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03 jun13:12

Visão otimista torna a vida mais rica

Jane E. Brody/ The New York Times/ Zero Hora

Foto: Adriana Franciosi/ Agência RBS

A definição de um otimista: quem, feito eu, planeja fazer mais do que o tempo permite. Alguém que, como eu, não tendo alcançado o impossível, tem certeza de que tudo vai acabar dando certo.

Uma definição mais clássica da Clínica Mayo: “Otimismo é a crença segundo a qual boas coisas lhe acontecerão e que os eventos negativos são reveses temporários a serem vencidos”.

De acordo com um estudo, os adultos tidos como pessimistas, segundo testes psicológicos, tinham uma taxa de óbito mais elevada durante um período de 30 anos do que quem se mostrava otimista. Sem dúvida, os otimistas eram mais saudáveis porque estavam mais inclinados a se cuidarem bem.

Ao contrário do Cândido de Voltaire, ainda não perdi meu otimismo, embora claramente existam forças neste país e no mundo que poderiam subjugar até o mais ardente dos otimistas.

Sou uma realista, afinal, e me lamento pelas coisas em relação às quais pouco ou nada posso fazer diretamente: injustiça econômica, guerras e o fracasso repetido em aprender com a História, nossa sociedade louca por armas, a dependência excessiva de testes para estimular a conquista acadêmica e a tentativa de tirar das mulheres seus direitos reprodutivos.

Contudo, descobri que a vida é muito mais agradável quando se busca o lado positivo, vendo o copo meio cheio e presumindo que a razão terminará por vencer.

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