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Posts na categoria "Closet"

Alô, alô, marciano: contra a acne o corretivo tem que ser verde

28 de abril de 2014 1

As espinhas não somem quando você passa corretivo por baixo da maquiagem? Talvez a cor dele esteja errada. O corretivo verde é o melhor para disfarçar a acne. Sim, verde.

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O da Contém 1g é tri bom. Eu uso o verde em espinhas e vasinhos vermelhos e o salmão (não aparece na foto) nas olheiras. 

Mas e o amarelo, o roxo e as demais cores do arco-íris, tia? Taís Andrade, nossa super make up artist de plantão, responde as dúvidas no vídeo abaixo:

Os lindos e desejados tubinhos de couro de Juliana Sanmartin

14 de abril de 2014 7

Os vestidos da foto levam a assinatura de Juliana Sanmartin e fazem parte da coleção de inverno da estilista. Entre os modelos, o tubinho de couro que se consagrou nas passarelas do outono-inverno 2014 – incluindo a do Donna Fashion Iguatemi – como peça-chave para usar com jaqueta, colete ou casacão de lã. Juliana vende com exclusividade na Twin Set, em Porto Alegre, mas faz sucesso por outras bandas também. Luciana Gimenez e a blogger Lala Rudge estão entre as adoradoras das criações da estilista.

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Imagens: Ricardo Lage

Eu estou magra, feia e dando um péssimo exemplo

10 de abril de 2014 138

Essa semana está especialmente corrida. Estamos trocando dia pela noite e trabalhando bastante no Donna Fashion Iguatemi (espero que vocês estejam conseguindo assistir aos desfiles lá no shopping, ao vivo na internet ou mesmo espiando as galerias de fotos do site). Já babei por muita coisa que vi na passarela e estou especialmente encantada pelos vestidinhos curtos com mangas compridas, aqueles que as famosas amam em red carpet. Inclusive, na minha coluna da revista Donna do próximo domingo, eu vou contar onde tem para vender os modelos de couro mais desejados do momento.

Mas o que me traz aqui, de “chambre” (amo essa palavra), sonolenta e com toalha enrolada na cabeça, é outro. Eu poderia estar aproveitando a manhã para dormir até mais tarde, mas vim aqui falar sobre como eu estou magra, feia e dando péssimo exemplo. Palavras, é bom ressaltar, que não são minhas, mas que estão registradas em várias mensagens enviadas a mim durante esta semana.

Por onde eu começo? Hummm. Bom, quem sabe dizendo que falar da minha vida nunca foi problema para mim. Eu contei tudo do meu casamento (as partes boas e os momentos de desespero), eu escrevo aqui que tenho celulite, que acho meu nariz caído e até divido meus dilemas mentais mais profundos. Essa é a Gabi. Quem gosta, passa no blog ou no Facebook, lê, comenta, concordando ou discordando, vai embora e volta de novo. Quem não gosta, não lê, não passa no Facebook ou decide que precisa urgentemente fazer com que eu mude a minha personalidade. Uma moça me escreve direto: “Te valoriza, guria! Para de escrever sobre teus defeitos!”. É um conselho que vale a pena ser observado, porque se a gente só destaca o que acha que tem de ruim, vai ser complicado querer que os outros destaquem o que tu, teoricamente, teria de bom. Deu para entender? Pois então. A questão é que minha celulite, meu nariz, meu salário que não é grandão, minha casa estar de pernas para o ar ou eu estar podre de cansada dizendo que uso chambre, não soam para mim como uma manifestação de defeitos. Quando comento essas coisas, seja em blog, no FB ou com amigas, me sinto mulher. Me sinto real. Melhor: me sinto normal. Quantas de vocês aí têm celulite? E vocês que não têm, parem agora de ler esse texto e levantem as mãos para o céu agradecendo a bênção, viu?

A última rodada de críticas que venho recebendo tem a ver com meu peso. Eu contei, em mais um daqueles posts de abrir o coração, o que aconteceu para que 13 quilos fossem dar uma passeadinha. O que me fez perder peso não foi um evento necessariamente bom, mas o resultado me deixou feliz. Eu vivia lutando contra quilos a mais, já que sou uma glutona de marca maior. Adoro fritura, salgadinho, refrigerante, pizza. Detesto – ou detestava – verdes e frutas. Quando me vi com 10 quilos a menos, peso que eu tinha na época do meu casamento, há quase 4 anos, pensei: “Tá bem. Vou fazer deste limão uma limonada. Eu vou manter meu peso, mas de uma forma saudável, que é como os médicos dizem que a gente tem que fazer”. Foi aí que implantei na rotina 3 hábitos essenciais: agora eu tomo café da manhã (antes eu detestava), bebo água (abasteço minha garrafinha no trabalho o tempo todo) e incluí carnes brancas, vegetais, legumes e frutas no dia a dia. O detalhe importante: passei a gostar desse combo porque não estou comendo nada forçada, com o objetivo de secar, mas sim de alimentar meu corpo com vitaminas e nutrientes que ele não devia ver há um bom tempo. E tem dado certo: meu peso estabilizou, e olha que eu piso na jaca direto.

Um adendo: eu nunca fui uma menina acima do peso. Lá em 2011 eu tive uma fase de 75 quilos, meu máximo na vida. De resto, sempre fiquei ali na casinha dos 64, 65 ou uns 69 quando voltava de viagens (como não comer de tudo na França?). Agora, são 55, o que realmente me dá uma aparência de estar bem mais magra do que antes. Estou feia, segundo alguns leitores (e eu não discordo de vocês, viu? Gosto é gosto e eu tenho espelho em casa para saber que não sou a Gisele Bündchen). Segundo outros, postar fotos minhas no FB está dando péssimo exemplo para as pessoas.

Uou, uou, uou. Peraí. Aqui eu queria a permissão de vocês para discordar um pouquinho.

Eu estou feliz com minha perda de peso? Claro! Voltei a entrar nas roupas que não cabiam mais, me sinto mais confiante para finalmente usar cropped top, que achava lindo, mas detestava em mim. Ontem fui comprar uma saia lápis e a vendedora me analisou de cima a baixo e disse: “Humm, pra ti acho que tem que ser PP”. Até ontem, era G. Quem é mulher sabe que isso é divertido de ouvir. Estar mais magra te permite se vestir de outro jeito, experimentar coisas novas. Mas eu estou mais feliz com a minha nova atitude diante da comida. Estou numa fase de não comer meus sentimentos. Não sento na frente da tevê entediada com um pacote de Oreo só para passar tempo. Mas pego o mesmo pacote de Oreo e vou comer na pracinha perto de casa enquanto o cachorro brinca. Se vai durar? Para ser bem sincera, eu duvido: Gabi rima com bacon. Eu acredito que daqui há um tempo, vou começar a jacar de novo e retornar para aqueles 60 e poucos. Mas enquanto eu conseguir me manter assim, vou vibrar. Me sinto mais disposta, mais energizada. Terei que fazer uma pequena cirurgia para tirar pedras da vesícula e me sinto bem mais saudável para passar por isso aqui do que no tempo que amanhecia tomando Red Bull.

Esse blog não vai virar fitblog, com dica de comida saudável que preparei em casa com 3 brotos de bambu e um fio de azeite. Mas se um dia eu descobrir que bambu com azeite é bom (o que duvido), juro que posto a receita. Nem que seja para alguém copiar em casa jogando um monte de fatias de queijo cheddar em cima (essa receita fica cada vez mais nojenta).

Eu tenho 36 anos e uma pele bem cascudinha no que diz respeito a xingões, ofensas na internet. Sei separar o que é estupidez pura e simples, do que é maldade e do que é uma crítica positiva. A quem é estúpido e me chama de caveira ambulante (cara, sente o exagero), espero que as palavras acima sobre eu estar meu cuidando alterem de alguma forma a sua opinião. Já sobre eu estar feia, não posso fazer nada. Tem coisas, amigos, que nem toda maquiagem do mundo resolve. Com quem é maldoso porque acordou com o pé esquerdo e decidiu que a vida só faz sentido se xingar e ofender muuuuuito na internet, minhas lástimas. Aquela minha pele cascudinha me deu o poder de entender quando algo é pesado, mas para o bem, e quando algo é pesado porque a pessoa se acha invencível atrás da tela do computador. Não é. Para você, nosso encontro será brevemente marcado em ambiente policial e judicial, pois confio cegamente no belo e dedicado trabalho da Delegacia de Crimes Cibernéticos, que dará andamento ao boletim de ocorrência aberto por mim (estou de boca aberta com a atenção dada ao meu caso pela Polícia Civil, a quem, independentemente de resultado, vou agradecer eternamente). E para quem me chama de feia como uma crítica construtiva, obrigada. Sério. Existem palavras e palavras para expressar o sentimento por alguém. As da crítica construtiva vêm acompanhadas de meiguices que mostram que a pessoa se preocupa contigo. A vocês, meu beijo e meu juramento: a saúde está em dia. Não se preocupem, tá?

O maior volume de e-mails, tweets e afins chegou depois da foto abaixo, postada ontem no FB. Eu queria mostrar minha blusa, criada pela Franciele Comparin (anotem esse nome), uma das vencedoras do projeto Senac Next Generation, que destaca novos talentos da moda. Alguns me acharam magra demais e vieram para cima dizendo que eu estava dando um exemplo ruim.

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Estou longe de ser dona da verdade, mas eu não consigo ver numa quase selfie algum péssimo exemplo. Sim, eu perdi peso, e eu contei aqui o que aconteceu. Eu não sou anoréxica, não sou bulímica, não deixo de comer. Pelo contrário: estou seguindo a cartilha da saúde para me manter uns quilos mais magra (o que me faz sentir mais disposta) e bem, prontinha para passar dos 90 anos com folga. Eu não me vejo tão magra quanto os outros dizem, mas é claro que olho no espelho, vejo uma diferença e às vezes até eu mesma me acho feia. Faz parte da vida. Se entender é um processo que começa quando a gente nasce e, espero eu, pela fé que tenho, que não termine quando meu corpo morrer.

Fico com uma frase da Deb Xavier, que me viu ontem no Donna Fashion, me puxou para o lado e disse: “Tu estás linda. E não é por estar magra. Tu estava linda antes”. Eu me sinto linda quando estou feliz, em paz com minha consciência, trabalhando no que amo, levando o dog para passear, fazendo malabarismo com o salário, comprando um sapato novo, visitando meus pais, torcendo pela chegada do meu sobrinho. Eu estou feliz agora. Então estou linda. Por fora, todo mundo tem o direito de discordar. Mas do meu interiorzinho, eu que entendo.

Beijos e obrigada de coração pela preocupação. Beijo especial para quem concorda que beleza não se mede na balança, mas pelo tamanho do coração.

Velaterapia: queimando o cabelo para fechar pontas duplas

05 de abril de 2014 1

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A foto acima pode te dar arrepios, mas acredite: quem já fez, diz que a técnica de queimar o cabelo com vela faz maravilhas pelos fios. O príncípio da velaterapia é usar o calor do fogo para fechar pontas duplas sem precisar mexer no comprimento (e quem adora um cabelão longo só costuma se render à tesoura quando as temidas forquilhas aparecem). As pontas queimadas com vela são cauterizadas e devolvem a beleza e viço ao cabelo. É um processo longo – pode levar até cinco horas – e caro: a partir de R$ 500.
Em São Paulo, o Spa Dios vive com agenda lotada de famosas em busca do tratamento. Por aqui, um dos primeiros espaços a fazer velaterapia foi a Estética MM, na Carlos Gomes, 1611. A hair stylist Jane Carneiro da Silva aprendeu a técnica há cerca de 15 anos:

– A velaterapia voltou à moda agora, mas já era feita há um bom tempo. O procedimento é demorado, mas eficaz. Quando o cabeleireiro enrola o cabelo da cliente (como na imagem acima), as pontas duplas pulam para fora. A cauterização é feita apenas nelas, fechando a ponta e deixando o cabelo mais brilhante.

Deu vontade de arriscar?

De onde saíram as tais camisetas "It's like you're my mirror"

04 de abril de 2014 2

Foi de propósito que eu deixei este post para sexta-feira, apesar de ter minha timeline flodada de “onde tu fez essa camiseta” desde terça. É que sexta-feira é dia de Mirrors aqui na nossa redação. Explico: quartas e sextas são dias particularmente agitados por essas bandas. Para desestressar, a gente liga o som no fim da tarde e todo mundo canta junto uma musiquinha. Mirrors, do Justin Timberlake, virou nossa preferida. Uma acessa o You Tube e as outras jogam as mãos pra cima e cantam como se não fosse quarta ou sexta. Mirrors, portanto, é nosso hino. E vamos seguir o post com o Justin Timberlake cantando, por favor. Aperte o play.

Cantamos tanto, tanto, que decidimos fazer uma camiseta para a turminha do sing along. A Melina Gallo, designer de Donna (e responsável pelo design deste bloguinho também) foi encarregada de fazer uma ilustração. Aprontou e eu cadastrei a ilustra na Vandal, loja online onde tu podes comprar camisetas ou fazer upload de uma estampa específica e mandar imprimir. Assim nascia…

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Encomendei de presente uma para cada uma das meninas cantadoras. Olha aí a gente posando de uniforme. Só faltou a Mari, que está em São Paulo e não pode participar da fotinho.

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De pé: Melina, Thamis e Pati. Sentadas, Lari, eu e Carol. 

Na Vandal, tu podes fazer a camiseta e mandar imprimir sem que ninguém mais tenha acesso à sua estampa (tipo encomendar uma “time de madrinhas da Letícia”) ou podes publicar a estampa para que outros possam comprar. A Melina deixou publicar a ilustra dela e quem quiser comprar a camiseta, clica aqui. Custa R$ 55. Que vão para a loja online de camisetas, não para a gente, viu?

:: Aqui tem mais amor por Mirrors, que virou queridinha de casamentos 

:: E aqui mais as camisetas bacanérrimas de Friends que a Vandal vende

Enquanto isso, seguimos cantando. Uma sexta bem musical, animada e feliz para vocês!

Barba, cabelo, bigode, skate e drinks: Cubo abre nova unidade no Complex

31 de março de 2014 0

Tem restaurante mexicano, tem espaço para happy hour, tem loja, tem pista de skate e agora tem salão para cuidar dos cabelos.

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O Complex, um dos espaços multiuso mais legais da Capital, recebeu nesta semana uma unidade do Cubo Cabeleireiros. Artur Lopes e Jonathas Diniz instalaram cadeiras, espelhos, lavatório e tesouras no segundo andar da casa da Protásio Alves, 3839.

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Boa sorte, guris!

É daqueles programas bons de fazer em combo: cortar o cabelo, ver o pôr do sol tomando as famosas frozen margaritas do local e depois jantar com as amigas.

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Anágua moderninha: opções lindas para combinar com saias e vestidos

24 de março de 2014 6

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saiu o donnaMãe e filha, Cleo e Letícia Milani estão à frente de uma marca que vende peças bem conhecidas da sua avó, mas numa versão mais moderna e elegante. As anáguas da dupla são criadas em modelos com acabamento em renda francesa, tule, paetês e até couro rendado. Em Porto Alegre, são encontradas na TwinSet. Letícia dá a dica de como usar:

“As anáguas resgatam a feminilidade, além de serem práticas e delicadas. Podem ser usadas com vestidos mais curtos ou transparentes e também para dar um charme extra ao look, quando a renda aparece e faz toda a diferença.”

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Imagens: Diego Vara, Zero Hora

#ficadica: a anágua de tule também pode ser usada para dar um volume discreto numa saia ou vestido. Os modelos em nude e preto aparecem sempre nas passarelas.

Eu testei: o rímel que promete cílios de boneca em segundos

24 de março de 2014 4

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Não parece, mas é rímel. Testei o Mega Cílios, novidade da Avon que promete cílios mais longos e com muito mais volume. A maravilha ficaria por conta do aplicador, totalmente diferente do que já se viu por aí. A escovinha tem cabeça flexível, que ajuda na aplicação a partir da raiz. Essa facilidade faz com que mais produto seja depositado nos cílios, dando nítida impressão de volume maior. É tranquilinho de aplicar depois que tu te acostuma com o formato todo diferente do pincel.

Já sobre o aumento do tamanho, não senti diferença em comparação com outras máscaras que também prometem olhar de boneca rapidinho. Para este fim, meu preferido master blaster ainda é o Lash Dominations, da Bare Minerals.

:: Mais posts e vídeos sobre maquiagem aqui, aqui, aqui!

Qual dessas calças é o pior modelo que uma mulher pode usar?

20 de março de 2014 19

Terça à noite fui no shopping comprar uma calças jeans novas, já que as velhas andam dançando em mim. Passando na frente da Renner, grudei o olho num modelo suspeito. Suspeito porque eu sempre achei hor-ro-ro-so, mas sabe-se lá que bicho me mordeu, dessa vez me pareceu interessante.

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Bem parecida com essa! Calça com rasgos de cima até embaixo. 

Adoro um rasguinho aqui e outro ali na calça, mas ela inteira eu abominava. Me agonia os gominhos da perna saindo pelos furicos quando a pessoa se senta. Também me parece algo radical demais para tentar incorporar ao meu estilo certinho. Mas ela me chamou, me chamou e entrei na loja. Como estava na correria, olhei o precinho interessante (R$ 99 dilmas) e decidi levar para casa. De novo: não sei o que me deu para gastar meu suado dinheirinho com algo que sempre achei feio. Eu coloco a culpa nos hormônios.

Cheguei em casa doida para experimentar (aham, sou daquelas que prefere experimentar em casa, voltar na loja e trocar depois) e meus pais estavam lá para uma visitinha. Tirei a calça da sacola e meu pai quase enfartou ao ver o modelo. Eu desconfiava: esse tipo de calça é odiado por homens. O seu Plínio ameaçou me tirar da enorme herança se vestisse ela. Já a minha mãe adorou e achou bem moderninha.

Como toda mulher que compra roupa nova, estreei a calça no dia seguinte. O meu marido pulou para trás quando viu. Fez as típicas perguntas sobre o que era aquilo, porque alguém gasta dinheiro com aquela coisa. Mas foi além: disse que eu estava feia. E o Marcelo sabe que isso não é frase que se diz em vão. Dizer para a mulher que ela não ficou bem com uma roupa é quase sentença de morte, motivo para divórcio. Os caras sabem disso e, mesmo que torçam o nariz para uma roupa, dão um sorriso amarelo e seguem em frente. O meu marido só diz que está feio quando ele realmente achou um pavor ou está com vergonha de ser visto ao meu lado usando alguma coisa. Em cinco anos juntos, só tinha acontecido uma vez. Com o que?

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Uma calça saruel!

“Parece que está de fraldas”, foi a frase que ele usou para descrever meu modelito, que estava super na modinha e era bem, bem, bem confortável. A calça em questão eu tinha comprado na Asos (aquela loja britânica online dos precinhos bons). Na tela do computador, ela não parecia tão folgada, admito. Também admito que não era minha intenção comprar um saruel. Mas daí chegou lá em casa, eu coloquei e não achei tão ruim. De fato, adorei a modelagem e, para o desespero do Marcelo, saio com ela direto.

Entre saruel e jeans super destroyed, acho que só tem um outro modelo que duela no imaginário masculino pelo título de “pior calça do mundo”.

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A super skninny de cintura alta!

Aqui tem que imaginar o pacote todo, assim como a mocinha acima está usando: calça bem justa, blusinha para dentro e botinha por cima do jeans. Modela as curvas como poucas e, especialmente no bumbum, fica bem colada. Se as coisas lá atrás não estão perfeitamente empinadinhas, o look é certeiro como fracasso total. Deve ser por isso que eles condenam tanto esse modelo. Para usar, tem que ter bumbum de angel da Victoria’s Secret e cinturinha de pilão. Uma dessas aí eu nunca tive. Pelo menos não na fase adulta. Que atire a primeira pedra a mulher da casa dos 30 anos que não teve um jeans desse na adolescência.

Feitas as considerações, peço voto: jeans cintura alta, saruel ou rasgado total? Qual deles é o pior modelo de calça que uma mulher pode usar?

Vídeo: Taís Andrade explica para que serve cada cor de corretivo facial

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Semana passada, bem despretensiosa, eu fiz uma pergunta para o Fernando Torquatto aqui no blog. Jamais a titia aqui iria imaginar que ele responderia. Mas eis que hoje abro o Facebook, espio a página do O Boticário e vejo a resposta para o meu dilema sobre cor do corretivo para disfarçar olheiras.

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Obrigada, querido Torquatto! Estou envaidecida com a resposta!

Também estou envaidecida porque a querida Taís Andrade tirou da cartola um vídeo que pedimos há tempos: pra que raios serve corretivo verde, salmão, roxo, amarelo e bege? E mais, e mais: pensando nas Gabrielis da vida que são cheias de olheiras, ela dá um tutorial incrível para sumir com elas. Alerta, alerta, alerta: assim como o Torquatto, meu super amigo (aham), a Tata avisa que não adianta se encher de corretivo brancão por baixo da pele.

Todas assistem 5 minutinhos da Taís ensinando a comprar e usar corretivo?

:: Mais vídeos e montes de dicas da Taís aqui neste link, dona moça