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Posts na categoria "Casamento da Gabi e do Marcelo"

As flores do meu buquê

04 de julho de 2012 8

A Mariana Dutra me mandou um tweet nervoso (porque, vamos combinar, na vida de noivas, madrinhas e amigas de quem vai casar, nervosismo dá em árvore) perguntando quais flores tinham sido usadas no meu buquê. Adorei apergunta porque me dei conta de que não fazia a menor ideia. Eu achei tão lindo o trabalho da Angélica Martins, tanto na prova de flores quanto no grande dia, que nem me lembrei de pegar o servicinho completo. Agora, ao ver o tweet da Mari,  mandei ums SMS para a Angel e ela me passou a listinha: rosas brancas equatorianas, lisianthus branco e acabamento de ruscus verdes.

Imagens: Jorge Scherer

PS: que coisa mais estranha ver essas fotos. Parece que o casamento foi há uns 10 anos, e não em  2010.  Passa rápido, né?

PS2: Angel, valeu pela resposta tão rapidinha!

Trechos de músicas como tema do casamento

22 de maio de 2012 10

Amo, amo, amo, amo e amo a ideia de usar um trechinho de música como tema do casamento. Quando eu e o Marcelo ficamos noivos pensamos em adotar a frase “all you need is love”, dos Beatles. Quando trocamos a data (as gurias que me acompanham aqui há tempos lembram que eu ia casar no final de 2009, mas acabei mudando para maio de 2010) e ganhamos mais tempo para pensar nos preparativos, acabamos enjoando do tema. O que usamos, “better together”, da música do Jack Johnson, surgiu de uma hora para outra, num momento de brainstorm na praia. Amamos e a partir deste trechinho desenvolvemos todo o conceito do casamento. A história do laço que liga as duas palavras é longa, longa. Até hoje tenho pena do Saimon Bernardes, o querido designer que ouviu horas de descrições desta noiva sobre o laço perfeito. Aqui tem a história toda, o restinho da identidade visual e o vídeo de um papo com o Saimon.

No tal brainstorm nós ficamos bem tentados em usar o trecho de uma outra música. Conhece “So happy together”, clássica do The Turtles? Está no vídeo abaixo e você vai acabar reconhecendo porque ela apareceu no comercial de um carro recentemente. A letra é perfeição para casamentos.

E olha a coincidência! Hoje cedo, pelo Twitter, uma leitora me mandou a tag abaixo, dizendo que viu e lembrou de mim.

Para quem ainda está em dúvida sobre tema, este é uma fofura. Posso dar mais uma dica, mas dessa vez exclusiva para casais de colorados? Usar “nada vai nos separar”, trecho retirado de um dos cantos da torcida, também é um doce!

PS: esse aniversário de casamento me deixou saudosa!

Se eu casasse hoje

22 de maio de 2012 42

Hoje eu completo 2 anos de casada. Apesar de ser pouco tempo, olhando para trás e vendo as fotos do casamento, parece que se passaram mais anos. O mercado evoluiu tanto e há tantas coisinhas novas que eu já brinco com meu marido que nosso casamento está super ultrapassado. É brincadeira, claro, mas não consigo deixar de imaginar como seria meu casamento se a noiva fosse a Gabrieli de hoje, e não a de 2010. Eu certamente faria quase tudo diferente. Não, nem de longe porque não gostei de algo do casório de verdade, mas simplesmente porque se a gente muda de ideia a cada dia, imagina o quanto fica acumulado em dois anos.

Vamos começar pelo vestido. Esse não mudaria tanto, não. Quando casei, Vera Wang tinha recém lançado aquela sua famosa linha de vestidos com fartas saias de tule. Lembram do modelito da Kate Hudson em Noivas em Guerra? Ele foi a minha inspiração e eu tinha montes de fotos dele no computador e passei horas mostrando à estilista. Se eu casasse hoje, manteria esse estilo romântico e com a cintura beeeem apertadinha. Talvez levasse ao atelier da estilista uns modelos Marchesa como inspiração. Eu, definitivamente, iria gostar de adicionar algum brilho. Acho que fiquei mais perua com o tempo, se é que é possível.

O lugar do casamento eu mudaria drasticamente. A Gabrieli de 2010 curtiu sua festa à noite, mas a de 2012 passou os últimos dois anos vendo cada festa linda à luz do dia que não resistiria a locar um espaço cheio de verde. O engraçado é que o meu marido certamente curtiria mais o estilo desta festa de agora. Hummm, será que ele topa casar de novo?

Imagino meu casamento de 2012 no pátio da casa da minha irmã. Lista de convidados bem enxuta, móveis transportados de dentro da residência para o lado de fora e muitas flores brancas.

Minha extravagância talvez ficasse por conta de um bolo metalizado. Eu nunca vou me livrar de amar dourado. Nem adianta tentar!

O que eu não mudaria: o marido (claro), os momentos faça você mesma que tive com minha mana e minha mãe, a dancinha copiada do seriado Friends, a alegria dos nossos amigos e família.

E vocês, casadas? Se o casamento fosse hoje, vocês mudariam alguma coisa ou fariam tudo exatamente igual?

Na verdade, eu sou solteira!

21 de dezembro de 2011 39

Estava agorinha mesmo fazendo uma transferência bancária quando a atendente precisou confirmar alguns dados pessoais.

- Estado civil?

- Solteira.

Não ser casada no civil normalmente não me incomoda, mas confesso que em momentos como este eu fico me perguntando porque é mesmo que não formalizei minha união com o Marcelo. Então eu lembro do motivo e abro um sorriso. Não casei no civil porque, a meu ver, sou casada perante quem realmente importa: Deus.

Não é segredo que eu sempre dei grande valor ao casamento religioso. Quando eu e o Marcelo noivamos eu só pensava em cerimônia seguida de festa, nunca em como seria a troca de assinaturas no cartório. O casamento foi se aproximando e a cerimonialista nos alertou dos prazos para encaminhar os papéis. Fomos deixando, fomos deixando e decidimos só casar formalmente depois do religioso.

Adivinha se eu já vi não vi aí mais uma possibilidade de fazer festa. Combinei comigo mesma (e com a pastinha de inspirações do meu computador) que faria uma segunda comemoração, desta vez pequena e para as famílias. Queria algo no verão, para pelo menos uma vez na vida posar de vestidinho branco estando bronzeada, já que no meu casório estava branca feito papel.

O verão chegou e me deu preguicinha. Decidi aproveitar as férias sem planejar festa nenhuma. Passei a festa, então, para maio, quando completaríamos um ano como marido e mulher, mas veio a viagem para cobrir o casamento real e frustou meus planos (coitadinha, né?). Hoje eu acho que enchi a paciência de tudo isso e que vou mesmo é validar no cartório o meu casamento religioso sem pompa e nem circunstância.

Não estranhem se um dia desses eu aparecer contando sobre os preparativos do meu casamento civil. Eu mudo de ideia como quem muda de roupa (pelo menos para assuntos triviais como este). Casar no civil é algo que vai acontecer, até porque quando tivermos nosso baby eu quero que tudo esteja certinho, preto no branco, conforme a lei dos homens. Esse acerto entre o casal, no entanto, seguirá sendo sempre para mim não mais importante que o casamento religioso.

Segundo a lei, segundo meu banco e segundo o contrato de compra do meu apartamento eu sou uma mulher solteira. Bem que mostrar foto do casamento, com direito a vestidão e corte do bolo, podia servir como documento, né?

:)

Um convite de antigamente

15 de dezembro de 2011 16

Ontem eu tirei a noite para arrumar a minha boa e velha caixa de recordações. É nela que eu guardo bilhetes, cartões, fotos, recortes de jornais e outras coisas que me lembram bons momentos da vida. Fui postando alguns achados no meu Facebook pessoal, entre eles a minha lembrancinha de nascimento com nome errado. Pode, gente?

Eis que no meio de quilos de memórias estava o convite de casamento dos meus pais. Eles casaram em 1968 em Sombrio, Santa Catarina, terra da noiva. Na época os meus avós por parte de mãe estavam vivos, mas a minha avó por parte de pai já era viúva. Quando um dos pais dos noivos é falecido a gente vê nos convites o nome da pessoa com in memoriam ao lado, certo? Pois no convite dos meus pais a minha avó aparece como “Va. (abreviação de viúva) Adelina Maria Chanas”. Me contaram que era o formato mais usado na época. É meio estranho para mim. Para vocês também? Outra coisa que notei foi o fato do nome dos noivos aparecer antes do nome dos pais. O formato mais usual é exatamente o contrário, né?

Eu não consigo deixar de me emocionar ao falar da vó Adelina. Ela foi a única avó com a qual eu convivi, pois os pais da minha mãe morreram quando eu ainda era bem pequena. Já o avô por parte de pai, Gabriel (de onde veio meu nome), nem o meu pai conheceu direito, pois ele faleceu quando o meu velho tinha só 1 aninho. Quando a vó Adelina faleceu eu fiquei com um terço dela de lembrança. Quando casei usei ele preso no buquê e na cerimônia de casamento enrolei ele nas mãos e não larguei um segundo. Me fez sentir que ela estava comigo.

Imagem: Jorge Scherer

Fotos mais do que especiais do meu casamento

24 de outubro de 2011 1

Eu tenho um CD com mais de 3 mil fotos do meu casamento, mas essas aqui eu nunca tinha visto e por vários motivos são muito especiais.

Lá no 10º Encontro Noiva.com a Keyla, querida leitora do blog, me abordou e disse: “tenho fotos do teu casamento que tu nunca viu”. Ela, então, sacou o celular e começou a me mostrar a sequência abaixo. A Keyla estava na calçada da igreja no dia do meu casamento e me flagrou entrando. Ela diz que levou toda a família para me espiar (que querida!). Aqui está o carro chegando e os cerimonialistas vindo me receber.

Já aqui eu estou me preparando para subir as escadarias da Igreja Santa Teresinha do Menino Jesus, morrendo de medo de tropeçar e acalmando o Seu Plínio, meu pai.

Eu quase enfartei e por um segundo não desabei no choro quando a Keyla me mostrou estas fotos. Pedi encarecidamente para que ela me enviasse e agora que as imagem chegaram eu divido com vocês.

Um grande beijo para a Keyla e um obrigada gigante pelo carinho. Querida, querida, querida! Depois de um ano ver um registro inédito de um dia tão feliz e abençoado me deixou emocionada.

Meu relógio biológico despertou!

14 de outubro de 2011 98

Ter filhos nunca foi meu grande objetivo na vida. Não me entenda mal: eu adoro crianças, mas sempre pensei em bebês como uma consequência natural, não como um dos grandes desejos da minha breve existência. Tenho amigas que desde os 12 anos falavam do momento em que seriam mães, de como cuidariam dos seus filhotes, onde eles estudariam e como se vestiriam. Eu ouvia quieta e de vez em quando pensava se não era um monstro por não ter aqueles sentimentos tão à flor da pele.

O tempo foi passando e a minha irmã mais velha foi me dando sobrinho atrás de sobrinho. Brincar e cuidar deles era uma delícia, e por um bom tempo eu não sonhei em ter as minhas próprias crianças, afinal já tinha 3 bem próximas para quem direcionava todo meu afeto. Há uns dois anos até voltei a me questionar se realmente era um monstro que se contentava com os filhos alheios e não planejava ter os seus.

Foi aí que entrou em cena o famigerado relógio biológico. Eu não sei como ele funciona e por que se manifesta em períodos diferentes da vida para cada mulher, mas o fato é que o danado existe e em mim despertou como um gigante adormecido. Nos últimos meses passei a querer filhos como nunca. O meu corpo começou a me dar mensagens que eu não posso fingir que não escuto.

Se antes eu pegava o bebê de uma amiga no colo e morria de medo de deixar cair, hoje parece que a criança se molda nos meus braços. O sentimento é de que eu sei fazer aquilo e que quero fazer mais vezes e o mais rápido possível.  Outro fato hilário: passei a desenvolver um amor maternal por um bichinho de pelúcia que tenho lá em casa. Yes, it’s true. Não consigo deixá-lo de cabeça para baixo ou jogado em um canto. Cheguei ao ponto de, em dias frios, deitar a cabeça do Knut (ele é uma miniatura do famoso ursinho polar) no travesseiro e tapá-lo. Pareço estar repetindo o comportamento de quando era menina e, pela primeira vez, tinha a noção do que era ser mãe ao me ver responsável pelas bonecas.

Ter meu primeiro filho, projeto que antes parecia distante, agora já enxergo logo ali na frente. Não sei se virá em um, dois ou três anos, mas enquanto aguardo me divirto com como a natureza te prepara para a vida.

Me contem, gurias: o relógio biológico de vocês despertou com qual idade ou ainda segue adormecido?

PS: ilustrei este post com a imagem de um convite da Alannah Rose. Coisa mais cuti cuti fofuchinha este bebê!

Que venham mais mil anos

23 de maio de 2011 59

Buenos dias!

Não podia deixar de abrir a semana agradecendo os montões de beijos e parabéns que recebi pelo 1º aniversário de casamento, que aconteceu ontem. Foram vários comments no post lindo que o Jaques fez de surpresa e também registros fofos no Twitter e no Facebook. Obrigada mesmo! O Marcelo também agradece!

O que fica de ensinamento deste primeiro ano juntos? A análise que eu faço é que a gente não vai encontrar na vida a dois nada que não tivesse sido dito lá na cerimônia de casamento. Naquele dia todo lindo, com vestidão e montes de flores, comida e bebida, o padre avisa que a gente está assumindo um compromisso para a vida toda e que é nosso dever ter o mesmo comportamento e o mesmo amor nos momentos bons e nos difíceis. Ele ainda nos pergunta se a gente aceita, dando a barbada de responder que não e cair fora. Dizer que o casamento não era o que a gente esperava, então, não é a melhor das desculpas na hora de chorar pitangas no ombro dos amigos. Eu acredito firmemente que quem parte para o desafio sabendo que a vida não será sempre perfeita e igual a uma propaganda de margarina, tem menos chance de se decepcionar e até consegue rir dos probleminhas.

Fica de reflexão para a sua manhã pensar sobre os dois lados da palavra casamento. No inglês existem palavras diferentes para os dois sentidos: marriage, para designar a união, a vontade de ficar junto para sempre, o comprometimento, e wedding, mais usada para falar da celebração em si. Se você sonha com o wedding, mas não está certa sobre o marriage, talvez seja momento de puxar o freio. Agora, se você considera o wedding uma forma perfeita de gritar para o mundo como vai amar o marriage, você está no caminho certo.

Ser casado é uma delícia. Eu voltaria atrás e casaria com o Marcelo outras mil vezes. Nós comemoramos muito o nosso marriage neste fim de semana porque acreditamos ter encontrado o balanço para lidar com as alegrias e com as tristezas, com a saúde e com a doença. Meus breves e bem inexperientes conselhos para fazer a engrenagem funcionar? Não estender discussões, nunca dormir de mal, falar o que sente e dar muita risada. Não tem um dia aqui em casa que a gente não tenha dor de barriga de tanto rir.

Marido, I love you! Já me sinto casada desde que fomos morar juntos, mas este último ano com aliança na mão esquerda foi, definitivamente, a cereja do bolo da minha vida!

Bodas de papel: Gabrieli e Marcelo

21 de maio de 2011 50

Muitas noivas falam que o tempo passa rápido no dia casamento, o primeiro ano de casado então nem se fala. Posso dizer isso porque eu uma das minhas conversas com a Gabi notei que ela teve a mesma impressão que eu. Já se foi um ano desde o dia que essa cena aí em baixo aconteceu.

Esse vídeo já tinha sido postado aqui no blog, mas achei que hoje, no dia em que as bodas de papel se concretizam ele merecia ser relembrado. Quem conhece a Gabi e o Marcelo, pelo menos um pouco, sabe que a relação dos dois é construída em uma base sólida de companheirismo e amor. Quer uma prova disso? As frases que usei na foto acima foram retiradas do depoimento dos dois para o Street Wedding que fizeram no Beira-Rio. As declarações mostraram o quanto ambos estão abertos a ter uma vida juntos, planejada, com alegrias e superações a cada dia.

Por que essa homenagem e comemoração aqui no blog? Toda essa história de amor começou a ser acompanhada por milhares de noivinhas que torceram e torcem juntos pra felicidade do casal. O Noiva.com é um filho dessa relação que hoje completa um ano. O blog já ajudou muita gente e já foi protagonista em diversas histórias de felicidade Brasil a fora. Hoje, aproveitamos este espaço para celebrar a fonte de tanta dedicação, empenho e competência na condução do blog: o amor da Gabi e do Marcelo.

Em nome de todas as leitoras, tomei a liberdade de fazer esta surpresa para o casal e dizer que neste domingo todos os votos de felicidade do mundo estão voltados para vocês. Que essa relação continue dando frutos tão positivos quanto o Noiva.com por muitos e muitos anos.

Jaques Machado

Lembranças do (quase) primeiro ano

17 de maio de 2011 20

No próximo domingo, dia 22 de maio, eu completo um ano de casada. Uau, passou muito rápido! Comemorações assim fazem a gente ficar meio saudoso, revisitar mil momentos na memória. Estava aqui mexendo na pastinha do computador que guarda fotos do casamento e encontrei uma com algumas imagens que fizemos nas semanas anteriores. Uma delas é essa aqui, tirada lá no Buteco de Dança, onde eu ensaiei com o Marcelo e com meu pai. Tenho recordações fabulosas daqueles dias e também do meu peso na época. Olhando esta foto fico aqui pensando como é que essa calça (que hoje fica bem apertadinha) estava bem folgada em mim. Tsc, tsc, tsc. Vão ficar gravados para sempre os rodopios com o meu pai (lembra que a gente apareceu dançando em uma matéria do Bom Dia Brasil?) e da maluquice que eu e o Marcelo fizemos ao imitar uma dancinha do seriado Friends.  Bons tempos e saudade do peso menor e do cabelão!