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Posts com a tag "Geral"

Antipulgas via oral: algum pet já testou?

12 de setembro de 2013 15

Acho que a noite passada foi um preview do que será o nosso verão com o Dunguinha. Fez muito calor ontem em Porto Alegre e, pela primeira vez nestes cinco meses que estamos com o rapaz, ele incomodou horrores a noite toda. Ficou inquieto, chorava, pedia colo. Estava claramente incomodado.

Hoje de manhã (dia em que as temperaturas podem chegar a 36 graus por aqui), mais uma vez um Dunga inquieto. Fez mimimi para comer, fez mimimi para ficar na creche.

dunga

Se enfiou embaixo da cadeira da recepção e não tinha jeito de ir com a Tainara, uma das monitoras que cuidam dos dogs.  Só depois de muito papo e muita conversa aceitou ir brincar com os amigos. Agora está lá, todo pimpão. 

Já estou vendo que vamos precisar tosar o Dunga em breve para dar uma aliviada no calor que ele sente. A Bellinha, minha poodle, chega a suspirar de felicidade quando levamos ela para a tosa no verão.

Bellinha

Antes: gorda e peluda, parecendo um ursinho. 

bellinha

Depois:  magrinha, esbelta, parecendo um ratinho, mas sem passar calorão. 

Tudo em nome do bem estar do bichinho, fico só esperando que Dunga não faça mimimi para o pessoal da tosa e nem para comer esse antipulgas via oral, que estou pensando em comprar para ele.

Se chama Comfortis e é novidade no mercado pet. O preço vai da casa dos R$ 30 à dos R$ 70, dependendo do tamanho do cachorro. O dog come um comprimido (é palatável, com gostinho bom) e fica protegido por até 30 dias. 

Achei a proposta bacana e disparei um e-mail para o veterinário responsável da Elanco fazendo algumas perguntas. Segundo a empresa, o cachorro não enjoa com o remedinho e ele não faz mal para o estômago do animal.  Estou interessada em ver se o Dunga topa o teste. Não gosto das coleiras antipulga e tenho implicância com aquelas melequinhas colocadas no cangote no bichinho.

De cachorreira para cachorreiros, minha dúvida é: algum dono de pet já testou antipulga via oral? O que (dono e dog) acharam?

Dunga, Bellinha e eu agradecemos o feedback!

PS: aqui estão rolando comments via Facebook da galera

Férias com Paris, Rouen e, se Walt Disney quiser, abraços no Donald

19 de agosto de 2013 16

Já contei que começaram as minhas férias? Ó, mas que felicidade! Eu divido as danadinhas em dois períodos, mas aqueles 10 dias do verão passam tão rápido que parece mais feriado prolongado do que férias. Para as de 20 dias, que iniciam hoje, eu passo o ano todo fazendo contagem regressiva. Quando chegam, sou só sorrisos.

Embarco no final da tarde naquele estilo de viagem que adoro (só que ao contrário): sai de Porto Alegre, para em São Paulo, para em Milão, chega em Paris. Gurias que moram em São Paulo e no Rio de Janeiro, vocês não sabem como são abençoadas por pular esse primeiro trecho de viagem. Aqui em Porto Alegre apenas uma companhia, a TAP, faz voo direto Rio Grande do Sul – Europa. Como a passagem deles estava caríssima quando eu e o marido fomos comprar, adotamos o para aqui e para ali. Fazer o que, né?

O plano de tentar apresentar Milão para o meu marido em cinco segundos segue. Eu conheço a cidade, mas ele não, e pelo menos a catedral eu preciso mostrar para o moço.

milao

É quase inaceitável estar em Milão e não ver isso tudo de perto. Marcelo, deixa comigo que eu dou um jeito!

Temos algumas horinhas na Itália até o voo partir para a França, e eu vou com as dicas da leitora Manoela debaixo do braço. Querida, querida, ela me deu um plano completinho para sair do aeroporto de Malpensa, chegar no centro de Milão e retornar em tempo de pegar a conexão. Manoela e gurias, me desejem sorte!

Quem acompanha o bloguinho sabe que estou indo para Paris de novo, repetindo a viagem do ano passado. O normal, diante da minha fortuna limitada (ainda não recebi a herança milionária da minha família, gente), seria variar destinos para conhecer o máximo de lugares antes do baby nascer (ainda não estou grávida, mas planejo estar lá por 2014, 2015, e sei que com criança no colo, pelo menos nos primeiros anos, as viagens rareiam). Mas o que fazer se nos apaixonamos perdidamente por Paris?

Neste ano, nossa viagem será mais descompromissada. No ano passado, corremos para ver tudo o que tinha para ser visto em Paris, mas não deu tempo de fazer algumas coisas fundamentais. Exemplo?

Notre-Dame-Paris

Sim, senhoritas! Não fomos na Notre Dame…

sacre

…mas fomos na Sacre Coeur…

vista

… de onde se tem esta vista da cidade. Amei tanto que vou voltar com certeza. E já prevejo mais choro. Sabe-se lá porque eu choro feito criança quando entro em igrejas, seja em Paris, seja em Porto Alegre.

barco

Também não fizemos o famoso jantar  + passeio de barco pelo Sena. Dessa viagem ele não escapa. 

De novidade, a viagem deste ano prevê uma passadinha em Rouen, cidade que fica a mais ou menos uma hora de Paris. Foi lá que Joana D’Arc foi queimada. A cidade parece de filme e algo me diz que eu vou amar de paixão. Recentemente o The New York Times fez um artigo sobre ela apontando como um dos lugares mais incríveis da Europa.

roune

Esse relógio é do século 16!

Também preciso desesperadamente ir a Giverny, região onde morou o pintor Claude Monet, meu preferido. Acho que terei um treco quando espiar de perto os cenários que inspiraram meus quadros favoritos. Marido já está levando um calmente na mochila por precaução.

giverny

Nem quero imaginar como deve ser ver isso de tão pertinho.

Rouen, Giverny, Notre Dame e passeio no Sena feitos, vamos de novo fazer um lanchinho aos pés da Torre Eiffel, vamos de novo ao Louvre, vamos nos esbaldar em crepes de Nutella, vamos ao Jardim de Luxemburgo, que me encantou. Do roteiro do ano passado ficará de fora apenas rever Versailles, que é um passeio lindo, de um dia todo, bem cansativo. Mas também dura um dia e é igualmente cansativa a EuroDisney. Mas para essa eu arrumo fôlego extra, até porque em 2012 não consegui tirar foto com meu personagem preferido. Donald, eu te amo!

donald

PS: já contei para vocês a história do meu primeiro encontro com o Donald? Em 2000 e picos, na Disney de Los Angeles, eu passei metade do dia procurando por ele. Lá pelas 16h45 (às 17h os personagens param de circular pelo parque) eu avistei o pato. Saí gritando, berrando, furei a fila e me abracei nele chorando. Dizia soluçando: “I’m from Brazil and I love you. I love you more than I love Mickey”. 

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O fiasco foi tão grande que as pessoas que estavam comigo não tiraram fotos. Ficou essa aí, com o Mickey (sempre esse metido) de recordação. Ai, olha eu aí com meus 20 e poucos anos…

Eu saio em férias, mas a Bárbara chega hoje e retoma os Just Married e todas as casamentices do blog. Eu também vou postar lá de Paris alguma coisa que eu ache que vocês podem gostar. Me acompanhem no FB (tem que curtir a página para receber atualizações) e no Instagram (lá sou @gabichanas).

Torçam para o Donald me receber. Eu juro que dessa vez serei mais contida e não farei ninguém passar vergonha.

Docinhos glamourosos da Grida para arrematar o dia

14 de agosto de 2013 0

Passei muito frio na quarta-feira, mas pelo menos o meu dia terminou com um certo glamour. Quase indo embora, recebi uma caixinha com docinhos lindos da Confeita.

doces

A Confeita é uma nova empreitada da Grida Cavalli, que faz doces que eu já provei e adorei. Fiquei bem feliz em saber que ela está de negócio novo em parceria com a Mimi Malabarba.

Como uma boa menina, dividi a caixinha com as gurias da redação e todo mundo ficou encantado com o visual caprichado e chique dos doces. Aham! Doce com brilho me representa demais! Olha que amor os dois modelos abaixo. Têm cara de doce de chá de panela, de festinha de menina de formatura de mulher.

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Desejo todo sucesso do mundo para as gurias. Ô, Grida, tu ainda fazes cupcakes? Aqueles teus eram uma perdição, viu? 

PS: encontre o cachorro na primeira foto. He he he.

Lea Michele partiu o meu coração

12 de agosto de 2013 31

Há um tempo atrás vi no programa da Oprah Winfrey aquela mulher que escreveu o livro O Segredo. Ela contava como o pensamento positivo ajuda a fazer coisas boas acontecerem na tua vida. Achei algumas teses meio exageradas, mas gostei de uma teoria que chamei de “lei do dia seguinte”. A autora contava que quando a gente vai dormir pensando coisas boas, acorda mais condicionada a fazê-las acontecer. Faz sentido, não faz? Desde aquela época eu comecei a tentar mentalizar coisas bacanas antes de pegar no sono. E dei especial atenção para isso nos domingos, numa tentativa filosófica de inspirar uma boa semana. Um passo importante foi cortar das minhas noites de domingo filmes sobre tragédia, tentar evitar as reportagens mais pesadas do Fantástico e até escolher leituras mais leves.

Todo esse trelelê explica porque ontem à noite eu fiquei assistindo o Teen Choice Awards,  prêmio de música, cinema e tevê que adolescentes dão para os famosos. É promovido pelo canal Boomerang, programa bem levinho, cheio de moças bem vestidas, musiquinhas adolescentes e piadinhas.

Estava bem bela assistindo, debaixo das cobertas e alisando o Dunga, quando aparece a Lea Michele.

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Imagens: Jason Merrit / AFP

Meu coração apertou na hora. Creio que vocês sabem o que aconteceu com essa moça recentemente. Rápida atualização para quem está por fora: a Lea faz parte de um seriado chamado Glee, que eu e meu espírito adolescente adoramos. Ela namorava o ator Cory Monteith, que fazia parzinho romântico com ela no programa. Há um mês ele morreu vítima de overdose. Os dois eram um casalzinho apaixonado, um dos mais bonitos da tevê. Ela andava quieta, sem aparecer (o que é totalmente compreensível), mas foi ao Teen Choice para receber o prêmio de melhor atriz de comédia em séries.

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A Lea fez um discurso emocionado, segurando o choro o tempo todo. Agradeceu o prêmio, dedicou aos fãs e agradeceu a eles todo o apoio nesse momento complicado da vida dela. Falou sobre o talento do Cory e da certeza de que ele tocou a vida de muita gente.

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No peito, o colar com o nome do namorado. Na série, a Rachel (personagem da Lea) usava um parecido com o nome Finn (personagem do Cory). Desde que começaram a namorar, há pouco mais de um ano, ela mandou fazer esse aí.

O discurso da Lea Michele destruiu com a minha noite leve. Fui dormir pensando que se é difícil lidar com a perda de alguém, deve ser triplamente complicado fazer isso em público. Mas fui mudando a minha percepção da coisa aos pouquinhos ao pensar nas notícias que li ao longo das últimas semanas sobre a atriz. Quando o namorado – e, junto com ela, um dos atores principais do show – morreu, os produtores cogitaram cancelar a série. Li que foram consultar a Lea sobre o que fazer. Ela teria ficado mais preocupada com as mais de quinhentas pessoas que perderiam o emprego com o fim de Glee do que com a sua dor. Não só deu carta branca para continuar como já está gravando novos episódios.

Buenas, vou começar a minha semana não com aperto no coração, mas com uma esperança de que há luz no fim do túnel mesmo nos piores momentos. Existem formas e formas de lidar com situações ruins. Resta torcer para que a gente tenha força para encontrar o bom no meio da dor.

Boa semana para todo mundo! E que, se aparecer algum perrengue, a gente consiga lidar com graça e muito amor no coração.

Teste para fãs de Friends: em que cena esses objetos foram usados?

08 de agosto de 2013 14

Montes de hashis, famosos palitinhos de comer comida japonesa, foram usados em uma cena clássica do seriado Friends. Sabe em qual foi? Deixe sua resposta aqui nos comentários. Uma dica: hummm, vamos ver…Joey teve muito a ver com a coisa!

Mais desafios nos links abaixo:

O que esse senhor tem a ver com Friends?

Que comercial Marcel fez?

Esse gato lembra o quê?

Para os fanáticos pela série, mais dois links que podem curtir bastante:

Onde comprar itens da série para decorar a casa

Dançar The Routine no casamento? Eu dancei! E tenho vídeo para provar!

Pesquisa mostra as idades em que somos mais e menos felizes

05 de agosto de 2013 12

Martin Landau, aquele ator querido, com cara de vô faceiro, acaba de se tornar um cara mais contente. Ele completou 85 anos em junho, e segundo um novo estudo, essa é a idade em que somos mais felizes.

Tô velhinho, mas tô feliz!

Essa tal pesquisa é fantástica! Feita nos Estados Unidos ouvindo mais de 340 mil pessoas (uau!), mostrou que a gente vai ficando mais feliz conforme a idade vai avançando. Chegando nos 85, está explodindo! Mas tem uma pegadinha nesses dados. Os entrevistados disseram que começaram a se sentir mais felizes a partir dos 18 anos. Aí o cenário foi mudando ano a ano e a felicidade foi caindo, caindo, caindo. A guinada aparece na fala de quem tem 50 anos para cima. A partir dos 50 a galera começou a se declarar feliz com mais frequência. E os estudiosos perceberam que a partir daí os níveis de satisfação com a vida só aumentavam.

Pegou o esquema? Felizão aos 18, aí vai caindo, caindo, caindo. Mudança aos 50 e vai subindo, subindo, subindo até alcançar faceirice plena aos 85.

Li isso pela manhã e não paro de pensar no assunto, muito porque acredito que a pesquisa traduz a mais pura realidade. Ainda não cheguei aos 50, mas olhando a minha vida dos 18 até os atuais 35, percebo que já fui mais feliz. Não que hoje eu seja triste, mas neste ponto da vida eu me cobro constantemente. E como nem sempre a gente consegue cumprir todas as metas que se impõe, fica com aquele sentimento de frustração e acaba baixando a bola.

Um amigo com quem eu comentei a pesquisa disse que quem tem 85 tem mais é que ser feliz porque está no lucro de estar vivo. Será? Sabe que eu acho que não? Para mim, tem motivo para a felicidade ir aumentando a partir dos 50. A pessoa já deve saber do que é capaz, não deve se perder em ilusões. Esses erros e acertos que  a gente comete entre os 20 e os 30 já mostraram seus resultados. Depois dos 50 a gente colhe o que plantou. E se plantou o bem, deverá estar colhendo frutos bem doces.

Apesar da minha felicidade extrema aos 18 (faculdade, emprego, amores, festas, viagens, amigos) e dos tropeços normais que a vida me presenteou na casa dos 20, 30, acho que nunca estive tão feliz quanto agora. É uma felicidade diferente daquela dos 18. Parece ser mais constante, sem tantos picos. Pensando por este lado, não vejo a hora de chegar nos meus 50.

Ainda mais se eu conseguir chegar lá linda como a Vanessa Williams, que tem 50 e está mais linda do que nunca!

Candy Crush: qual o nível mais nervoso do jogo?

31 de julho de 2013 119

A pessoa faz matérias sobre assuntos sérios e de interesse social e um ou outro comentam. Daí escreve um artigo no jornal assumindo ser viciada em Candy Crush e todo mundo vem puxar papo. Esse mundo tá perdido, viu?

Essa aí é a capa do ZH Digital da Zero Hora de hoje. O Marcelo Sarkis, editor, fez uma matéria bem bacana sobre o joguinho. Sabendo que eu sou fanática, me convidou para escrever um depoimento. Caso alguém aí não tenha passado os olhos no jornal hoje, está aqui neste link o meu relato.

Contei – e é verdade – que andei comprando uns pirulitos e umas jogadas extras para passar de nível e que quando vi já tinha gastado mais pilas do que imaginava. Agora não compro mais nada. Passo de nível contando com as minhas habilidades – quase inexistentes – e falando com o iPad. Fica a dica: conversar com o jogo é uma beleza. Eu embarquei numas de “mas se eu mexer esse aqui, a mentinha verde desce e eu faço um doce listrado azul do outro lado. Rá!”.

A todos que me mandaram recados de solidariedade no Instagram, no Twitter e no Facebook: estamos juntos. Já soube que a vida é mole ali no nível 70 e poucos, onde estou no momento, que depois do 100 é de chorar no cantinho e que passando do 200 a coisa fica digna de pedir internação. Obrigada pelos avisos!

Uma curiosidade: eu detesto monstruosamente os níveis que mandam trazer ingredientes para a base, mas nada pode ser pior que aqueles chocolates que crescem do nada.  E vocês? Qual nível mais enervante do joguinho? Quando deixar o comentário, avisa em que nível está para irmos trocando conselhos coloridos.

Fifth Harmony e outros que perdem, mas ganham no final

15 de julho de 2013 6

Confesso: adoro reality show de música. Assisto religiosamente as temporadas de American Idol e The X Factor (ainda não me apeguei ao The Voice), aposto com o marido quem vai ganhar e fico de beiço quando meus preferidos não vão para a final. Ainda não me recuperei da injustiça danada que foi a eliminação da Pia Toscano em 2011 no American Idol, mas estou melhorando. Pelo menos já consegui terminar com o boicote que fiz até o final daquela temporada.

Linda e cantava como um anjo. Foi eliminada porque as pessoas acharam que ela estava garantida na final e nem se importaram em pegar o telefone e votar na moça. Tadinha. A cena da eliminação foi um choque. Gabrielis da vida quase enfartaram.

Na mesma intensidade que fico furiosa quando meu preferido não ganha, fico feliz quando quem eu gosto não ganha, mas faz mais sucesso que o vencedor. Tipo as gurias do Fifth Harmony, que ficaram em terceiro no The X Factor do ano passado.

A Ally, a baixinha da direita, era minha preferida desde os testes. Mas todas elas são fofas!

Além do grupinho de gurias, eu gostava da Carly Rose Sonenclar, a menininha de 13 anos que todo mundo tinha certeza que merecia ganhar. Todo mundo menos o público americano, que votou no Tate Stevens.

Eu gosto de música country. Eu simpatizei com o Tate. Mas perto da Carly Rose ele era cantor de chuveiro.

A Carly ficou em segundo, em outra daquelas eliminações que me deixaram furiosa, xingando a tevê e até assustando o meu marido.

Mas como nem sempre quem ganha se dá melhor na vida, a Carly está fazendo sucesso, o Fifth Harmony idem e o Tate Stevens anda meio esquecido. Me sinto vingada.

Hoje saiu o primeiro clipe das meninas do FH. É musiquinha de adolescente, aquela coisa, mas elas estão faceiras, bonitinhas e bem encaminhadas. Foram contratadas pela gravadora do L.A. Reid e têm a carreira gerenciada pelo Simon Cowell. Toma, Tate!

Só não curti que a Ally canta pouco nesse vídeo. Melhora isso, Simon, ou eu faço boicote de novo!

Bolo de Kit Kat para Isabelli Fontana, que não tem pochete

11 de julho de 2013 5

Hoje eu compensei umas horas trabalhadas a mais na semana e saí mais cedo do trabalho. Cheguei em casa e dei de cara com o marido trabalhando na sala, bem pimpão. Tinha esquecido que, em função da greve, a empresa dele tinha pedido para o pessoal trabalhar em home office.

Quem curte isso é o Dunga. Não dá para abrir um notebook na frente dele que o rapaz põe as patas para a frente e tenta digitar. Um prodígio esse cusco, gente!

Com o marido em casa, aproveitei e pedi para ele fazer seu famoso negrinho (brigadeiro, para quem não é do RS) para animar a minha tarde. E ele fez. Escrevo este post com uma travessa de doce quente do meu lado. Não, não dá dor de barriga! Isso é lenda urbana. Também nunca me deu dor de barriga comer massa crua de bolo e também nunca morri tomando leite depois de comer melancia. Mas sei lá, vai que eu sou caso a parte, né?

Onde eu quero chegar: estou comendo meu negrinho e pensando que ele vai parar na minha pochete (a camadinha de gordura da barriga). Acesso os e-mails do trabalho (capricorniano que é capricorniano sai cedo da firma, mas segue trabahando em casa, né?) e entre um spam aqui e outro e-mail engraçadinho da Melina ali, caio nesse da AgNews, agência de fotos que a gente assina no jornal. O título:

“Acompanhada da Avó, Isabelii Fontana recebe festa surpresa de seu aniversário que aconteceu no último dia 4 na feira Francal 2013 no Anhembi em São Paulo.”

Já conheço bem a cara – linda – da Isabelli Fontana, então abri o e-mail para conhecer a vozinha dela. E olha que fofa a senhora, gente!

Adoro criança, mas tenho paixão por gente mais velha!

Segui olhando as fotos e reparei no bolinho de aniversário que prepararam para a Isabelli. As barrinhas do lado são todas de Kit Kat. Esse bolo aí está para aniversários assim como o naked cake está para casamentos atualmente.

Fiquei pensando que, para manter esse corpinho muso, a Isabelli iria só posar com o bolo. Não tem jeito dela dar uma garfada nesse monte de calorias travestido de doce.

Come a senhora, vó. Eu preciso manter a compostura e o manequim 36.

Vocês querem um pedaço? Eu corto!

Mas olha, eu não tenho pochete! Posso me dar o luxo de comer uma fatia pra lhe acompanhar, vó.

Gabi, essa é pra ti!

Daquelas injustiças da vida, né? Como dizia uma amiga minha, “no dia que dormir emagrecer eu tô assinando com a Ford Models”.

Servidas de negrinho caseiro? O segredo do feito pelo Marcelo é não deixar endurecer demais na panela. Depois que esfria um pouquinho ele fica com aquela consistência puxada. Melhor que eu, que deixo ficar duro demais e depois nem consigo comer correndo risco de quebrar os dentes.

PS: falando em brigadeiro e em Kit Kat, já pensou num brigadeiro de Kit Kat? Existe e é batizado com o meu nome. Tem para vender na Brig’s Atelier de Brigadeiro, aqui em Porto Alegre. Pede o Brig’s da Gabi que vão te entregar um docinho de massa bem puxadinha e com pedaços de Kit Kat dentro. Só assim para ganhar da obra do meu marido!

Tem nome difícil? Estamos juntos!

11 de julho de 2013 138

Simpatizo muito com as Carolines, Cátias, Adriannes, Giulias, Kellens e todo mundo que tem um nome diferente. Ter um nome difícil de soletrar é um desafio diário. Eu não recebo vários dos e-mails que são enviados para mim (o remetente manda para gabriela.chanas@…), passo vergonha apresentando programa no rádio (o entrevistado diz “bom dia, Grazieli”) e em bares recebo comandas com as variações mais esquisitas de Gabrieli (já escreveram Ellen, por exemplo).

Estava aqui cavocando minhas fotos do Facebook e encontrei provas de que o dilema me acompanha desde pequena. Mas é desde pequena mesmo, tipo desde o dia em que eu nasci.

Essa foi a minha lembrancinha de nascimento. A minha própria mãe preencheu o meu nome errado, com o L dobrado. Até tenho que perguntar para a mãe se o plano original era Gabrielli e o pai errou na hora de registrar. Reparem no detalhe no pé do cartão. A minha irmã tinha 8 anos quando eu nasci e ficou meio enciumada. Furiosa por não ter sido incluída na assinatura, ela pegou a caneta e acrescentou um “e familha”, com LH. Ai, Claudya, tu me mata de rir, mulher!

A saga do nome errado me perseguiu toda a infância. Essa aí é uma carteirinha de um clube de Gravataí. Curiosamente, foi meu pai que fez o registro. Eu tô começando a achar que ele é o culpado de tudo. Oh my, meu próprio pai não sabe o meu nome! Deve ser por isso que ele só me chama de “Fofa” e “Xaropão”.

Nos meus tempos de professora, tive que abdicar de vez do Gabrieli. A piazada não entendia. Essa cartinha aí foi escrita por um dos meus alunos quando pedi demissão da escola onde trabalhava, depois de quatro anos ensinando de 1ª a 4ª série. Saí para fazer estágios em Jornalismo, logo que comecei a fazer faculdade. Queridos os meus alunos, né? Que saudade desse tempo!

Por viver soletrando meu nome, tenho certeza que elegerei para a minha filha um nome bem fácil de escrever. Se bem que, nos dias de hoje, isso não é garantia de nada. A minha amiga Jeane, que sempre sofreu respondendo “é com G ou com J?”, batizou a filhota de Ana. Assim, bem simples, para ninguém incomodar a menina. Eis que um dia, fazendo a fichinha no pediatra…

– E qual o nome da criança?

– É Ana.

- Ana com dois N?