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26 abr13:47

Polícia Civil acredita que funcionário público de Ijuí pode ter sido executado

Roberto Witter/roberto.witter@zerohora.com.br

A Brigada Militar de Ijuí realiza uma operação com cerca de 20 policiais nas vias de acesso à cidade. O objetivo é encontrar pistas sobre o assassino do funcionário público federal Jorge Luiz Furlanetto, 58 anos, morto a tiros em frente à escola do filho no início da noite desta quarta-feira.

Durante a fiscalização, os policiais revistam os veículos e conferem documentos de condutores e passageiros.

Além da Brigada Militar, a Polícia Civil também montou uma operação especial para investigar o crime. Ao todo, oito policiais e quatro delegados estão espalhados por bairros da cidade ouvindo pessoas em busca de pistas. A hipótese principal, segundo o delegado Maurício Posselti, que comanda as investigações, é de que se trate de uma execução.

_ A gente trabalha com diversas linhas de investigação, mas a principal delas é de que se trate de execução, ou morte por encomenda, já que nada foi roubado _ afirma o delegado.

O caso

Jorge Luiz Furlanetto, 58 anos, foi baleado no início da noite desta quarta-feira, no centro de Ijuí, no noroeste do Estado, e morreu pouco tempo depois de dar entrada no Hospital de Caridade de Ijuí (HCI).

Furnaletto estava dentro de seu veículo, junto com a esposa, em frente ao Colégio Evangélico Augusto Pestana, onde o filho estuda, quando teria sido alvejado por um motoqueiro com diversos tiros.

O crime aconteceu por volta das 18h30min, e, de acordo com o hospital, Furlanetto morreu próximo das 18h55min.

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