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Abrindo meu coração: workaholic, workalover, terapia e outros pepinos

18 de março de 2014 59

Eu ando meio ausente e dou graças a Deus termos as colunetes fofas do bloguinho para não deixar ele morrer. Sinto muita falta de postar mais, de mostrar fotos do Dunga (sei que muitas adoram meu pequeno), de dar dicas de produtos de beleza que andei testando, de fazer aqueles vídeos abobados que, se fazem uma ou duas rirem, já valeram o dia. Comentei aqui no blog há um tempo que estava passando por uma fase pessoal meio complicada e que iria abrir meu coração quando me sentisse melhor. Buenas, acho que o dia chegou. Inspira, respira e vamos lá. Vai que alguém também passa pelos mesmos perrengues que eu?

Sempre fui muito encarnada com trabalho. Talvez seja meu lado capricorniano, talvez seja herança de família, talvez seja um traço de personalidade que desenvolvi ao longo da vida. Eu abro e respondo e-mails durante as férias, me policio incessantemente para ser uma colega bacana, prestativa, uma chefe inspiradora. Dias de ralação absoluta, quando todo mundo tem que abraçar as suas tarefas e as do vizinho também, são meus preferidos. Gosto tanto do que faço que às vezes trabalho o dobro do meu horário. E quando chego em casa, pego o iPad e sigo respondendo e mandando e-mails.

Eu sempre, sempre, sempre tive esse perfil. Quando lia sobre pessoas que eram estressadas e que chegavam a passar mal por causa disso, dava graças a Deus que nunca tinha chegado a tal ponto. Até mais ou menos o fim do ano passado. Pela primeira vez, meu corpo desligou. Foi como se tivesse caído o disjuntor. Parei de funcionar física e mentalmente, fruto de um esgotamento que tinha uma culpada bem clara e definida: eu mesma.

Parte da solução de um problema é admitir que a gente tem ele. Ao começar a me sentir mal, comecei a analisar meu comportamento, a pegar feedbacks de colegas. Fiz terapia há alguns anos e amei essa prática de olhar para dentro de mim e me questionar de tempos em tempos. Tentando ter muita clareza de ideias, entrei 2014 com o objetivo de corrigir os meus exageros. Sim, meus. Meus chefes não me mandaram ficar horas a mais no trabalho e nem exigiram que eu fosse absolutamente perfeccionista e disponível. Foram questões que eu mesma me impus. Se tivesse detectado que o sistema de trabalho estava me sugando, provavelmente teria parado, tido uma boa conversa com os gestores e comentado o assunto. Não era o caso. Fui obrigada a admitir que eu mesma (de forma totalmente inconsciente) colocava pressões absurdas na minha vida. As coisas podiam ir bem em casa, todo mundo à minha podia estar bem de saúde, mas se meu dia de trabalho não tivesse sido produtivo (de acordo com meus parâmetros), eu pirava.

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Quando a gente sai de férias, a empresa coloca alguém no nosso lugar ou designa um colega para fazer as nossas funções. Por que é mesmo que a gente precisa seguir respondendo e-mails? O objetivo das férias não é justamente desligar?

Nessa época aprendi a diferença entre workaholic e worklover. O primeiro sente que o trabalho é fonte de todos os prazeres e desprazeres de sua vida. Entra na firma com a sensação de que o dia começou ali, e não quando abriu os olhos de manhã e deu bom dia para o marido. Já o segundo, vê o trabalho como parte importante da sua vida, mas não dominante. Consegue se desligar quando está fora da empresa, gerencia tensão de uma forma saudável, sabendo que o mundo não vai acabar se algo der errado.

Passados alguns meses daquela queda de disjuntor, que me deixou com angústia, ansiedade, depressão e me levou 13 quilos, escrevo com a tranquilidade de quem está virando a chave. Com acompanhamento profissional (oi, Dra. Lis, oi Dr. João Paulo!), estou saindo do estado de workaholic para o de worklover. O caminho não é bolinho. Envolve terapia e uma constante análise de comportamento. O que aprendi nessa jornada é que quem sofre miseravelmente no trabalho, muitas vezes sofre por imposições fora da casinha que a própria pessoa deposita na sua vida. Se o caso fosse de um emprego que te exige horas extras sem fim e trabalhos no fim de semana, na madrugada, chefes gritões e assédio, pede-se demissão. Mas quando tu mesma fez regrinhas de perfeccionismo e excelência, o negócio é baixar a bola e ir revisando uma a uma. Hoje, 18 de março de 2014, já me sinto confortável para reescrever um dos parágrafos ali de cima:

“Sempre fui muito encarnada com trabalho. Talvez seja meu lado capricorniano, talvez seja herança de família, talvez seja um traço de personalidade que desenvolvi ao longo da vida. Eu abria e respondia e-mails durante as férias, me policiava incessantemente para ser uma colega bacana, prestativa, uma chefe inspiradora. Dias de ralação absoluta, quando todo mundo tem que abraçar as suas tarefas e as do vizinho eram meus preferidos. Gosto tanto do que faço que às vezes trabalhava o dobro do meu horário. E quando chegava em casa, pegava o iPad e seguia respondendo e mandando e-mails.”

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Nas férias, hoje, puxo o celular para fazer um post que deu vontade ou postar fotinhos no Instagram. Alerta: a moça da foto não sou eu, mas a top Rosie Huntington-Whiteley. Se eu tivesse essa cara e esse corpão estaria ganhando a vida nas passarelas, não no escritório.

É um momento importante da minha vida. Meus amigos sentem diferenças em mim, meus colegas também. Eu me sinto mais focada no trabalho que tenho que desenvolver e agora até mais aliviada para escrever no blog. Vivia em estado permanente de pânico. Quando descobri que ele vinha de minhocas na minha cabeça, parei, respirei, busquei ajuda e estou pronta para me tornar uma profissional ainda melhor. Mas agora, dentro de parâmetros realistas, do que realmente meus superiores esperam de mim, do que eu realmente posso e sei fazer.

Algumas meninas que me viram no Happy da Gabi da última quinta (hoje chegaram as fotos e vou postar: yey!) se preocuparam, dizendo que eu estava magra demais. É verdade. De outubro para cá, baixei de 69 para 56 quilos, fruto do momento intenso que estava vivendo. Agora estou fazendo exames para ver se está tudo certinho e aproveitei para fazer do limão uma limonada bem docinha. Perder peso do nada não é saudável, mas como eu queria mesmo dar uma emagrecida, decidi reinventar minha alimentação. Não tomava café da manhã e hoje como com prazer minha granola com leite e frutas picadas. Ando com barrinhas de cereal na bolsa para beliscar e não ficar muito tempo de estômago vazio. No almoço, metade do meu prato é salada. Refrigerante, só em fim de semana. Garrafinhas de água a mil aqui na minha mesa. Nada disso está sendo feito para perder peso, mas para virar de vez a chave e dar um jeito na minha saúde. Já vejo meu cabelo mais saudável, minhas unhas mais fortes, minha pele menos manchada e até as olheiras ficando menos visíveis. Tem outro motivo por trás da mudança: tenho 36 anos e quero engravidar em breve. Com a saúde que tinha, baseada e estresse e Doritos, a gestação seria “um parto”, com o perdão do trocadilho. Agora já me sinto mais responsável para receber um bebezinho.

Eu comecei esse blog em 2008, dividindo preparativos do meu casamento com quem também estava pensando em casar. Experiências que meninas me contaram me ajudaram naquela caminhada e fico imensamente contente quando me falam que os meus relatos também deram um empurrão no planejamento da festa. Chego em 2014 com o blog mais aberto, falando além de eventos, mas também dessa coisa maluca que é cabeça de mulher. Me sinto totalmente à vontade para dividir isso aqui, mesmo não podendo ver a carinha de cada um que está lendo. De toda experiência – boa ou ruim – sai um aprendizado. O meu foi esse. Se de alguma forma acabar ajudando uma pessoinha só, já valeu o tempo que levei para escrever.

Neste período de recuperação e tratamento (que ainda vão seguir por um bom tempo) o meu pai me repetiu incessantemente um conselho que me dá desde criança. Diz o Seu Plínio:

“Na vida, a gente tem que cuidar da moral e da saúde. Emprego a gente arruma outro, namorado e amigos também. Mas da moral e da saúde só a gente pode cuidar, minha filha”.

pai

Está certo, pai! Como não dar crédito para esse senhor de boné virado na beira da praia?

Trabalho tem que ser bacana, tem que ser recompensador, mas acima de tudo tem que ser dentro do que o teu corpo aceita. E aí fica o meu grande aprendizado nesse trelelê todo: o cansaço, o estresse e os excessos pelo qual você passa são impostos por outros ou por você mesmo, em exigências que precisariam que você fosse a Mulher Maravilha para cumprir? Se chegar à conclusão que anda passeando pela opção número 2, considere que aqui deste lado tem uma amiga para conversar sobre o assunto.

Há luz, salada, felicidade, passeio com cachorro e sonecas à tarde no fim do túnel. Eu garanto!

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A melhor coisa que li nos últimos tempos: “Faça hoje algo que no futuro você vai agradecer ter feito”. 

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Gabi Chanas

Ótima amiga, péssima cozinheira. Adoro cachorros (tenho um vira-lata charmoso chamado Dunga), Friends, casamentos, decoração. Além do bloguinho, dou dicas todos os domingos na revista Donna, do jornal Zero Hora, e nos sábados na Almanaque, do jornal Pioneiro. Curto muito fazer novos amigos virtuais, por isso recadinhos são sempre bem-vindos!

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Comentários (59)

  • nina maria flor diz: 18 de março de 2014

    Que bom que deu essa virada na tua vida Gabi! Te desejo muito sucesso nesses novos planos!
    Também estou passando por um processo de mudanças na minha vida e acredito que vai ser pra melhor!!!

  • Paula diz: 18 de março de 2014

    Guria… parabéns…
    força nessa nova etapa…
    tenha certeza que vc e sua familia agradecerão por isso…
    Um grande beijo.

  • natalia diz: 18 de março de 2014

    Gabi, melhoras! Espero que tudo fique bem rapidinho, de forma saudável. Essa coisa de capricorniano que dá a vida pelo trabalho eu entendo, não é fácil e é quase automático. A gente só percebe quando “surta”.
    Continua fazendo tuas coisas, tudo ao seu tempo. :)

  • Graci Mainardi diz: 18 de março de 2014

    Gabi!
    Que relato incrível!
    Eu, do lado de cá, te vejo somente através do blog, e a tela do computador te coloca um filtro de alegria 100%, amor pelo trabalho e dedicação total à família, ao marido, ao Dunga e aos amigos. Mas não me mostra o preço q tu pagas por isso.
    Fiquei feliz em ler esse post pq mostra q tu já deste o passo inicial pra melhorar. E, claro, me inspirou a fazer melhor as coisas do cotidiano.
    Conheço uma penca de gente q é workaholic e vou indicar teu blog imediatamente, na esperança q eles tb sintam-se inspirados a virar a chave.
    E, pra mim, fiquei mais feliz ainda em ver q tu estás te preparando pra ser mãe de forma responsável. Meu filho tem 4 anos e agora agradeço pelas atitudes q tomei antes de engravidar (combina com a frase final do post, né?).
    É isso aí, querida! Vamos seguir nesse jogo incrível q é a vida pra q sejamos felizes todos os dias com as escolhas que fizemos.
    bjo carinhoso e obrigada por dividir teus pensamentos comigo.

  • bebe diz: 18 de março de 2014

    bah, passei pela mesma coisa em 2008, o lorenzo tinha 2 anos e eu não conseguia fazer nada direito. Fiquei 2 meses em casa. Se eu aprendi? não sei. Até hoje me vejo querendo abraçar mais do que eu consigo. Parabéns pra ti.

  • Ruane diz: 18 de março de 2014

    Ai, Gabi! Como capricorniana perfeccionista que sou, me identifiquei muito nesse teu relato. E fico tão feliz de ver uma pessoa tão querida como tu se livrando desse peso! Sim, é um peso horroroso de se carregar (eu que sei)! Sério, que coisa linda esse teu post!
    Do lado de cá também tem um monte de gente com esses pepinos na vida e torcendo muito por ti! :)

  • Samira diz: 18 de março de 2014

    Gabi,

    Ler seu post me fez abrir os olhos. Também sou capricorniana e super perfeccionista, principalmente no trabalho. Ano passado enquanto estava com os preparativos do meu casamento e a pressão (imposta por mim mesmo) de que não podia baixar meu rendimento no trabalho nem por um segundo por causa do casamento, fez com que eu tivesse uma série de problemas no meu pé, o que me impossibilitou de andar por duas semanas. Pirei, simplesmente ao invés de descansar eu não desgrudava do notebook respondendo emails do trabalho ou ajudando colegas pelo hangout. Trabalhava de casa até de madrugada, mesmo sabendo que eu deveria estar descansando para que meu pé melhorasse logo e eu pudesse voltar a andar. Enfim, graças ao tratamento melhorei e voltei para o trabalho. Voltei no mesmo ritmo alucinado de antes.
    Ler tudo o que você escreveu me inspira a procurar ajuda, porque sei que preciso melhorar, mas a cada vez que tento ignorar um email ou um pedido de ajuda ou quando alguém diz que não vai conseguir terminar a tempo, me parece tão errado e acabo trabalhando até mais tarde. Atualmente sou a primeira a chegar no meu setor e a última a sair.
    Saber que você conseguiu passar de workholic para worklover, realmente me inspira a buscar ajuda para melhorar.
    Obrigada.

  • Lu Procianoy diz: 18 de março de 2014

    Gabi, que belo depoimento! E que bom que hoje tu podes falar sobre com mais naturalidade sobre o assunto, porque antes de mais nada, a pessoa precisa se dar conta que tem algo errado com ela para então buscar ajuda! Eu faço terapia a muito anos e com certeza essa ajuda que recebemos nos transforma sem a gente perceber! Fique muito feliz em ler todo esse “desabafo”, afinal tuas leitoras torcem muito por ti! E saúde sempre em primeiro lugar, seja saúde física ou saúde da alma! Grande beijoo e segue em frente!

  • Daiane diz: 18 de março de 2014

    Aii Gabiii!!!
    Te acompanho desde 2010, e desde então todo o dia entro no meu email e no Blog hahah…e sério parece que já faz parte da Familia heheh
    Me emocionei com teu relato!!! que bom que conseguiu ver e reverter o que estava acontecendo!!!
    E se quer ter filhos certo que ia ter que mudar!!! Eles precisam muuuuito mais da nossa atenção!!!
    Abraços.. e emlhoras…e que venha o baby….rsrsr

  • Caroline Oliveira diz: 18 de março de 2014

    Oi Gabi, Acompanho sempre teus “posts” no face e acabei de ler o teu blog onde “Abre teu coração” e me identifiquei muito.
    Me emocionei também com o conselho do teu pai e, com absoluta certeza o meu diria a mesma coisa. Onde trabalho são 10 médicos, 10 agendas e horários diferentes, convênios, telefone… enfim… Um turbilhão de coisas e eu me mantendo como a Mulher Maravilha e isso não tá certo, mas meu corpo tá dando sinais de cansaço ou puro estresse… Não quero deixar o disjuntor cair e lendo tudo isso vou procurar ajuda!!! Muito obrigada pelo conselho!!
    Beijos!!!

  • Camilla diz: 18 de março de 2014

    Muito bacana você fazer este relato para ajudar outras pessoas que passam pela mesma situação. O que eu “aprendi” esses dias e não tinha me dado conta: temos 8 horas por dia para trabalhar + 8 horas para dormir + 8 horas para aproveitarmos como quisermos. (De maneira bem simplificada. Nem sempre funciona assim). Mas é bastante tempo, não?! As horas voam e nem percebemos. Sempre tinha aquela sensação de que não fiz nada de bom ou produtivo. Estou me organizando para me dedicar a cada um desses períodos. Assim, consigo dar atenção para o trabalho, para mim mesma e para minha família.

  • Gabriela diz: 18 de março de 2014

    Ótimo, meu namorado é igual você ( como você era), e de capricórnio também, vou mandar esse depoimento para ele! Quem sabe ajuda! =D

  • Graziella diz: 18 de março de 2014

    Gabi,
    Acho que toda capricorniana se identificará com esse teu relato…todos os “exemplares” que conheço são assim, inclusive eu…tbm achei que iria surtar há um tempo atrás e acho que muito da dificuldade que tive para engravidar foi em razão disso. Quando olhei para dentro e comecei a “relaxar” e curtir o marido maravilhoso e os dogs que tanto amo, advinha… engravidei! Hoje, com sete meses de gravidez, me sinto mais leve e deixo tudo de lado pensado no bem estar do meu bebê que esta por chegar… acho que foi a melhor coisa que aconteceu na minha vida para eu “desacelerar”.
    Parabéns pelo relato, pela força de vontade e pode acreditar que tu só tens a ganahar com essa nova vida!!

  • Alessandra diz: 18 de março de 2014

    Gabi,
    Te acompanho desde 2008, adoro ler o q tu escreve e ver tuas fotinhos.

    Gostei muito do teu relato e da tua coragem em dividir com a gente coisas importantes da tua vida.
    Te desejo do fundo do meu coração melhoras e que venha esse bebê logo pra gente babar junto nas tuas novas experiências!
    Grande beijo.

  • Marcela Lisboa diz: 18 de março de 2014

    Gabi,
    Sempre leio tuas postagens e materias acho tudo que tu escreve muito inspirador mas
    acho que c a correria do dia a dia nunca comentei. Mas puxa nao poderia deixar de comentar esse texto tao verdadeiro, tao inspirador e tao tu! Nao nos vemos a um tempinho ja mas sigo torcendo que de tudo certo para a minha eterna noiva.com!

    Fico feliz que tu esteja conseguindo balancear melhor as coisas importantes da vida, pq otima profissional e colega todos sabem que tu e!

    Grande beijo

    Marcela

  • Laura diz: 18 de março de 2014

    Gabi querida, melhoras! Sou tua leitora assidua há alguns anos e quando conto pra amigas, namorado, irmã o que vc escreveu sempre falo a minha amiga Gabi Chanas disse isso, hahaha! Acessar o blog, te seguir no face e no insta é pura diversão, o que comprova que apesar dos problemas vc nunca deixou de fazer tudo com amor e muito bom humor.

  • Adriana diz: 18 de março de 2014

    Parabéns Gabi!

    Te acompanho a anos e nem te conheço pessoalmente mas te acho uma pessoa incrível. Merece o melhor, no teu trabalho e na tua vida.

    Que bom que vocês esta encontrando o equilíbrio. Sucesso.

    beijão

  • Tati diz: 18 de março de 2014

    Parabéns pela coragem de expor esse seu problema aqui,espero que consigas logo mudar ja que tem te feito mal,o bom é que vc além de ter assumido o problema foi a traz de ajuda e ja começou a mudar os hábitos,as vezes a gente vê que tem o problema mas não consegue mudar…Melhoras!!Bjs

  • Viviana diz: 18 de março de 2014

    Gabi perfeito teu post!
    Que 2014 seja um ano maravilhoso pra ti, com mtas coisas boas pra contar dps!

    Bjs ;)

  • Joana diz: 18 de março de 2014

    Gabi, lindo relato, te entendo plenamente. Também estou passando por cobranças “internas” horríveis, que me levaram direto para o psiquiatra.
    Até escrevi a frase do teu pai num papelzinho pra me lembrar de vez em quando.
    Leio o blog todos os dias!
    Mil beijos!

  • Luciana Ferreira diz: 18 de março de 2014

    Gabi

    Todo o amor do mundo pra você!!!

    Bjs

    Luciana

  • Carol Rech diz: 18 de março de 2014

    Oi Gabi!!
    Que bom que você está conseguindo mudar!
    Força na mudança!! E lembra sempre de aproveitar todos os momentos com o maridão e com o Dunga!

  • Marjane diz: 18 de março de 2014

    Gabi querida, te acompanho desde que tu era a noiva.com e estava com os preparativos do casamento, caí por acaso no teu blog olhando o clicrbs lá em 2010, e desde então faço visitas diárias por aqui pra acompanhar os teus posts, acompanhei toda a mudança do blog e adorei os novos conteúdos, depois do Dunga então nem se fala, passei a te seguir no facebook também pra acompanhar a fofura. Quero te dizer que admiro a pessoa que tu transparece ser, do bem! E por te acompanhar a tanto tempo criei um carinho pela tua pessoa, então te falo do mundo do meu coração que te desejo tudo de melhor nessa vida, muito sucesso nessa batalha! Beijo grande

  • Kelly diz: 18 de março de 2014

    Gabi, parabéns pela atitude e pela coragem!!!
    Tenho certeza que serviu para abrir os olhos de muita gente (me incluo nelas, pois tenho dois empregos).
    Em algum momento da vida, precisamos parar e repensar sobre as nossas atitudes do cotidiano. Vamos levando a vida tão “normalmente”, tão “empurrando com a barriga”, que às vezes esquecemos da nossa saúde, do lazer, de aproveitar para relaxar um pouquinho que seja…
    Te admirava antes, agora te admiro mais ainda!!!
    Você, com certeza, merece encontrar o equilíbrio e realizar todos os seus sonhos.
    Mas, por favor, não abandone a gente e não deixe de postar fotos do Dunga. =)
    Beijos

  • Mauren diz: 18 de março de 2014

    Gabizinha, a íntima aqui te acompanha desde o primeiro dia do blog.
    Nem lembro mais como te achei, pois casei em 2004.
    desde então te clico todo dia – exceto nas férias e nos bate e volta de fim de semana.
    eu passei por stress similar no segundo ano da faculdade. perdi o sono, não dormia nem com medicação. fiz terapia 5 anos. hoje lido melhor com a pressão e exijo menos de mim. quando chego em casa sou 100% da família, meu filho fará 2 anos em agosto. fico aliviada por vc! espero de dizer oi ao vivo algum dia.
    bjs com carinho da sua fãzoca de Passo Fundo.

  • Gabriela Lorenzet diz: 18 de março de 2014

    Gabi, querida! Desejo, do fundo do coração, que você consiga superar este período.
    te queremos super saudável e feliz.
    Beijão grande

    gabi

  • Taina diz: 18 de março de 2014

    Eu comecei lendo o post dizendo “não sou assim não, é meu trabalho que exige mesmo”…aí li aquela parte que diz que nas férias a empresa coloca uma pessoa no nosso lugar, então para que seguir respondendo emails e lembrei das primeiras férias com meu atual namorado, que quase foram as últimas pelo detalhe que meu celular não parou de receber emails! Estavamos naquele momento praia preguiça e meu celular do lado…e aí me dei conta que talvez eu seja assim também :(
    No final do ano passado comecei a treinar no parque para relaxar e meus colegas já comentaram como eu mudei com isso (para melhor) mas será que só buscar atividades para relaxar é suficiente quando nossos padrões de exigencia internos não mudam?

  • Bruna diz: 18 de março de 2014

    Gabi! Demais teu relato. Acho que também ando semeando minhocas na minha cabeça… Já tô repensando depois do teu texto. Um beijo!

  • Alice diz: 18 de março de 2014

    Gabi, diferentemente do teu depoimento e dos comentários sou uma geminiana perfeccionista e que abraçava tudo, achava que por ser de signo dual podia trabalhar por dois,acredito que usto seja traço de minha personalidade, também passei ( e continuo passando pois estou em processo de mudança de hábitos) pelo que passaste e também diferente de ti vieram em 6 meses 30 kg à mais e nenhum quilo a menos. Como trabalho na área de saúde, abraçava tudo o que podia pois sempre estava na cabeça que agir assim era oferecer o melhor para os pacientes e me cobrava muito quando não agia assim e me sentia culpada. Cansei de ler e responder e – mails durante férias, ligar para o trabaçho nas horas de folga ao ponto de meu gestor começar achar que assim era certo e acbar me cobrando a agir assim também. Consequência, no início de 2012 comecei a surtar ao ponto de querer largar aquilo que mais amava fazer, passar as 6 horas diárias de trabalho eram uma tortura ao ponto de me entregar às lágrimas no meio do setoror e junto ao meus colegas de trabalho. Mas cabe a nós mesmas dar um basta nesta situação que criamos, e haja coragem para isto!!! Pois como disse acima é todo um processo que leva tempo e temos que assumir que estamos errados em algo que achávamos que estávamos completamente certos. Agora estou bem melhor, consigo ao fechar a porta da minha sala deixar tudo ali dentro, não trago mais nada comigo e não deixei de ser tão profissional ou tão competente como antes, acho que até tenho mais disposição para trabalhar. Gabi, te desejo sucesso e que continues melhorando, tens muito a ganhar, com certeza. Bjo grande e bjo pro Dunga.

  • Mirna diz: 18 de março de 2014

    Me identinfico muito contigo sabe, não sei se é por ser capricorniana também, essa coisa de se cobrar, sou muito assim, quero fazer mil coisas ao mesmo tempo, e sempre estar disposta
    a ajudar os amigos.( só que eu cozinho muito bem)
    Conheci sua voz primeiramente, no super sábado da gaúcha, depois o blog, e a Donna,.
    Fica boa logo tá,sinta um abraço bem apertado e longo e um beijo na bochecha bem estalado que estou te mandando,te adoroee não fico sem tu!

  • José Elias Nery diz: 18 de março de 2014

    Gabizinha, os sábados tem sido monotonos e sem brilho. Coitado do Tata , tá mais perdido q cusco em procissão… Q bom q procuraste ajuda profissional, esse é o melhor passo q devemos dar em nossas vidas na hora da reengenharia…Segue o rumo do teu próprio coração.. `para, pensa e anda…bjs, teu fã masculino no meio desse muieredo…
    Zé Elias Nery – Porto Alegre – Colorado.

  • Amanda Lima diz: 18 de março de 2014

    Gabi, tenho 20 anos, estudo jornalismo e trabalho como uma louca em uma redação do interior. Com essa idade, me vi em ti.. sempre me colocando pilhas, e nas raras horas de folga estou grudada no celular, verificando as notícias, não me desligando nunca. Moro com meu namorado há dois anos e ele está sempre em segundo plano. Percebi que é cedo demais para me sacrificar. Seu post me inspirou a por limites em mim mesma. Muito obrigada!

  • Andrea Grando diz: 18 de março de 2014

    Gabi!! Parabéns pelo relato, estou passando também por uma fase turbulenta, sou capricorniana também e me entrego 100% ao trabalho, esqueço de mim, marido, filha , gatas…Teu post me fez reavaliar meu comportamento e retomar a terapia, porque até para isso não tenho mais ‘Tempo’ , obrigada por dividir tuas angústias com os apreciadores do bloguinho, assim como eu várias pessoas colocarão a mão no coração e mudarão de atitude!!!
    Beijos em todos , no Dunga uma lambida

  • Tessa diz: 18 de março de 2014

    Gabi,
    Parabéns pelo teu relato e mudança de vida!
    To na torcida por ti e por um bebê bem fofo em breve!
    Beijão da ex noiva.com e agora mamãe de dois.com :D

  • Andressa diz: 19 de março de 2014

    Oi Gabi. Fico feliz com a tua mudança. Você é apaixonada pelo que faz, dá pra ver na suas palavras, mas não precisa se esguelar em trabalho para provar isso. Qualidade de vida é muito importante, que bom que esta dando mais atençao a voce mesma. Gostei muito do que escreveu, pois inspira mudanças, e mesmo eu não sendo muito adepta mudar é bom. Obrigada pelo desabafo e vê se aparece mais frequente aqui no blog, são esses trelêlê de cabeça de mulher os assuntos que mais gosto de ver aqui, pois percebo que não estou sozinha e nem sou louca (ou será que toda mulher é maluca mesmo?! hhehehe)

    Beijao, sucesso e paz no teu coração!!!!!!!!

  • Daiani diz: 19 de março de 2014

    Oi Gabi! Que bom que está melhor. Mudanças dão um up na vida! Eu já fui bastante estressada com o trabalho, carregava nas costas responsabilidades além dos meus limites. A mudança aconteceu a partir do diagnóstico médico. Eu desmaiei andando na rua, o médico me pediu 500 exames do coração para concluir que o meu problema era o trabalho. Precisei chegar a uma situação crítica para entender que o trabalho fica e a saúde da gente se vai. Por mais prazer que o trabalho nos traga, ele não pode corresponder a mais do que metade do nosso dia! Fique bem queridona e curta a vida, sem culpa! Beijos!

  • Tábatha Colla diz: 20 de março de 2014

    Guria!

    Parabéns por tamanha sensibilidade em conseguir se expressar de forma tão gostosa de ler. Parabéns pelo novo “recomeço” e pela iniciativa em ter um bebê, que esse sim vai sugar tuas energias, vai tomar todo teu tempo, vai te deixar algumas vezes exausta, vai limitar o teu sono, mas mesmo assim vai ser a pessoinha que tu enlouquecidamente mais vai amar nessa vida! Eu sou capricorniana, sou colunista social, sou mãe da Alícia, sou assessora de comunicação e imprensa da Prefeitura de uma das cidades do Rio Grande Do Sul que respira o turismo, que é Canela e sou Worklover.
    Descobri isso depois de ler teu texto!
    Um beijo
    Tábatha Colla

  • Fer diz: 20 de março de 2014

    Oi Gabi!
    Primeiro, achei interessantíssimo o que a Camilla escreveu que “temos 8 horas por dia para trabalhar + 8 horas para dormir + 8 horas para aproveitarmos como quisermos”. Tão simples e lógico, mas nunca tinha me dado conta. Vou tentar usar isso como base pra aproveitar melhor meu tempo.
    Então, sou tua leitora há um bom tempo, e tô SEMPRE lendo tudo q escreves aqui, no face, e agora tua coluna no Donna dominical. (ah, sinto tua falta no Supersábado.)
    Achei lindo teu desabafo, abriste mesmo o teu coração, e tenho certeza que assim como eu muitas leitoras se identificaram. Não sou workaholic, mas meu problema é minha ansiedade generalizada. Sofro muito por antecipação, minha mente tá sempre a mil, durmo pouco e tarde, acordo mais cansada do que fui dormir, passo o dia me arrastando (mas com a mente agitada, vai entender)…
    Comecei o ano me sentido no meu limite, pois tem uma hora que o corpo pede pra uma trégua, pq senão não aguentamos, né?? Mas acredito que tudo acontece para o bem, e esses avisos do nosso corpo são o que precisamos pra mudar.
    Assim como tu pretendo engravidar logo, mas sei que se não me tratar e não controlar minha ansiedade e minha mania de querer resolver tudo, minha gravidez seria um tormento. Então me sinto assim como tu, tentando “pegar leve” e deixar as coisas fluirem sem tantas pré-ocupações e cobranças minhas para comigo mesma (isso existe? rsrs)
    Que bom que estás conseguindo melhorar tua alimentação, ai, é tão difícil, né??? Mas também estou tentando dar uma “purificada” no organismo, com certeza vamos conseguir e logo logo estaremos aqui dividindo as dores e delícias de nossas gestações e em seguida da vida com nossos pitocos(as).
    Um beijo com carinho, fica sempre bem e saiba que tu não tá sozinha, pois além de tua família, mãe, seu sábio e fofo Plínio do boné virado, Marcelo e Dunga, podes sempre contar com tuas leitoras-fãs-amigas :*

  • Ju diz: 21 de março de 2014

    Oi Gabi, sempre te acompanho aqui e na ZH. Estou passando por este problema, ando tão esgotada que a vontade real é sentar num degrau de escada e chorar. Na verdade chorei lendo teu post pois só quem passa sabe o quanto se sofre nessa condição, já pensei em pedir ajuda, e acaba sempre ficando para depois. Realmente espero ter forças para conseguir dar uma volta por cima!! Teu depoimento foi inspirador!
    Obrigada beijos e sucesso

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