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Posts na categoria "Pet"

Faça um cachorro quente: projeto vai dar roupas para animais carentes

12 de abril de 2014 0

Roupa para cachorro não é frescura: no auge do inverno, os idosos e de pelagem curta sofrem especialmente com o frio. Para dar um aconchego para essa turma, o Projeto Cachorro Quente vai buscar doações para produzir 200 peças de roupa que serão doadas à ONG 101 Vira Latas, que fica em Viamão e cuida de 500 cachorrinhos. São necessários R$ 1.770 para bancar a ideia.

Quem começou a função toda foi a Giulia, diretora da Pet Project, grife de roupas para cães e donos. A PP já nasceu com o compromisso de apoiar ONGs e protetores que tratam de animais abandonados, e o Cachorro Quente foi idealizado como uma forma de materializar este compromisso.  As roupinhas serão produzidas exclusivamente para a ONG.

dog

Vamos ficar uns gatos!

saiu o donna

A arrecadação da grana necessária para as roupinhas será feita através do Bicharia, aquela plataforma super bacana e confiável que ajuda um monte de causas nobres. Temos até o dia 5/5 para juntar aqueles R$ 1.770. Se cada um der R$ 10, o valor é atingido rapidinho. Clica aqui para acessar a página, encaminhar uma doação e fazer muitos cachorros quentes neste inverno.

SweetPet: o ensaio de aniversário do Dunga

19 de março de 2014 20

Há umas semanas, mostrei umas fotos de bastidores de um ensaio fotográfico que eu e o Dungão estávamos fazendo lá em casa. Nosso dog está completando um ano com a gente e queríamos muito umas fotos dele relaxadão, tranquilo e faceiro. Quando a Andréa Graizamiga querida e fotógrafa excepcional, me contou que estava fazendo ensaios com pets, pulei da cadeira com olhos arregalados de interesse. E curti muito quando ela me explicou o que era o ensaio Sweet Pet: o fotógrafo vai na casa do cliente e clica momentos bem íntimos. Sem cena, coisa posada demais. A ideia é registrar como é o dia a dia do pessoal da casa com seu dogão. Perfeito! Encomendei um para celebrar o primeiro ano do cara com a gente. O marido estava escalando na manhã do ensaio e não pode participar. Agora está com inveja das fotos lindonas que a gente fez. Divido com vocês!

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Dunga com a almofada que ganhou de presente por imposição. Ele morde ela sem parar e fica furioso se tiramos de cima do sofá.

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Tenho um cantinho de casa com várias almofadas de filmes que amamos. Costumo deitar ali (no chão mesmo, bem doida) de vez em quando para ler. Ele sempre vem e deita na minha barriga. A leitura acaba em 3, 2, 1, né?

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Oi, gente!

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Esse é o porta-chaves que fica do lado da porta de casa. Compramos numa lojinha charmosa de artigos para casa no Bercy Village, shopping a céu aberto no querido bairro Bercy, em Paris. A coleira do Dungão fica pendurada ali esperando a hora do passeio.

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A gente não consegue sentar no computador sem o cara pular no colo. E às vezes ele sobe em cima da mesa e fica apertando as teclas do notebook. Esses dias, deu enter e mandou um mail que eu ainda estava escrevendo. Como explicar que foi o cachorro que mandou?

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Acho que ele quer um computador para ele.

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Posando com a almofada que ganhou de presente da leitora Vivi e do seu cachorrinho Bento.

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O Pato Roxo (melhor amigo do Dunga) foi presente da amiga Ana Guerra. Está todo detonado, mas ainda se presta a voar pela casa e ser apanhado no ar.

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Pata com pata :)

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Tomando água num intervalo das fotos. O tapetinho também veio de Paris. De vez em quando o Dunga se recusa a comer no pote e só pega a ração se colocarmos direto em cima do tapete amarelinho. Sei lá, vai ver que é mania. Hoje de manhã, por exemplo, foi assim. 

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Vendo tevê com mamis. Como eu e o marido, Dunga adora os filmes do Jason Bourne. 

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Um ano de lencinhos! Guardamos todos os lenços que o Dunga usou desde que chegou lá em casa. Ele sempre vem com um diferente do banho. Vou pedir para a minha sogra costurar todos e fazer uma cobertinha comemorativa para ele. 

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Ele amou o barulho do flash da câmera da Déa. 

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Closes na cara fofa.

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Cachorro colorado tem que ter coleira bacana. Essa é banhada a ouro, usada apenas em compromissos formais (hehehe). Comprei na Pet Spa, no BarraShoppingSul. Tem do Grêmio também, viu?

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Essa plaquinha foi presente de aniversário da minha mana para mim. Ainda não decidimos onde pendurar.

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Vampirando para as lentes.

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Focinho com focinho.

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Linguarudo.

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Linguarudo II.

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Abraçadinhos <3

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Meu velho amado. 

Abaixo, mais algumas fotos do ensaio. Recebi o material ontem e fiz um fiasco de faceirice na redação. Flagra de um belo “olha, gurias, como ficou lindo!”.

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O que eu mostro para a Thamis e para a Carol é a caixa onde veio o álbum e o CD de fotos. A Déa me entregou algumas fotos impressas num fotolivro e o CD com todas as imagens em alta resolução, para a gente imprimir e colocar no porta-retrato.

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Aqui a caixa abertinha, com o fotolivro e o case do CD (esse quadradinho, embaixo).

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Encerro com o momento de “Déa, eu sabia que ia ficar lindo, mas ficou mil vezes melhor do que eu imaginava!”

Amei muito e só tenho obrigadas para a fofa Andréa Graiz. Dunga é metido a modelete, mas ter uma pessoa tão calma fez com que ele repetisse as mesmas coisas que faz em casa quando estamos sozinhos. Se acostumou facinho com fotógrafa e com os flashes. Se alguém quiser cotar valor de ensaio e datas para fazer com seu pet, o mail da Andréa é o andrea@andreagraiz.com.br. Não foi caro e valeu bem a pena!

Vídeo: ONG faz ação fofa por cadelinha abandonada

27 de fevereiro de 2014 9

Estou meio ausente daqui por motivos que juro que um dia explico com calma e amor. Até porque a minha história pode acabar gerando identificação de outras pessoas, daí todo mundo se abraça e resolve seus problemas juntos. Mas não é nada trágico não, viu? Ao contrário: envolve finalmente estar conseguindo contornar um problema que me acompanhava há anos. Para manter a vitalidade do bloguinho, graças a Deus que temos a Bazinha, que segue postando todos os dias os casamentos enviados pelas noivas e me fazendo morrer de saudade daquele tempo.

Ando atrasada com posts, com leitura de e-mails. Hoje de manhã, no projeto “dá um jeito na vida, Gabrieli”, fui esvaziar a caixa de entrada do Facebook e encontrei um mail da Kelly Raquel. Eu vou desmembrar a mensagem dela como se estivesse respondendo para a moça ao vivo, certo?

“Gabi, tudo bem? Sei o que você deve pensar quando tem mensagem minha: “Lá vem mais alguma coisa chata.”

(Ah, Raquel, nem vem!)

“Desculpa… mas sou uma fã do seu trabalho e uma cachorreira de plantão.”

(Pessoas cachorreiras nunca são chatas, Raquel. Aliás, se me contam que alguém gosta de animais eu já coloco a pessoa na pastinha dos “esse é bom de coração”).

“Não sei se você já viu este vídeo, mas vale a pena assistir.”

(Eu não tinha visto e já vou falar dele. É sobre essa cadelinha aí da foto).

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“Desculpa novamente estar te incomodando. E continuarei te incomodando sempre que eu achar alguma coisa que eu queira te mostrar, tá? Pois só assim você vai saber da minha existência e que eu te admiro muito. Sei que ainda vou te conhecer pessoalmente e o Dunga também!”

(Gente chata incomoda. E como cachorreiros nunca são chatos, estás desclassificada da categoria. Adoro, adoro, adoro quando me mandam vídeos e notícias de dogs. E sobre conhecer eu e o Dunga, é só marcar. Que tal um encontro canino na Redenção? Cada um leva eu seu e a gente faz a festa. Se bem que é bom alertar: Dunga é metido a macho e causa o maior fuzuê quando encontra outro cachorro. De matar a gente de vergonha).

Mas o tal vídeo da Kelly, então. Gente, me partiu o coração. Eu tenho um adotado lá em casa que a gente acha que vai fazer 2 anos em abril. E a gente também acha várias coisas a respeito do passado do Dunga. Que foi maltratado, por exemplo. O medo que ele sente de pessoas aleatórias (que não fazem parte do círculo de convivência próxima dele) é de dar pena. Tem medo de chuva, de raio, do barulho que faz alguma coisa quando cai perto dele. Já superamos o medo da coleira e, graças aos anjos da guarda caninos, ele não demonstra mais nenhum medinho sequer do pessoal lá de casa. O nosso porteiro, o Seu Flávio, fica impressionado ao ver o Dunga sair para passear. Diz que parece ser um cachorro totalmente diferente agora. Só podia, né?Ganhou casa, comida, abrigo e, mais que tudo, amor.

Dito tudo isso e feito meu desabafo da manhã, o vídeo indicado pela Kelly. Mostra a ação de uma ONG em benefício de animais que levou uma cadelinha maltratada a vida toda para ganhar carinho, carinho e carinho. Um amor, gente.

Kelly, muito obrigada pela mensagem. Me “incomoda” sempre porque coisas assim merecem posts, reposts e muitos obrigadas.

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Pet news: kit de produtos com toque vintage e BB cream para felinos

24 de fevereiro de 2014 1

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Cara de um, focinho do outro: famosos posam com vira-latas para ajudar causa animal

17 de janeiro de 2014 1

O que é de linda essa foto da Paolla Oliveira? Ela fez o clique para o calendário da Ampara Animal, entidade beneficente de São Paulo que, através de doações, ajuda a cuidar de animais abandonados e a promover a causa da adoção.

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Uma gata, com o perdão do trocadilho!

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E a versão galã canina do Bruno Gagliasso?

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A gaúcha Sheron Menezes tem irmã gêmea no mundo animal.

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Assim como a modelo Giane Albertoni (os olhos dela e da gatinha são iguais!).

Fotografado por Bob Wolfenson, custa R$ 20 mais o frete. A renda é totalmente revertida em prol dos animais. Fofo, né? Aqui tem o link para encomendar para todo pessoal do escritório. Mais fotos:

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Para o mês de junho, tem a Sabrina Sato botando o linguão pra fora. 

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Em maio, Thaila Ayala hipnotizando.

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E em mês ainda desconhecido, Cléo Pires super girl on fire com uma amiga malhada.

E o aparelho que faz com que donos e cachorros conversem à distância, hein?

15 de janeiro de 2014 3

Quando adotamos o Dunga eu contei aqui no blog o passo a passo para instalar uma câmera em casa e vigiar o que o dogão faz na sua ausência. Bichinho novo, recém-adotado, nada acostumado com o apê: justificou a gente querer ver se ele destruía tudo ou se era um bom menino. Usamos a câmera mais ou menos um mês e descobrimos que o Dunga, sempre que ficava sozinho, só dormia. Raramente dava umas desarrumadas na cama dele, virando o bundão para a câmera.

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Cata o tamanho do traseiro.

Já estava me achando extremamente tecnológica com minha câmera de notebook virada para o cachorro quando o pessoal começou a me contar sobre outras iniciativas bem mais poderosas para vigiar os pets. A última que eu conheci foi o PetChatz, que está em fase de pré-venda nos Estados Unidos. Por US$ 349 você pode comprar um aparelhinho que…bom, fotos demonstram melhor que palavras.

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O aparelhinho é esse aí preso na parede. Tem uma tela de vídeo e um compartimento secreto lotado de ração ou biscoitos para o dog. É reforçado, à prova de cachorros doidões.

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O fabricante recomenda instalar o aparelho perto de locais onde o cachorro costuma ficar ou passar com frequência. Tipo pertinho dos potes de comida.

Aí você está no trabalho cheia de coisas para fazer, mas se sentindo super com saudade do gato ou do cachorro. Faz o que? Liga para o  PetChatz através do smartphone ou computador. Em casa, vai tocar um barulhinho que vai instigar o dog a ir ver o que está acontecendo. Quando ele chegar na frente do aparelho, um sensor de presença detecta que o animal está ali e “atende a ligação”. Dono e bichinho passam a se ver e podem “conversar” com áudio e vídeo.

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Oi, mãe. Tava aqui de boa lendo a sua coluna no jornal.

Mas tem mais: se o dono quiser liberar um petisquinho para o amigo, aperta num botão do aplicativo do PetChatz e o aparelho libera a quantidade programada previamente.

rei

Libera uns bons drinks aí, mãe!

Bacana, mas meio assustador, né? No site da marca tem detalhes sobre a tal da pré-venda e do funcionamento. E para quem se perdeu no meio da explicação maluca sobre essa tecnologia inesperada, o vídeo abaixo repassa o passo a passo do aparelhinho.

dun

Por favor, instalem na frente do sofá para eu poder atender deitado. Grato.  

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Coleirinha tecnológica e aplicativo ajudam a encontrar cães e gatos perdidos

11 de janeiro de 2014 2

Em 2000, quando ganhei a Bellinha, fiz uma plaquinha de metal para colocar na coleira junto com o nome dela e nosso telefone.

coleira

Um pouquinho menor que a que essa coisa fofa desfila aí em cima. 

Em abril de 2013, quando adotamos o Dunga, fui pesquisar se os últimos anos tinham trazido alguma novidade para ajudar a encontrar cães que, eventualmente, acabam se perdendo. E uou! Mas a tecnologia pet deu uma bela avançada nos últimos anos, hein? Além do chip implantado sob a pele dos bichinhos (comum em vários países do mundo e oferecido por várias petshops aqui mesmo em Porto Alegre), apareceram coisas mais curiosas como…

digital

O telefone para cachorro! Esse aí, perdão, só encontra lá fora. Em formato de coleira, tem botão que telefona para o dono. Encontrou um dogão na rua? Só ligar para a casa dele (se o cachorro for bem ensinadinho, será que ele mesmo não liga para dizer que se perdeu? Hehehehe).

Agora, soube de um meio termo entre o chip e o telefone canino. Desenvolvido aqui no Rio Grande do Sul, o PetSeguro é um pingente inteligente que fica preso na coleira. Não tem nada de chip implantado, coisa que incomoda alguns medalha_exemplo_dogdonos de animais (apesar de veterinários dizerem que é seguro). O empresário gaúcho Cristian Giordani, criador da ideia, explica que funcionam assim: quem encontra um bicho de estimação que tem o pingente, usa seu celular para ler o QR code impresso ali. Quando esse código for escaneado, o dono recebe um email avisando onde seu pet se encontra.

Os dados da coleira são carregados a partir de um servidor. Além do endereço, o QR armazena informações como nome, idade e vacinas. O site do PetSeguro, onde dá para comprar a coleira, tem uma área do dono onde ele pode controlar os dados do animal.

cachorro

 

Além de receber o e-mail, o celular do dono mostra onde está o pequeno. 

O serviço pode ser contratado no site. O pingente com QR Code custa R$ 29. Para manter ativo, tem que fazer um plano, que pode ser de um, dois, três anos ou vitalício (o vitalício sai por R$ 160). Bacaninha, né?

vita

oliver

Vita e Oliver curtiram isso. 

E não é que cachorro também tem autoestima?

10 de janeiro de 2014 2

Já tinha lido alguns estudos que contavam que ter um cachorro em casa ajudava a dar uma levantada na moral do dono. Teria a ver com aquela coisa de ter companhia, de se sentir amado pelo bichinho, da troca descompromissada de amor. Agora, a história de cachorro também ter autoestima eu descobri há pouco.

Há uns meses, a minha mana mandou tosar o Mickey (Mickeyzão, para os íntimos), um vira-latas com pinta de Lassie que mora desde filhote com a família.

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Traduzindo para quem tem menos de 30 anos: Lassie era esse cachorro da foto, estrela peludíssima de um filme que eu vi umas mil vezes na Sessão da Tarde.

O Mickey era a versão SRD da Lassie, peludo e faceiro, mas se enredou numas folhas e ficou todo emaranhado. A solução foi mandar para a pet para dar uma aparada. Quando voltou, o cachorro era outro. Parecia que, no melhor estilo Sansão, tinha perdido as forças e a vontade de viver sem o seu pelo longo. E não adiantava explicar que era para o bem dele: Mickey entrou numa deprê danada e na base de muito carinho é que foi saindo dela aos poucos.

Foi nessa época que me contaram que o cachorro se sente, sim, meio perdido quando ganha um “corte de cabelo” drástico. Eles ficam deprimidos e o dono tem que se puxar para elogiar, chamar de lindão, ir restabelecendo a confiança do bicho. Mais ou menos o que o marido faz quando a gente chega do salão em full mode deprê porque detestou o novo cabelo.

miley

Possibilidades de discurso nessa hora:

1. Não fica triste, vai crescer!
2. Tá linda, eu juro!
3. Nem ficou tão ruim.
4. Sério, você cortou? Nem dá para perceber!
5. Meu amor, vamos pro shopping fazer umas compras e tu esquece dessa deprê.

Voltei a escutar o papo da autoestima canina ontem, quando finalmente levamos o Dunga para a tosa. De bola peluda, barbudo, despenteado e mucho loco...

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Sábado passado dando um rolê no parque.

… Dunga voltou mais asseado, com a barbicha sob controle, peito aparadinho para afastar o calor e aparentemente mais aliviado.

Dunga after

Desculpa pela foto ruim. Tirei contra luz e agora que vi que não se enxerga super bem o tamanho do pelo. 

Dunga não demonstrou sinais de estar #xatiado com a mudança, mas por via das dúvidas estou elogiando ele mais do que nunca. Foi conselho que recebi de um monte de gente ontem via redes sociais. Não custa nada, né? Elogiar meu amado realmente não é esforço algum.

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Réveillon x pet: dicas para quem vai deixar o cachorro sozinho em casa hoje à noite

31 de dezembro de 2013 2

Réveillon não é época de festa para pets. O medo dos fogos de artifício faz com que se assustem e acabem fugindo, destruindo móveis ou se machucando seriamente. Se tiver festa marcada longe de casa no dia 31 e não puder levar o amigo, dê atenção especial às dicas da veterinária Ceres Faraco, da Comissão de Animais de Companhia do  Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Saúde Animal.

:: Não deixe o animal amarrado com coleira. Assustado, ele pode tentar fugir e acabar se enforcando com ela.

:: Se tiver mais de um cão, evite deixá-los juntos. O barulho alto dos fogos apavora, altera o comportamento e leva a brigas.

:: Acomode o pet em lugar onde possa se sentir seguro, com iluminação suave e, se possível, um rádio ligado com música não muito alta. Não deixe o animal num cômodo com portas de vidro ou cheio de objetos que podem quebrar em momentos de agitação.

:: Prenda na coleira uma plaquinha com dados de identificação dos donos. Se o cachorro fugir – e até os mais quietinhos podem se assustar a ponto de escapar –, será mais fácil encontrá-lo depois.

ver

Outra dica, essa uma que ouvi da veterinária do Dunga: com toda boa vontade, na hora dos fogos a gente costuma pegar o bicho no colo, falar mansinho, passar a mão na cabeça. O pequeno entende, com esse gesto delicado, que estamos concordando com o comportamento assustado dele, afinal estamos agindo da mesma forma que agimos quando ele come toda ração, faz pipi no lugar certo, nos faz um agradinho. O negócio é acompanhar o cachorro, mas tentar desviar a atenção dele do barulho. Vale propor uma brincadeira, agir como se não fosse o fim do mundo (para a gente não é, mas para eles parece).

Tendo aqui em casa o cachorro candidato a mais assustado do mundo, prevemos uma virada de ano tensa. Será nossa primeira com o Dunguinha e vamos tentar ajustar o comportamento para acostumar o dogão.

Dog school: aulas para acabar com o estresse do cachorro

10 de dezembro de 2013 42

O Cléo Kuhn e o meu aplicativo de celular dizem que chove hoje em Porto Alegre (o Cléo diz que é chuvinha, o app do Weather Channel promete tempestades). Apesar de estar escrevendo vendo um solão lá fora, não me arrisquei: ontem à noite, acionei o EDE: Esquema Dunga de Emergência. Meu pobre dogão tem um pavor absurdo de chuvas e acionando o esquema eu garanto que tenha alguém em casa com ele na hora em que o bicho pega. O bicho, nesse caso, a chuva e o vento.

O fato é que, depois de oito meses com o Dunga morando aqui em casa, chegamos à conclusão que ele é um cachorro muito, muito, muito nervoso. Se chove, treme e se esconde atrás da porta do banheiro. Se está comendo e alguém fala mais alto ou faz um barulho (mesmo que longe dele), para o que está fazendo e se esconde. Se pegamos ele no colo para colocar em cima da cama ou se enrosca sem querer a pata na coleira, grita como se estivesse sendo torturado. E é um grito daqueles tão estridentes que quase te deixam surda. O mesmo grito que ele dá durante absolutamente todo o tempo do banho na pet shop (e olha que o pessoal é todo gentil com o rapaz).

O nervosismo extremo do Dunga pode ser fruto de abusos que sofreu antes de ser adotado pela gente (aqui tem a história de como o pequeno veio parar aqui), pode ser de nascença, mas o motivo  está em segundo plano. O que é necessário fazer agora é amenizar esse sofrimento. O calorão está vindo com tudo e não podemos tosar o Dunga. A veterinária da Cusco Amigo, onde ele “se consulta”, tem muito medo do que ele pode fazer ao ver a maquininha da tosa. Também tem dúvidas se vale a pena sedar o rapaz. Se ele fica nervoso normalmente, imagina estando meio bobo e vendo alguém vir para cima dele com a máquina. Pode ter até um ataque cardíaco (aí é avaliação mais minha do que da profissional).

Dunguinha já está tomando florais (se chama Anizen, é em spray e eu acho que dá resultado, sim), mas precisa de algumas dicas de comportamento. Melhor: eu e o Marcelo precisamos de dicas de comportamento. Como diz o Cesar Millan, o famoso treinador de cães dos programas de tevê…

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“Eu reabilito cachorros e treino pessoas”. Tóin!

Uma dica que o Gustavo, proprietário da pet shop, já me deu, é passar a fazer carinho com mais “vontade” no Dunga. Eu passo a mão nele bem de leve, acariciando o pelo. Daí ele entende que qualquer toque mais forte que isso é uma agressão. Ontem já afofei ele com mais vontade e finalmente entendi aquelas pessoas que dão uns abraços meio quebra costelas nos seus cachorros. Não entendia como os bichos podiam gostar tanto. Tá explicado.

Se César Millan é caro demais para a gente, vamos cotar quanto custa umas aulinhas de educação canina com outras pessoas. Li com atenção a matéria que a Ana Karina Giacomelli fez para o Donna sobre o Roberto Mayer, gaúcho que estudou com o César e dá cursinho para donos de cachorros. Dá dicas para acalmar o bicho, fazer obedecer comandos, todas aquelas coisas que a gente tenta fazer em casa e se dá mal. Bora mandar um e-mail (assessoria@robertomayer.com.br) para ele.

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Ó o Cesar com o Roberto. Não deixa de ler a matéria que eu indiquei acima e postei link. O Roberto reabilitou uma das cadelas da Gisele Bündchen!

Também vou consultar o Maurício Mignot van der Lann. Peguei um folheto explicando o trabalho dele e achei a filosofia interessante. Dá “aulas” no apartamento da pessoa, em praças ou parques ou na rua. No tal folheto ele diz: “Através da psicologia animal e da prática de exercícios e técnicas simples, é possível reestabelecer a boa saúde do animal e a harmonia no convívio social, justificadas pela falta de conhecimento dos sinais e das necessidades dos animais por parte de seus donos”.  Verdade, verdade. Eu não entendo os sinais que o Dunga me dá. E-mail de orçamento saindo para ele: mauriciomignot@gmail.com.

I Am Not Sure

Dunga está achando que escola para cachorro é mais ou menos assim.

Também quero consultar um profissional indicado por uma querida leitora no último encontrinho de noivas. Vou catar telefone e e-mail dele na mensagem que ela me mandou no FB e postar aqui.

Já achei que era frescura, que era desnecessário, mas quem convive com meu Dunga sabe que o grau de ansiedade no qual ele vive é monstruoso. Tem todo nosso amor, todo nosso carinho, mas é acuado, nervoso. Pelo menos não mais com a gente, como era logo que chegou. Hoje, comigo e com o marido, é todo amor e fofura. Em 90% do tempo é o melhor cachorro do planeta. Mas como amamos muito o pequeno, queremos livrá-lo de seus 10% de sofrimento.

Uma grande ironia essa vida é. Adotei um cão como recomendação médica para reduzir o estresse. E peguei justamente um cachorro estressado.

chuva

Eu te ajudo e tu me ajuda, velho! Fechado?

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Dicas para cachorros que têm medo de chuva

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