagar, mas estava bem… Na sexta de manhã ela não quis comer e vomitou uma baba branca, daí levamos ela para o hospital fazer os exames ela estava com a creatinina elevada. Perguntei se era grave e a veterinária me disse que nada que um soro ou dois resolve-se. Daí ela ficou no soro na sexta e veio pra casa com catéter para retornar no sábado para mais uma dose do soro. No meio-dia quando fomos buscá-la a respiração estava meio ofegante… Na hora não nos damos conta o que era… Como ela estava com um hematoma enorme na patinha que tinha o catéter, achamos que ela estava com dor… Quando chegamos em casa a respiração estava bem ruim… Corremos de volta… Lá disseram que ela não tinha apresentado nenhum sinal… Enfim… Chegou com uma embolia pulmonar e às 17h30 faleceu… Gabi, não nos conformamos… Na verdade não sabemos se foi do soro, da anestesia da limpeza os dentinhos… Só sabemos que la está fazendo muita falta…

  • Caroline diz: 30 de maio de 2013

    Gabi!
    Me emocionei ao ler teu relato e todos os comentários muito fofos aqui!
    Perdemos a Téia quando ela tinha 15 anos, para mim ainda muito nova para nos deixar, mas para uma vira-latinha que teve problemas cardiacos e convulsões por um bom período, sua vida foi muito bem vivida…
    Quando começou a ter dificuldades para subir míseros degrauzinhos de uma sala para outra meu marido construiu rampas e espalhou pela casa toda… Fizemos pantufinhas de dedos de luva, pois suas patinhas já machucavam de simplesmente tocar o chão…
    Dói muito, dói fundo…
    Quando chegou o seu dia ela simplesmente apagou. Acordou, andou no pátio e foi ficando quietinha, paradinha, com a respiração pesada… Olhava para nós, como quem dizia “eu vou lembrarde tudo para sempre. Obrigada. Não se esqueçam de mim”.
    Morremos um pouquinho junto…
    Hoje tenho duas cachorrinhas, a Dott e a Chica, e mais 4 para adoção, a Babi, o Dinho, a Bela e a Hebe.
    Depois da Téia minha sogra dizia que não queria mais cachorro…
    Não ter mais cachorro seria uma atitude egoísta perante a vida… Eu quero ser muito feliz ainda, com todos os cachorros que me proporcionarem a honra de sua presença e convivío…
    Eles deveriam ser eternos… Sua vida é mais curta pq COM CERTEZA, já sabem sobre amor e respeito muito mais que nós.
    Quando a Téia se foi, li que os animais não morrem, eles passam a fazer parte de tudo… E acredito nisso… Nossa Téia tá espalhada por aí… Latindo, brigando e distribuindo amor…

  • TASSI diz: 31 de maio de 2013

    Imagino como deve doer essa sensação, em março roubaram meu Maltês de nome Bono, meu bebezinho, ele fará esse ano 9 aninhos e fico desesperada em pensar que vai envelhecer com outra pessoa que nem sei como esta cuidando dele, ele era e sempre será meu bebezinho, sofro muito com a falta de noticias dele, não sei o que é pior… Pois passei todos esses anos cuidando e mimando ele, e agora nem sei se ele tem se quer um colinho…

  • Roupas e camas baratinhas para gatos e cachorros | Gabi Chanas diz: 23 de junho de 2013

    [...] indo para Gravataí almoçar com meus pais e ver a musa Bellinha Maria. No carro, vai uma caminha nova para a moça, caminha essa que comprei ontem por um precinho [...]

  • Elenara diz: 24 de junho de 2013

    O único problema dos animais é que eles vivem uma vida infinitamente mais curta que a nossa…
    Mas isso tem uma razão: quem iria cuidar deles, caso partíssemos antes?
    Assim, como tudo na vida, isso também tem um lado menos ruim: como a nossa vida é mais longa, podemos, ao longo dela, cuidar, amar, amassar, apertar, beijar, vários deles!
    Há algum tempo, procurando uma frase para confortar uma amiga que perdera seu cachorro de quase 17 anos, encontrei essa pérola:
    “Eu me dei conta de que cada vez que um dos meus cachorros morre, ele leva um pedaço do meu coração com ele. Cada vez que um cachorro novo entra na minha vida, ele me abençoa com um pedaço do coração dele. Se eu viver uma vida bem longa, com sorte, todas as partes do meu coração serão de cachorro, e então eu me tornarei tão generoso e cheio de amor como eles.” [Autor desconhecido.]

    Isso traduz o meu sentimento com relação a eles, o negócio é focar no momento presente, aproveitar o que der, porque somos impotentes diante da finitude da vida.

    Fica com Deus, vive intensamente cada minuto com a Bellinha, porque o que conta, de verdade, são os momentos felizes.

    Beijo beijo!

  • Ana diz: 5 de julho de 2013

    Ola, curta muito sua cadelinha flor, curta muito pq a dor depois da perdas ela só falta matar mesmo, eu perdi meu cachorro o big em fevereiro deste ano com 14 aninhos, mais ele ja apresetava suas dificuldades de idade com 12 anos…
    hoje ele se foi, pelo menos ele não sofre mais, porem eu choro muito por ele, se acaricio um cão logo me afasto, estou com medo de amar outro cão pq to sofrendo de mais com a perda do meu big…eu estive do lado dele ate o ultimo suspiro, nunca esqueci a cena ali ia embora meu amigo, meu filho, meu bebe….ele me viu crescer, me viu casar, me viu terminar o colégio…ele fez parte de toda minha vida, e hoje é muito difícil para mim, a dor é cortante…assustadora! eu não quero passar por isto de novo nunca mais, pois não consigo.
    curta sua menina, a ajude noque ela precisar, não deixa ele ver você triste, eles sabem…
    beijos

  • Mayte diz: 12 de agosto de 2013

    Poxa Gabi, vi seu blog por acaso. Hj estou com meu coração apertadinho, minha amiguinha se parece muito com sua Bellinha, se chama Taty Maria e esta com 16 anos, o único problema de velhice que ela apresentou ate a alguns dias atras foi na audição, está praticamente surda. Agora ela deu uma caída, emagreceu, tem comido muito pouco e fica muito tempo deitada. Isso me corta o coração pois ela sempre foi muito ativa. Levo-a para passear na rua e de carro, ela adora, mas sinto que o dia da partida esta muito próximo e não estou conseguindo trabalhar muito bem essa situação que infelizmente não esta ao alcance de ninguem mudar, todos somos mortais. Aproveite bem a companhia de sua companheirinha que a julgar pelas fotos esta muito bem e ainda deve passar alguns anos a mais com vc. Bjssss

  • Izabel Scabelo diz: 21 de agosto de 2013

    Gabi, tenho uma maltes com 14 anos, estou numa situação igual a sua, talvez até pior. Minha filhinha Laila agora deu pra desmaiar quando tem estresse ou emoção forte, sei que ela partirá a qq momento, vou amá-la, mima-lá e ela entende o que falo. Nós amantes de cães temos que lembrar que a separação dói muito. fique bem bjs

  • Cristiany diz: 15 de dezembro de 2013

    Nossa Gabi, muito lindo suas palavras. To passando pelo mesmo problema q vc, tenho uma basset de 11 anos e ela está muito doente, já tentei até transfusão de sague nela pra ver se ficava mais forte e comia, já ta bem magrinha, derrepente parece q esta meio cega, era tão alegre e brincalhona até poucos dias. Meu coração parte de ver ela só triste , nao come….. Morro de medo de acordar e ir na caminha dela e nao tiver mais vida. To tentando de tudo pra salvá-la, ela é minha companheirinha, passamos tanto tempo juntas. To triste…

  • jose roberto amorim diz: 19 de dezembro de 2013

    Perdi a Pituxa dia 01/12/ 2013
    Pitixa nasceu em 05/10/1998
    pituxa mistura de Baset / vira lata marronzinha .
    Quem quizer foto de pituxa é so ver o meu facebook = jose roberto amorim

  • Ivo Carlos diz: 6 de maio de 2014

    Estava pesquisando sobre os sintomas da idade de um cãozinho com 14 anos e encontrei o seu blog.
    Minha filha casou-se e deixou-nos um shitzuzinho, Tommy, para cuidar e eis que percebo nele, alguma dificuldade de visão e uma surdez iminente.
    Estou deveras amargurado com isso e ler o seu artigo emocionou-me ainda mais.
    Por mais que vivamos não aprendemos a lidar com estas perdas, não é mesmo?!
    Felicidades Gabi.

  • Cachorro Poodle diz: 28 de maio de 2014

    Nossa, bem emocionante o texto!!! gabi, como ela está agora?

  • Ruillon diz: 15 de julho de 2014

    Desculpe a “invasão”.
    Me joguei na net procurando frases para me consolar e me deparei com o seu blog.
    Perdi meu poodle hoje. Meu amigo, meu irmão: Rafa!
    Ele morreu com 13 anos e 7 meses.
    Nem sei o que escrever… estou muito triste por essa perda. Ele ficou internado semana retrasada, ganhou alta (que me encheu de esperanças). Ontem ele internou novamente e veio a óbito hoje as 14 horas.
    Fui visitá-lo hoje e ele tinha acabado de passar por uma convulsão. Ainda o vi com vida, despedi dele com todo meu amor. Infelizmente não teve jeito.
    Obrigado, caso for me ler…
    Abraços.

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