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23 nov12:32

Polícia segue buscas por adolescentes desaparecidas de Três Passos

Nenhuma notícia de Luana, nem de Savanna. Familiares e amigos das duas adolescentes de Três Passos, na região Celeiro, passam por uma situação semelhante: lidar com a difícil situação de não saber de seu paradeiro.

Cíntia Luana Ribeiro de Moraes desapareceu há quatro meses e meio, aos 14 anos e grávida de sete meses e meio. Disse que falaria com o suposto pai da criança e retornava em “vinte minutinhos”. Foram as últimas palavras que sua mãe, Ivone de Moraes, ouviu de Luana desde então.

Há 16 dias, familiares e amigos de Savanna Natanielli Safadi Pereira, 13 anos, enfrentam a mesma preocupação. A adolescente de 13 anos, acompanhada da amiga Agda Graebin, 15 anos, saiu do Lar Acolhedor, no bairro Glória, e não retornou.

As duas aproveitaram a distração de uma funcionária da casa de passagem, que dava banho em outros internos.

Agda revelou a fuga e se apresentou à Polícia na última quinta-feira, dia 17. No entanto, ela diz que tomou rumo diferente da amiga e não sabe de seu paradeiro. Averiguações foram feitas pela Polícia Civil, no entanto, sem êxito.

Quem tiver informações sobre o paradeiro de alguma das adolescentes pode entrar em contato com a Delegacia de Polícia mais próxima, ou por meio do telefone (55)3522-1211 ou 197, com a Polícia Civil de Três Passos.

Entenda o caso Savanna


- A adolescente de 13 anos vivia há uma semana no Lar “Acolhedor”, no bairro Glória, quando desapareceu

- Acompanhada da amiga Agda Graebin, 15 anos, aproveitou a distração de uma funcionária que dava banho em outros internos para fugir

- A amiga retornou no dia 17 de outubro e afirma que tomou rumo diferente da amiga e não sabe de seu paradeiro

- É a quarta vez que Savanna, que antes vivia com seus pais adotivos, foge neste ano. Nenhuma das vezes permaneceu tanto tempo sem ser encontrada

Entenda o Caso Luana


- Desapareceu no dia 13 de julho deste ano, com 14 anos e grávida de sete meses

- Disse à mãe que se encontraria com o suposto pai da criança, homem casado e morador de Humaitá, e retornaria em seguida

- Mãe recebeu mensagem do celular da família, no dia seguinte, dizendo que Luana estaria em Santa Catarina. Pai da criança confessou que foi ele quem encaminhou a mensagem e que deu dinheiro para a adolescente “sumir”

- A Polícia não tem indícios que o incriminem o homem, apenas assume que ele é o principal suspeito pelo desaparecimento

- Quatro meses e meio depois, nenhum contato de Luana

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