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Posts com a tag "Coluna da Fernanda Pandolfi"

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19 de agosto de 2013 5

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Fernanda Pandolfi: passeios, histórias, mapa e app para Buenos Aires

06 de junho de 2013 12

Eu diria que a minha relação com Buenos Aires foi acidental. Verdade. Como boa viajante que sou, e sortuda por meu aniversário cair frequentemente no feriado de Corpus Christis, costumo organizar uma “fugidinha” para os dias de folga. No completar dos 20 aninhos, idealizei: esquiar em Bariloche. Convidei a família e a primarada (a mesma turma de Aquidauana) e bora lá.

Preparada psicologicamente, separei uma biblioteca e dezenas de palavras cruzadas para a mochila e, depois de pelo menos 10 horas entre filas e salas de espera do aeroporto, conseguimos embarcar rumo ao destino. Enfim, sobrevoando a capital argentina, e já enxergando as luzinhas de Buenos Aires lá embaixo, o piloto falou ao microfone:

- Atenção, tripulação, informo que não há lugar para pousarmos em Buenos Aires e estamos retornando a Porto Alegre.

WHAT? Isso aí, meia volta, volver. Por volta das 3h, desembarcamos em Porto Alegre, com vontade de chorar no cantinho. No outro dia, a partir das 9h, deja vú: aeroporto, fila, sala de espera, biblioteca desfalcada e, finally, Buenos Aires. Mas ainda faltava a segunda parte da viagem, lembram? Rumo a Bariloche. Na muvuca do aeroporto de BA, o atendente da companhia aérea abriu o jogo:

- Vocês não vão chegar em Bariloche. Sugiro que fiquem por aqui mesmo. Nós vamos providenciar hotel para aliviar um pouco os danos.

Resultado: hotel Emperador.

Um cinco estrelas, na Recoleta, com direito a encontrar o Serginho Groisman (fala, galera) no elevador, e com tudo pago. Fora a mala errada estufada de roupas para nevasca e os dois dias perdidos, bem que valeu a pena. E aproveito para o fica a dica: reclamem pelos seus direitos, batam o pé e não se conformem com as confusões que seguidamente são geradas em aeroportos e no trânsito de um para outro. Minha mãe sempre diz: com educação, vale tudo.

Tá, mas vamos ao que interessa! Como a minha passagem por Buenos Aires foi de “improviso”, não consegui estudar a cidade antes. Mas a sugestão é levar calçados bem confortáveis para caminhar pelos bairros (aliás, não existe turismo sem caminhadas). Não deixar de parar em alguma loja Havanna para encher a cara de deliciosos alfajores e tomar um café quentinho. E assistir a um bom show de tango. Para quem gosta de futebol, não dá para deixar de passar na La Bombonera.

Naqueles dias, tinha jogo do Grêmio e do Boca Juniors, final da Libertadores. Verdade.

Para não ter erro nas dicas, recorri a um amigo e colega jornalista especialista naquelas bandas. O Jônatas Costa, ou Johnny para os mais chegados, que já atravessou a fronteira, no mínimo, oito vezes. É praticamente um hermano.

Passeios: San Telmo (onde tem a famosa estátua da Mafalda), La Boca (aquele das casinhas coloridas do Caminito e do estádio do Boca Juniors, a La Bombonera), Plaza de Mayo (onde fica a Casa Rosada), Puerto Madero (onde fica a Puente de la Mujer e um deque charmosinho com restaurantes e casas noturnas bem legais), Recoleta (bairro mais tradicional da cidade, o negócio é perambular por lá), Palermo (não dá para deixar de fora os bosques de Palermo, onde fica o Rosedal com muuuitas rosas coloridas, e a Plazoleta Cortázar, com feirinhas de artesanato e roupas).

Tango: Eu fui ao Senõr Tango, uma casa de shows bem famosa, com espetáculo estilo Broadway, sabe? Tem até cavalo no palco (juro). O preço não é dos mais acessíveis, cerca de R$ 300 por pessoa, mas tem jantar incluído e a apresentação é garantida. De emocionar. O Johnny indicaria outras: O Bar Sur, um lugar mais intimista com valor de cerca de R$ 90 por pessoa. Ou ainda o Café Tortoni, que além de casa de shows, ele sugere como um dos melhores e mais tradicionais restaurantes da cidade.

Facilidades: A moeda lá é peso, né? Mas é sempre uma boa levar uns dólares para os gastos da chegada e o freeshop. E olha só esses sites gênios que o Johnny passou. O primeiro é para calcular as corridas de táxi, o Viajo en Taxi. O outro é o mapa do metrô (todavia, eu recomendo andar a pé ou de táxi, mas se você quiser tentar, suerte). E o terceiro é um guia de restaurantes completíssimo, com sugestões que vão desde os mais tradicionais aos bem modernos, o Guia Oleo.Ufa! Muita coisa, né? Mas se ainda restarem dúvidas, comente ou mande e-mail, que vou atrás das informações. Ah, só para constar: eu pretendo voltar. E logo. Ainda mais que a Mafalda – que é meu livro de cabeceira – só foi instalada em San Telmo em 2009 e eu ainda não fiz meu registro ao lado da filhota do mestre Quino.

Coluna da Fê Pandolfi: uma menina do mundo

28 de maio de 2013 14

Dia de apresentar mais uma colunista do novo bloguinho: com vocês, a Fernanda Pandolfi. A Fê é jornalista, um doce de menina e mega viajada. É daquelas pessoas para quem, quando pinta uma viagem, a gente pergunta sobre o clima do lugar, que tipo de roupa levar, quanto custa uma água mineral no país. O bom da Fê é que ela sempre nos dá dicas súper pé no chão e com um monte de detalhes. Tenho certeza que vocês vão amar a moça, que é uma querida. Só pelo primeiro post dela já dá para perceber isso.

Welcome, Fê!

:: Já leu a coluna da Ju Palma?