Pular a barra do clicRBS e ir direto para o cabeçalho.

Posts com a tag "Pet"

SweetPet: o ensaio de aniversário do Dunga

19 de março de 2014 20

Há umas semanas, mostrei umas fotos de bastidores de um ensaio fotográfico que eu e o Dungão estávamos fazendo lá em casa. Nosso dog está completando um ano com a gente e queríamos muito umas fotos dele relaxadão, tranquilo e faceiro. Quando a Andréa Graizamiga querida e fotógrafa excepcional, me contou que estava fazendo ensaios com pets, pulei da cadeira com olhos arregalados de interesse. E curti muito quando ela me explicou o que era o ensaio Sweet Pet: o fotógrafo vai na casa do cliente e clica momentos bem íntimos. Sem cena, coisa posada demais. A ideia é registrar como é o dia a dia do pessoal da casa com seu dogão. Perfeito! Encomendei um para celebrar o primeiro ano do cara com a gente. O marido estava escalando na manhã do ensaio e não pode participar. Agora está com inveja das fotos lindonas que a gente fez. Divido com vocês!

26-dungaensaio

Dunga com a almofada que ganhou de presente por imposição. Ele morde ela sem parar e fica furioso se tiramos de cima do sofá.

37-dungaensaio

Tenho um cantinho de casa com várias almofadas de filmes que amamos. Costumo deitar ali (no chão mesmo, bem doida) de vez em quando para ler. Ele sempre vem e deita na minha barriga. A leitura acaba em 3, 2, 1, né?

35-dungaensaio

Oi, gente!

27-dungaensaio

Esse é o porta-chaves que fica do lado da porta de casa. Compramos numa lojinha charmosa de artigos para casa no Bercy Village, shopping a céu aberto no querido bairro Bercy, em Paris. A coleira do Dungão fica pendurada ali esperando a hora do passeio.

19-dungaensaio

A gente não consegue sentar no computador sem o cara pular no colo. E às vezes ele sobe em cima da mesa e fica apertando as teclas do notebook. Esses dias, deu enter e mandou um mail que eu ainda estava escrevendo. Como explicar que foi o cachorro que mandou?

25-dungaensaio

Acho que ele quer um computador para ele.

86-dungaensaio

Posando com a almofada que ganhou de presente da leitora Vivi e do seu cachorrinho Bento.

48-dungaensaio

O Pato Roxo (melhor amigo do Dunga) foi presente da amiga Ana Guerra. Está todo detonado, mas ainda se presta a voar pela casa e ser apanhado no ar.

46-dungaensaio

Pata com pata :)

88-dungaensaio

Tomando água num intervalo das fotos. O tapetinho também veio de Paris. De vez em quando o Dunga se recusa a comer no pote e só pega a ração se colocarmos direto em cima do tapete amarelinho. Sei lá, vai ver que é mania. Hoje de manhã, por exemplo, foi assim. 

81-dungaensaio

Vendo tevê com mamis. Como eu e o marido, Dunga adora os filmes do Jason Bourne. 

90-dungaensaio

Um ano de lencinhos! Guardamos todos os lenços que o Dunga usou desde que chegou lá em casa. Ele sempre vem com um diferente do banho. Vou pedir para a minha sogra costurar todos e fazer uma cobertinha comemorativa para ele. 

58-dungaensaio

Ele amou o barulho do flash da câmera da Déa. 

60-dungaensaio

61-dungaensaio

56-dungaensaio

Closes na cara fofa.

92-dungaensaio

Cachorro colorado tem que ter coleira bacana. Essa é banhada a ouro, usada apenas em compromissos formais (hehehe). Comprei na Pet Spa, no BarraShoppingSul. Tem do Grêmio também, viu?

83-dungaensaio

Essa plaquinha foi presente de aniversário da minha mana para mim. Ainda não decidimos onde pendurar.

9-dungaensaio

Vampirando para as lentes.

11-dungaensaio

Focinho com focinho.

20-dungaensaio

Linguarudo.

32-dungaensaio

Linguarudo II.

79-dungaensaio

Abraçadinhos <3

40-dungaensaio

Meu velho amado. 

Abaixo, mais algumas fotos do ensaio. Recebi o material ontem e fiz um fiasco de faceirice na redação. Flagra de um belo “olha, gurias, como ficou lindo!”.

foto8

O que eu mostro para a Thamis e para a Carol é a caixa onde veio o álbum e o CD de fotos. A Déa me entregou algumas fotos impressas num fotolivro e o CD com todas as imagens em alta resolução, para a gente imprimir e colocar no porta-retrato.

foto9

Aqui a caixa abertinha, com o fotolivro e o case do CD (esse quadradinho, embaixo).

foto1

Encerro com o momento de “Déa, eu sabia que ia ficar lindo, mas ficou mil vezes melhor do que eu imaginava!”

Amei muito e só tenho obrigadas para a fofa Andréa Graiz. Dunga é metido a modelete, mas ter uma pessoa tão calma fez com que ele repetisse as mesmas coisas que faz em casa quando estamos sozinhos. Se acostumou facinho com fotógrafa e com os flashes. Se alguém quiser cotar valor de ensaio e datas para fazer com seu pet, o mail da Andréa é o andrea@andreagraiz.com.br. Não foi caro e valeu bem a pena!

E o aparelho que faz com que donos e cachorros conversem à distância, hein?

15 de janeiro de 2014 3

Quando adotamos o Dunga eu contei aqui no blog o passo a passo para instalar uma câmera em casa e vigiar o que o dogão faz na sua ausência. Bichinho novo, recém-adotado, nada acostumado com o apê: justificou a gente querer ver se ele destruía tudo ou se era um bom menino. Usamos a câmera mais ou menos um mês e descobrimos que o Dunga, sempre que ficava sozinho, só dormia. Raramente dava umas desarrumadas na cama dele, virando o bundão para a câmera.

bunda

Cata o tamanho do traseiro.

Já estava me achando extremamente tecnológica com minha câmera de notebook virada para o cachorro quando o pessoal começou a me contar sobre outras iniciativas bem mais poderosas para vigiar os pets. A última que eu conheci foi o PetChatz, que está em fase de pré-venda nos Estados Unidos. Por US$ 349 você pode comprar um aparelhinho que…bom, fotos demonstram melhor que palavras.

4

O aparelhinho é esse aí preso na parede. Tem uma tela de vídeo e um compartimento secreto lotado de ração ou biscoitos para o dog. É reforçado, à prova de cachorros doidões.

3

O fabricante recomenda instalar o aparelho perto de locais onde o cachorro costuma ficar ou passar com frequência. Tipo pertinho dos potes de comida.

Aí você está no trabalho cheia de coisas para fazer, mas se sentindo super com saudade do gato ou do cachorro. Faz o que? Liga para o  PetChatz através do smartphone ou computador. Em casa, vai tocar um barulhinho que vai instigar o dog a ir ver o que está acontecendo. Quando ele chegar na frente do aparelho, um sensor de presença detecta que o animal está ali e “atende a ligação”. Dono e bichinho passam a se ver e podem “conversar” com áudio e vídeo.

dunga

Oi, mãe. Tava aqui de boa lendo a sua coluna no jornal.

Mas tem mais: se o dono quiser liberar um petisquinho para o amigo, aperta num botão do aplicativo do PetChatz e o aparelho libera a quantidade programada previamente.

rei

Libera uns bons drinks aí, mãe!

Bacana, mas meio assustador, né? No site da marca tem detalhes sobre a tal da pré-venda e do funcionamento. E para quem se perdeu no meio da explicação maluca sobre essa tecnologia inesperada, o vídeo abaixo repassa o passo a passo do aparelhinho.

dun

Por favor, instalem na frente do sofá para eu poder atender deitado. Grato.  

:: Mais posts sobre pets

E não é que cachorro também tem autoestima?

10 de janeiro de 2014 2

Já tinha lido alguns estudos que contavam que ter um cachorro em casa ajudava a dar uma levantada na moral do dono. Teria a ver com aquela coisa de ter companhia, de se sentir amado pelo bichinho, da troca descompromissada de amor. Agora, a história de cachorro também ter autoestima eu descobri há pouco.

Há uns meses, a minha mana mandou tosar o Mickey (Mickeyzão, para os íntimos), um vira-latas com pinta de Lassie que mora desde filhote com a família.

lassie_ver3

Traduzindo para quem tem menos de 30 anos: Lassie era esse cachorro da foto, estrela peludíssima de um filme que eu vi umas mil vezes na Sessão da Tarde.

O Mickey era a versão SRD da Lassie, peludo e faceiro, mas se enredou numas folhas e ficou todo emaranhado. A solução foi mandar para a pet para dar uma aparada. Quando voltou, o cachorro era outro. Parecia que, no melhor estilo Sansão, tinha perdido as forças e a vontade de viver sem o seu pelo longo. E não adiantava explicar que era para o bem dele: Mickey entrou numa deprê danada e na base de muito carinho é que foi saindo dela aos poucos.

Foi nessa época que me contaram que o cachorro se sente, sim, meio perdido quando ganha um “corte de cabelo” drástico. Eles ficam deprimidos e o dono tem que se puxar para elogiar, chamar de lindão, ir restabelecendo a confiança do bicho. Mais ou menos o que o marido faz quando a gente chega do salão em full mode deprê porque detestou o novo cabelo.

miley

Possibilidades de discurso nessa hora:

1. Não fica triste, vai crescer!
2. Tá linda, eu juro!
3. Nem ficou tão ruim.
4. Sério, você cortou? Nem dá para perceber!
5. Meu amor, vamos pro shopping fazer umas compras e tu esquece dessa deprê.

Voltei a escutar o papo da autoestima canina ontem, quando finalmente levamos o Dunga para a tosa. De bola peluda, barbudo, despenteado e mucho loco...

dunga before

Sábado passado dando um rolê no parque.

… Dunga voltou mais asseado, com a barbicha sob controle, peito aparadinho para afastar o calor e aparentemente mais aliviado.

Dunga after

Desculpa pela foto ruim. Tirei contra luz e agora que vi que não se enxerga super bem o tamanho do pelo. 

Dunga não demonstrou sinais de estar #xatiado com a mudança, mas por via das dúvidas estou elogiando ele mais do que nunca. Foi conselho que recebi de um monte de gente ontem via redes sociais. Não custa nada, né? Elogiar meu amado realmente não é esforço algum.

:: Mais posts sobre pets

Réveillon x pet: dicas para quem vai deixar o cachorro sozinho em casa hoje à noite

31 de dezembro de 2013 2

Réveillon não é época de festa para pets. O medo dos fogos de artifício faz com que se assustem e acabem fugindo, destruindo móveis ou se machucando seriamente. Se tiver festa marcada longe de casa no dia 31 e não puder levar o amigo, dê atenção especial às dicas da veterinária Ceres Faraco, da Comissão de Animais de Companhia do  Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Saúde Animal.

:: Não deixe o animal amarrado com coleira. Assustado, ele pode tentar fugir e acabar se enforcando com ela.

:: Se tiver mais de um cão, evite deixá-los juntos. O barulho alto dos fogos apavora, altera o comportamento e leva a brigas.

:: Acomode o pet em lugar onde possa se sentir seguro, com iluminação suave e, se possível, um rádio ligado com música não muito alta. Não deixe o animal num cômodo com portas de vidro ou cheio de objetos que podem quebrar em momentos de agitação.

:: Prenda na coleira uma plaquinha com dados de identificação dos donos. Se o cachorro fugir – e até os mais quietinhos podem se assustar a ponto de escapar –, será mais fácil encontrá-lo depois.

ver

Outra dica, essa uma que ouvi da veterinária do Dunga: com toda boa vontade, na hora dos fogos a gente costuma pegar o bicho no colo, falar mansinho, passar a mão na cabeça. O pequeno entende, com esse gesto delicado, que estamos concordando com o comportamento assustado dele, afinal estamos agindo da mesma forma que agimos quando ele come toda ração, faz pipi no lugar certo, nos faz um agradinho. O negócio é acompanhar o cachorro, mas tentar desviar a atenção dele do barulho. Vale propor uma brincadeira, agir como se não fosse o fim do mundo (para a gente não é, mas para eles parece).

Tendo aqui em casa o cachorro candidato a mais assustado do mundo, prevemos uma virada de ano tensa. Será nossa primeira com o Dunguinha e vamos tentar ajustar o comportamento para acostumar o dogão.

Dog school: aulas para acabar com o estresse do cachorro

10 de dezembro de 2013 42

O Cléo Kuhn e o meu aplicativo de celular dizem que chove hoje em Porto Alegre (o Cléo diz que é chuvinha, o app do Weather Channel promete tempestades). Apesar de estar escrevendo vendo um solão lá fora, não me arrisquei: ontem à noite, acionei o EDE: Esquema Dunga de Emergência. Meu pobre dogão tem um pavor absurdo de chuvas e acionando o esquema eu garanto que tenha alguém em casa com ele na hora em que o bicho pega. O bicho, nesse caso, a chuva e o vento.

O fato é que, depois de oito meses com o Dunga morando aqui em casa, chegamos à conclusão que ele é um cachorro muito, muito, muito nervoso. Se chove, treme e se esconde atrás da porta do banheiro. Se está comendo e alguém fala mais alto ou faz um barulho (mesmo que longe dele), para o que está fazendo e se esconde. Se pegamos ele no colo para colocar em cima da cama ou se enrosca sem querer a pata na coleira, grita como se estivesse sendo torturado. E é um grito daqueles tão estridentes que quase te deixam surda. O mesmo grito que ele dá durante absolutamente todo o tempo do banho na pet shop (e olha que o pessoal é todo gentil com o rapaz).

O nervosismo extremo do Dunga pode ser fruto de abusos que sofreu antes de ser adotado pela gente (aqui tem a história de como o pequeno veio parar aqui), pode ser de nascença, mas o motivo  está em segundo plano. O que é necessário fazer agora é amenizar esse sofrimento. O calorão está vindo com tudo e não podemos tosar o Dunga. A veterinária da Cusco Amigo, onde ele “se consulta”, tem muito medo do que ele pode fazer ao ver a maquininha da tosa. Também tem dúvidas se vale a pena sedar o rapaz. Se ele fica nervoso normalmente, imagina estando meio bobo e vendo alguém vir para cima dele com a máquina. Pode ter até um ataque cardíaco (aí é avaliação mais minha do que da profissional).

Dunguinha já está tomando florais (se chama Anizen, é em spray e eu acho que dá resultado, sim), mas precisa de algumas dicas de comportamento. Melhor: eu e o Marcelo precisamos de dicas de comportamento. Como diz o Cesar Millan, o famoso treinador de cães dos programas de tevê…

Captura de Tela 2013-12-10 às 07.59.56

“Eu reabilito cachorros e treino pessoas”. Tóin!

Uma dica que o Gustavo, proprietário da pet shop, já me deu, é passar a fazer carinho com mais “vontade” no Dunga. Eu passo a mão nele bem de leve, acariciando o pelo. Daí ele entende que qualquer toque mais forte que isso é uma agressão. Ontem já afofei ele com mais vontade e finalmente entendi aquelas pessoas que dão uns abraços meio quebra costelas nos seus cachorros. Não entendia como os bichos podiam gostar tanto. Tá explicado.

Se César Millan é caro demais para a gente, vamos cotar quanto custa umas aulinhas de educação canina com outras pessoas. Li com atenção a matéria que a Ana Karina Giacomelli fez para o Donna sobre o Roberto Mayer, gaúcho que estudou com o César e dá cursinho para donos de cachorros. Dá dicas para acalmar o bicho, fazer obedecer comandos, todas aquelas coisas que a gente tenta fazer em casa e se dá mal. Bora mandar um e-mail (assessoria@robertomayer.com.br) para ele.

15890316

Ó o Cesar com o Roberto. Não deixa de ler a matéria que eu indiquei acima e postei link. O Roberto reabilitou uma das cadelas da Gisele Bündchen!

Também vou consultar o Maurício Mignot van der Lann. Peguei um folheto explicando o trabalho dele e achei a filosofia interessante. Dá “aulas” no apartamento da pessoa, em praças ou parques ou na rua. No tal folheto ele diz: “Através da psicologia animal e da prática de exercícios e técnicas simples, é possível reestabelecer a boa saúde do animal e a harmonia no convívio social, justificadas pela falta de conhecimento dos sinais e das necessidades dos animais por parte de seus donos”.  Verdade, verdade. Eu não entendo os sinais que o Dunga me dá. E-mail de orçamento saindo para ele: mauriciomignot@gmail.com.

I Am Not Sure

Dunga está achando que escola para cachorro é mais ou menos assim.

Também quero consultar um profissional indicado por uma querida leitora no último encontrinho de noivas. Vou catar telefone e e-mail dele na mensagem que ela me mandou no FB e postar aqui.

Já achei que era frescura, que era desnecessário, mas quem convive com meu Dunga sabe que o grau de ansiedade no qual ele vive é monstruoso. Tem todo nosso amor, todo nosso carinho, mas é acuado, nervoso. Pelo menos não mais com a gente, como era logo que chegou. Hoje, comigo e com o marido, é todo amor e fofura. Em 90% do tempo é o melhor cachorro do planeta. Mas como amamos muito o pequeno, queremos livrá-lo de seus 10% de sofrimento.

Uma grande ironia essa vida é. Adotei um cão como recomendação médica para reduzir o estresse. E peguei justamente um cachorro estressado.

chuva

Eu te ajudo e tu me ajuda, velho! Fechado?

:: Mais sobre pets:

Dicas para cachorros que têm medo de chuva

Outros posts sobre animais

Sósias do Dunga: Baxter, o cão mais querido da internet

02 de dezembro de 2013 0

A leitora Tairine me mandou a dica agora de manhã: olhar o perfil de Instagram de um rapaz chamado Gerrard Gethings. Ele é fotógrafo, mora no Reino Unido e é especialista em fotos de cachorros. Espia abaixo algumas pérolas postadas no site dele.

4

3

2

1

Fofos, né? Mas nenhum dos bonitos acima entra na categoria de sósias do meu Dunga. Ahá, mas o Baxter, cachorro do Gerrard, entra sim.

6

Esse é o Baxter posando na praia.

dunga

E esse é o Dunga neste fim de semana intrigado com a montagem da árvore de Natal. 

Se a beleza do Baxter e o trabalho do Gerrard já eram motivo para seguir o fotógrafo no Instagram (@gezgethings), a chegada do novo membro da família vai fazer vocês morrerem de amores.

5

Esse é o Jarvis. Ele tem dois meses e é super amigo do Baxter. Depois do nascimento do filho, o Gerrard passou a postar fotos da dupla. Pronto: ganhou legião de apaixonados pelas imagens.

7

8

9

10

Todo mundo seguindo tipo agora, né? Muito, mas muito amor!

Sósias do Dunga: Lisa

13 de novembro de 2013 8

sosia

A Lisa ganhou esse nome por causa da irmã do Bart no desenho dos Simpsons. Ela mora com a Alexandra e é a minha cara! Tem dois anos, assim como eu, também foi adotada. É uma mistura de Pinscher com Lhasa Apso. Se não tiver namorado, estou me candidatando. Posso cortejar, Alexandra?

:: Mais sósias meus espalhados pelo mundo

:: Mais posts sobre euzinho

assinatura Dunga copy

Cachorros e medo de chuva: tem como dar um jeito nisso

12 de novembro de 2013 9

3

Hoje é dia de desentocar o cachorro de casa. Dunga passou a segunda-feira inteira com o focinho enterrado no meio de dois travesseiros (mostrei o vídeo ontem), fez mimimi para comer e, de jeito nenhum, queria descer para fazer xixi e cocô. É assim todo dia que chove e desde que veio morar aqui em casa, há 7 meses (aqui tem a história da adoção do pequeno). Ficamos morrendo de pena e fazemos o possível para minimizar o sofrimento dele. A carinha de assustado é de partir o coração. Eu e o marido criamos várias teorias sobre o que faria ele ser tão amedrontado. Lembramos de um papo que diz que o ouvidinho do cachorro é mais sensível e que dói com o som do vento forte. Também estudamos a possibilidade do Dunga ser meio traumatizado por passar dias ao relento quando ainda morava na rua.

Captura de Tela 2013-11-12 às 08.53.06

Nem a almofada que ganhei da Viviane e do Bento me acalma.

Como ontem a chuva e o medo do cachorro passaram dos limites, liguei para pet shop onde levamos o Dunguinha e perguntei se a veterinária de lá não daria uma entrevista para o bloguinho. Descobri, relatando a história do Dunga no Facebook e por aqui, que muitos de vocês também têm criaturinhas nervosas em casa. Acredito, portanto, que as respostas da Julice Spencer, médica veterinária da Cusco Amigo, possam ajudar.

Blog da Gabi – Afinal, porque alguns cachorros sentem tanto medo de chuva e trovões? É verdade aquela teoria de que têm ouvido mais sensível?

Julice – Sentem medo porque o barulho destes significa que algo perigoso e ameaçador está se aproximando. Algo que eles não sabem o que é. Sentem medo do desconhecido, do invisível, do que foge ao controle. Quanto aos ouvidos dos cães , estes podem captar frequências 2 a 3 vezes maiores do que os ouvidos dos humanos, mas nem todos os barulhos ou sons em alto volume os assustam: somente os que oferecem perigo. Portanto, não é só uma questão de sensibilidade do conduto auditivo.

Blog da Gabi – O que fazer para amenizar o sentimento de medo do cachorro?

Julice – Devemos acalmá-los e tentar mostrar que esses sons, aparentemente ameaçadores, não oferecem perigo , e que eles estão seguros. Temos que fazê-los mudar o foco e esquecer o que ameaça. Distraí-los com brincadeiras, petiscos, atividades boas. Temos que agir naturalmente, sem proteção excessiva, mostrando que não há razão pra temer.

Blog da Gabi – Alguns cães recusam comida e sair para passear, mesmo em áreas cobertas. Algum macete?

Julice – Recusar-se a comer é passageiro. Ninguém gosta de comer quando está se sentindo estressado. Passear, sair do local de segurança (o interior da casa) talvez não seja a melhor opção em dias de chuvas , trovoadas e “foguetórios “ porque o cão se sentirá exposto ao perigo. Nem as pessoas gostam. Não há chuva que dure para sempre, e não há xixi e cocô que não possam esperar . Mas se for necessário sair , mostre ao cão que você não está com medo, leve um brinquedo, um petisco e tente mostrar que sair é seguro.

Blog da Gabi – Existe alguma forma de treinar o cachorro para que não sinta mais medo de próximas chuvas e trovões?

Julice – Sim! Devemos incentivá-los a desassociar os barulhos ameaçadores das chuvas e trovoadas a coisas ruins e perigosas. Desviar a atenção. Colocar uma música que acalme, estimular a brincar, fazê-los relaxar e recompensá-los com petiscos quando percebermos que eles se sentem melhor, e que o foco não está mais no medo, e sim na diversão. Na infância, nossas mães e avós fazem bolinhos de chuva pra nos distrair em dias de trovoadas, e nosso foco se volta para o prazer de comer bolinhos. Com os cães devemos fazer o mesmo, desviar o foco para algo que dê prazer.

Blog da Gabi – Vários cães se assustam com as trovoadas e fogem. Já ouvi dizer que se ficam presos em ambientes pequenos se assustam e podem quebrar tudo. O que fazer?

Julice – Alguns cães podem entrar em pânico, vocalizar, defecar, urinar, vomitar , convulsionar, pular, tentar fugir daquilo que não sabem o que é, mas que os apavora. Nestes casos, certamente tentar mudar o foco não vai resolver. Muitos precisam tomar calmante ou relaxante muscular (sempre receitado por um médico veterinário). O ideal é ver um local na casa onde seja possível isolar ao máximo os sons externos, colocar uma música relaxante, dar a medicação no mínimo 30 minutos antes do fator de estresse começar e ficar com o cão.

Captura de Tela 2013-11-12 às 08.55.28

Esqueceu de dizer que sair na chuva acaba com meu penteado.

Uau, uau, au, Julice! Obrigada! Lendo as tuas respostas percebi que fazíamos algumas coisas erradas. A princiapl é dar proteção excessiva ao cachorro. Eu tenho a mania de pegar o Dunga no colo e largar os famosos “não precisa ficar com medo, mamãe está aqui, nada vai te acontecer”. Meio melodramática, como dona Gabrieli sempre é.

Espero que as respostas da querida Julice ajudem outros donos de dogs que passaram a última segunda-feira de dilúvio em pleno estado de pânico.

:: Mais posts sobre pets

Todas curtem: o cachorro que leva alianças no altar

11 de novembro de 2013 1

A Naiara me mandou agora esse vídeo do dogão levando as alianças para um casal no altar. Achei que caía bem como diversão num dia de chuva como esse. Para você que não mora no Rio Grande do Sul, apenas um aviso: estamos prestes a afundar por aqui. Se amanhã você não conseguir contato com um amigo gaúcho, mande socorro, chame a Força Aérea. Melhor, chame a Marinha. A coisa anda feia por essas bandas.

Repare com amor em como o cachorrinho foi ensinado. E me contem: é Ursinho Pimpão em versão instrumental tocando ao fundo? Simplesmente amei!

PS: aqui na redação o cachorro ia se aproximando e a gente ficava torcendo: “Não pula no vestido branquinho da noiva, cachorro, não pula!”.

Camisetas e moletons para quem ama cachorros e gatos

22 de outubro de 2013 10

No famigerado vídeo do teste do babyliss baphonico (que, olha, é mesmo tudo de bom), eu falei de uma camisetinha que tinha ganhado da donna da T-Mutts. Foi logo depois que perdemos a Bellinha e a imagem da camiseta me tocou profundamente. Me pediram para mostrar, então lá vai.

Captura de Tela 2013-10-20 às 20.32.56

“Eu sempre estarei por perto quando você precisar de mim”.

Um amor, né? A camiseta é, na verdade, um moletom com decote bem largo, que deixa mostrar o ombro. Usei na semana passada, na sessão de autógrafos da Mari, com saia de couro fake e sapato que emagrece (desculpa, o bendito não apareceu na foto).

Captura de Tela 2013-10-20 às 20.33.24

O moletom custa R$ 79,90 e é vendido online. Clica aqui.

Todas as peças da loja são um doce, mas essa tem significado especial para mim. Tem outro motivo que me faz ter mais vontade de contar para vocês sobre a T-Mutts: parte da venda de todas as roupas vai para a ONG Guaipecando, que cuida de animais de rua.

1377101_562098237193008_332288536_n

Obrigada ao Felipe Martini (o barbudinho), que fez as fotos. A culpa de ter cortado o sapato não é dele, é minha. Primeiro, porque eu não pedi corpo inteiro. Estava correndo. Descobri que não pode tirar fotos nos corredores do shopping, apenas dentro de lojas. O segurança estava tão irritado comigo que até veio com: “Senhora, eu já lhe avisei três vezes que não pode tirar foto”. E o medo de ser presa? Larguei um “corre, Felipe, bate rapidão antes que ele volte!”.