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04 jan10:38

A 600km do foco de aftosa, Noroeste está em alerta

Mais uma vez um foco de aftosa no Paraguai deixa o Estado, em especial as áreas de fronteira, em alerta. A área fronteiriça, às margens do Rio Uruguai, totaliza aproximadamente 200km de linha de fronteira e pelo menos 60km no interior do território brasileiro.

Nos 29 municípios da região, onde estão instaladas as coordenadorias regionais do Departamento de Defesa Agropecuária de Santa Rosa, São Luiz Gonzaga e Ijuí, serão montadas seis equipes volantes, cada uma com um médico veterinário e dois auxiliares, que contarão com o apoio da Brigada Militar.

O trabalho de fiscalização começa nesta quarta-feira, com barreiras em Porto Mauá, a 41 km de Santa Rosa, e outros municípios de fronteira.

_Nós precisamos estar atentos. Não podemos aceitar o desvio de animais porque nos deixa numa situação de risco e estaremos atentos a isso_destacou o supervisor reginal da Secretaria Estadual de Agricultura Pedro Rauber.

As equipes de trabalho exercerão vigilância ativa, com montagem de barreiras, vistoria a propriedades de risco, fiscalização de estabelecimentos que comercializam carnes e derivados e executarão ações de vigilância sanitária.

O novo foco

O foco da doença foi constatado na fazenda Gustavo Trugger, localizada no distrito de Piri Pukú, na periferia de San Pedro, a cerca de 340km da capital Assunção. O estabelecimento fica a 20 quilômetros da estância Santa Helena, onde foi constatado um outro foco em setembro do ano passado, o que implicou na declaração de emergência sanitária animal e a perda do status de país livre da aftosa pelo Paraguai. A nova manifestação da doença, que atinge pelo menos 170 cabeças da propriedade de Trugger, que está interditada, foi verificado no mesmo dia em que o governo paraguaio suspendia o estado de emergência sanitária.

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