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Posts na categoria "Bellinha"

Réveillon x pet: dicas para quem vai deixar o cachorro sozinho em casa hoje à noite

31 de dezembro de 2013 2

Réveillon não é época de festa para pets. O medo dos fogos de artifício faz com que se assustem e acabem fugindo, destruindo móveis ou se machucando seriamente. Se tiver festa marcada longe de casa no dia 31 e não puder levar o amigo, dê atenção especial às dicas da veterinária Ceres Faraco, da Comissão de Animais de Companhia do  Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Saúde Animal.

:: Não deixe o animal amarrado com coleira. Assustado, ele pode tentar fugir e acabar se enforcando com ela.

:: Se tiver mais de um cão, evite deixá-los juntos. O barulho alto dos fogos apavora, altera o comportamento e leva a brigas.

:: Acomode o pet em lugar onde possa se sentir seguro, com iluminação suave e, se possível, um rádio ligado com música não muito alta. Não deixe o animal num cômodo com portas de vidro ou cheio de objetos que podem quebrar em momentos de agitação.

:: Prenda na coleira uma plaquinha com dados de identificação dos donos. Se o cachorro fugir – e até os mais quietinhos podem se assustar a ponto de escapar –, será mais fácil encontrá-lo depois.

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Outra dica, essa uma que ouvi da veterinária do Dunga: com toda boa vontade, na hora dos fogos a gente costuma pegar o bicho no colo, falar mansinho, passar a mão na cabeça. O pequeno entende, com esse gesto delicado, que estamos concordando com o comportamento assustado dele, afinal estamos agindo da mesma forma que agimos quando ele come toda ração, faz pipi no lugar certo, nos faz um agradinho. O negócio é acompanhar o cachorro, mas tentar desviar a atenção dele do barulho. Vale propor uma brincadeira, agir como se não fosse o fim do mundo (para a gente não é, mas para eles parece).

Tendo aqui em casa o cachorro candidato a mais assustado do mundo, prevemos uma virada de ano tensa. Será nossa primeira com o Dunguinha e vamos tentar ajustar o comportamento para acostumar o dogão.

Camisetas e moletons para quem ama cachorros e gatos

22 de outubro de 2013 10

No famigerado vídeo do teste do babyliss baphonico (que, olha, é mesmo tudo de bom), eu falei de uma camisetinha que tinha ganhado da donna da T-Mutts. Foi logo depois que perdemos a Bellinha e a imagem da camiseta me tocou profundamente. Me pediram para mostrar, então lá vai.

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“Eu sempre estarei por perto quando você precisar de mim”.

Um amor, né? A camiseta é, na verdade, um moletom com decote bem largo, que deixa mostrar o ombro. Usei na semana passada, na sessão de autógrafos da Mari, com saia de couro fake e sapato que emagrece (desculpa, o bendito não apareceu na foto).

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O moletom custa R$ 79,90 e é vendido online. Clica aqui.

Todas as peças da loja são um doce, mas essa tem significado especial para mim. Tem outro motivo que me faz ter mais vontade de contar para vocês sobre a T-Mutts: parte da venda de todas as roupas vai para a ONG Guaipecando, que cuida de animais de rua.

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Obrigada ao Felipe Martini (o barbudinho), que fez as fotos. A culpa de ter cortado o sapato não é dele, é minha. Primeiro, porque eu não pedi corpo inteiro. Estava correndo. Descobri que não pode tirar fotos nos corredores do shopping, apenas dentro de lojas. O segurança estava tão irritado comigo que até veio com: “Senhora, eu já lhe avisei três vezes que não pode tirar foto”. E o medo de ser presa? Larguei um “corre, Felipe, bate rapidão antes que ele volte!”.

Obrigada pelo carinho, queridos

14 de outubro de 2013 10

Antes de qualquer coisa, até mesmo de dar bom dia, queria registrar o meu muito obrigada. Obrigada pelas mensagens carinhosas aqui no blog e também no Facebook, obrigada pelos abraços ao vivo aqui nos corredores do jornal, pelos SMS de amigos queridos, alguns que não via há muito tempo, mas que sabem a importância que a Bellinha tinha na vida da minha família.

O fim de semana não foi fácil, mas conforme me falaram tantas pessoas que já perderam seus bichinhos de estimação, a dor que parece que rasga por dentro vai aos poucos amenizando e sendo substituída por boas lembranças. Um apertinho no peito segue, especialmente quando fazemos coisas que normalmente envolviam a Bellinha. Almoçar na casa da mãe no fim de semana, por exemplo. A princesa não veio me receber na porta, não arranhou minhas pernas pedindo carne, não mordeu o rabo do Dunga, não pulou para dentro do carro quando nos íamos nos despedir. Para mim, a ficha caiu naquela hora. Imagino que para minha mãe, que convivia com ela todos os dias, deve ter caído quando entrou em casa e sentiu falta de todos esses momentos que descrevi acima.

Para quem não tem cachorros ou acha exagerada a comoção, faço uma breve tentativa de explicar. É a sensação de perda de uma companhia, de um ser que esteve ao teu lado por anos a fio e – aí vem o agravante – te fez feliz em 99% desse tempo. Como não lamentar a partida de alguém assim? Eu não entendo muita coisa nessa vida e respeito quem não entende o amor pelos cães. Mas dou meu depoimento mais do que sincero: para quem adora os peludos, esse amor existe, é pleno e faz muito bem ao coração.

Vou me concentrar nos depoimentos e nas mensagens boas enviadas por vocês. A angústia, no momento, é aquela que se abate em momentos de perda. A gente quer ter certeza que o que foi perdido está bem, mesmo sabendo que esse entendimento é impossível e que, quem sabe, apenas na hora da nossa morte será compreendido. Enquanto isso, prefiro acreditar que minha Bellinha está, sim, muito feliz em algum lugar. E que de lá ela olha por nós.

Ficarão as boas memórias e o melhor ensinamento que meu cachorro, que me amava incondicionalmente, me passou:

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(Seja a pessoa que seu cachorro pensa que você é.)

Obrigada, obrigada.

E agora, bom dia. Que seja uma semana cheia de coisas boas para todos vocês.

Minha princesinha se foi

11 de outubro de 2013 114

Uma vez me disseram que a melhor forma de lidar com a perda de alguém querido é celebrar as coisas boas que aquela pessoa fez em vida. Desde então, sempre que alguém que amo parte, adoto a estratégia. Me fez bem em vários momentos e espero que agora, quando meu coração está absolutamente destroçado, faça de novo algum efeito ou minimize um pouco a minha dor. Escrever, para mim, sempre foi terapêutico. Agora eu escrevo para celebrar a minha princesa, minha filhota, minha nenê, minha Bellinha Maria, que se foi aos 13, quase 14 aninhos.

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Ganhei a Bellinha em março de 2000. Eu tinha 22 anos e ela foi meu primeiro cachorro. Sempre fui cachorreira, mas minha mãe não gostava de cachorro em apartamento. Como desde os 7 eu morei em um, tive que me contentar em mimar o dog dos outros. A Bellinha foi presente de Páscoa de um amigo. Foi surpresa. Ele me entregou ela dentro de uma caixa de celular (eles eram bem grandões no ano 2000). Imaginei porque a caixa estava meio aberta, abri e vi aquele coelhinho branco me espiando. Era cotoca. Tinha só 45 dias e era a caçula da ninhada.

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Levei a pequena para casa tremendo de medo da reação da minha mãe. A dona Nelma adora uma casa bem limpa, e cachorro não combina com tudo 100% em ordem. Abri a porta e a mãe estava de costas, assistindo tevê. Coloquei a Bellinha no chão e ela caminhou tranquilamente até a minha mãe, abriu as perninhas e fez xixi no chão. Assim, sem cerimônia, sem nem dar oi antes. Achamos que seria o fim da relação que mal tinha começado, mas a mãe achou engraçadíssimo e não resistiu aos encantos daquela princesa. Começava naquele dia uma amizade que toda minha família sabe o quanto foi importante para a mãe nos últimos anos.

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A Bellinha ganhou esse nome em homenagem à minha prima Isabella, que eu adoro, mas com quem adorava implicar. Mais tarde a Bel se “vingou” de mim e batizou uma cadela dela como Gabinha.

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5 coisas típicas da minha princesa:

1. Odiava tirar fotos. Era apontar a câmera ou o celular para ela que a moça virava a cara. As desse post foram tiradas depois de centenas de tentativas.

2. Era metida a valente e colocava qualquer cachorro para correr.

3. Lia a Bíblia com meu pai. À noite o pai sempre lê um trecho antes de dormir. Ele chamava ela: “Bellinha, vamos ler a Bíblia?”.  Ela parava o que estivesse fazendo e ia para o colo dele. Ficava bem quietinha até o pai terminar. Parecia estar ouvindo atenta.

4. Me esperava voltar da faculdade. Eu chegava por volta da meia-noite em casa. 15 minutos antes, sabe-se lá como, ela adivinhava e parava na sacada. Quando eu dobrava a esquina, fazia festinha e pulava.

5. Ganhou agradecimento no meu discurso de formatura. A minha irmã até hoje não me perdoa. Eu agradeci pais, amigos, colegas e larguei um “eu queria muito agradecer ao meu cachorrinho, que obviamente não pode vir aqui”. Mas esqueci de citar a Claudya.

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Quando vim morar sozinha em Porto Alegre, o plano era trazer a Bellinha comigo. Cheguei no meu primeiro apê, que parecia uma caixa de fósforos de tão pequeno, e ela estranhou. Eu tento me convencer que foi porque não tinha sacada (ela amava implicar com quem passava na rua), mas no fundo sei que era saudade da mãe. As duas eram unha e carne. No dia seguinte à minha mudança, pedi para buscarem a Bella de volta. Ela tinha chorado a noite toda e ficado de plantão olhando para a porta de entrada. Me consolei que a veria apenas em finais de semana, mas que estaria mais bem cuidada e mais feliz com a mãe em Gravataí.

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A partir daí todos os meus fins de semana foram mais felizes. Ela gritava enlouquecidamente quando eu chegava. Achávamos que teria um ataque cardíaco a cada visita. Só se acalmava depois de montoeiras de beijos e abraços. E mesmo assim ainda passava uns bons 20 minutos pulando nas minhas pernas. Depois, voltava ao seu estado lady. Tinha mesmo um comportamento de princesa, obedecendo a mãe, fazendo xixi sempre no mesmo lugar, dormindo na sua caminha.

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A Bellinha só não dormia na cama quando eu estava por perto (ou quando a mãe queria mimar a moça). Nas férias na praia, por exemplo, se esparramava entre eu e o Marcelo e empurrava ele para fora da cama. Eu amava. Tirava o atraso, colocava o amor em dia. As férias lá em Santa Catarina sempre eram mais especiais porque quem cuidava da Bellinha era eu. Fazia tudo com ela.

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A Bellinha parecia um ursinho com o pelo cheio. Quando era tosada, voltava para casa mirradinha. A mãe dizia que tinha mandando um urso para a pet e tinham devolvido um ratinho.

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O tempo foi passando e a Bella foi ficando mais velha. Começou a ter problemas de pele, ter catarata nos olhinhos, a ficar meio surda. Isso era motivo de brincadeira, pois o pai e a mãe também já têm essas doenças que chegam com a idade. A casa de Gravataí, a gente fazia piada, parecia um asilo. Mas apesar de estar velhota, a Bellinha nunca perdeu a agilidade. E parece que redescobriu a força quando apareceu uma grande “ameaça” na vida dela: o Dunga.

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Ter um cachorro morando com a gente em Porto Alegre era sonho antigo meu e do Marcelo. Como a Bellinha e a mãe não podiam ser separadas, sob risco de uma das duas surtar, adotamos nosso vira-lata. Eu estava ansiosa pelo encontro dos irmãos,  mas a Bella fez questão de mostrar que ela era a mais velha e que ela que mandava ali. A foto acima foi tirada no dia em que os dois se conheceram. Foi o mais perto que consegui aproximar a dupla. Recentemente, já estavam mais amigos. Acho que a minha princesa entendeu que o irmão nunca iria tirar o lugar dela.

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Quando adotei o Dunga, me disseram que seria ótimo ter um outro cachorro antes do primeiro morrer. Foi então que caiu a ficha e fiz aquelas contas para converter a idade da Bella de anos caninos para anos humanos. Ela já tinha passado dos 80. Eu tinha mesmo que me preparar psicologicamente para perder minha cachorrinha amada, minha amiga, minha princesa. Foi nesse dia que escrevi aqui no blog sobre a angústia de saber que ela iria morrer.

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Racionalmente eu sabia que a Bellinha iria partir logo, mas preferia me concentrar em depoimentos de gente que tinha tido poodles por até 16 anos. Ultimamente, estava convencida de que a Bella ia longe. Faria 14 em março, mas tinha agilidade de um filhote. Seus exames estavam bem, mas a cada consulta os veterinários advertiam que ela estava velhinha e que os órgãos de um cachorro idoso vão ficando “cansados” e deixando de funcionar 100% aos poucos.

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Eles pararam nessa madrugada. Bellinha teve uma convulsão que – eu não sei se ouvi ou entendi certo – sinalizava que algo estava ruim. Os órgãos dela entraram em falência. Deu tempo da mãe me ligar, da minha mana pegar elas em casa e trazer para uma emergência 24 horas em Porto Alegre. Deu tempo de vermos ela com vida, ofegante e fraquinha, e de tentarmos reanimar. Ela ia ficar internada para ver se reagia aos medicamentos. Entramos no carro chorando muito, mas confiantes. Mal dobramos a esquina e recebemos uma ligação dizendo que minha princesa tinha ido para o céu dos cachorros.

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Parece que ela esperou por mim. Parece que queria dar tchau para a gente. Deu tempo de dizer o quanto amo ela, o quanto ela sempre será especial e de agradecer muito por todo bem que nos fez. E eu tenho tanto para agradecer a esse cachorrinho que só quem é próximo de nós sabe. Bellinha fez a minha mãe mais feliz e nossa vida muito mais divertida e completa.

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Escrevo isso chorando feito criança. Agora a gente vai cuidar da despedida da nossa amada. Eu só queria registrar de alguma forma o quanto eu te amo, cachorrinha. Sabia, pela experiência de amigos, que perder um cachorro era doloroso, mas não imaginava que doía tanto. Eu simplesmente não sei lidar com isso. O Dunga está aqui do lado fazendo macaquices inéditas para me animar. Parece que foi a Bella, que sempre quis nos deixar felizes, que está soprando no ouvido do irmão que é para ele cuidar da gente.

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Vou lembrar sempre dessa carinha fofa, do focinho marrom, do pelo branquinho que estava ficando amarelado. Vou lembrar dos latidos pedindo comida, da festa quando eu chegava em casa, dos vestidinhos de princesa, do amor pelas corridas na beira da praia. Te guardarei para sempre no meu coração e no topo de bolo do meu casamento (escondida estrategicamente debaixo do meu vestido para surpreender e ralhar com quem quisesse chegar perto de mim).

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Essa vai ser a nossa última foto juntas, Bellinha. Se eu soubesse que irias embora uma semana depois dela, teria te apertado mais, te beijado mais e te dito mais vezes que és parte fundamental da minha vida.

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Fica com Deus, princesa. Eu vou cuidar da vó, para que ela não fique triste. Vou te amar até o fim da vida, cachorrinha da mãe.

Dunga quer saber: escada para cachorro é boa ou má ideia?

18 de setembro de 2013 31

Dunga está dodói. O diagnóstico: inflamação no quadril. Há tempos ele dava gritinhos desesperados quando usava as patas traseiras para se coçar. A gente achava que era dor na pata ou no lugar onde ele coçava. Não imaginava que seria no quadril, que ele movimenta bastante na sessão de coça-coça.

Quando o Dunga chegou lá em casa, percebemos que ele tinha um dentinho quebrado. O veterinário disse que era algo feio, provavelmente resultado de uma briga, um chute ou até um atropelamento (para quem pegou o bonde andando: o Dunga foi adotado e mora lá em casa há 5 meses. Tem um aninho e meio). Acreditamos que o quadril dolorido também possa ser herança desse episódio.

O rapaz tomou medicação e está melhorzinho, mas ainda dá seus gritinhos de tempos em tempos, especialmente quando quer subir ou descer do sofá ou quando pula de cima da cama. Lá em casa a gente deixa ele subir no sofá da sala (e até aprecia muito a companhia dele para ver tevê). Dunga também sobe na cama de vez em quando, especialmente quando estamos lendo ou assistindo filmes, mas nesse caso pede com aquela carinha fofa. Nunca sobe sem nossa permissão.

Isso tudo me fez ter vontade de comprar uma escadinha para o Dunga acessar mais facilmente o sofá e a cama lá de casa. A ideia é que ele não precise mais pular de lugares altos, machucando ainda mais o quadril.

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Escadinhas como esta são vendidas a rodo na internet. Há modelos assim, acarpetados, que fecham com a decoração da casa, e outros mais básicos, em madeira. Algumas amigas, especialmente as “mães” de cachorrinhos muito pequenos, têm e adoram.

Comentei sobre a escadinha com um especialista em comportamento canino  quando ainda não sabia da condição do quadril do Dunga. Ele foi absolutamente contra. Não sei se, diante dessa novidade sobre a saúde do rapaz, mudaria de ideia. O que o expert em questão me disse é que as escadas acostumam mal os cachorros, que passam a ter acesso fácil demais a espaços que são de seus donos. Ponderou, no entanto, que é possível educar bem o dog, fazendo o animal entender que, apesar das coisas estarem mais fáceis, ainda precisa pedir permissão.

Estamos no impasse: escada sim ou escada não? Se alguém tiver em casa e quiser me contar sobre a experiência, marido, Dunga e eu vamos adorar.

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Se as recomendações forem boas, providenciaremos uma para Bellinha Maria também. Essa moça aí da foto é o focinho da minha velha!

Antipulgas via oral: algum pet já testou?

12 de setembro de 2013 15

Acho que a noite passada foi um preview do que será o nosso verão com o Dunguinha. Fez muito calor ontem em Porto Alegre e, pela primeira vez nestes cinco meses que estamos com o rapaz, ele incomodou horrores a noite toda. Ficou inquieto, chorava, pedia colo. Estava claramente incomodado.

Hoje de manhã (dia em que as temperaturas podem chegar a 36 graus por aqui), mais uma vez um Dunga inquieto. Fez mimimi para comer, fez mimimi para ficar na creche.

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Se enfiou embaixo da cadeira da recepção e não tinha jeito de ir com a Tainara, uma das monitoras que cuidam dos dogs.  Só depois de muito papo e muita conversa aceitou ir brincar com os amigos. Agora está lá, todo pimpão. 

Já estou vendo que vamos precisar tosar o Dunga em breve para dar uma aliviada no calor que ele sente. A Bellinha, minha poodle, chega a suspirar de felicidade quando levamos ela para a tosa no verão.

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Antes: gorda e peluda, parecendo um ursinho. 

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Depois:  magrinha, esbelta, parecendo um ratinho, mas sem passar calorão. 

Tudo em nome do bem estar do bichinho, fico só esperando que Dunga não faça mimimi para o pessoal da tosa e nem para comer esse antipulgas via oral, que estou pensando em comprar para ele.

Se chama Comfortis e é novidade no mercado pet. O preço vai da casa dos R$ 30 à dos R$ 70, dependendo do tamanho do cachorro. O dog come um comprimido (é palatável, com gostinho bom) e fica protegido por até 30 dias. 

Achei a proposta bacana e disparei um e-mail para o veterinário responsável da Elanco fazendo algumas perguntas. Segundo a empresa, o cachorro não enjoa com o remedinho e ele não faz mal para o estômago do animal.  Estou interessada em ver se o Dunga topa o teste. Não gosto das coleiras antipulga e tenho implicância com aquelas melequinhas colocadas no cangote no bichinho.

De cachorreira para cachorreiros, minha dúvida é: algum dono de pet já testou antipulga via oral? O que (dono e dog) acharam?

Dunga, Bellinha e eu agradecemos o feedback!

PS: aqui estão rolando comments via Facebook da galera

Tem cachorro na ponte dos apaixonados em Paris

24 de agosto de 2013 15

Quando a gente viaja, sempre sente saudade de quem ficou em casa, mas se é alguém por quem tu estavas completamente apaixonado antes de partir, é complicado controlar o sentimento. Eu e o marido ainda estamos nos acostumando a ter cachorro em casa e a cada dia explodimos mais de saudade do Dunguinha.

Essa coisa toda de saudade e aperto no peito me lembra uma história que uma pediatra me contou uma vez. Ela disse que a maioria das mães chora quando volta para casa depois de ter saído pela primeira vez para um programa social sem o bebê (uma festa, um casamento). É um choro de alívio por o bebê estar bem + um pouquinho de culpa por ter saído + uma parcela de alegria por ter retornado. Não posso dizer que entendo, pois ainda não sou mãe, mas suspeito que esse mix de sentimentos deve mesmo apertar o coração. Só tenho meu dogão e já estou doida de saudade. Quando tiver filho, a choradeira não vai ser pouca!

Falando no Dunga, hoje eu e o marido eternizamos nosso carinho por ele e pela Bellinha (a minha poodlezinha que mora com a minha mãe) na famosa ponte dos cadeados de Paris. A inflação não chegou na França não, viu? No ano passado, pagamos 5 euros por um cadeado. Hoje, os mesmos 5.

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Os apaixonados escrevem os nomes do casalzinho. Nós, que já temos os nossos nomes presos ali há um ano, fizemos um cadeado para dois seres que amamos muito.

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Inutilmente, tentamos colocar o cadeado deles perto do nosso, mas não tem como achar. E eu suspeito que a prefeitura tenha se livrado de muitos dos cadeados presos ali, pois do ano passado para cá o número pareceu bem menor. Tinha um boato sobre o peso dos cadeados estarem fazendo a ponte ceder. Se alguém souber mais detalhes, um comentariozinho é bem-vindo!

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Pronto! Dunga e Bellinha representados no meio de um mar de gente que se ama!

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Olha esse cadeado aí do lado do com o nome do Dunga. O casalzinho Mariana e Vinícius provavelmente trouxe ele gravado do Brasil. O que nos traz àquela dica que dei no ano passado: trazer o cadeado customizado de casa! Passa aqui para ler e para ver as fotinhos da viagem de 2012.

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Beijinho de despedida. 

Esse sábado, que deveria ser de chuva, mas teve só uns dois ou três pingos, me reservou a melhor compra da viagem. Por só 40 euros comprei um reloginho de plástico com estampa inspirada nas pinturas de Monet. Saiu da gift shop do Museu d’Orsay (que muitos consideram melhor que o Louvre).

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Simples, simples, mas não vou mais tirar do braço. Sou apaixonada por Monet desde as aulas de Educação Artística da professora Lilian, no colégio Dom Feliciano, em Gravataí. Quando ela explicou o traço “borrado” dele e mostrou as obras do pintor francês,  fiquei sem ar. Por algum motivo, os quadros de Claude Monet me despertam um sentimento bom, uma aura de paz e de tranquilidade. No d’Orsay eu vi de perto Coquelicots, um dos meus preferidos.
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Monet passou o fim da vida em Giverny, região que inspirou muitas obras dele (inclusive o desenho do meu relógio). Fica aqui pertinho de Paris. Se o tempo permitir, irei lá na semana que vem. Ah, quer saber? Se não permitir vou também. Como bem lembrou Woody Allen em “Meia-Noite em Paris”: a cidade é ainda mais bela com chuva.

Câmera nova com cachorros modelando

05 de agosto de 2013 18

Antes de qualquer coisa: bom dia. E antes de qualquer outra coisa: eu não entendo nada de fotografia, certo?

Dito isso, posso contar sem medo sobre a minha câmera nova, que me garantiu algum dos melhores momentos do fim de semana. Primeiro porque poucas coisas me deixam tão feliz do que abrir uma compra que chegou pelos Correios. Segundo, porque outras pouquíssimas coisas me deixam tão feliz do que passar horas mexendo num brinquedinho novo. E terceiro porque só um um belo prato de sopa de capeletti me faz tão feliz do que testar a novidade com a família e os cachorros.

Esse é o meu brinquedo novo. Não é fofa? Eu confesso: paguei uns trocados pelo modelo branco. A preta tem as mesmas funções, mas vem com um defeitinho: não é branca. Hehehe! Eu e minha mania de pagar mais caro por legalzices.

A compra de uma câmera nova teve motivo bem específico: as próximas férias. Dessa vez eu quero ser bem turistona e andar de câmera pendurada no pescoço. Quero fotografar cada detalhe e juro que não vou me contentar com imagens meia boca. Eu fiz isso no ano passado, no anterior e no que veio antes dele também. Acho que desde que inventaram os celulares com câmeras minimamente dignas, as minhas fotos de viagens mudaram. E pra pior.

Em Paris, no ano passado. Foto feita com iPhone, carregada no Instagram e sem qualidade nenhuma para se transformar num porta-retrato. Muito menos para imprimir e colocar num álbum.

Hein? Álbum impresso em 2013? Já ouviu falar em Picasa, Flickr e Facebook da vida, guria?

Álbum impresso, sim. É um dos meus objetivos para 2013. Quero ser menos digital. Quero mandar imprimir fotos, quero colocar num álbum e deixar na coffee table da sala para os amigos espiarem os momentos bons da minha família. Neste ano eu juro que vou mandar fazer o álbum do meu casamento (sim, eu me casei há 3 anos e desde então acho tão fácil ver as fotos no computador que nunca mais bati na porta do Jorge Scherer para encomendar o álbum). Tá bem, eu sei que prometi fazer o álbum do casório no ano passado. Mas desse não passa. Tô jurando de novo!

O álbum até já tem capa escolhida. Bonita essa, né? Eu implico com meu nariz, mas o resto da imagem tá tão bonito que não é o meu nariz que vai empatar a capa. E eu gosto também que, de cantinho, aparece o meu tio João ao fundo, bem ali à direita. E eu adooooro o tio João!

Eu também adoro os meus cachorros, e eles foram meus modelos no fim de semana para testar as funções da câmera nova. Reforçando o lembrete feito lá em cima: eu não entendo nada de fotografia, por isso não espere maravilhas nas fotos a seguir, certo?

A minha amada Bellinha retornou de uma temporada na praia e eu achei que ela estaria toda, toda para os meus lados. Que nada. Minha velha segue odiando tirar fotos. É virar a câmera pra ela que ela sai de cena, vira a cabecinha, resmunga. Mas eu consegui fazer essa foto aí quando ela não estava olhando. Deu para testar aquela coisa de objeto principal, fundo destorcido.

Já o Dunga nasceu para ser modelo. Vira para a câmera, faz pose, fica parado quando tempo tu pedir. Nesse caso acho que ele também congelou um pouco de medo da Bellinha, que corre com o rapaz o tempo todo e estava embaixo do sofá esperando para dar o bote. Com o Dunga eu testei aqueles efeitos prontos que vêm na câmera. Esse aí é para fotografar pôr-do-sol. Tô mal em foco, mas a imagem não ficou tão ruim, né?

Mais uma de Dunga Bündchen, dessa vez em clima de Gre-Nal (joguinho chato aquele de ontem, hein?). Mamãe precisa aprender a enquadrar, mas mamãe amou a carinha dele.

Nunca serei uma Anna Berthier, mas estou orgulhosa dos meus avanços. O maior deles já foi fotografar o fim de semana com a câmera, e não com iPhone. Há quanto tempo eu não fazia uma imagem decente dos meus pais! As de ontem ficaram tão legais que vou imprimir e dar para o velho Plínio no Dia dos Pais. Tem coisas que nem toda facilidade de um celular não fazem por você.

Sobre a câmera, caso alguém tenha curtido o movimento de volta às boas e velhas fotos, algumas diquinhas. Pedi sugestões para vários amigos e esse modelo aí, Samsung NX1000, acabou sendo o mais em conta. Eu não queria gastar mais de R$ 1.500 numa câmera (orçamento chorando por causa da viagem) e nem comprar uma que tivesse mais funções do que meu cérebro limitado conseguisse aprender. A bonitinha aí está cumprindo o que promete. Tem 20 mega pixels (o que garante impressões beeeeeem grandes, até maiores do que devo precisar), lente intercambiável e um controle bacana de velocidade do obturador, controle de entrada de luz, coisas que eu aprendi na faculdade de Jornalismo e morro de saudade de colocar em prática. É amadora, mas te permite avançar um pouquinho nas técnicas.

No fíndi eu até consegui fazer uma dessas fotos malucas, com um desenho “escrito” com luz. Não divido aqui porque o marido foi meu modelo e não ia gostar. É muito divertido!

PS: a minha câmera eu comprei no Submarino. Deixo aqui o link.

Roupinha para cachorros esportistas

11 de junho de 2013 5

Bellinha, minha velhota amada de 13 anos, teve consulta com o veterinário hoje. Enquanto aguardávamos a vez, eu e a minha mãe fomos escolher um vestido novo para a moça. Apesar de termos amado o modelito esportivo abaixo, Bellinha Maria escolheu um casaco em preto e branco, bem quentinho e na moda, para desfilar seu charme por aí.

Auaudidas é muito bom! Eu tinha que fotografar, gente!

De roupa nova, simplesmente sendo linda!