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Coluna da Deb Xavier: Está perdida na carreira?

13 de novembro de 2013 26

Oi, gente. Tudo bem?

Gostaria de agradecer a todos a receptividade! Recebi vários e-mails e mensagens de boas pela nova coluna. Fiquei super feliz e empolgada!

Eu já tinha em mente os temas dos primeiros posts para a coluna, porém quando vi que muitos de vocês (a maioria mulheres) me escrevia angustiada por estar perdida profissionalmente, resolvi escrever sobre isso. Sei muito bem o que é ver o tempo passar e não se encontrar profissionalmente, pois eu já passei por Arquitetura, Relações Internacionais, fui morar fora. Eu sempre fui do tipo de pessoa que buscava ser super realizada na carreira e queria encontrar aquilo que fizesse meu coração bater mais forte, sabe? Não bastava ser uma coisa legal. Eu não procurava glamour, salário alto ou uma rotina específica. Eu não sabia bem o que eu queria e não sabia como procurar!

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Se identificou? Separei algumas dicas bem legais e divertidas para quem está nessa situação.

Relaxe: é natural vermos nossos amigos e colegas felizes e crescendo profissionalmente e nos questionarmos se o problema é conosco. A verdade é que muitas pessoas estão na mesma situação, e talvez até um desses amigos esteja se sentindo infeliz e perdido. Não se desespere, aceite que esta busca é parte do processo e saiba que você não está sozinha.

No que você é bom? Na escola, no que você se destacava? Em quais matérias ia bem? Era um bom líder? Era aquela que sempre tomava iniciativa? Ou era a pessoa que tinha as ideias mais criativas? Fazer uma auto análise daquilo em que somos bons é uma etapa importante no processo de nos encontrar profissionalmente. Faça uma lista de suas qualidades e competências – nessa hora é importante ser BEM sincera consigo mesma. Eu nunca fui boa cumprindo horários por exemplo, mas sempre trabalhei mais do que as 8 horas diárias tradicionais. Isso significa que eu não me adaptaria bem em profissões que exigissem rotinas rígidas.

Quais são seus hobbies? Sabe aquela propaganda do Pão de Açúcar com a Clarice Falcão em que ela pergunta “O que você faz pra ser feliz?”.  Pois bem, é isso! O que você faz? Escreve? Desenha? Lê sobre computadores? Assiste documentários sobre biologia? Não necessariamente você vai trabalhar com isso, mas essa pode ser uma boa pistapara encontrar a carreira que vai mexer com seu coração.

Pesquise: a internet está aí para isso! Está considerando uma carreira – vai no Google. E não é só! Existem vários filmes e séries bem legais que, além de divertir, mostram o dia a dia de profissionais de diferentes áreas. Lembram dos famosos O Diabo Veste Prada, Grey’s Anatomy ou The Good Wife? É importante lembrar que a realidade é sempre mais complexa que a retratada na televisão. Outra forma interessante de saber o que nos espera é analisar os currículos dos cursos das faculdades. Ainda que a teoria seja bastante diferente da prática, é fundamental termos uma noção dos conhecimentos necessários para a profissão que estamos considerando exercer. De que adianta querer ser nutricionista se eu odeio química?

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A personagem da Anne Hathaway descobriu que trabalhar com moda não é só glamour.

Quadro inspiracional: agora que você tem bastante referências, uma boa ideia pode ser fazer um quadro (pode ser um cartaz mesmo) inspiracional com tudo que mexe com você. Cole desde imagens até ingressos de cinema e escreva frases e palavras vão te ajudar a visualizar melhor o todo e encontrar respostas. Tem gente que gosta, tem gente que não gosta. Quem fizer com certeza vai tirar bons insights!

Lista: outra alternativa é organizar tudo em listas: aquilo em que você é bom, aquilo que você gosta e aquelas profissões que juntam os dois. Dá pra fazer os prós e os contras de cada, dar notas para cada item. No filme P.S.: Eu te Amo a personagem principal está perdida e planejando mudar de vida – e de profissão – e faz as tais listas para se achar.

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Vale lista no papel, vale no computador…

Experimente: eu sou a favor da mão na massa! Mesmo quem tem um emprego formal, família e casa pode arranjar um tempo para experimentar uma nova profissão caso tenha vontade. Pode ser aos sábados, uma noite por semana, nas horas livres. Enfim, cada uma sabe da própria realidade. O importante é encontrar uma maneira de experimentar: seja visitando o local de trabalho, conversando com pessoas que trabalham, fazendo imersão, se voluntariando para trabalhar na área. Se você trabalha como contadora e quer ir pra área de moda, que tal fazer um projeto de contabilidade para uma loja de roupas? Enfim, ensaie um contato com a área que você deseja trabalhar.

Preparação é a alma do negócio: uma vez decidida, vá atrás de cursos e aulas que preparem para a nova etapa. A internet está cheia de opções interessantes, além de cursos de extensão em universidades renomadas. Para os autodidatas existe uma gama de materiais à disposição, mas é importante criar um portfólio mostrando do que é capaz.

Ainda não se achou? Tudo bem! Às vezes, assim como no amor, acontece quando a gente menos espera.

“Mas e se for tarde demais, Deb?” A melhor parte é que nunca é tarde demais para se redescobrir e começar de novo! Julia Child, a chef interpretada por Meryl Streep em Julie & Julia, tinha 50 anos quando seu primeiro livro foi publicado.

Ah! Sugestões para os próximos posts? Dicas, elogios, críticas construtivas? O espaço de comentários está aí pra isso!
Deixo vocês com uma frase linda

“Sua missão é descobrir o seu trabalho e então te entregar a ele com todo seu coração.” (Buddha)

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Gabi Chanas

Ótima amiga, péssima cozinheira. Adoro cachorros (tenho um vira-lata charmoso chamado Dunga), Friends, casamentos, decoração. Além do bloguinho, dou dicas todos os domingos na revista Donna, do jornal Zero Hora, e nos sábados na Almanaque, do jornal Pioneiro. Curto muito fazer novos amigos virtuais, por isso recadinhos são sempre bem-vindos!

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Comentários (26)

  • Jeanine diz: 13 de novembro de 2013

    Oie…Adorei a coluna, começastes muito bem! Seja bem vinda!!! Bjs

  • Camila diz: 13 de novembro de 2013

    Adorei as dicas! Estou nesta situação também. Sou advogada há três anos e tenho certeza q não é isso q eu quero pra minha vida pq não me traz nem um pouco de felicidade. O problema é saber o q eu quero de verdade… ainda to tentando descobrir!

  • Samanta Ebling diz: 13 de novembro de 2013

    Olá, Deb!
    Sempre leio o blog, mas comento pouco. E ao ler teu post, me identifiquei muito. Sou funcionária pública, adoro o meu trabalho, mas tenho vontade de fazer mais, algo que como tu disse, faça o coração bater mais forte. Ainda não me encontrei, e já estava ficando meio neurótica por ver todo mundo achando um nicho profissional menos eu. Adorei as dicas e vou colocá-las em prática!
    Abraço e parabéns pela coluna!

  • Bettina diz: 13 de novembro de 2013

    Uma baboseira sem fim. Eu me encontrei na minha área, porque é a que eu quero desde criança. Mas se falo coisas do tipo “porque quis desde criança” ou “porque sou boa nisso” em uma entrevista de emprego, sou descartada na hora. É uma área que tem que amar muito e não se ganha dinheiro, até brincamos que para se tornar milionário na aviação, vc tem que começar bilionário. Ás vezes seu dom está fora da área do trabalho, as vezes você nasceu pra ser mãe, pra ser esposa, pra ser voluntária em causas humanitárias ou pra ser vagal mesmo. Mas essas coisas não tem espaço nesse mundo corporativista em que crescemos e que ouvimos o tempo todo que para ser feliz vc tem que ser bem sucedido no trabalho e que todas essas outras coisas são fraquezas. Sim baby, pode ser que sua paixão esteja fora do mundo do trabalho e o mesmo será um fardo para vc até desencarnar. O que acontece é que algumas pessoas se encontram justamente numa atividade em que tiram prazer e lucro, e daí vc fica doida da vida. Mas vc não tem que ser assim, não precisa ser assim, mesmo quando cresceu ouvindo que precisa ser assim. Pode ser que um dia seu quintal seja uma praia, vc coma o que plantou, o teto da sua casa é feito de folha de bananeira e aí minha amiga, quem vai ficar perdido não na profissão, mas na VIDA são seus amigos “bem sucedidos”, que invejam sua aparência tão saudável, o fato de não ter que aguentar chefe e nem horário pra cumprir compromissos e parecer estar eternamente de férias…

  • aline maria diz: 13 de novembro de 2013

    uma baboseira sem fim, parte II…. mas da onde que alguem tem que fazer um MAPA de cartolina para se achar na vida? poxa… sem brincadeira, se ela realmente quer perder esse tempo de brincadeirinha de cortar e colar, foi exatamente por isso que ela nao se encontrou… perda de tempo, pensa o que vc gosta e nao gosta e faz ou nao faz… sobre a nutrição, e odiar quimica, dai já acho válido sim… saber o que tem na grade de cursos e graduações que vc escolheu… eu ja ia pular fora dessa nutrição tambem… mas dai a ficar fazendo bilhetinhos do que vc gosta e é bom, ou nao é…? sera que vc ja nao sabe naturalmente o que gosta para ter de ficar escrevendo? por isso que dizem que mulher é cheia de nhenhenhe mesmo… é muita bobeirinha desnecessaria sabe? mas a colunista em parte esta certa…. eu sou a minoria… mulher no geral, gosta mesmo dessas diquinhas… aposto que vai dar certo na coluna… boa sorte, bem vinda e parabens, vc realmente escreve para a maioria. abraços.

  • Dani diz: 13 de novembro de 2013

    Precisa se posicionar com tanta agressividade nos comentários?
    Eu curti o post, acho que tem coisas que podem me ajudar, absorvo, aplico e vou adaptando ao meu estilo de vida..
    E coisas que não batem com meu perfil, mas respeito!!
    Adorei a ideia de ter alguém focado na área profissional, acho que o blog ficou completo e acho interessante a história de quem “deu certo” compartilhando sua experiencia..
    Deb, volta sempreeeee adorei teu post!!

  • Patrícia diz: 13 de novembro de 2013

    Gostei muito da adesão desta colunista no blog, estava fazendo falta a área relacionada a trabalho. Parabéns!
    Eu sou uma dessas pessoas, meio perdida no que faço, devia fazer, gosto de fazer. Sou advogada há nove anos, mas ainda não me identifiquei com minha profissão e quanto mais o tempo passa, mais parece difícil de mudar.
    Essas dicas serão bem vindas e cada um pode adaptá-las para a sua realidade.

  • Ilana diz: 13 de novembro de 2013

    Em resposta também a “Aline Maria”…
    Acredito que não seja bem assim, “se você gosta faz, se não gosta não faz”.

    Eu estava lendo essa matéria e na parte em que ela escreveu sobre ler as grades dos cursos que pretenderia fazer, eu logo pensei, poxa vida, escolhi fazer nutrição mesmo odiando justo a danada da química (mesmo lendo a grade antes também) e me apaixonei pela profissão ao longo do curso. E no final do parágrafo ela citou logo o exemplo da nutrição com a química (foi pra mim rs)…

    Então, no meu caso eu não encontraria a profissão que amo a cada dia mais simplesmente por descartá-la lendo a grade curricular do site da faculdade?
    Também a cartolina com a inspirações, se eu tivesse feito na época, acredito que teria dado super certo, pois nela entraria todo tipo de imagem que eu adoraria ver e não somente “cadeias de carbono”.

    Então, esperando ansiosamente essas três próximas semanas para finalmente concluir o meu amado curso de nutrição com muita química e bioquímica, te digo, cada pessoa é de um jeito e não existe uma fórmula simples e geral de cada um se achar na vida rs

    Obrigada pelo post lindo que super me identifiquei :)

  • Karine diz: 13 de novembro de 2013

    Acredito que a colunista deu o seu melhor. Certamente para o público adolescente será bastante útil para ter uma orientação. Só não concordei com a abordagem romântica sobre o tema, afinal, na vida adulta, o mudanças de vida são mais sérias. Um abraço.

  • Carla Lima diz: 13 de novembro de 2013

    Baboseira sem fim é começar um comentário como Bettina e terminar como Aline Maria, ava….

  • Jeanine diz: 14 de novembro de 2013

    Nossa, comecei a receber aviso de comentários sem fim e confesso que, de início, me assustei com as frases iniciais do comentário da Aline Maria. Mas fui lendo, devagarinho, e consegui entender seu ponto de vista. Concordei com a Dani também de que poderia ter havido “mais sutileza”, digamos assim, mas enfim, cada um se expressa do seu jeito. Concordadíssimo com a Ilana, também acho que não existe fórmula, cada um faz por si, captando dicas dali e daqui, a gente vai construindo o que é bom pra gente. E lendo o post da Gabi eu tive meu momento nostálgico: lembrei muito dos tempos de escola e também da graduação, onde eu só conseguia estudar se lesse e relesse as matérias de maneira que minha mente “fotografasse” o conteúdo. Lembrei também que, muitas e muitas vezes eu passava as tardes no tempo de ensino médio, fazendo “cola” (sim, como todo ser humano eu errei na vida e eu colei, ou por vezes, tentei…hehehe) mas, quando ia fazer a prova, acabava nem precisando fazer essa consulta “extra” porque era só fechar os olhos que vinha toda matéria à mente. Por outro lado, hoje em dia, não tenho mais muita paciência pra fazer colagem de imagens, cartaz com recadinho, mas acho válido e pretendo aplicar em breve algumas dessas dicas num projeto de vida meu, porque eu gosto de tentar fazer as coisas acontecerem de maneira diferente da minha. Porque as vezes a gente fica tentando só do nosso jeito e não consegue ver porque não dá certo. Então, entender que, talvez mudando um pouco o seu jeito ou adaptando algumas dicas, é uma maneira de conseguir alcançar seu objetivo. Mas enfim, o que queria dizer foi o que lá no primeiro post que coloquei na página eu disse: adorei o novo blog e principalmente todo esse debate em cima de um assunto tão atual! Beijos à todas!

  • aline maria diz: 14 de novembro de 2013

    Gabi… tu sabe pq teu blog é um sucesso? Vc deve ter sido uma mediadora nos tempos de escola, ou teve uma incrivel educação, ou vc é de natureza cordata, sensata e tranquila, ou, todas essas coisas juntas, pq…. vc tem uma classe para responder até as mais azedas criticas e opiniões aqui no teu blog… os balõezinhos na tua cabeça podem até pensar horrores sobre as pessoas e coisas que são escritas, mas vc nao demonstra e responde todas na maior calma e educação… isso chama-se controle, sensatez de quem está a frente da edição de algo importante… isso se chama responsabilidade… cada dia sou mais fã tua, mesmo quando vc nao acha adequado publicar algo mais chatinho que escrevo… vc chega a ser até carinhosa com as palvras, defendendo tuas colunistas, mas sem criticar a nossa própria crítica, como leitoras. Saiba que te admiro bastante desde que entrei aqui, eu não tenho metade desta tua sensatez, e desta tua classe a debater os assuntos. Não precisa publicar desta vez eu quis mesmo só te elogiar mais uma vez, sem mérito algum para mim, até prefiro que vc só leia… não estou aprendendo somente com as dicas do teu blog, estou aprendendo a ser uma pessoa melhor, com você. Abraços… até a próxima.

  • Deb Xavier diz: 14 de novembro de 2013

    Oi Bettina,

    Tudo bem?
    Sabe, eu fui fazer Arquitetura porque “quis desde adolescente” e fui fazer Relações Internacionais “porque era boa nisso” – acho que são dois motivos super válidos. Pra mim, isso não bastou. No caso da Arquitetura eu era ruim e no caso da RI eu não gostava. Mas se tu está em algo que quis desde criança, é boa e está realizada – ÓTIMO! A ideia é essa, fico feliz por ti.

    Também não quis dizer que o dom da pessoa está no trabalho. Gosto de pensar que antes de tudo, sou uma ótima mãe e amiga. Mas também gosto da ideia de buscar um trabalho que eu me realize e que dê lucro, sim.

    Acho que são tudo escolhas, sabe? O post foi feito com dicas (não são regras) para quem está perdido profissionalmente e felizmente parece não ser o teu caso.

    No fim das contas, felicidade é uma coisa bem particular, né? E o melhor é que é a gente que faz. Seja no trabalho ou não.

    Boa sorte pra ti!
    Beijo!

    =)

  • Deb Xavier diz: 14 de novembro de 2013

    Oi Jeanine – obrigada!
    Que bom que tu gostou!

    Beijo

  • Deb Xavier diz: 14 de novembro de 2013

    Oi Camila,

    Que bom que tu gostou das dicas! Sei o quanto é ruim estar numa profissão em que não gostamos.
    Espero que os próximos posts também te ajudem!

    Beijo

  • Deb Xavier diz: 14 de novembro de 2013

    Oi Samanta Ebling!

    Eu sou parecida contigo nisso! Leio vários blogs e comento super pouco – por isso fiquei bastante feliz que tu tenha gostado do post e tenha comentado.

    Esse sentimento de “quero mais” esteve presente em mim por muito tempo. E te digo, vale a pena, sabe? Hoje eu sou MUITO realizada e adoro o que faço!

    Te desejo boa sorte e espero que os posts te ajudem! Se tiver alguma sugestão, pode enviar também.

    Beijo!

  • Deb Xavier diz: 14 de novembro de 2013

    Oi Aline Maria,

    Tudo bem?

    Críticas construtivas são sempre bem-vindas.
    Sabe, eu mesma nunca fiz o quadro de referências/inspiracional. E me arrependo um monte! Ainda mais depois de ler o comentário da Gabi – teria sido muito útil!

    A ideia do processo de escrever e criar o quadro é fazer tipo um brainstorming visual – técnica que muitas profissões usam para conceber ideias para projetos importantes. No post eu sugeri que as pessoas usassem isso para tirar ideias para a própria vida profissional. Mas sei que tem gente que não gosta – eu mesma coloquei isso no post.

    No mais, espero que tu goste dos próximos posts!

    =)

  • Deb Xavier diz: 14 de novembro de 2013

    Dani!

    Obrigada pelas palavras =)

    Tu captou a ideia, cada pessoa é única. A ideia é que a pessoa adapte as dicas para sua realidade e aproveite aquilo que achou útil.

    Pode deixar que eu volto sempre sim!
    Beijo beijo!

  • Deb Xavier diz: 14 de novembro de 2013

    Oi Patrícia!

    Mas uma advogada aqui perdida! Ainda bem que eu não fiz Direito hehehehe
    Tenho uma grande amiga que se formou em Odonto, não estava realizada e depois de muito tempo, na hora de se inscrever pro Mestrado resolveu largar tudo e ir pra Arquitetura.

    Não estou dizendo que vai ser fácil. Mas ficar numa profissão que a gente não gosta é difícil também. Quem sabe tu não faz um planejamento (financeiro também) e vê se tu se sente mais segura?

    Tudo de bom pra ti!
    Beijo

  • Deb Xavier diz: 14 de novembro de 2013

    Oi Ilana,

    Poxa, ainda bem que tu não largou Nutrição mesmo odiando química, né?
    Acabei pegando um exemplo infeliz mesmo hehehehehe

    Óbvio que é raro ter uma carreira em que a gente goste de tudo, e muitas vezes a faculdade cobre um monte de coisa que na vida prática a gente usa bem pouco. Sem contar que cada profissão tem diversas possibilidades de atuação, né?

    Eu devia ter usado meu exemplo, que ODEIO biologia e por isso fico fora que qualquer curso que envolva a área – inclusive Nutrição.

    Que bom que tu ama o que faz! Fico super feliz com isso.
    Obrigada pelas palavras!

    Parabéns pela formatura! Arrasa no vestido (e manda as fotos pro blog depois!)

    Beijo

  • Deb Xavier diz: 14 de novembro de 2013

    Oi Karine!

    Tudo bem?
    Eu mudei de vida profissional com 26 anos e uma filha já – as dicas foram bastante úteis. Sei que ainda era bastante jovem, mas também não tinha mais 18 anos e nenhuma responsabilidade.
    Claro que no geral quem tende a estar perdida é quem é mais nova. Porém recebi muitos e-mails de pessoas mais velhas buscando orientação.

    Não é fácil. É praticamente como recomeçar, porém com mais experiência de vida, mais maturidade, mais contatos. Sim, também temos mais contas, mais responsabilidades. E o receio é proporcional.

    Tu me deu uma ótima ideia: escrever um texto sobre mudança de carreira. Daí serve pra quem já é mais estabelecido profissionalmente e já está na vida adulta.

    Quanto ao romance do final, foi só uma metáfora =)

    Beijo!

  • Jeanine diz: 14 de novembro de 2013

    Concordo em gênero, número e grau com as considerações da Aline Maria sobre a Gabi…e que bom que ela publicou tuas palavras viu Aline? Acho que é assim que a gente aprende a gostar e conhecer um pouco mais as pessoas que admiramos. E eu sou uma privilegiada pq eu raramente comento algo neste blog, e quando comento, 2 blogueiras me respondem! Assim como a queridíssima Martha Medeiros já respondeu vários e-mails meus, e a fofa da Mariana Kalil e seu Bento volta e meia me dão essa alegria! QUE DIA FELIZ! Obrigada, suas lindas!! Beijos e um ótimo feriado pra todas nós!

  • Ilana diz: 14 de novembro de 2013

    Obrigada Deb Xavier pela resposta.

    Não acho que foi infeliz o seu exemplo, se não eu não haveria comentado porque me identifiquei hehehe
    Foi o que minha mãe falou pra mim quando fiz a matrícula na faculdade!! kkk

    Reconheço que tive muita vontade de desistir no começo, pois não era nem um pouco fácil aquelas aulas, provas, seminários…Mas tive o apoio de minha família e namorado para continuar e depois fui me moldando melhor ao curso.

    Muito obrigada e se Deus quiser vou ter uma vida profissional muito feliz!! (coisa de recém formada, será??? rsrs)

    Muito sucesso pra todas nóS!!

    Beijos

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